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    CONECTA NEWS – 08/09/2022

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    MERCADO AÇÚCAR: Quinta-feira tem preços estáveis no cenário doméstico
    Os preços do açúcar cristal ficaram estáveis no mercado físico paulista no dia de hoje. Em Ribeirão Preto, preços a R$ 125,00 a saca (21,64 centavos). O etanol hidratado foi 26,49% mais baixo que o açúcar bruto de Nova York equivalendo a 12,08 centavos de dólar por libra-peso (PVU) e 39,14% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 76,08 por saca (13,17 centavos). Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mistas. Os contratos com entrega em outubro/2022 encerraram o dia a 17,93 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,12 centavo (-0,66%) em relação ao fechamento anterior. A posição março/2023 fechou cotada a 17,72 centavos (-0,56%). Os contratos mais longos, de julho/2023 em diante, subiram modestamente. O mercado teve uma sessão volátil, oscilando entre perdas e ganhos, mas a posição mais líquida do momento acabou caindo em meio a sinais de fraqueza técnica (voltando a operar abaixo da linha de 18 centavos) e sinalização de amplas ofertas em termos globais a partir de dados robustos de exportação do Brasil. Com a safra de cana da região Centro-Sul do Brasil no auge, a programação de embarques de açúcar no país supera a marca de quatro milhões de toneladas, conforme reportou a agência marítima Williams Brasil. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 3,03 milhões de toneladas de açúcar em agosto, ante 2,547 milhões no mesmo mês do ano passado, uma elevação de 19%. Com o etanol cada vez menos rentável em comparação ao açúcar, as usinas do Brasil direcionam cada vez mais cana para a produção do adoçante. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,61%, negociado a R$ 5,2070 para venda e a R$ 5,2050 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1800 e a máxima de R$ 5,2380.

    MERCADO TRIGO: Avanço da colheita segue pressionando preços no Brasil
    O avanço da colheita de trigo no Brasil vem exercendo pressão sobre as cotações do trigo no mercado doméstico. No início da semana as indicações de compra no Paraná ficavam por volta de R$ 1.800/tonelada. Na terça-feira (véspera de feriado) já haviam recuado para R$ 1.750/tonelada nas regiões oeste e norte do estado. Nesta quinta-feira, o interesse comprador estava em R$ 1.750/tonelada, porém, colocado nos moinhos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento com o tempo firme, que deve permanecer até o final de semana, a colheita seguirá avançando no estado e a pressão tende a continuar. No Rio Grande do Sul, apesar da colheita ganhar corpo apenas em meados de outubro, as cotações também vêm apresentando recuos significativos. A indicações no FOB interior ficam entre R$ 1.660 e R$ 1.690 a tonelada. "Com o potencial de produção recorde cada vez mais próximo de se consolidar, os preços do Brasil tendem a se descolar da paridade de importação e se aproximar da de exportação", disse. A R$ 1.750/tonelada no norte do Paraná, por exemplo, o cereal do estado seria colocado no navio em Paranaguá por volta de US$ 365/tonelada com o câmbio atual. O trigo soft de Chicago é indicado a US$ 362/t no FOB Golfo do México. O trigo argentino da safra nova está em US$ 315/t, porém, só estará disponível a partir de dezembro/22. "Se a retração persistir no mercado paranaense é possível que comece a fechar conta para venda externa. No Rio Grande do Sul, onde o excedente é maior, esse movimento parece normal quando a colheita iniciar" , para o analista, resta saber se o mercado gaúcho encontrará suporte na paridade de exportação ou no preço do milho: hoje essas indicações ficaram em R$ 1.470/t e R$ 1.533/t, respectivamente. Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de realização. Os preços vinham de três altas consecutivas, em meio às incertezas na região do Mar Negro. A expectativa de elevação nas projeções de estoques globais e dos EUA pelo Departamento de Agricultura estadunidense também contribuiu para a queda. Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 622 milhões de bushels, contra 610 em agosto milhões. As estimativas variaram de 594 milhões a 653 milhões de bushels. Os estoques globais em 2022/23 são estimados em 267,6 milhões de toneladas. As estimativas variam de 263,6 a 270,7 milhões de toneladas. Em julho, foram 267,3 milhões de toneladas. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,29 por bushel, recuo de 15,25 centavos de dólar, ou 1,8%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,43 3/4 por bushel, baixa de 13,75 centavos, ou 1,6%, em relação ao fechamento anterior. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,61%, negociado a R$ 5,2070 para venda e a R$ 5,2050 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1800 e a máxima de R$ 5,2380.

    TRIGO: Cultura apresenta desenvolvimento adequado no RS – Emater
    A estimativa de cultivo de trigo no Rio Grande do Sul para a safra 2022 é de 1.413.763 hectares. A produtividade estimada permanece em 2.822 kg/ha. A cultura apresenta um desenvolvimento adequado. O clima com noites frias e elevação das temperaturas ao longo do dia continuou favorecendo o crescimento e a evolução de fases dos cultivos. A fase predominante ainda é o desenvolvimento vegetativo, com 63% da área, mas a fase de floração já alcançou 32% e a de enchimento de grãos, 5%. Não há indicação de danos significativos causados pelas geadas ocorridas no período, mas os produtores permanecem alertas e avaliarão, com o passar dos dias, eventuais manifestações de prejuízo. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    ALGODÃO: NY sobe com reação técnica e alta do petróleo, aguardando USDA
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quinta-feira. Após a queda nesta quarta-feira e de ter acumulado na semana passada baixa de mais de 12%, NY teve uma quinta-feira de busca de correção técnica, com cobertura de posições vendidas. A alta do petróleo contribuiu para a subida do algodão. O mercado está buscando também posicionamento para o relatório de oferta e demanda de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima segunda-feira, dia 12, às 13 horas. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 103,84 centavos de dólar por libra-peso, alta de 2,22 centavos, ou de 2,2%.

    SOJA: Compras de barganha determinam leve alta em Chicago, em dia volátil
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em leve alta, em dia de muita volatilidade. Compras de barganha asseguraram as altas, após a forte baixa de ontem. Mas as preocupações com a demanda chinesa limitaram a reação. As importações de soja em grão pela China no mês de agosto somaram 7,17 milhões de toneladas. Caiu 24,5% frente ao mesmo mês do ano passado, quando somou 9,49 milhões. Também é inferior a julho, quando foram importadas 7,88 milhões de toneladas. Segundo dados alfandegários, os altos preços internacionais e a menor demanda refletiram no apetite pela oleaginosa. No acumulado do ano, as importações chinesas somam 61,33 milhões de toneladas, baixa de 8,6% sobre igual período do ano anterior. Os investidores começam a se posicionar frente ao relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que deve reduzir a sua estimativa para a safra e os estoques finais de soja dos Estados Unidos em 2022/23. Os estoques para 2021/22 deverão ser elevados. O relatório de setembro do Departamento será divulgado na segunda, 12, às 13hs. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em produção de 4,481 bilhões de bushels em 2022/23. Em agosto, a previsão ficou em 4,531 bilhões de bushels. No ano passado, a safra somou 4,435 bilhões de bushels. Para os estoques finais, o mercado indica número de 240 milhões para a temporada 2022/23 e de 233 milhões para 2021/22. Em agosto, a previsão do USDA era de 245 milhões e 225 milhões, respectivamente. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2022/23 de 101,1 milhões de toneladas, contra 101,4 milhões estimados em agosto. Para 2021/22, a aposta é de estoques subindo de 89,7 milhões para 89,9 milhões de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 2,50 centavos ou 0,18% a US$ 13,86 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,91 1/4 por bushel, com ganho de 2,50 centavos de dólar ou 0,18%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 5,90 ou 1,42% a US$ 405,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 63,23 centavos de dólar, com ganho de 1,13 centavos ou 1,81%.

    TRIGO: Chicago realiza lucros e fecha em forte baixa com sinais de oferta
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de realização. Os preços vinham de três altas consecutivas, em meio às incertezas na região do Mar Negro. A expectativa de elevação nas projeções de estoques globais e dos EUA pelo Departamento de Agricultura estadunidense também contribuiu para a queda. Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 622 milhões de bushels, contra 610 em agosto milhões. As estimativas variaram de 594 milhões a 653 milhões de bushels. Os estoques globais em 2022/23 são estimados em 267,6 milhões de toneladas. As estimativas variam de 263,6 a 270,7 milhões de toneladas. Em julho, foram 267,3 milhões de toneladas. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,29 por bushel, recuo de 15,25 centavos de dólar, ou 1,8%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,43 3/4 por bushel, baixa de 13,75 centavos, ou 1,6%, em relação ao fechamento anterior. 

    MILHO: Chicago fecha em queda, mesmo com boa demanda para etanol e possível queda nos estoques dos EUA
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O mercado manteve o tom negativo, mesmo com o indicativo de aumento na demanda de milho voltado a produção de etanol nos Estados Unidos. As melhores condições de desenvolvimento das lavouras do cereal no país contribuíram para a queda. Por outro lado, a expectativa de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos poderá reduzir as estimativas de estoques finais de passagem da safra do país e mundial na temporada 2022/23 acabou pesando e limitando o movimento de baixa nos preços. Segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia), a produção de etanol de milho dos Estados Unidos aumentou 1,96% na semana encerrada em 02 de setembro, atingindo 989 mil barris diários (*), ante 970 mil barris na semana anterior (26 de agosto). Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 23,533 milhões de barris para 23,138 milhões de barris no mesmo período comparativo - caindo 1,67%. Analistas consultados pela Dow Jones apontaram que a produção de etanol de milho ficaria entre 965 a 980 mil barris por dia. Já a estimativa do mercado para os estoques era de uma quantidade entre 23 milhões a 23,58 milhões de barris. (*) Cada barril equivale a 159 litros. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 norte-americanos devem ser indicados em 1,180 bilhão de bushels, ante os 1,388 bilhão de bushels indicados no mês passado. Para a safra global 2022/23, os estoques finais de passagem devem ser indicados em 301,8 milhões de toneladas, contra os 306,7 milhões de toneladas indicados em agosto. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,68 1/2 por bushel, perda de 2,50 centavos de dólar, ou 0,37%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,73 1/4 por bushel, queda de 2,50 centavos, ou 0,36% em relação ao fechamento anterior.