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    CONECTA NEWS – 08/11/2022

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    MERCADO AÇÚCAR: Terça-feira registra preços mais baixos no cenário doméstico
    Os preços do açúcar cristal caíram no mercado físico paulista nesta terça-feira. Em Ribeirão Preto, a saca de 50 quilos do açúcar cristal com até 150 Icumsa teve preço de R$ 128,00 (22,45 centavos de dólar por libra-peso), recuo de 0,78%. O etanol hidratado se mostrou 5,16% mais baixo em relação ao açúcar bruto de Nova York equivalendo a 15,97 centavos de dólar por libra-peso (PVU), 21,00% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 101,12 por saca (17,73 centavos). Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em forte alta. Os contratos com entrega em Março/2023 encerraram o dia a 19,00 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,32 centavo (ou 1,7%) relação ao fechamento anterior. A posição Maio/2023 fechou cotada a 18,06 centavos (+1,9). Os futuros do açúcar bruto subiram com correção técnica, reagindo após as perdas registradas na primeira sessão da semana. O primeiro contrato testou a linha dos 19 centavos e fechou a sessão próximo das máximas do dia, demonstrando força técnica e gráfica. No entanto, segundo analistas, não há escopo para as cotações subirem muito além dos atuais níveis. Pelo contrário, elas tendem a cair. A Consultoria SAFRAS & Mercado estimou a produção de açúcar do Brasil 2023/24 em 39,04 milhões de toneladas, um crescimento de 8,3% na comparação com a safra 2022/23, na medida em que o adoçante continua oferecendo melhor rentabilidade que o etanol. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,44%, sendo negociado a R$ 5,1500 para venda e a R$ 5,1480 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1290 e a máxima de R$ 5,2480.

    MERCADO TRIGO: Agentes buscam posicionamento e avaliam tamanho da safra brasileira
    Com a safra nacional se encaminhando para uma definição, os agentes seguem presentes no mercado de trigo com a finalidade de conseguir o seu melhor posicionamento. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, a quebra qualitativa de safra no Paraná já é uma realidade. "Estima-se que apenas a metade da produção desse estado será de trigo tipo 01. Com isso, os produtores elevam suas pedidas para esse produto (base de venda por volta de R$ 2.000/tonelada) e mostram maior interesse em negociar grãos de tipo 02 e 03. Os reportes de negócios para o tipo 03 ficam entre R$ 1.450 e R$ 1.500 a tonelada. Se a quebra de safra do Paraná serve de argumento para a elevação dos preços, o ótimo desempenho das lavouras gaúchas é um freio para esse movimento", completa. Nesta segunda semana de novembro as indicações de preços no interior gaúcho ficaram por volta de R$ 1.580/tonelada (bem localizado). Se considerarmos um frete de R$ 150/tonelada e o ICMS de 12%, o grão do Rio Grande do Sul chegaria ao CIF dos moinhos do Paraná em torno de R$ 1.965/tonelada. A tendência para as próximas semanas é de que o avanço da colheita no Rio Grande do Sul derrube os preços nas suas regiões de produção. Essa queda de preços pode ser limitada se houver um aumento das vendas para o exterior. Além disso, os moinhos começaram a fazer contar para adquirir o cereal gaúcho. O preço que esse produto chegar ao CIF dos moinhos do Paraná servirá de referência para a formação de preços aos produtores paranaenses. Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Em sessão volátil, o mercado oscilou entre os territórios positivo e negativo ao longo do dia, mas se firmou negativamente ao final da sessão. Mesmo com a queda do dólar frente a outras moedas, o mercado não conseguiu sustentação e seguiu a baixa acentuada do petróleo, de mais de 2,5%, por conta da perspectiva de demanda chinesa. Os investidores também se posicionam frente ao relatório mensal de oferta e demanda, que será apresentado amanhã, às 14 horas (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 577 milhões de bushels, contra 576 milhões em outubro. As estimativas variaram de 541 milhões a 600 milhões de bushels. Os estoques globais ao final de 2021/22 são estimados em 276 milhões de toneladas, mesmo patamar de outubro. O volume mínimo estimado foi de 275,9 e o máximo, 276 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas são estimadas em 266,7 milhões de toneladas. As estimativas variam de 264,7 a 268,5 milhões de toneladas. Em outubro, foram 265,5 milhões de toneladas. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,27 3/4 por bushel, baixa de 18,00 centavos de dólar, ou 2,12%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,47 1/2 por bushel, redução de 16,50 centavos, ou 1,90%, em relação ao fechamento anterior. Câmbio O dólar fechou em queda de 0,44%, cotado a R$ 5,1500. Apesar das incertezas sobre a equipe econômica do governo Lula (PT), o mercado vislumbra a possiblidade de nomes mais técnicos, o que é tido como positivo. Agenda de quarta - China: O índice de preços ao consumidor de outubro será publicado na noite anterior pelo departamento de estatísticas. - China: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado na noite anterior pelo departamento de estatísticas. - Nova estimativa para a safra brasileira de grãos - Conab, 9h. - Levantamento Sistemático de Produção Agrícola de outubro-IBGE, 9h. - EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 12h30 pelo Departamento de Energia (DoE). - Relatório de novembro de oferta e demanda mundial e norte-americana - USDA, 14h. - Resultados financeiros da BRF e da Minerva. 

    ALGODÃO: NY fecha com preços mistos, com petróleo pressionando e aguardando USDA
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mistos nesta terça-feira, com leve alta para dezembro e com perdas nas posições mais distantes. Fatores técnicos deram suporte aos preços, mas as perdas do petróleo pressionaram as cotações. Seguem as preocupações com queda na demanda diante da recessão global e com restrições ainda na China com lockdowns pela covid-19. A queda do petróleo pressionou as cotações e o mercado está em tom de expectativa para o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado nesta quarta-feira, 14 horas. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 87,68 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 0,19 centavo, ou de 0,2%. A posição março/2023 fechou a 85,74 centavos, perda de 0,09 centavo, ou de 0,1%.

    EMPRESAS: Cenário atual indica que safra 2023/24 será mais açucareira, diz CEO da São Martinho
    O grupo São Martinho, um dos maiores produtores de açúcar e etanol do Brasil divulgou os resultados financeiros do segundo trimestre da safra 2022/23 (julho, agosto e setembro). O lucro líquido foi de R$ 212,6 milhões, queda de 42,3% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando reportou lucro de R$ 368,4 milhões. Em teleconferência com analistas para avaliar os resultados do trimestre, o diretor financeiro e de relações com investidores da São Martinho, Felipe Vicchiato, disse que o cenário atual de mercado indica que a safra 2023/24 continuará mais açucareira. O açúcar está pagando um prêmio de 14% sobre o etanol hidratado. Se permanecer assim, teremos em 2023/24 uma safra mais açucareira no Brasil. Mas, temos ainda bastante tempo até abril para tomarmos uma decisão. Até lá, muita coisa pode acontecer. Temos que ver ainda como ficará a questão da tributação sobre os combustíveis, assinalou o executivo da São Martinho.

    SOJA: Na véspera do USDA e em dia volátil, Chicago segue petróleo e fecha no território negativo
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. Na véspera do relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), vendas técnicas e a queda de mais de 2% do petróleo suplantaram o impacto positivo das novas vendas anunciadas hoje por parte de exportadores privados. O USDA divulgou que foram negociadas 138,7 mil toneladas para a China, 144 mil para o México e 132 mil toneladas para destinos não revelados. Mas o mercado optou por manter a realização de lucros em dia muito volátil. Sobre o USDA, analistas consultados pelas agências internacionais apostam em produção de 4,324 bilhões de bushels em 2022/23. Em outubro, a previsão ficou em 4,313 bilhões de bushels. Para os estoques finais, o mercado indica número de 215 milhões para a temporada 2022/23. Em outubro, a previsão do USDA era de 200 milhões. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2022/23 de 100,9 milhões de toneladas, contra 100,5 milhões estimados em outubro. Para 2021/22, a aposta é de estoques se mantendo em 92,4 milhões de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 3,75 centavos ou 0,25% a US$ 14,46 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 14,53 1/2 por bushel, com perda de 4,75 centavos de dólar ou 0,32%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,30 ou 0,07% a US$ 419,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 75,03 centavos de dólar, com perda de 1,30 centavo ou 1,7%.

    TRIGO: Chicago despenca, seguindo forte queda do petróleo
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Em sessão volátil, o mercado oscilou entre os territórios positivo e negativo ao longo do dia, mas se firmou negativamente ao final da sessão. Mesmo com a queda do dólar frente a outras moedas, o mercado não conseguiu sustentação e seguiu a baixa acentuada do petróleo, de mais de 2,5%, por conta da perspectiva de demanda chinesa. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de trigo de inverno. Segundo o USDA, até 6 de novembro, 30% estavam entre boas e excelentes condições, 36% em situação regular e 34% em condições entre ruins e muito ruins. O mercado apostava em 31% das lavouras entre boas e excelentes condições. Na semana anterior, 28% das lavouras estavam em situação de boa a excelente. Os investidores também se posicionam frente ao relatório mensal de oferta e demanda, que será apresentado amanhã, às 14 horas (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 577 milhões de bushels, contra 576 milhões em outubro. As estimativas variaram de 541 milhões a 600 milhões de bushels. Os estoques globais ao final de 2021/22 são estimados em 276 milhões de toneladas, mesmo patamar de outubro. O volume mínimo estimado foi de 275,9 e o máximo, 276 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas são estimadas em 266,7 milhões de toneladas. As estimativas variam de 264,7 a 268,5 milhões de toneladas. Em outubro, foram 265,5 milhões de toneladas. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,27 3/4 por bushel, baixa de 18,00 centavos de dólar, ou 2,12%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,47 1/2 por bushel, redução de 16,50 centavos, ou 1,90%, em relação ao fechamento anterior.

    MILHO: Chicago tem sessão negativa com indicativo de elevação nos estoques dos EUA
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em baixa. O mercado foi pressionado pela queda nos preços do petróleo e ao indicativo de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos possa indicar uma elevação nos estoques finais de passagem da safra do país em 2022/23. O avanço da colheita nos Estados Unidos também apareceu como um fator baixista aos preços. As perdas, porém, foram limitadas pela fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes e os sinais de demanda aquecida para o cereal norte-americano. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 338.600 toneladas de milho para o México. O volume será entregue na temporada 2022/23. O Departamento divulgou também o relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 6 de novembro, a área colhida estava em 87%. Em igual período do ano passado o número era de 83%. A média para os últimos cinco anos é de 76%. Na semana anterior, o percentual era de 76 pontos. O mercado esperava número de 86%. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em uma produção de 13,893 bilhões de bushels de milho em 2022/23, ficando abaixo dos 13,895 bilhões de bushels indicados em outubro e aquém dos 15,074 bilhões de bushels registrados na safra 2021/22. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 norte-americanos devem ser indicados em 1,212 bilhão de bushels, ante os 1,172 bilhão de bushels indicados no mês passado. Para a safra global 2022/23, os estoques finais de passagem devem ser indicados em 300,6 milhões de toneladas, contra os 301,2 milhões de toneladas indicados em outubro. A previsão é de que os estoques finais de passagem da safra mundial 2021/22 sejam apontados em 307,1 milhões de toneladas, sem alterações frente ao volume indicado no mês passado Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,67 1/2 por bushel, baixa de 8,25 centavos de dólar, ou 1,22%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,73 3/4 por bushel, perda de 7,75 centavos, ou 1,13% em relação ao fechamento anterior.

    CAFÉ: NY volta a cair com preocupações com demanda, oferta tranquila e queda do petróleo
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta terça-feira com preços mais baixos. As cotações voltaram a cair com o sentimento de uma oferta mais tranquila, diante das boas condições climáticas para a safra do Brasil 2023, e com a chegada da colheita em importantes regiões produtoras, como Colômbia e América Central no arábica, além do robusta no Vietnã. No lado da demanda, há a preocupação com a recessão global e os efeitos sobre o consumo. A baixa do petróleo pressionou as commodities nas bolsas de futuros. O petróleo recuou entre outros fatores ainda com as medidas de restrição na China buscando a covid-zero. Recentes aumentos nos estoques certificados em NY, com indicação de que eles podem seguir crescendo, contribuíram para as perdas. Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 08 de novembro de 2022 estão em 426.717 sacas de 60 quilos, com aumento de 20.079 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE Futures. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 166,45 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 4,10 centavos, ou de 2,4%. A posição março/2023 fechou a 164,15 centavos, baixa de 1,90 centavo, ou de 1,1%.

    AGROPECUÁRIA: Produtores da Argentina alertam situação difícil no setor
    As Confederações Rurais de Buenos Aires e La Pampa (CARBBAP) alertaram que a situação atual da pecuária é crítica, destacando que os preços de produtos agrícolas estão fora de sincronia há vários meses em relação à inflação. Em comunicado, a CARBAP indicou que o aumento anual de preços do boi vivo em outubro de 2022 em relação a 2021 é de 47,3%, bem abaixo dos valores da inflação. Pelo contrário, sustentam que os seus preços de produção aumentaram. Além disso, a entidade apontou que o conflito trouxe maior preocupação, pela impossibilidade de aplicação do corte de carne. A CARBBAP ainda disse que é "hora de o Governo Nacional liberar urgentemente as restrições existentes aos cortes nas exportações em um mercado internacional que se tornou recessivo e super ofertado". Com informações da Agência CMA Latam.

    AGRICULTURA: Seca atinge 140 milhões de hectares na Argentina
    Na Argentina, pelo menos 140 milhões de hectares são afetados pela seca, segundo o que o Conselho Nacional de Monitoramento da Seca identificou em seu último relatório. Destes, 7 milhões estão classificados na categoria de afetação severa. O problema se concentra na chamada zona núcleo agrícola, já que 44 bairros de Buenos Aires, 4 de Santa Fé e 5 de Entre Ríos, são os que compõem a faixa vermelha. A situação atual das lavouras extensivas e intensivas, no norte de Buenos Aires, é afetada de forma que são esperadas produtividades bem abaixo da média, e até mesmo perdas totais e redução da área plantada. É provável que o trigo que foi semeado na área com seca severa atual tenha rendimentos muito baixos ou não seja colhido e que o milho chegue ao início de seu período crítico de seca com escassez ou reservas deficitárias. Ao mesmo tempo, a afetação na atividade pecuária é relatada. Espera-se que em muitos casos não seja possível plantar e essa superfície eventualmente passará para soja ou milho tardio. Quanto às precipitações, acentuou-se a falta de chuva no centro-leste do país durante o mês de setembro e até o final de outubro, agravando os impactos da seca. Cabe destacar que a falta de chuvas acumuladas na zona do núcleo entre 2020 e 2022 é inferior ao registado entre 2007 e 2009, uma das secas mais intensas que afetou a região. Com informações da Agência CMA Latam.

    AÇÚCAR: Nova York mostra força técnica e gráfica e encosta em 19 centavos/lb
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em forte alta. Os contratos com entrega em Março/2023 encerraram o dia a 19,00 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,32 centavo (ou 1,7%) relação ao fechamento anterior. A posição Maio/2023 fechou cotada a 18,06 centavos (+1,9%). Os futuros do açúcar bruto subiram com correção técnica, reagindo após as perdas registradas na primeira sessão da semana. O primeiro contrato testou a linha dos 19 centavos e fechou a sessão próximo das máximas do dia, demonstrando força técnica e gráfica. No entanto, segundo analistas, não há escopo para as cotações subirem muito além dos atuais níveis. Pelo contrário, elas tendem a cair. A Consultoria SAFRAS & Mercado estimou a produção de açúcar do Brasil 2023/24 em 39,04 milhões de toneladas, um crescimento de 8,3% na comparação com a safra 2022/23, na medida em que o adoçante continua oferecendo melhor rentabilidade que o etanol. Com informações da Reuters. As informações partem da Reuters.

    GRÃOS: Turquia oferece estender corredor do Mar Negro por mais um ano
    A Turquia ofereceu estender o acordo de exportação de grãos pelo Mar Negro por mais um ano, até novembro de 2023, afirmou o ministro da Defesa turco, Hulusi Akar, na última segunda-feira (7) "Dissemos que o conflito é separado das condições humanitárias. Vamos oferecer a prorrogação do acordo por mais um ano", disse o ministro. As informações são da APK Inform.

    SOJA: China reduz importações do Brasil em 10% no acumulado de 2022
    A China já importou 50,546 milhões de toneladas de soja em grão do Brasil entre janeiro e outubro de 2022. Representa um recuo de 10% na comparação com igual momento de 2021, quando somava 56,164 milhões de toneladas. A Espanha é o segundo maior importador, com 3,174 milhões no acumulado do ano, queda de 10% frente ao mesmo período de 2021.

    AÇÚCAR: Londres fecha sessão com cotações em alta
    A ICE Futures Europe (Bolsa de Londres) para o açúcar refinado fechou as operações com cotações em alta. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam a US$ 537,30 por tonelada, alta de US$ 6,50 a tonelada (+1,22%) na comparação ao fechamento anterior. Março/2023 fechou a US$ 517,40 por tonelada, ganho de US$ 6,70 a tonelada (+1,3%).