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    CONECTA NEWS – 07/11/2022

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    MERCADO TRIGO: Agentes abrem semana buscando ponto de equilíbrio no Brasil
    O mercado brasileiro de trigo iniciou a segunda semana de novembro com os agentes buscando um ponto de equilíbrio para a realização de negócios. Porém, diante da volatilidade das variáveis formadoras de preços (câmbio e preços internacionais) e do cenário de quebra no Paraná e supersafra no Rio Grande do Sul, esse equilíbrio entre interesse do vendedor e a oferta do comprador parece difícil de se encontrar. No Paraná a oferta de tipo 01 é extremamente escassa. Nesta segunda-feira foram reportados negócios pontuais para esse tipo de trigo a R$ 1.900 e R$ 2.000 a tonelada no FOB. No entanto, esses lotes parecem que foram pontos fora da curva, porque o mercado paranaense passa a sofrer impacto do avanço da colheita no Rio Grande do Sul com ofertas que chegam no estado próximas a R$ 1.800 a tonelada. Ainda no Paraná, os negócios têm se concentrado em lotes de cereal tipo 02 e 03. O tipo 03 é indicado a R$ 1.450/t. No Rio Grande a colheita vem avançando de forma bastante rápida e a boa disponibilidade de oferta vem derrubando as cotações. Nesta segunda-feira foi reportado negócio a R$ 1.580/tonelada para dezembro. Para janeiro, com destino a moinhos de outros estados e para exportação foi reportado negócio a R$ 1.600/tonelada. Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Em sessão volátil, o mercado oscilou entre os territórios positivo e negativo ao longo do dia. Pelo lado negativo, preponderaram a realização de lucros, além das inspeções de exportações norte-americanas ficarem abaixo do esperado e as perdas do petróleo. Pelo lado positivo, limitando a queda, apareceram fatores como a fraqueza do dólar frente a outras moedas, as incertezas sobre as exportações de grãos na região do Mar Negro e as condições climáticas adversas na Austrália. As inspeções de exportação norte-americana de trigo chegaram a 180.991 toneladas na semana encerrada no dia 3 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado apostava 325 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de trigo haviam atingido 137.082 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 252.040 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de junho, as inspeções somam 9.828.111 toneladas, contra 9.920.116 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Os investidores se posicionam frente ao relatório mensal de oferta e demanda, que será apresentado na quarta-feira às 14h pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 577 milhões de bushels, contra 576 milhões em outubro. As estimativas variaram de 541 milhões a 600 milhões de bushels. Os estoques globais ao final de 2021/22 são estimados em 276 milhões de toneladas, mesmo patamar de outubro. O volume mínimo estimado foi de 275,9 e o máximo, 276 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas são estimadas em 266,7 milhões de toneladas. As estimativas variam de 264,7 a 268,5 milhões de toneladas. Em outubro, foram 265,5 milhões de toneladas. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,45 3/4 por bushel, baixa de 2,00 centavos de dólar, ou 0,23%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,64 por bushel, perda de 2,75 centavos, ou 0,31%, em relação ao fechamento anterior. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,41%, sendo negociado a R$ 5,1730 para venda e a R$ 5,1730 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0460 e a máxima de R$ 5,1750. Agenda de terça - A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulga, às 8h, o IGP-DI referente a outubro. - Dados sobre as lavouras do Paraná - Deral, na parte da manhã. - Dados do setor automotivo de outubro - Anfavea, 10h.

    CARNE DE FRANGO: Exportações gaúchas crescem 6,5% no ano – ABPA
    As exportações gaúchas de carne de frango e suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 77,04 mil toneladas no mês passado, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As receitas de ambas as proteínas somaram US$ 169,17 milhões em outubro para o Estado. Carne de frango O volume embarcado no décimo mês de 2022 registrou 53,28 mil toneladas, queda de 14,08% em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que alcançaram 62,02 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações no mesmo período foi de US$ 109,35 milhões. O valor é 1,1% maior que o registrado em outubro do ano passado, que somou US$ 108,16 milhões. Os embarques gaúchos de carne de frango nos dez primeiros meses deste ano alcançaram 628,53 mil toneladas, alta de 6,51% em relação ao volume exportado no mesmo período do ano anterior, quando alcançou 590,12 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações do RS foi de US$ 1,242 bilhão. O número é 27,13% superior ao obtido de janeiro a outubro de 2021, que somou US$ 977,55 milhões. A média mensal das exportações brasileiras de carne de frango se mantém acima das 400 mil toneladas, em linha com as projeções da ABPA para o ano. O desempenho positivo das receitas obtidas com as vendas internacionais aponta para um quadro de manutenção da demanda externa pelo produto brasileiro, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Carne suína As exportações em outubro alcançaram 24,11 mil toneladas, volume 0,5% menor em relação aos embarques registrados no mesmo mês de 2021, que foram de 24,23 mil toneladas. O saldo em dólares no décimo mês deste ano chegou a US$ 59,82 milhões, valor 13,68% maior ao obtido no mesmo período do ano passado, que chegou a US$ 52,62 milhões. O volume acumulado dos embarques gaúchos de carne suína, nos dez primeiros meses de 2022, registrou 215,04 mil toneladas, 17,71% menor em relação ao exportado de janeiro a outubro do ano anterior, que foi de 261,62 mil toneladas. As vendas foram de US$ 490,84 milhões. O valor é 22,36 % inferior ao obtido no mesmo período de 2021, que foi de US$ 632,21 milhões. A média nacional do segundo semestre permanece superior a 100 mil toneladas, em patamares acima dos registrados, tanto no primeiro semestre deste ano, como na média de todo o ano passado. O resultado aponta a recuperação do desempenho de 2022 em relação ao registrado em 2021 e indica a mesma tendência para 2023, analisa Santin. As informações partem da assessoria de imprensa da ABPA.

    ALGODÃO: Comercialização da safra 2022/23 chega a 51,5% no MT, informa IMEA
    A comercialização de algodão da safra 2022/23 do Mato Grosso atingiu 51,5% até 7 de novembro, conforme dados do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (IMEA). No início de outubro, o número era de 50,01%. Em igual período do ano passado, o total negociado envolvia 56,12% da safra estimada. Em relação à temporada 2021/22, o IMEA indica a comercialização de 84,26% da oferta. No mês passado, o índice era de 83,29%. Em igual período do ano passado, o total comprometido era de 87,03%.

    MILHO: Negócios seguem em ritmo menor do que no ano passado no Mato Grosso, indica IMEA
    A comercialização de milho da safra 2022/23 do Mato Grosso atingiu 18,82% até 7 de novembro, conforme dados do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (IMEA). No início de outubro, o número era de 16,5%. Em igual período do ano passado, o total negociado envolvia 36,71% da safra estimada. O IMEA indica ainda que 83,58% da safra 2021/22 já está comprometida. Em outubro, este número era de 78,48%. Em igual período do ano passado, era de 92,09%.

    SOJA: Comercialização está atrasada no MT, aponta IMEA
    A comercialização de soja da safra 2021/22 do Mato Grosso atingiu 92,31% até 7 de novembro, conforme dados do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (IMEA). No relatório de outubro, o número era de 90,40%. Em igual período do ano passado, o total negociado envolvia 98,17% da safra estimada. O IMEA indica ainda que 32,79% da safra 2022/23 está comprometida no estado. Em outubro, o volume representava 28,75%. Em novembro do ano passado, o número era de 44,98%.

    TRIGO: Realização de lucros e inspeções norte-americanas ruins pressionam Chicago
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Em sessão volátil, o mercado oscilou entre os territórios positivo e negativo ao longo do dia. Pelo lado negativo, preponderaram a realização de lucros, além das inspeções de exportações norte-americanas ficarem abaixo do esperado e as perdas do petróleo. Pelo lado positivo, limitando a queda, apareceram fatores como a fraqueza do dólar frente a outras moedas, as incertezas sobre as exportações de grãos na região do Mar Negro e as condições climáticas adversas na Austrália. As inspeções de exportação norte-americana de trigo chegaram a 180.991 toneladas na semana encerrada no dia 3 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado apostava 325 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de trigo haviam atingido 137.082 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 252.040 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de junho, as inspeções somam 9.828.111 toneladas, contra 9.920.116 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Os investidores se posicionam frente ao relatório mensal de oferta e demanda, que será apresentado na quarta-feira às 14h pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 577 milhões de bushels, contra 576 milhões em outubro. As estimativas variaram de 541 milhões a 600 milhões de bushels. Os estoques globais ao final de 2021/22 são estimados em 276 milhões de toneladas, mesmo patamar de outubro. O volume mínimo estimado foi de 275,9 e o máximo, 276 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas são estimadas em 266,7 milhões de toneladas. As estimativas variam de 264,7 a 268,5 milhões de toneladas. Em outubro, foram 265,5 milhões de toneladas. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,45 3/4 por bushel, baixa de 2,00 centavos de dólar, ou 0,23%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,64 por bushel, perda de 2,75 centavos, ou 0,31%, em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Indefinição sobre restrições na China deflagra realização e Chicago cai
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. As preocupações com a demanda chinesa, em meio às restrições impostas pela política de covid zero, garantiram o movimento de realização de lucros, após os contratos subirem mais de 4% na semana passada. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 2.591.127 toneladas na semana encerrada no dia 3 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado apostava 2 milhões de toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 2.586.228 toneladas. As atenções estão voltadas também para o relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado nesta quarta-feira, 9. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em produção de 4,324 bilhões de bushels em 2022/23. Em outubro, a previsão ficou em 4,313 bilhões de bushels. Para os estoques finais, o mercado indica número de 215 milhões para a temporada 2022/23. Em outubro, a previsão do USDA era de 200 milhões. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2022/23 de 100,9 milhões de toneladas, contra 100,5 milhões estimados em outubro. Para 2021/22, a aposta é de estoques se mantendo em 92,4 milhões de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 12,00 centavos ou 0,82% a US$ 14,50 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 14,58 por bushel, com perda de 11,00 centavos de dólar ou 0,74%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,40 ou 0,33% a US$ 419,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 76,33 centavos de dólar, com perda de 0,84 centavo ou 1,08%.

    MILHO: Chicago encerra em baixa com fraca demanda nos EUA
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em baixa. O mercado foi pressionado pelos sinais de fraca demanda para o cereal norte-americano e pela queda do petróleo. A fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes, porém, limitou um maior movimento de baixa durante o dia. As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 231.458 toneladas na semana encerrada no dia 3 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado apostava 450 mil toneladas. Na semana anterior, haviam atingido 445.693 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 659.901 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 4.447.613 toneladas, contra 6.134.187 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,75 3/4 por bushel, baixa de 5,25 centavos de dólar, ou 0,77%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,81 1/2 por bushel, perda de 5,25 centavos, ou 0,76% em relação ao fechamento anterior.

    CAFÉ: NY cai com sentimento de oferta mais tranquila e apreensões com demanda
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta segunda-feira com preços acentuadamente mais baixos. Os preços caíram fortemente neste começo de semana, após o mercado acumular na semana passada uma alta de 2,3% no contrato março. A alta do dólar contra o real no Brasil foi aspecto baixista em NY, trazendo maior competitividade aos embarques brasileiros. Além disso, o sentimento é de maior tranquilidade na oferta. No pós-floradas, o clima tem sido benéfico aos cafezais no Brasil, o que vai repercutir na safra de 2023. Assim, o mercado espera uma boa safra brasileira, o que pesa sobre os preços. Além disso, o final de ano marca a entrada da safra de arábica da Colômbia e países da América Central, e ainda do robusta do Vietnã. Afora um sentimento mais tranquilo do lado da oferta, há severas apreensões em torno da demanda. O mundo vive o medo da recessão, com inflação elevada levando países a elevarem os juros, o que sempre traz o fantasma da recessão, com queda de consumo. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 170,55 centavos de dólar por libra-peso, queda de 5,20 centavos, ou de 2,9%. A posição março/2023 fechou a 166,05 centavos, baixa de 5,60 centavos, ou de 3,3%.

    CARNES: Asgav realiza fórum sobre prevenção a Influenza Aviária
    A influenza aviária é uma das principais preocupações mundiais da atualidade, causando transtornos da indústria avícola mundial. Somente em 2022, mais de 40 países já reportaram surtos da doença na Europa, Ásia, América do Norte e África. As variantes virais de alta patogenicidade causam diversos prejuízos relacionados à mortalidade nos plantéis avícolas comerciais. Com foco em preservar o status sanitário do Brasil e implementar ações para manutenção da condição sanitária do Brasil em relação à doença, na última quinta-feira (3), a Organização Avícola do RS (Asgav/Sipargs) coordenou um fórum referente aos casos de Influenza Aviária no mundo e reforços na prevenção sanitária no Estado e no Brasil. A realização deste evento envolvendo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Comitê Estadual de Sanidade Avícola, Comissão de Sanidade Avícola da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Estado do Rio Grande do Sul (Fundesa-RS), Ministério da Agricultura, Pecuária de Abastecimento (MAPA) e Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (SEAPDR-RS), deverá ser modelo para outras regiões do país. Na ocasião, o presidente executivo da O.A/RS (Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos, explicou a motivação desta ideia. "Sugerimos essa mobilização, pois os casos de influenza aviária no mundo vêm se alastrando e com estas ações podemos reforçar e atualizar nossos procedimentos de biosseguridade e prevenção." Os participantes destacaram a importância do evento que também agregou mais informações e alguns aspectos mais urgentes. Também participaram do fórum os dirigentes das indústrias Avícolas do RS, presidente da ABPA e sua equipe técnica e responsáveis da área de defesa sanitária do MAPA e SEAPDR-RS. Com informações da assessoria de imprensa da Asgav/Sipargs.