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    CONECTA NEWS – 09/06/2022

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    MILHO: Chicago fecha mista entre correção e altos custos de produção
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mistos. Os operadores se posicionaram frente ao relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado nesta sexta-feira, às 13 horas (horário de Brasília). Parte dos contratos foi pressionada por um movimento de realização. Segundo a Reuters, a elevação dos custos de produção pode desestimular os produtores de expandir a produção e agravar a insegurança alimentar em países pobres. Conforme a FAO, órgão das Nações Unidas para alimentação, estes países já enfrentam contas recorde em virtude da importação de grãos. Além disso, a força dos mercados financeiros atuou positivamente sobre alguns contratos. Conforme a Dow Jones, as negociações para permitir que os embarques de grãos ucranianos saíssem dos portos do Mar Negro parecem ter parado. Autoridades russas e turcas encerraram as negociações nesta quarta-feira sem um avanço significativo para a criação de um corredor para exportar grãos da Ucrânia através do Mar Negro. Na sessão, os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 7,73 por bushel, ganho de 8,50 centavos de dólar, ou 1,11%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2022 fechou a sessão a US$ 7,29 1/4 por bushel, alta de 1,50 centavos, ou 0,2% em relação ao fechamento anterior.

    CAFÉ: NY sobe com reação técnica e com queda em estoques certificados
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quinta-feira com preços mais altos. Em mais uma sessão volátil, NY terminou no terreno positivo com fatores técnicos sustentando, mantendo suporte acima da importante linha de US$ 2,30 a libra-peso. Além de aspectos técnicos, a queda nos estoques certificados na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), sinal de oferta apertada no curto prazo, garante suporte às cotações. Os estoques estão nos patamares mais baixos em 3 meses, próximos da faixa de 1 milhão de sacas. USDA Brasil O adido do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em São Paulo estimou a produção de café do Brasil na safra 2022/23 (julho-junho) em 64,3 milhões de sacas, elevação de 11% em relação à safra anterior, de 58,1 milhões de sacas. O adido comentou que apesar das árvores de café arábica estarem no ciclo de alta produtividade, a produção será contida pelas adversidades climáticas registradas no ano passado, especialmente geadas. Já a produção de café robusta deverá ser beneficiada por condições meteorológicas adequadas e por investimentos em tratos culturais. A produção de café arábica deverá totalizar 41,5 milhões de sacas, elevação de 14% ante o ano anterior. Já a produção de café robusta deverá totalizar 22,8 milhões de sacas, elevação de 1,1 milhão de sacas em relação a 2021/22. Os contratos com entrega em julho/2022 fecharam o dia a 234,65 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 2,80 centavos, ou de 1,2%. A posição setembro/2022 fechou a 234,80 centavos, elevação de 2,80 centavos, ou de 1,2%.

    TRIGO: Chicago fecha em baixa com clima favorável nos EUA e na Europa
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. O mercado reduziu as fortes perdas registradas mais cedo. Segundo a Reuters, os preços foram pressionados pela previsão de clima favorável nos Estados Unidos e na Europa. Os operadores se posicionam frente ao relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira, às 13 horas (horário de Brasília). Apesar das declarações conflitantes de líderes russos, ucranianos e turcos, traders ouvidos pela Reuters veem aparente progresso nas negociações envolvendo o transporte de grãos pelo Mar Negro. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2022/23, que tem início em 1o de junho, ficaram em 451.000 toneladas na semana encerrada em 2 de junho. Destaque para a venda de 117.600 toneladas para destinos desconhecidos. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 500 mil tonelada. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No fechamento de hoje, os contratos com entrega em julho de 2022 eram cotados a US$ 10,71 1/4 por bushel, baixa de 3,50 centavos de dólar, ou 0,32%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em setembro de 2022 eram negociados a US$ 10,84 3/4 por bushel, recuo de 3,50 centavos ou 0,32% em relação ao fechamento anterior.

    ARROZ: Exportações da Tailândia totalizam 2,078 mi de toneladas no ano
    As exportações de arroz da Tailândia totalizaram 131,798 mil toneladas na semana compreendida entre 9 e 15 de maio. A média das últimas quatro semanas ficou em 113,216 mil toneladas. No acumulado do ano, as exportações somam 2,078 milhões de toneladas, ante 1,179 milhão em igual período do ano passado. Não estão computadas neste número as exportações de arroz aromático. As informações são Gain Report, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    SOJA: Sinais de demanda asseguram alta em Chicago na véspera do USDA
    Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais altos, mas abaixo das máximas do dia. O mercado chegou a bater no melhor patamar desde setembro de 2012 por conta de sinais positivos para a demanda americana. Os agentes se posicionaram frente ao relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado amanhã. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2021/22, com início em 1 de setembro, ficaram em 429.900 toneladas na semana encerrada em 2 de junho. Representa um forte avanço frente à semana anterior e uma elevação de 41% sobre a média das últimas quatro semanas. A China liderou as importações, com 128.900 toneladas. Para a temporada 2022/23, ficaram em 595.300 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 500 mil e 1,1 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 143.000 toneladas de soja para destinos desconhecidos. São 500 toneladas para entrega na temporada 2021/22 e outras 142,5 mil toneladas para 2022/23. O USDA deverá cortar a sua estimativa para a safra de soja americana na nova temporada e também cortar a previsão para os estoques finais. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em safra de 4,638 bilhões de bushels. Em maio, a estimativa ficou em 4,64 bilhões de bushels. Os estoques deverão ser reduzidos de 310 milhões para 295 milhões de bushels. Para os estoques de 21/22, a aposta também é de redução, de 235 milhões para 217 milhões de bushels. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial, o Departamento deverá indicar estoques de 99,8 milhões de toneladas para 2022/23, contra 99,6 milhões de toneladas do relatório anterior. Para 2021/22, o número deverá ser cortado de 85,2 milhões para 85 milhões de toneladas. A safra brasileira 2021/22 deve ser cortada de 125 milhões para 124,8 milhões de toneladas. A produção da Argentina deverá ser revisada para cima, passando de 42 milhões para 42,2 milhões de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 29,00 centavos ou 1,66% a US$ 17,69 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 16,79 por bushel, com ganho de 17,00 centavos de dólar ou 1,02%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 11,90 ou 2,86% a US$ 427,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 82,63 centavos de dólar, com perda de 0,71 centavo ou 0,37%. 

    ARROZ: Exportações do Vietnã totalizam 558,084 mil toneladas em abril
    As exportações de arroz do Vietnã totalizaram 558,084 mil toneladas em abril, ante 522,382 mil toneladas em março. O principal destino foi a Ásia, com 447,226 mil toneladas, seguido pela África, com 84,674 mil toneladas. As informações são do Gain Report, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    TRIGO: Plantio atinge 30,9% da área na Argentina - Bolsa de Buenos Aires
    O plantio de trigo atinge 30,9% da área na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a superfície foi cortada de 6,5 para 6,4 milhões de hectares devido ao déficit hídrico. Os trabalhos avançaram 17 pontos percentuais na última semana e estão 6,2 pontos atrasados na comparação com o ano passado. Em números absolutos, foram semeados 1,94 milhão de hectares.

    MILHO: Colheita 21/22 atinge 34% da área na Argentina - Bolsa de Buenos Aires
    A colheita de milho da safra 2021/22 atinge 34% na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a superfície é estimada em 7,3 milhões de hectares, 7,6% acima do ano anterior. Os trabalhos avançaram 2 pontos percentuais na semana. A projeção de produção fica em 49 milhões de toneladas, contra 52,5 milhões de toneladas em 2020/21. Em números absolutos, foram colhidos 16,894 milhões de toneladas ao longo de 2,449 milhões de hectares.

    GRÃOS: Exportações da Ucrânia caem quase pela metade no início de junho
    As exportações de grãos da Ucrânia caíram quase pela metade nos primeiros sete dias de junho em comparação com o mesmo período de 2021, para 252.000 toneladas, mostraram os dados do Ministério da Agricultura nesta quinta-feira. Os volumes incluíram 225.000 toneladas de milho, 17.000 toneladas de trigo e 9.000 toneladas de cevada, mostraram os dados. As informações são da Agência Reuters.

    ALGODÃO: Produção e estoques do EUA em 22/23 devem ser elevados pelo USDA
    O relatório de junho de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será apresentado nesta sexta-feira (10), às 13 horas (horário de Brasília), deve trazer elevação na produção e nos estoques finas do país. Já os estoques mundiais devem sofrer pouca alteração. Segundo traders consultados por agências internacionais, os estoques finais norte-americanos devem ser previstos em 3,11 milhões de fardos em 2022/23, ante 2,9 milhões no mês anterior. A produção deve somar 16,77 milhões de fardos em 2022/23, ante 16,5 milhões no mês passado. No âmbito global, os estoques devem somar 82,82 milhões de fardos na temporada 2022/23, ante 82,90 milhões no mês anterior.