John Deere logo

    Conecta

    Sua fonte centralizada de notícias Agro

    CONECTA NEWS – 03/11/2022

    Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS
    Agencia SAFRAS & Mercado, Portal de Notícias
    CONECTA NEWS – 03/11/2022
    CONECTA NEWS – 03/11/2022

    Tags:

    Trigo

    Soja

    Agricultura

    Arroz

    Clima

    Alimentação

    Grãos

    Algodão

    Café

    Cana-de-Açúcar

    BIODIESEL: Ubrabio pede previsibilidade e retomada gradual do aumento da mistura ao presidente eleito
    Em nota, a União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) parabenizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu vice, Geraldo Alckmin, pela vitória nas eleições presidenciais do último domingo, dia 30 de outubro. A entidade se colocou à disposição para o diálogo e cooperação com o novo governo para trabalho de substituição dos combustíveis fósseis por fontes renováveis. Prossegue a nota: Assim como outros setores da economia, a indústria do biodiesel entregou suas propostas às principais candidaturas durante a campanha presidencial. No documento, reiteramos o desejo de que a transição do combustível fóssil por renovável seja uma prioridade do país. Lembramos ao governo eleito a janela de oportunidades que se abre para o Brasil.A COP 27, que se inicia neste domingo, será mais uma vez marcada pela busca de soluções para a transição energética para uma economia menos dependente de combustíveis fósseis. O Brasil, felizmente, tem todos os instrumentos para ser solução desta meta global. Somos o país das inúmeras fontes energéticas: eólica, solar, hídrica e de biomassa. Em especial, somos o país do biodiesel, esse combustível renovável que gera empregos e renda para centenas de milhares de famílias brasileiras. Um biocombustível que precisa ser percebido pelo conjunto das externalidades positivas para a sociedade e para o meio ambiente. A indústria nacional tem pressa. Hoje, a ociosidade nas usinas de biodiesel é superior a 50%, e diversas unidades estão lutando dia após dia para não fechar as portas. Deste modo, clamamos ao novo governo: previsibilidade e segurança jurídica, a fim de que os empresários do setor possam retomar investimentos e contratações. Para isso, é imperativo cumprir o cronograma de aumento da mistura do biodiesel ao diesel fóssil. Nós estamos hoje com 10% de mistura, quando deveríamos estar em 14% o chamado B14. Precisamos retomar esse cronograma de aumentos já em 2023 e seguir evoluindo até alcançarmos o B20 em 2028. Desejamos sucesso ao novo governo e nos colocamos à disposição para ajudar na transição energética para um mundo menos dependente de combustíveis fósseis.

    CAFÉ: Estoques certificados de Nova York caíram 2.100 sacas em 03/11
    Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 03 de novembro de 2022 estão em 382.695 sacas de 60 quilos, com queda de 2.100 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE Futures.

    ALGODÃO: NY sobe em meio a fatores técnicos, avaliando exportações americanas
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta quinta-feira. Apesar do dia de aversão ao risco, com alta do dólar contra outras moedas, queda do petróleo e de outras commodities, além de bolsas de valores, o algodão conseguiu subir e subir bem diante de aspecto técnicos e avaliando as exportações americanas semanais. O aumento nas taxas de juros americanas, embora dentro das expectativas, veio com informações do Banco Central norte-americano (Federal Reserve) que podem haver maiores incrementos para conter a inflação. E isso gera o temor de recessão e de efeitos negativos sobre a demanda. As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à temporada 2022/23, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 191.800 fardos na semana encerrada em 27 de outubro. O maior importador foi a China, com 122.000 fardos. Para a temporada 2023/24, foram mais 11.200 fardos. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As exportações de algodão dos Estados Unidos em setembro totalizaram 154,246 mil toneladas, conforme dados do Departamento do Comércio dos Estados Unidos. Em agosto, o volume havia sido de 268,836 mil toneladas. Em setembro de 2021, foram 122,174 mil toneladas. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 83,00 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 4,00 centavos, ou de 5,1%. A posição março/2023 fechou a 82,17 centavos, alta de 3,53 centavos, ou de 4,5%.

    MILHO: ANEC indica embarques pelo Brasil de 6,240 milhões de toneladas em outubro
    Dados divulgados nesta semana pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) indicam que o Brasil exportou 6,240 milhões de toneladas de milho em outubro. Em outubro do ano passado, o Brasil embarcou 1,873 milhão de toneladas de milho. Em setembro de 2022, os embarques do cereal somaram 6,736 milhões de toneladas. No acumulado de 2022, os embarques de milho atingem 32,106 milhões de toneladas. De acordo com a ANEC, na semana entre os dias 23 de outubro e 29 de outubro foram registrados embarques do cereal de 1,462 milhão de toneladas. Entre 30 de outubro e 5 de novembro, os embarques estão projetados em 1,527 milhão de toneladas de milho.

    SOJA: Brasil deve embarcar até 3,566 milhões de toneladas em outubro, aponta ANEC
    As exportações brasileiras de soja em grão deverão ficar em 3,566 milhões de toneladas em outubro, conforme levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Em outubro do ano passado, as exportações ficaram em 2,985 milhões de toneladas. Em setembro, o país embarcou 3,688 milhões de toneladas. Na semana entre 23 e 29 de outubro, o Brasil embarcou 745,790 mil toneladas. Para o período entre 30 de outubro e 5 de novembro, a ANEC indica a exportação de 749,757 mi toneladas. Para o farelo de soja, a previsão é de embarques de 1,817 milhão de toneladas em outubro. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 1,337 milhão de toneladas. Em setembro ficou em 1,755 milhão de toneladas. Na semana passada, as exportações ficaram em 335,843 mil toneladas e a previsão para esta semana é de 573,927 mil toneladas. As informações são da ANEC.

    CARNE BOVINA: Paraguai exporta 283,932 mil toneladas até outubro
    De janeiro a outubro, o Paraguai exportou quase 283,932 mil toneladas de carne bovina, que foram distribuídas para 52 destinos ao redor do mundo, segundo o relatório Export and Import Advance do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal. (Senacsa). O relatório do serviço veterinário oficial refere ainda que, durante os 10 meses de 2022 o valor obtido foi de US$ 1,476 bilhão de dólares. O relatório também detalha que 128 mil cabeças de gado (entre bois, touros, vacas e novilhas) foram abatidas apenas no mês de outubro deste ano, atingindo um total de 32,152 mil toneladas. Como miudezas bovinas, foram exportados até agora este ano 47,573 mil toneladas por um valor aproximado de US$ 94,819 milhões de dólares. Entre janeiro e outubro deste ano, os principais mercados de exportação da carne bovina paraguaia foram: Chile com mais de 109,075 mil toneladas, Rússia com 58,304, Brasil com 33,940, República da China (Taiwan) com 31,666, Israel com 14,168 e Uruguai com 7,795. Com informações da Agência CMA Latam.

    SOJA: Realização, financeiro e fracas exportações dos EUA pressionam Chicago
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos. O dia foi de realização de lucros, após o mercado ter atingido ontem os melhores patamares em seis semanas. O desempenho negativo do mercado financeiro e as fracas exportações semanais americanas pressionaram as cotações e ajudaram no movimento de correção. O petróleo caiu mais de 2% e o dólar subiu 1,5% na comparação com outras moedas, em meio a o clima de aversão ao risco por conta da política monetária austera nos Estados Unidos. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2022/23, com início em 1º de setembro, ficaram em negativas em 830.200 toneladas na semana encerrada em 27 de outubro. A China liderou as importações, com 745.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 700 mil e 1,6 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 13,25 centavos ou 0,92% a US$ 14,26 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,37 por bushel, com perda de 17,00 centavos de dólar ou 1,16%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 10,20 ou 2,4% a US$ 414,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 75,29 centavos de dólar, com perda de 0,32 centavo ou 0,42%.

    TRIGO: Em sessão volátil, decisão russa prevalece e Chicago fecha em baixa
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Em sessão volátil, o mercado chegou a esboçar algumas reações ao longo do dia. No final da sessão, entretanto, pesou a decisão da Rússia de retomar sua participação no acordo de grãos para exportação no Mar Negro - após sua saída no último sábado. A queda consistente do petróleo e a grande elevação do dólar frente a outras moedas também pressionaram as cotações. As exportações semanais norte-americanas ficaram dentro do esperado e não trouxeram grande influência aos preços As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2022/23, que tem início em 1o de junho, ficaram em 348.100 toneladas na semana encerrada em 27 de outubro. Destaque para a venda de 82.100 toneladas para a Coreia do Sul. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos com entrega em dezembro de 2022 fecharam cotados a US$ 8,40 1/2 por bushel, perda de 5,50 centavos de dólar, ou 0,65%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,59 3/4, baixa de 5,25 centavos de dólar, ou 0,60%, em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Novas geadas reduzem potencial de produção na Argentina para 14 milhões de toneladas
    Apesar das chuvas registradas na última quarta-feira, novas geadas sobre o sul de Buenos Aires e La Pampa continuam gerando perdas adicionais às inicialmente previstas, de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires. A projeção de produção de trigo caiu para 14 milhões de toneladas, uma redução de 1,2 milhão de toneladas em relação à estimativa anterior e 31,7% abaixo da estimativa inicial de 20,5 milhões de toneladas. As condições de cultivo se dividem entre boas a excelentes (6%), normais (56%) e regular a ruins (38%). Na semana passada, 10% tinha condições de boas a excelentes, 55% normais e 35% ruins. Em igual período do ano passado, eram 82% das lavouras em situação boa a excelente e 18% em condições normais. As condições hídricas se dividem entre ótimas e adequadas (61%) e de regular a seca (39%). Na semana passada, as condições entre ótima e adequada era de 58% e 42% de regulares a secas. Em igual período do ano passado, 15% das lavouras sofriam com déficit hídrico.

    MILHO: Chicago tem sessão negativa com força do dólar e queda do petróleo
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em baixa. O mercado foi pressionado pela significativa alta do dólar frente a outras moedas correntes e pela queda do petróleo. O anúncio de aumento em 0,75 ponto percentual na taxa de juros dos Estados Unidos também exerceu pressão sob as cotações. Por fim, o mercado ainda analisou as vendas líquidas norte-americanas de milho, que ficaram pouco acima do mínimo esperado. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2022/23, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 372.200 toneladas na semana encerrada em 27 de outubro. O México liderou as compras, com 193.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 300 mil e 600 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,79 1/4 por bushel, baixa de 8,25 centavos de dólar, ou 1,20%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,84 3/4 por bushel, perda de 8,00 centavos, ou 1,15% em relação ao fechamento anterior.

    CAFÉ: NY tomba com aversão ao risco, seguindo petróleo, com alta do dólar e ainda oferta tranquila
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quinta-feira com preços acentuadamente mais baixos. Nesta quarta-feira, NY teve bons ganhos, mas tornou a tombar nesta quinta. O contrato março caiu abaixo de US$ 1,70 a libra-peso, rompendo suportes, em um dia de aversão ao risco nos mercados, em função do aumento das taxas de juros americanas, com o objetivo de travar a inflação no país e trazendo as preocupações com recessão e queda no consumo. O petróleo recuou, as bolsas de valores cederam pelo mundo, o dólar subiu contra outras moedas, tudo pressionando as commodities nas bolsas de futuros, entre elas o café. O Banco Central americano (Federal Reserve) sinalizou que os juros podem seguir subindo para conter a inflação e cresce a aversão ao risco com o medo nos mercados de recessão. Nos fundamentos, o clima favorável às lavouras no Brasil no pós-florada, que vão resultar na safra de 2023, a chegada da safra da América Central e da Colômbia ao final do ano são aspectos baixistas. E os temores com a demanda diante da recessão completam o cenário negativo aos preços. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 172,20 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 9,95 centavos, ou de 5,5%. A posição março/2023 fechou a 168,35 centavos, queda de 8,60 centavos, ou de 4,9%.