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    CONECTA NEWS – 04/11/2022

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    BIOCOMBUSTIVEIS: EPA ganha prazo adicional para definir mandatos de 2023 nos EUA
    A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) e um grupo comercial de produtores de biocombustíveis concordaram em estender por duas semanas o prazo que a agência tem para emitir uma proposta sobre as obrigações de mistura de biocombustíveis para 2023. O Growth Energy concordou com o pedido da EPA para uma extensão de duas semanas com a condição de que 30 de novembro seja o prazo final para emitir a proposta. Sob o Renewable Fuel Standard, as refinarias de petróleo são obrigadas a misturar bilhões de galões de biocombustíveis na matriz de combustíveis do país, ou comprar créditos negociáveis daqueles que o fazem. A EPA administra a lei. Embora o Congresso estabeleça metas específicas até 2022, a lei amplia a autoridade da EPA para mudar a forma como o RFS é administrado. A partir do ano que vem, a agência terá margem para definir mandatos plurianuais e fazer outras mudanças. Em julho, o Growth Energy e a EPA apresentaram um acordo de consentimento que exigia que a EPA proponha requisitos de volume de combustível renovável para 2023 até 16 de novembro. A EPA já está atrasada no prazo de 1º de novembro de 2021 para finalizar os requisitos de volume de combustível renovável de 2023. As informações partem da Reuters.

    CAFÉ: NY mantém suporte em US$ 1,70 com reação técnica, seguindo petróleo e com baixa do dólar
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta sexta-feira com preços acentuadamente mais altos. O encerramento da semana foi de alento no mercado internacional do café. A bolsa encontrou recuperação boa e manteve para o contrato março a linha importante de US$ 1,70 a libra-peso. Recuperação técnica após recentes baixas, com cobertura de posições vendidas, garantiu a subida, com o café seguindo o petróleo e com a queda do dólar contra o real e outras moedas fornecendo suporte. O dia foi de menor aversão ao risco, após decisões do Banco Central americano e na Europa também de elevação de juros para conter a inflação. Notícias de flexibilização nas restrições pela Covid-19 na China contribuíram para uma sexta-feira de maior ânimo nos mercados. O café acompanhou o movimento, dando sinais de que o fundo do poço para os preços no momento pode já ter sido atingido. No balanço da semana, o contrato março acumulou uma alta de 2,3%. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 175,75 centavos de dólar por libra-peso, alta de 3,55 centavos, ou de 2,1%. A posição março/2023 fechou a 171,65 centavos, elevação de 3,30 centavos, ou de 2,0%.

    MILHO: Área de plantio em Entre Ríos é estimada em 420.000 hectares na safra 2022/23
    A área destinada a produção de milho de primeira classe no ciclo 2022/23, na província de Entre Ríos, na Argentina, deve atingir 420.000 hectares, o que implica uma queda de 4 %, de acordo com um relatório da Bolsa de Cereais de Entre Ríos. O cenário climático que se instalou desde setembro não favoreceu o milho. A rede de colaboradores determina que o estado geral do milho, até o momento, pode ser resumido em: 29% muito bom, 49% bom, 18% regular e 4% ruim. O relatório da Bolsa de Cereais da província detalha que as chuvas dos últimos dois meses se posicionaram abaixo do valor médio, o que gerou fundamentalmente um acentuado déficit hídrico para o centro sul do território, com uma situação de reservas de água que variam de escassas a secas. A geada de maior impacto foi registrada no domingo, 9 de outubro, com temperatura média de 2,1oC na rede de estações meteorológicas automáticas. As informações partem da Agência CMA Latam.

    TRIGO: Chicago acentua ganhos perto do fechamento e dezembro/22 sobe 2,2% na semana
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais altos. Em mais uma sessão volátil, o mercado operou sempre em alta, mas chegou a reduzir os ganhos durante a sessão. No final do pregão, porém, voltou a ganhar força, subindo cerca de 1%. O cenário de menor aversão ao risco atuou como fator de suporte. O petróleo disparava cerca de 4%, as bolsas de valores da Europa subiram forte e o dólar recuava bastante frente a outras moedas. Chuvas excessivas, que afetam lavouras na Austrália, completaram o quadro altista. Os contratos com entrega em dezembro de 2022 fecharam cotados a US$ 8,47 3/4 por bushel, perda de 7,25 centavos de dólar, ou 0,86%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,66 3/4, baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 0,81%, em relação ao fechamento anterior. USDA O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) divulga quarta-feira (9), às 14h, seu relatório mensal de oferta e demanda para o trigo na safra 2022/23, relativo a produção e estoques dos Estados Unidos e do mundo. Estoques dos EUA Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 577 milhões de bushels, contra 576 milhões em outubro. As estimativas variaram de 541 milhões a 600 milhões de bushels. Reservas mundiais Os estoques globais ao final de 2021/22 são estimados em 276 milhões de toneladas, mesmo patamar de outubro. O volume mínimo estimado foi de 275,9 e o máximo, 276 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas são estimadas em 266,7 milhões de toneladas. As estimativas variam de 264,7 a 268,5 milhões de toneladas. Em outubro, foram 265,5 milhões de toneladas.

    SOJA: Financeiro e expectativa de demanda chinesa impulsionam contratos em Chicago
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos, próximo das máximas do dia e ampliando a valorização semanal. A perspectiva de aumento na demanda por parte da China e o bom desempenho de outros mercados garantiram a sustentação. As notícias dando conta de reabertura China, após restrições da covid, foram o principal ponto de apoio para a valorização de hoje. O assunto também motivou uma menor aversão ao risco no financeiro. Como consequência, o petróleo saltou mais de 4% e o dólar recuou forte frente a outras moedas, favorecendo as commodities de exportação, caso da soja. Na próxima semana, atenções voltadas para o relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na quarta, 9. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 24,75 centavos ou 1,73% a US$ 14,51 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,62 por bushel, com ganho de 25,25 centavos de dólar ou 1,75%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 6,10 ou 1,47% a US$ 420,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 77,17 centavos de dólar, com ganho de 1,88 centavo ou 2,49%.

    MILHO: Chicago tem sessão positiva, com alta do petróleo e fraqueza do dólar
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em alta. O mercado foi sustentado pelos ganhos significativos do petróleo e pelo recuo do dólar frente a outras moedas correntes. O sentimento de otimismo do mercado externo, diante de rumores de que a China estaria planejando relaxar as restrições de Covid-19 também atuou como um fator positivo aos preços. Além disso os investidores começam a se posicionar frente ao relatório de oferta e demanda de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado quarta-feira (9). Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em uma produção de 13,893 bilhões de bushels de milho em 2022/23, ficando abaixo dos 13,895 bilhões de bushels indicados em outubro e aquém dos 15,074 bilhões de bushels registrados na safra 2021/22. A produtividade média deverá atingir 171,9 bushels por acre, mesmo número registrado em outubro e aquém também do rendimento registrado na safra 2021/22, de 176,7 bushels por acre. O USDA deve indicar a projeção de área colhida nos Estados Unidos em 80,8 milhões de acres, sem alterações frente ao mês passado. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 norte-americanos devem ser indicados em 1,212 bilhão de bushels, ante os 1,172 bilhão de bushels indicados no mês passado. Para a safra global 2022/23, os estoques finais de passagem devem ser indicados em 300,6 milhões de toneladas, contra os 301,2 milhões de toneladas indicados em outubro. A previsão é de que os estoques finais de passagem da safra mundial 2021/22 sejam apontados em 307,1 milhões de toneladas, sem alterações frente ao volume indicado no mês passado. A variação semanal registrada no contrato dezembro esteve perto da estabilidade, com ganhos acumulados de 0,03% Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,81 por bushel, alta de 1,75 centavo de dólar, ou 0,25%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,86 3/4 por bushel, ganho de 2,00 centavos, ou 0,29% em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Analistas esperam que USDA mantenha estoques dos EUA e reduza do mundo em 2022/23
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) divulga quarta-feira (9), às 14h, seu relatório mensal de oferta e demanda para o trigo na safra 2022/23, relativo a produção e estoques dos Estados Unidos e do mundo. Estoques dos EUA Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 577 milhões de bushels, contra 576 milhões em outubro. As estimativas variaram de 541 milhões a 600 milhões de bushels. Reservas mundiais O s estoques globais ao final de 2021/22 são estimados em 276 milhões de toneladas, mesmo patamar de outubro. O volume mínimo estimado foi de 275,9 e o máximo, 276 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas são estimadas em 266,7 milhões de toneladas. As estimativas variam de 264,7 a 268,5 milhões de toneladas. Em outubro, foram 265,5 milhões de toneladas.

    GRÃOS: Fila de navios ucranianos diminui em Bósforo, no Mar Negro
    Durante três meses de operação do corredor de grãos do Mar Negro, os embarques marítimos de produtos agrícolas ucranianos ultrapassaram 10 milhões de toneladas. Cerca de 430 navios já deixaram os portos da Grande Odesa, incluindo 279 navios carregados com milho e trigo. A formação foi relatada pelo Ministério da Política Agrária da Ucrânia nesta quinta (3). Nos últimos três dias, a fila de navios com grãos ucranianos diminuiu drasticamente em Bósforo. O número caiu de 120 para menos de 40. No entanto, cerca de 100 navios já aguardam na entrada de Istambul, todos com destino à Ucrânia, para serem carregados com produtos agrícolas. "Na última semana, a Ucrânia embarcou quase 500 mil toneladas de milho e 309 mil toneladas de trigo. A tonelagem total de produtos agrícolas para a semana é de 1,1 milhão de toneladas", diz o relatório. O ministério acrescentou ainda que 618 mil toneladas de trigo (21% do volume total) foram enviadas para países carentes durante três meses de operação do corredor de grãos do Mar Negro. Com informações da APK Inform.

    CAFÉ: Londres fecha com ganhos seguindo arábica em NY, petróleo e com dólar em baixa
    A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (ICE Futures Europa) para o café robusta encerrou as operações desta sexta-feira com preços acentuadamente mais altos. O robusta avançou no dia acompanhando a recuperação do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) e a subida do petróleo e de outras commodities. Os mercados reagiram com maior otimismo no encerramento da semana após a decisão de Bancos Centrais dos Estados Unidos e da Europa elevarem juros. Notícias de flexibilização das restrições pela Covid-19 na China também animaram os mercados e o café acompanhou. O dólar caiu contra o real e outras moedas, aspecto altista para o café. Fatores técnicos contribuíram para os ganhos, com reação após recentes baixas. No balanço da semana, o robusta em Londres acumulou uma alta de 1,1% para janeiro. Os contratos para entrega em janeiro/2023 fecharam o dia a US$ 1.869 a tonelada, alta de US$ 27 a tonelada, ou de 1,5%. A posição março/2023 fechou a US$ 1.850 a tonelada, valorização de US$ 23, ou de 1,2%.

    CARNE BOVINA: Exportações da Argentina caem 3,9% em setembro ante agosto – CICCRA
    Em setembro, o volume exportado de carne bovina na Argentina foi equivalente a 55,6 mil toneladas de peso do produto (79,5 mil toneladas de carne bovina com osso), apresentando queda de 3,9% em volume em relação a agosto, informou a Câmara de Indústria e Comércio de Carnes e Derivados da República Argentina (CICCRA). O aumento das vendas para China e Alemanha não conseguiu compensar quedas significativas nas vendas para os outros principais destinos (Israel, Chile, EUA, Holanda, Brasil e Itália). Nos primeiros nove meses do ano, o volume exportado de carne bovina totalizou 472,9 mil toneladas peso do produto. Dessas vendas foram geradas receitas de US$ 2,755 milhões, um valor 36,2% superior ao registrado em janeiro e setembro de 2021. O preço médio declarado foi de US$ 5.826 por tonelada peso do produto, que apresentou uma melhora anual de 26,2%. As informações partem da Agência CMA Latam.

    MILHO: USDA deve reduzir safra e elevar estoques dos EUA em 2022/23
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar na quarta-feira (9), a partir das 13h, o relatório de oferta e demanda de novembro, trazendo estimativas de oferta e demanda de milho norte-americano e mundial para a temporada 2022/23. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em uma produção de 13,893 bilhões de bushels de milho em 2022/23, ficando abaixo dos 13,895 bilhões de bushels indicados em outubro e aquém dos 15,074 bilhões de bushels registrados na safra 2021/22. A produtividade média deverá atingir 171,9 bushels por acre, mesmo número registrado em outubro e aquém também do rendimento registrado na safra 2021/22, de 176,7 bushels por acre. O USDA deve indicar a projeção de área colhida nos Estados Unidos em 80,8 milhões de acres, sem alterações frente ao mês passado. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 norte-americanos devem ser indicados em 1,212 bilhão de bushels, ante os 1,172 bilhão de bushels indicados no mês passado. Para a safra global 2022/23, os estoques finais de passagem devem ser indicados em 300,6 milhões de toneladas, contra os 301,2 milhões de toneladas indicados em outubro. A previsão é de que os estoques finais de passagem da safra mundial 2021/22 sejam apontados em 307,1 milhões de toneladas, sem alterações frente ao volume indicado no mês passado.

    ALGODÃO: Novos mercados desafiam indústria têxtil e de confecção
    O mercado têxtil e de moda sofreu diversas mudanças com a pandemia, promovendo novos comportamentos dos consumidores, abrindo mercados e acelerando o uso de tecnologias digitais para venda e consumo, com impactos também nos modelos de negócios. O tema foi discutido no primeiro painel do Congresso Internacional Abit 2022, com foco nos novos mercados que se abriram para a indústria têxtil e de confecção, especialmente por meio dos materiais avançados e novos canais de produção e consumo. A mediação ficou por conta de Fernando Pimentel, presidente da Abit. Sabrina Capozzi, diretora da Futurebrand, destacou que as marcas precisam refletir como melhorar a vida dos consumidores. Marcas fortes são aquelas preparadas para o futuro e conseguem se adaptar ao longo do tempo, disse. Ela também destaca que as empresas podem ditar microtendências. Entre as tendências para 2023, Capozzi aconselha que as marcas se posicionem de modo positivo visando o futuro com otimismo. O painel também contou com James Wellwood, fundador da Urbanic, que tem 100% de foco na moda com sustentabilidade e inclusão através de tecnologias avançadas. Inclusão não é somente uma palavra da moda, queremos superar barreiras e incluir as pessoas, declara. Embalagens sustentáveis também são usadas pela marca que tem recebido feedback positivo dos consumidores no contexto ESG. Rogério Guimarães, diretor de Franquias e E-commerce da Lupo, também participou da discussão apresentando as principais inovações promovidas pela empresa que produz 200 milhões de peças por ano. Entre os destaques, soluções tecnológicas para incrementar a experiência de compra dos consumidores no varejo. Temos que ir aonde o consumidor seja encontrado e oferecer uma experiência consistente em todos os canais, pontua. As informações partem da Abit.