CONECTA NEWS – 13/06/2022

Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS

Agricultura

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CARNE SUINA: Exportações atingem 79,814 mil toneladas em maio
As exportações de carne suína "in natura" do Brasil renderam US$ 190,882 milhões em maio (22 dias úteis), com média diária de US$ 8,676 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 79,814 mil toneladas, com média diária de 3,627 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.391,60. Em relação a maio de 2021, houve baixa de 23,5% no valor médio diário da exportação, perda de 16,6% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 8,2% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

CARNES: Exportação de aves atinge 400,758 mil toneladas em maio
As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 838,668 milhões em maio (22 dias úteis), com média diária de US$ 38,121 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 400,758 mil toneladas, com média diária de 18,216 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 2.092,70. Em relação a maio de 2021, houve alta de 34,5% no valor médio diário, perda de 0,1% na quantidade média diária e avanço de 34,6% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

CAFÉ: NY fecha em forte baixa com alta do dólar e apreensão com economias
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta segunda-feira com preços acentuadamente mais baixos. As cotações caíram diante de alta do dólar contra o real e outras moedas. As bolsas de valores caíram e o café foi pressionado, assim como outros mercados, diante das apreensões com a economia americana e global diante de inflação e de medidas que os bancos centrais devem tomar para conter essa pressão inflacionário. Isso gera temores de recessão, de desaceleração nas economias. Os mercados globais estão pressionados depois da inflação nos Estados Unidos em maio vir mais alta do que o esperado na última sexta-feira, reacendendo temores de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) intensifique seu aperto monetário na reunião da próxima quarta-feira (15). Analistas esperam o anúncio de um aumento da taxa básica de juros em 50 pontos-base. Além do Fed, uma série de bancos centrais estarão em foco nos próximos dias. O Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra (BoE) anunciará sua última decisão sobre a taxa de juros na quinta-feira, enquanto o Banco do Japão (BoJ), o Banco Nacional da Suíça e o BC do Brasil também se reúnem esta semana. Para completar, ainda há a preocupação com medidas do governo chinês para conter a covid 19, o que gera apreensão em relação ao crescimento econômico do país e de novas ondas da pandemia globalmente. Os contratos com entrega em julho/2022 fecharam o dia a 223,35 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 5,55 centavos, ou de 2,4%. A posição setembro/2022 fechou a 223,45 centavos, baixa de 5,35 centavos, ou de 2,3%.

MILHO: Chicago fecha mista; fraca demanda nos EUA pesa negativamente
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mistos. O mercado perdeu a força registrada mais cedo, refletindo a fraca demanda para o cereal norte-americano. O sentimento de aversão ao risco, que afeta o mercado nesta segunda-feira completou o quadro negativo. As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.199.976 toneladas na semana encerrada no dia 9 de junho, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava 1,375 milhão de toneladas. Na semana anterior, haviam atingido 1.458.519 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.610.988 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 44.956.885 toneladas, contra 54.219.312 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Na sessão, os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 7,69 1/4 por bushel, recuo de 4,00 centavos de dólar, ou 0,51%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2022 fechou a sessão a US$ 7,30 3/4 por bushel, baixa de 2,00 centavos, ou 0,27% em relação ao fechamento anterior.

ARROZ: Exportações da Tailândia totalizam 2,303 milhões de toneladas no ano
As exportações de arroz da Tailândia totalizaram 111,637 mil toneladas na semana compreendida entre 22 e 29 de maio. A média das últimas quatro semanas ficou em 113,466 mil toneladas. No acumulado do ano, as exportações somam 2,303 milhões de toneladas, ante 1,307 milhão em igual período do ano passado. Não estão computadas neste número as exportações de arroz aromático. As informações são Gain Report, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

CARNE BOVINA: Exportação atinge 153,161 mil toneladas em maio
As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 988,592 milhões em maio (22 dias úteis), com média diária de US$ 44,936 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 153,161 mil toneladas, com média diária de 6,691 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 6.454,60. Em relação a maio de 2021, houve ganho de 50,9% no valor médio diário da exportação, aumento de 15,3% na quantidade média diária exportada e valorização de 30,8% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

TRIGO: Chicago fecha em leve alta com clima adverso nos EUA
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços levemente mais altos. Em sessão volátil, os preços oscilaram entre os territórios negativo e positivo. Por fim, as incertezas na região do Mar Negro e o clima adverso para as lavouras estadunidenses favoreceram a valorização. A fraca demanda nos EUA limitou a alta. As inspeções de exportação norte-americana de trigo chegaram a 388.847 toneladas na semana encerrada no dia 9 de junho, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava 400 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de trigo haviam atingido 355.340 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 499.945 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de junho, as inspeções somam 615.556 toneladas, contra 694.430 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em julho de 2022 eram cotados a US$ 10,71 por bushel, alta de 0,25 centavo de dólar, ou 0,02%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em setembro de 2022 eram negociados a US$ 10,86, ganho de 1,25 cenvado de dólar, ou 0,11%, em relação ao fechamento anterior.

ALGODÃO: Brasil exporta 81,622 mil toneladas em maio
As exportações brasileiras de algodão somaram 81,622 mil toneladas nos 21 dias úteis de maio, com média diária de 3,71 mil. A receita com as vendas ao exterior totalizou US$ 189,351 milhões, com média de US$ 8,606 milhões. O preço médio é de US$ 2.319,80 por tonelada. As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Em relação à igual período do ano anterior, houve recuo de 32,4% no volume diário exportado (5,487 mil toneladas diárias em maio de 2021). Já a receita diária teve retração de 10% (US$ 9,565 milhões diários em maio de 2021).

SOJA: Chicago cai forte por aversão ao risco e lockdowns na China
Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços acentuadamente mais baixos. A commodity segue o desempenho negativo de outros mercados, em meio a um quadro de forte aversão ao risco. A inflação global segue derrubando bolsas e outras commodities e impulsionando o dólar frente a outras moedas. A pressão vinda do financeiro limitou o impacto positivo aos preços da oleaginosa vindo do clima desfavorável ao cultivo nos Estados Unidos. A boa demanda também não evitou a forte queda nas cotações. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 605.129 toneladas na semana encerrada no dia 9 de junho, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava 475 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 365.455 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 141.320 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 50.473.191 toneladas, contra 57.048.412 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 38,00 centavos ou 2,17% a US$ 17,07 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 16,27 3/4 por bushel, com perda de 34,25 centavos de dólar ou 2,06%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 14,00 ou 3,26% a US$ 415,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 79,51 centavos de dólar, com perda de 1,30 centavo ou 1,6%.

MILHO: Exportações somam 1,165 milhão de toneladas em maio
As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 403,374 milhões em maio (22 dias úteis), com média diária de US$ 18,335 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,165 milhão de toneladas, com média de 52,995 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 346,00. Em relação a maio de 2021, houve alta de 9.260,6% no valor médio diário da exportação, avanço de 7.894,4% na quantidade média diária exportada e valorização de 17,1% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

ARROZ: SAFRAS indica exportação de 1,365 milhões de toneladas em 2022/23
A produção de arroz em casca do Brasil deverá totalizar 10,941 milhões de toneladas em 2022/23, 7% abaixo dos 11,795 milhões estimados para 2021/22. A previsão faz parte do quadro de oferta e demanda brasileiro, divulgado por SAFRAS & Mercado. SAFRAS indica exportação de 1,365 milhão de toneladas em 2022/23 e de 1,317 milhão de toneladas em 2021/22, representando um aumento de 4% entre uma temporada e outra. Já as importações foram previstas em 1,15 milhão de toneladas, ante 928 mil toneladas em 2021/22. A demanda total está projetada por SAFRAS em 12,365 milhões de toneladas, caindo 1% sobre o ano anterior. Desta forma, os estoques finais deverão recuar 17%, passando de 1,6 milhão para 1,325 milhão de toneladas.

AÇÚCAR: Exportação cai para 1,58 milhão de toneladas em maio
A receita diária média obtida com as exportações brasileiras de açúcar e outros melaços totalizou US$ 27,175 milhões em maio (22 dias úteis). Já o volume médio diário de exportações atingiu 71,838 mil toneladas. Foram exportadas 1.580.438 toneladas de açúcar no período, com receita total de US$ 600,062 milhões e um preço médio de US$ 379,70 por tonelada. Em maio de 2021, o Brasil exportara 2,482 milhões de toneladas de açúcar, com receita de US$ 810,7 milhões. Na comparação com a média diária de maio de 2021, de US$ 38,606 milhões, verificou-se queda de 29,3% no valor obtido diariamente pelas exportações de açúcar em maio de 2022. Em volume, houve queda de 39,2%, ante as 118,223 mil toneladas diariamente embarcadas em maio de 2021. Já o preço médio subiu 16,3%, ante os US$ 326,60 por tonelada verificados em maio de 2021. Os dados partem da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

FERTILIZANTES: Importações somam 4,06 milhões de toneladas em maio
As importações de fertilizantes do Brasil envolveram US$ 3,1 bilhões em maio (22 dias úteis), com média diária de US$ 141,07 milhões. A quantidade total de fertilizantes importada pelo país ficou em 4,06 milhões de toneladas, com média de 184,72 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 763,70. Em relação a maio de 2021, houve alta de 261,4% no valor médio diário da importação, ganho de 49,6% na quantidade média diária importada e valorização de 141,60% no preço médio. Os dados são do Ministério da Economia e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

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