CONECTA NEWS – 18/07/2022

Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS

Agricultura

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OLEAGINOSAS: Indonésia tem de exportar 6 milhões de toneladas de óleo de palma até agosto para reduzir estoques
A Indonésia terá que exportar 6 milhões de toneladas de óleo de palma até agosto se quiser reduzir seus crescentes níveis de estoque de volta ao normal, disse uma associação do setor nesta segunda-feira, depois que o governo suspendeu sua taxa de exportação por um mês e meio. O maior exportador de óleo de palma do mundo anunciou no fim de semana a suspensão da taxa sobre as exportações do óleo vegetal até agosto e ajustou detalhes de taxas progressivas para setembro, em uma tentativa de aumentar os embarques e aliviar os altos níveis de estoque doméstico. Embora as autoridades tenham removido temporariamente as taxas de exportação, as empresas ainda são obrigadas a realizar alguns pagamentos pelos embarques de óleo de palma. Os estoques domésticos aumentaram depois que Jacarta impôs uma proibição de exportação de óleo de palma por três semanas entre abril e maio. A retomada das exportações fez pouco para aliviar os estoques, já que as autoridades impuseram desde maio regras de vendas domésticas obrigatórias - conhecidas como obrigação do mercado doméstico (DMO)- para reforçar a oferta de óleo de cozinha. A Associação Indonésia de Óleo de Palma (GAPKI) saudou a isenção da taxa, mas queria que ela fosse complementada com a remoção de DMO, argumentando que a indústria foi severamente prejudicada pela crise de armazenamento, forçando as usinas a limitar as compras de frutos da palma e irritando os agricultores logo antes do pico da safra. "A coisa mais importante até setembro é limpar os tanques e um fluxo suave de exportação deve ser o foco principal", disse o secretário-geral do GAPKI, Eddy Martono, à Reuters. Atualmente, a Indonésia tem cerca de 7 milhões de toneladas de óleo de palma em tanques, inclusive em instalações de armazenamento flutuantes improvisadas, disse ele. Durante o pico da safra, o país normalmente produz de 3 a 4 milhões de toneladas por mês, o que significa que a redução dos estoques exige "o dobro da quantidade de exportações ou cerca de 6 milhões de toneladas pelo menos até agosto", disse Eddy. Funcionários do governo não responderam ao pedido de comentário sobre o pedido do GAPKI de descartar as regras do DMO. O ministro do Comércio, Zulkifli Hasan, disse na segunda-feira que as autoridades estabelecerão um preço de referência do óleo de palma bruto (CPO) a cada duas semanas, em vez de mensalmente, para que as taxas possam acompanhar os movimentos de preços mais rapidamente, inclusive quando eles caírem, segundo notícias da mídia.

MERCADO MILHO: Semana inicia com fraco ritmo de negócios e preços pouco alterados
O mercado doméstico de milho registrou preços pouco alterados. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a semana iniciou com lentidão e um ritmo fraco de negócios. Agentes continuaram observando o movimento das cotações internacionais em Chicago e as influências da oscilação do câmbio nos portos. Enquanto isso, a colheita da safrinha segue em andamento, provocando pressão regional de baixa sobre os preços do cereal. No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 88,00 (compra) a R$ 92,00 (venda) a saca (CIF) para setembro. Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 87,00/91,00 a saca para setembro. No Paraná, a cotação ficou em R$ 80,00/83,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 79,00/81,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 83,00/86,00 a saca. No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 92,00/94,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 78,00/80,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 74,00/R$ 76,00 a saca em Rio Verde - CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 72,00/74,00 a saca em Rondonópolis. 
CHICAGO
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais altos. O mercado buscou suporte no tempo quente e seco em partes dos Estados Unidos, fato que pode estressar as lavouras. Além disso, o cenário externo é bastante favorável, com ganhos nas bolsas da Europa e dos Estados Unidos. A boa demanda pelo produto norte-americano completou o quadro positivo. As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram 1.073.972 toneladas na semana encerrada no dia 14 de julho conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava 925 mil toneladas. Na semana anterior, haviam atingido 934.533 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.076.668 toneladas. Na sessão, os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 6,12 1/4 por bushel, ganho de 8,00 centavos de dólar, ou 1,32%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro de 2022 fechou a sessão a US$ 6,10 3/4 por bushel, alta de 7,00 centavos, ou 1,15% em relação ao fechamento anterior. 

MERCADO SOJA: Dólar e Chicago sobem e preços avançam no Brasil
Os preços da soja tiveram um dia de bons ganhos no mercado físico brasileiro, seguindo a forte valorização dos contratos futuros em Chicago e a alta do dólar frente ao real. A movimentação, ainda que moderada, melhorou frente ao ritmo dos últimos dias. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 187,50 para R$ 190,00. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 186,50 para R$ 189,00. No Porto de Rio Grande, o preço aumentou de R$ 193,50 para R$ 196,00. Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 186,00 para R$ 188,00. No porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 192,50 para R$ 194,50. Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 170,00 para R$ 177,00. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 174,00 para R$ 177,00. Em Rio Verde (GO), a saca passou de R$ 169,00 para R$ 171,00. Chicago Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em forte alta. A preocupação com o tempo seco nos Estados Unidos, o clima de menor aversão ao risco no financeiro, a forte alta de outras commodities e sinais de demanda aquecida compuseram um quadro favorável à elevação das cotações. As previsões indicam poucas chuvas e temperaturas elevadas para parte do Meio Oeste americano, o que poderia trazer prejuízos em termos de produtividade. Os participantes aguardam agora o relatório de condições das lavouras, que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), às 17hs. O mercado espera que o USDA mantenha em 62% o índice de lavouras entre boas e excelentes condições. No mercado financeiro, o dia foi de maior apetite ao risco, diante da possibilidade de o banco central americano elevar em menor proporção a taxa de juro daquele país. As commodities subiram e o complexo soja acompanhou este movimento, puxado por uma elevação de mais de 4% do petróleo. Completando o quadro positivo, os números de inspeção para exportação de soja dos Estados Unidos ficaram acima do esperado. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 362.622 toneladas na semana encerrada no dia 14 de julho. O mercado esperava 340 mil toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 31,25 centavos ou 2,13% a US$ 14,97 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 13,80 1/4 por bushel, com ganho de 38,00 centavos de dólar ou 2,83%. Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com alta de US$ 3,50 ou 0,81% a US$ 434,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 63,20 centavos de dólar, com ganho de 3,12 centavos ou 5,19%. 

MERCADO TRIGO: Negócios no Brasil seguem pontuais durante entressafra
A semana iniciou com uma forte elevação dos preços internacionais, a qual, combinada com a alta do dólar no mercado cambial brasileiro, elevou os níveis de paridade de importação. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, apesar disso, o trigo Hard de Kansas, opção mais atrativa para importação brasileira, ainda está mais acessível que as indicações do mercado doméstico. Nesta segunda feita a base de compra no Paraná ficou por volta de R$ 2.250/t, a de venda em R$ 2.350/t e a paridade no interior do estado em relação à Kansas a R$ 2.145/t. No mercado gaúcho compradores a R$ 2.155/t, vendedores a R$2.250/t e paridade de importação a R$ 2.135/t. "Os reportes de negócios seguem pontuais. Quem possui os lotes remanescentes da safra velha segue reticente em aceitar as ofertas dos compradores. Esses últimos, sabendo da pressão da queda internacional e da iminência do ingresso de uma safra recorde no país, se colocam na defensiva", explicou. Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais altos. Sinais de que a liberação do corredor de exportação de grãos da Ucrânia demore a ocorrer trouxeram preocupação ao mercado. Ao mesmo tempo, a forte demanda internacional pelo trigo, após a recente queda dos preços aos menores níveis em cinco meses, atuou positivamente. O Egito abriu, nesta segunda-feira, uma licitação internacional para a importação de trigo. Segundo traders, o produto dos Estados Unidos tem, pela primeira vez em anos, boa chance de concorrer por espaço no mercado egípcio, uma vez que os tradicionais fornecedores, Rússia, Ucrânia e países da Europa Ocidental estão de fora da operação. Além disso, segundo a Reuters, o Paquistão negociou, nesta segunda-feira, a importação de 300 mil toneladas de trigo. O clima adverso em partes dos Estados Unidos, a força de bolsas internacionais acionários e a fraqueza do dólar no cenário internacional completaram o quadro altista. Um enfraquecimento da moeda norte-americana favorece a competitividade das commodities do país no mercado exportador. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em setembro de 2022 eram cotados a US$ 8,12 3/4 por bushel, alta de 36,00 centavo de dólar, ou 4,63%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em setembro de 2022 eram negociados a US$ 8,29 1/2 por bushel, ganho de 35,50 centavos ou 4,47% em relação ao fechamento anterior. 

MERCADO CAFÉ: Preços do arábica disparam, seguindo rali em Nova York
O mercado físico de café teve um início de semana marcado pela surpresa quanto a forte volatilidade observada nos preços internacionais, principalmente na bolsa de Nova York, que subiu mais de 7,5%. Segundo informações da Consultoria SAFRAS & Mercado, com a alta volatilidade externa os preços no mercado físico tiveram ganhos de mais de R$ 20,00 por saca nas principais regiões para o arábica. Neste ponto, os compradores se mostraram retraídos diante de tamanha volatilidade em um prazo tão curto. Enquanto isto tudo acontecia, os vendedores mantinham R$ 10,00 acima do que estava sendo negociado, ajudando a travar parte das vendas ao longo da segunda-feira. No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação ficou em R$ 1.265,00 (compra) a R$ 1.285,00 (venda), ante R$ 1.235,00 a R$ 1.255,00 na quinta-feira. No cerrado mineiro, arábica bebida dura com 15% de catação teve preço de R$ 1.295,00/1.305,00 a saca, contra R$ 1.240,00/1.260,00 a saca. Já o café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, teve preço de R$ 1.057,00/1.100,00. O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, ficou em R$ 714,00/716,00 a saca. Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta sexta-feira com preços acentuadamente mais altos. Após as fortes perdas da quinta-feira, NY encontrou recuperação técnica, com cobertura de posições vendidas. Na máxima do dia, o contrato setembro atingiu 202,15 centavos de dólar por libra-peso, mas não conseguiu manter esse patamar, fechando ligeiramente abaixo desta linha, que mostra-se como uma resistência no momento. NY seguiu os ganhos do petróleo e de outros mercados, com o dólar mais fraco contra outras moedas no dia. Porém, no balanço da semana o contrato setembro ainda acumulou uma forte baixa de 9,4%. Os contratos com entrega em setembro/2022 fecharam o dia a 199,80 centavos de dólar por libra-peso, alta de 4,50 centavos, ou de 2,3%. A posição dezembro/2022 fechou a 196,60 centavos, valorização de 3,85 centavos, ou de 2,0%.

MILHO: Custos de produção da safra 2022/23 sobem em MT
Segundo relatório de julho (com dados de junho) de custos de produção do Mato Grosso divulgado pelo Imea, os gastos totais para a safra 2022/23 de milho com alta tecnologia ficaram mensurados em R$ 5.988,18 por hectare, praticamente estável na comparação com os R$ 5.988,20 por hectare em maio. Já a lavoura de milho com média tecnologia teve os custos totais estimados em R$ $ 5.035,23, ante R$ 5.016,36 no mês anterior. As informações constam no Boletim de Custos de Produção, publicado mensalmente pelo do Imea - Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola.

SOJA: Custos de produção de transgênica em MT caem em junho
Segundo relatório de julho (com dados de junho) de custos de produção do Mato Grosso divulgado pelo Imea, os gastos totais para a safra 2022/23 de soja transgênica ficaram mensurados em R$ 8.147,21 por hectare, o que representa um recuo de 1,05% em relação ao mês anterior, de R$ 8.233,72 por hectare. Já a lavoura de soja convencional teve os custos totais estimados em R$ 8.302,78, contra R$ 8.273,76 no mês anterior. As informações constam no Boletim de Custos de Produção, publicado mensalmente pelo do Imea - Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola.

MERCADO ALGODÃO: Preços seguem firmes, descolados da paridade de exportação
A escassez de oferta no âmbito doméstico mantém os preços domésticos do algodão em pluma descolados (para cima) da paridade de exportação. Conforme informações da Consultoria SAFRAS & Mercado, apesar da forte alta das cotações em Nova York e da leve alta do dólar em relação ao real nesta segunda-feira, os preços internos não apresentaram variações. A indicação média no CIF do mercado paulista ficou em R$ 6,05/libra-peso. Em comparação ao mesmo período do mês passado acumula uma queda de 20,92% e no acumulado de um ano atrás os ganhos chegam a 20,76%. No FOB exportação do porto de Santos/SP o valor de referência fechou 21,4% superior ao contrato de maior liquidez na Ice Futures (dez/22) com a pluma cotada a 112,88 cents/lb. Há uma semana era de 19% superior e há um mês era de 21% superior. Há um ano essa diferença era de 8%, o que mostra que na atual temporada a escassez interna e, consequentemente, a necessidade de a indústria local assegurar o abastecimento durante a entressafra, é maior. As exportações brasileiras de algodão bruto somaram 13,699 mil toneladas até a terceira semana de julho (11 dias úteis), com média diária de 1,245 mil toneladas. A receita com as vendas ao exterior totalizou US$ 34,208 milhões, com média diária de US$ 3,109 milhões. Em relação à igual período do ano anterior, houve recuo de 55% no volume diário exportado (2,770 mil toneladas diárias em julho de 2021). Já a receita diária teve decréscimo de 32,6% (US$ 4,611 milhões diários em julho de 2021). Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta segunda-feira. Os preços voltaram a disparar, assim como na sexta-feira, dando sequência ao movimento de recuperação técnica após recentes perdas. Vale lembrar que mesmo tendo subido 6% na sexta-feira, o contrato dezembro do algodão acumulou na semana passada uma baixa de 7,2%. Ou seja, ainda há espaço para ajustes técnicos. A valorização do petróleo, de outras commodities e das bolsas de valores, com o dólar em queda contra outras moedas, inspirou o movimento comprador também no mercado futuro do algodão. O dia foi de modo geral de menor aversão ao risco, o que favoreceu o movimento altista. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 93,00 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 4,29 centavos, ou de 4,8%.

MERCADO BOI: Preços da carne voltam a cair no varejo com reposição mais lenta
O mercado físico de boi gordo registrou preços pouco alterados nesta segunda-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a semana iniciou com menor fluxo de negócios. Muitos frigoríficos ainda estão ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no curto prazo. A tendência é que em alguns estados do Centro-Norte persista o movimento de pressão de queda nos preços da arroba do boi, dada a posição ainda confortável das escalas de abate, assinalou Iglesias. Já a partir de agosto o mercado contará com novos elementos de alta, a começar pelo aquecimento da demanda doméstica, com o Dia dos Pais atuando como motivador do consumo de carnes em todo o país. Com isso, em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 316,00 na modalidade à prazo. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 296,00. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 291,00. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 300,00 por arroba. Em Goiânia, preços a R$ 295,00 a arroba Atacado O mercado atacadista voltou a operar com preços em queda. O ambiente de negócios volta a sugerir pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com uma reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês. O quarto traseiro permaneceu precificado a R$ 22,35 por quilo. O quarto dianteiro teve preço de R$ 17,30 por quilo, queda de 20 centavos. A ponta de agulha caiu para R$ 17,10 por quilo. Segundo Iglesias, a demanda na primeira quinzena de agosto terá capacidade para promover uma recuperação dos preços da carne bovina.
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