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    CONECTA NEWS – 04/10/2022

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    MERCADO AÇÚCAR: Preços ficam estáveis no cenário doméstico nesta terça-feira
    Os preços do açúcar cristal subiram no mercado físico paulista nesta quinta-feira. Em Ribeirão Preto, a saca de 50 quilos do açúcar cristal com até 150 Icumsa teve preço de R$ 124,00 (21,73 centavos de dólar por libra-peso). O etanol hidratado se mostrou 9,61% mais baixo em relação ao açúcar bruto de Nova York equivalendo a 14,09 centavos de dólar por libra-peso (PVU), 28,04% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 89,23 por saca (15,64 centavos). Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em baixa. Os contratos com entrega em Março/2023 encerraram o dia a 17,91 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,49 centavo (+2,8%). A posição Maio/2023 fechou cotada a 17,14 centavos (+2,32%). O mercado avançou com correção técnica e cobertura de posições vendidas depois de atingir mínimas de dois meses na sessão da segunda-feira, quando a posição março caiu para 17,36 centavos. Novo rally no petróleo também deu sustentação aos futuros do açúcar. No entanto, não faltam fatores baixistas segurando as cotações. No Brasil, uma eventual reeleição de Jair Bolsonaro leva o mercado a crer que o atual presidente manteria os preços dos combustíveis achatados, incentivando as usinas a continuarem maximizando a produção de açúcar em detrimento ao etanol. Ao mesmo tempo, usinas da India estariam adiantando fixação de vendas antes que as perspectivas positivas para a produção da recém iniciada temporada adicione pressão baixista aos preços. Por fim, a trading britânica Czarnikow estimou um superávit global de oferta de 3,6 milhões de toneladas para o ciclo 2022/23, cortando a projeção para o consumo na China por conta dos lockdowns relacionados à Covid-19. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,1690 para venda e a R$ 5,1670 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1120 e a máxima de R$ 5,2220.

    ALGODÃO: NY dispara seguindo petróleo e com recuperação técnica
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta terça-feira. Os preços dispararam no dia acompanhando a boa alta do petróleo. A baixa do dólar contra outras moedas deu suporte às commodities nas bolsas de futuros, e o algodão seguiu o movimento. Fatores técnicos, com o mercado buscando uma recuperação após recentes perdas, contribuíram para a subida da pluma. Além disso, o dia foi de avaliar os dados das condições das lavouras americanas, divulgados nesta segunda-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Aumentou o percentual de lavouras com condições entre ruins e muito ruins, aspecto altista para os preços. Segundo o USDA, até 2 de outubro, 31% estavam entre boas e excelentes condições, 23% em situação regular e 46% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana passada, eram 31%, 27% e 42%, respectivamente. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 88,20 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 4,00 centavos, ou de 4,7%. A posição março/2023 fechou a 86,19 centavos, elevação de 4,00 centavos, ou de 4,9%.

    AÇÚCAR: Cota de exportação para as usinas da India em 2022/23 deve ser 29% menor
    O governo da India deverá diminuir a cota de exportação de açúcar para temporada 2022/23 (outubro-setembro) em 29% com o objetivo de manter um nível adequado de ofertas domésticas. A cota a ser estabelecida pode ficar em apenas oito milhões de toneladas, ante os despachos estimados em 11,2 milhões de toneladas no recém-concluído ciclo 2021/22, disse uma fonte ligada ao governo para O Financial Express. O superávit exportável para 2022/23 deverá ficar em torno de oito milhões de toneladas. Em breve, o ministro da Alimentação se manifestará oficialmente sobre a política de exportação, apontou a fonte. Em maio, o governo indiano estabelecera uma cota de exportação de dez milhões de toneladas para 2021/22 para controlar os preços do açúcar no mercado doméstico. Depois, liberou mais 1,2 milhão. Nos últimos meses, o governo da India recorreu às exportações para conter uma alta nos preços domésticos de commodities consideradas essenciais, como o arroz, o trigo e o açúcar. Em reunião com o diretor de Comércio Exterior Santosh Kumar Sarangi na semana passada, representantes da indústria açucareira da India solicitaram a liberação de uma cota de exportação de oito milhões de toneladas de açúcar para 2022/23. De acordo com uma estimativa da Associação das Usinas de Açúcar da India (ISMA, na sigla em inglês), a produção de açúcar do ciclo 2022/23 deverá totalizar 35,5 milhões de toneladas, enquanto o consumo doméstico deverá chegar a 27,5 milhões. Isso deixa um escopo para a exportação de oito milhões de toneladas, sem inchar os projetados estoques finais de seis milhões de toneladas. A India exportou apenas 620 mil toneladas de açúcar em 2017/18, 3,8 milhões em 2018/19 e 5,96 milhões em 2019/20.

    CAFÉ: NY tem ganhos com baixa do dólar, alta do petróleo e oferta apertada no curto prazo
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta terça-feira com preços mais altos. A baixa do dólar contra o real e outras moedas e a valorização do petróleo puxaram para cima o café em NY. Além disso, os fundamentos de curto prazo mantêm sustentação aos preços, sobretudo nas posições mais próximas de NY, já que as mais distantes refletem a perspectiva de uma grande safra do Brasil em 2023. A oferta apertada no curto prazo garante suporte, diante de uma safra menor que o esperado no Brasil em 2022. Ademais, informações de problemas produtivos na Colômbia contribuíram muito para o avanço no dia. As cotações caíram de forma acentuada diante das indicações de boas chuvas sobre o cinturão cafeeiro do Brasil. As precipitações são favoráveis ao pegamento das floradas que vão resultar na safra de 2023 do país. A produção colombiana de café ficou em 834 mil sacas de 60 quilos em setembro, registrando queda de 31% em relação ao que foi produzido no mesmo mês do ano anterior, segundo informações da Federação Nacional dos Cafeicultores (FNC). Enquanto isso, até agora este ano (janeiro-setembro), a produção registrada de café da Colômbia caiu 10%, para quase 8,2 milhões de sacas de 60 quilos de café verde em comparação com as mais de 9 milhões produzidas no mesmo período de 2021. Por outro lado, nos últimos 12 meses (outubro de 2021 a setembro de 2022), que coincidem com o ano cafeeiro, a produção atingiu 11,7 milhões de sacas, 13% menor em relação às quase 13,4 milhões de sacas colhidas no período anterior. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 219,30 centavos de dólar por libra-peso, alta de 3,55 centavos, ou de 1,6%. A posição março/2023 fechou a 210,60 centavos, valorização de 3,25 centavos, ou de 1,6%.

    ETANOL: Mercado aposta em reação nos números de produção dos EUA na semana
    A produção de etanol de milho dos Estados Unidos pode ter interrompido uma sequência de três quedas consecutivas na última semana, de acordo com projeção de analistas ouvidos pela Dow Jones. Os analistas apontaram que a produção diária ficou numa faixa entre 805 mil a 910 mil barris na semana encerrada em 30 de setembro, ante 855 mil barris na semana anterior (23). Caso o número efetivo fique no intervalo mínimo da projeção, a produção terá sido a menor desde fevereiro de 2021. Já os estoques deverão ficar numa entre 22,5 milhões e 23,09 milhões de barris. Se os estoques caírem nesta magnitude, será a terceira queda consecutiva e as reservas estarão no menor nível desde dezembro. Os dados da AIE (Administração de Informação de Energia) serão divulgados amanhã as 11h30min no horário de Brasília. Eles influenciam a visão dos traders para o panorama da demanda do milho dos Estados Unidos. (*) Cada barril equivale a 159 litros.

    SOJA: Chicago fecha em alta pela 2 sessão seguida por alta do petróleo e baixa do dólar
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em alta pela segunda sessão consecutiva. O cenário financeiro de menor aversão ao risco ajudou na recuperação técnica. Hoje, o petróleo voltou a subir forte, puxando outras commodities. O dólar recuou frente a outras moedas, dando competitividade aos produtos de exportação dos Estados Unidos. Com isso, o mercado engatou mais um dia de recuperação após o tombo de sexta, quando o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou estoques acima do esperado. Outros fatores fundamentais também ficaram em segundo plano, como os bons avanços da colheita nos Estados Unidos e do plantio no Brasil. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 9,50 centavos ou 0,69% a US$ 13,83 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,93 1/2 por bushel, com ganho de 9,50 centavos de dólar ou 0,68%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,80 ou 0,93% a US$ 401,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 65,02 centavos de dólar, com ganho de 1,68 centavo ou 2,65%.

    TRIGO: Após volatilidade, Chicago se consolida em queda pressionada por realização
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Após volatilidade, os contratos se consolidaram no território negativo, pressionados por um movimento de realização de lucros. Os preços vinham de altas na semana passada e nos acumulados de setembro e do trimestre passado. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 9,03 por bushel, baixa de 9,00 centavos de dólar, ou 0,98%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 9,15 1/2 por bushel, retração de 9,50 centavos, ou 1,02%, em relação ao fechamento anterior.

    MILHO: Chicago encerra dia em alta com lentidão na colheita dos EUA e avanço do petróleo
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em alta. O mercado buscou suporte na valorização dos preços do petróleo, que chegou a subir quase 4%, e na fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes, o que torna as commodities estadunidenses mais competitivas no cenário exportador. O andamento mais lento da colheita de milho nos Estados Unidos completou o quadro positivo aos preços. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 2 de outubro, a área colhida estava em 20%. O mercado esperava 22%. Na semana passada, eram 12%. Em igual período do ano passado o número era de 22%. A média para os últimos cinco anos é de 27% Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,83 por bushel, ganho de 2,25 centavos de dólar, ou 0,33%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,90 por bushel, alta de 2,50 centavos, ou 0,36% em relação ao fechamento anterior.