John Deere logo

    Conecta

    Sua fonte centralizada de notícias Agro

    CONECTA NEWS – 03/10/2022

    Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS
    Agencia SAFRAS & Mercado, Portal de Notícias
    CONECTA NEWS – 03/10/2022
    CONECTA NEWS – 03/10/2022

    Tags:

    Algodão

    Café

    Grãos

    Alimentação

    Trigo

    Clima

    Soja

    Arroz

    Agricultura

    Cana-de-Açúcar

    MILHO: Imea mantém projeção para safra do MT, mas fala em pontos em aberto
    Os dados da 2 estimativa da safra 2022/23 de milho realizado pelo Imea não trouxeram mudanças em relação às estimativas no que tange a área, produtividade e produção do cereal em Mato Grosso. Desse modo, a área foi mantida em 7,27 milhões de hectares para o milho segunda safra no estado. Desse modo, ao comparar a área em relação à safra 2021/22, continua exibindo um incremento de 1,80% na média estadual. As estimativas de menor oferta mundial do grão para a próxima safra e o aumento da demanda estão sustentando os altos patamares de preços no mercado, que segue estimulando o produtor mato-grossense em aumentar a sua área. A produtividade também não apresentou alteração frente ao último relatório. Assim, a média em Mato Grosso está em 104,33/sc, 2,05% a mais que o consolidado para a safra 2021/22. É importante pontuar que ainda há pontos em aberto que podem afetar o rendimento, como: o cenário de incertezas de como será a evolução da semeadura e colheita da soja, além das perspectivas climáticas ainda em aberto, que são fatores fundamentais para que a semeadura do milho seja feita dentro da janela ideal. Por fim, sem as alterações na área e produtividade, a produção foi mantida em 45,54 milhões de toneladas, incremento de 3,89% em relação à safra atual. As informações são do Imea.

    SOJA: Imea eleva estimativa de safra do Mato Grosso em 0,64%
    O 6º levantamento de safra do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea), realizado no mês de setembro, para a temporada 22/23 em Mato Grosso, trouxe ajuste principalmente na produtividade aguardada para o Mato Grosso. Com a semeadura de soja alcançando 6,29% das áreas já finalizadas até a última sexta-feira (30/09), o ritmo nas lavouras está até o momento 0,13 p.p. acima do observado na safra passada e 4,49 p.p. em relação à média dos últimos 5 anos. Diante da perspectiva de adiantamento dos trabalhos a campo, a projeção de área foi mantida em 11,81 milhões de hectares, permanecendo o aumento de 2,95% em relação à safra passada. Parte do estado apresentou volumes de chuva após o fim do vazio sanitário da soja (15/09), o que proporcionou aos produtores de algumas regiões a entrarem com as máquinas nas lavouras. Além disso, segundo o Tempo Campo, as precipitações para os próximos 30 dias apontam volumes acumulados de 150 a 200 mm em boa parte das regiões do estado. Desse modo, a estimativa para a produtividade em Mato Grosso apresentou aumento de 0,64% em relação ao relatório de setembro, ficando prevista em 58,96 sc/ha. Entre as regiões, destaque para a oeste que apresentou rendimento de 60,09 sc/ha, o maior indicador entre as outras regiões do estado. Por fim, a produção da safra 2022/23 foi elevada para 41,78 milhões de toneladas de soja, representando uma alta de 0,64% ante a safra 2021/22. As informações são do Imea.

    CAFÉ: Embarques de setembro fecharam em 2,810 milhões de sacas – Secex
    As exportações brasileiras de café em grão em setembro chegaram no total a 2.810.238 sacas de 60 quilos no acumulado fechado do mês, com 21 dias úteis computados (média diária de 133.822 sacas), com receita chegando a US$ 670,397 milhões (média diária de US$ 31,924 milhões), e preço médio de US$ 238,55 por saca. A receita média diária obtida com as exportações de café em grão em setembro foi 42,6% maior no comparativo com a média diária de setembro de 2021, que fora de US$ 22,394 milhões. Já o volume médio diário embarcado foi 0,6% menor que o de setembro de 2021, que tinha o registro de 134.593 sacas diárias de média. O preço médio, por sua vez, disparou 43,4%. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

    AÇÚCAR: Entregas para contrato Outubro atingem 14.652 lotes, diz Bolsa de NY
    A ICE Futures US (Bolsa de Nova York) disse nesta segunda-feira que as entregas de açúcar bruto no vencimento do contrato de outubro totalizaram 14.652 lotes, equivalente a cerca de 745 mil toneladas, confirmando os números de traders divulgados na sexta-feira. A bolsa informou que todo o açúcar a ser entregue é de origem brasileira. O porto de Paranaguá, no sul do Brasil, é onde a maior parte do açúcar entregue será embarcada em navios, um total de cerca de 560 mil toneladas. O restante será embarcado pelo porto de Santos, o maior do país. Os traders disseram na sexta-feira que a Louis Dreyfus foi a principal distribuidora com cerca de 435 mil toneladas, enquanto a trader de commodities asiática Wilmar International foi vista como a maior receptora com 567 mil toneladas. No ano passado, a entrega de outubro foi muito menor, com apenas 4.445 lotes, mas em 2020 houve um recorde histórico de 51.597 lotes.

    ALGODÃO: NY encerra sessão com perdas em meio a fatores técnicos
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais baixos nesta segunda-feira. A semana começou com o mercado pressionado por aspectos técnicos. Apesar do petróleo subir e do dólar cair frente a outras moedas, o algodão recuou com vendas associadas a fatores técnicos. Além disso, persiste a apreensão com a recessão global. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 84,20 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 1,14 centavo, ou de 1,3%. A posição março/2023 fechou a 82,19 centavos, desvalorização de 1,26 centavo, ou de 1,5%.

    CLIMA: Outubro deve ter chuva no Sudeste e em partes das regiões Centro-Oeste e Sul, prevê Inmet
    A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o mês de outubro indica tendência de chuvas acima da média em grande parte do Sudeste, noroeste da Região Norte e estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, com total de chuva previsto acima de 140 milímetros (mm). Na Região Nordeste, são previstas chuvas perto da média, o que corresponde a aproximadamente 160 mm, com destaque para a costa leste, onde são previstos os menores volumes de chuva, já que este mês corresponde ao mais seco da região. No sul da Amazônia, no Matopiba (região que abrange os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), nos estados do Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e, também, no Distrito Federal são previstos acumulados de chuva abaixo da média, podendo ser inferiores a 200 mm. Considerando o prognóstico climático do Inmet para o mês de outubro e seu possível impacto para o início da safra de grãos 2022/2023 nas diferentes regiões produtoras, como as áreas do Matopiba, a falta de chuva poderá reduzir ainda mais os níveis de água no solo, podendo ocorrer um leve atraso no plantio das culturas, como a soja. Na Região Sudeste e em parte do Centro-Oeste, a previsão é de retorno gradual das chuvas, inclusive em áreas que vem sofrendo com grandes acumulados de deficiência hídrica, o que será importante para a elevação do armazenamento de água no solo e estabelecimento das fases iniciais das culturas de verão no campo, como a soja, milho e algodão. Já na Região Sul, as chuvas previstas são próximas e um pouco acima da média no Paraná, o que pode favorecer a manutenção da umidade do solo e contribuir para o menor impacto nas fases iniciais dos cultivos da safra de grãos. Nos demais estados da região, as chuvas abaixo da média podem ocasionar uma ligeira redução dos níveis de água no solo. Com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    FERTILIZANTES: Importações somam 3,31 milhões de toneladas em setembro – Secex
    As importações de fertilizantes do Brasil envolveram US$ 2,05 bilhões em setembro (21 dias úteis), com média diária de US$ 97,67 milhões. A quantidade total de fertilizantes importada pelo país ficou em 3,31 milhões de toneladas, com média de 157,64 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 619,60. Em relação a setembro de 2021, houve alta de 14% no valor médio diário da importação, perda de 22,6% na quantidade média diária importada e valorização de 47,4% no preço médio. Os dados são do Ministério da Economia e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

    SOJA: Petróleo e inspeções acima do esperado ajudam na recuperação de Chicago
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em alta. Após o tombo da sexta, quando o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou estoques trimestrais acima do esperado, o mercado teve um dia de recuperação. A forte alta do petróleo e inspeções acima do esperado ajudaram na elevação. Mas os ganhos foram limitados ainda pelo relatório do USDA, pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pelo início do plantio acelerado no Brasil. O plantio da safra de soja 2023/23 do Brasil atingiu 4,5% da área total esperada até o dia 30 de setembro. A estimativa parte de levantamento de SAFRAS & Mercado. A semeadura está acima de igual período do ano passado (4,0%) e também acima da média dos últimos cinco anos (3,1%). As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 575.220 toneladas na semana encerrada no dia 15 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava número em 475 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 291.413 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 849.556 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 1.781.273 toneladas, contra 1.839.555 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 9,25 centavos ou 0,67% a US$ 13,74 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,84 por bushel, com ganho de 8,50 centavos de dólar ou 0,61%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,30 ou 0,57% a US$ 405,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 63,34 centavos de dólar, com ganho de 1,78 centavo ou 2,89%.

    TRIGO: Chicago realiza e fecha em baixa após sessão volátil
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Após volatilidade, um movimento de realização de lucros a queda. Segundo agências internacionais, os traders estão cautelosos quanto ao impacto das oscilações nos mercados externos sobre a CBOT. O mercado começou o dia em alta, encontrando suporte em uma série de fatores. O acirramento da guerra na Ucrânia mantém as preocupações quanto a uma possível interrupção do corredor de exportação de grãos do Mar Negro. A fraqueza do dólar frente a outras moedas contribui com a competitividade dos produtos agrícolas estadunidenses no mercado exportador. A previsão de chuvas desfavoráveis na India ameaça a safra do país. O petróleo disparou, chegando a subir cerca de 6% mais cedo, o que afeta as margens para a produção de combustíveis renováveis. As inspeções de exportação norte-americana de trigo chegaram a 667.577 toneladas na semana encerrada no dia 29 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 450 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de trigo haviam atingido 589.207 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 616.311 toneladas. Apesar de tudo isso, os contratos foram pressionados por um movimento de correção técnica. Na semana passada, o mercado subiu em três das cinco sessões, acumulando valorização de 4,66% no período. A posição dezembro atingiu o maior patamar desde 11 de julho. Em setembro, a valorização foi de 10,82% em setembro. No trimestre, numa base contínua, o mercado subiu 6,07%. O mercado ainda observa a safra recorde na Rússia que, caso seja escoada, deve trazer grandes volumes ao comércio internacional e pressionar as cotações. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 9,21 1/2 por bushel, alta de 25,25 centavos de dólar, ou 2,81%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 9,32 por bushel, elevação de 24,00 centavos, ou 2,64%, em relação ao fechamento anterior.

    CARNE SUINA: Exportações atingem 94,276 mil toneladas em setembro – Secex
    As exportações de carne suína "in natura" do Brasil renderam US$ 231,069 milhões em setembro (21 dias úteis), com média diária de US$ 11,003 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 94,276 mil toneladas, com média diária de 4,489 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.451,00. Em relação a setembro de 2021, houve baixa de 4,6% no valor médio diário, perda de 7,4% na quantidade média diária e avanço de 3,1% no preço médio. Os dados são do Ministério da Economia e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

    MILHO: Chicago termina sessão em alta com previsão de clima desfavorável à colheita e boa demanda nos EUA
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em alta. O mercado avançou durante o dia devido a previsão de chuvas em parte do cinturão produtor dos Estados Unidos, fato que pode atrapalhar o andamento da colheita do país, e, segundo a Agência Reuters, pela menor oferta norte-americana e europeia. Os dados das inspeções de exportação dos Estados Unidos também atuou como fator de suporte. O cereal chegou a registrar perdas no meio-pregão, em uma tentativa de realização de lucros, mas o cenário positivo predominou. As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram 661.658 toneladas na semana encerrada no dia 29 de setembro conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 550 mil toneladas. Na semana anterior, haviam atingido 549.608 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 941.560 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 2.358.485 toneladas, contra 2.268.889 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,80 3/4 por bushel, ganho de 3,25 centavos de dólar, ou 0,47%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,87 1/2 por bushel, alta de 3,50 centavos, ou 0,51% em relação ao fechamento anterior.

    CARNES: Exportação de aves atinge 364,238 mil toneladas em setembro – Secex
    As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 753,978 milhões em setembro (21 dias úteis), com média diária de US$ 35,903 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 364,238 mil toneladas, com média diária de 17,344 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 2.070,00. Em relação a setembro de 2021, houve alta de 12,4% no valor médio diário, queda de 6,3% na quantidade média diária e avanço de 19,9% no preço médio. Os dados são do Ministério da Economia e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

    CAFÉ: NY tem fortes perdas com indicações de clima benéfico no Brasil
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta segunda-feira com preços acentuadamente mais baixos. As cotações caíram de forma acentuada diante das indicações de boas chuvas sobre o cinturão cafeeiro do Brasil. As precipitações são favoráveis ao pegamento das floradas que vão resultar na safra de 2023 do país. Tecnicamente, NY rompeu para baixo a linha de US$ 2,20 a libra-peso, o que aprofundou as perdas, acionando mais vendas. As condições climáticas favoráveis no Brasil previstas para o último trimestre do ano nos fundamentos são aspecto fundamental baixista principal. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 215,75 centavos de dólar por libra-peso, queda de 5,80 centavos, ou de 2,6%. A posição março/2023 fechou a 207,35 centavos, baixa de 5,20 centavos, ou de 2,4%.

    AÇÚCAR: Receita com exportação aumentou 45% em setembro, superando US$ 1,2 bi – Secex
    A receita diária média obtida com as exportações brasileiras de açúcar e outros melaços atingiu US$ 59,089 milhões em setembro, com 21 dias úteis, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já o volume médio diário de exportações chegou a 146,721 mil toneladas. Foram exportadas 3.081.138 toneladas de açúcar em setembro, com receita total de US$ 1,241 bilhão e um preço médio de US$ 402,70 por tonelada. Na comparação com a média diária de setembro de 2021, de US$ 40,825 milhões, houve alta de 44,7% no valor obtido diariamente pelas exportações de açúcar em setembro de 2022. Em volume, houve alta de 21%, ante as 121,236 mil toneladas diariamente embarcadas em setembro de 2021. Já o preço médio subiu 19,6%, ante os US$ 336,7 por tonelada verificados em setembro de 2021. Em volume, a exportação de açúcar em setembro cresceu 21% na comparação com as 2,545 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês de 2021. Já a receita aumentou 44,6% na comparação com os US$ 857 milhões obtidos em setembro de 2021.