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    CONECTA NEWS – 09/08/2022

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    MERCADO ETANOL: Cotações fracas e atividade discreta no Brasil
    O mercado físico de etanol teve uma terça-feira marcada por preços mais uma vez de estáveis a mais baixos entre usinas e distribuidoras ao longo do Centro-Sul. A demanda das distribuidoras continua moderada em função da formação de estoques de curto prazo ocorrida ainda ao longo de julho. Além disso, mesmo que praças de São Paulo e Minas Gerais continuem firmes nas últimas semanas, sustentando os preços e evitando quedas, o mesmo não se pode dizer de Goiás, onde graduais ajustes de baixa têm sido observados desde a primeira semana de agosto e se repetindo na segunda semana do mês, comenta o analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci. Depois disto, segundo Muruci, os novos dados da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia) relativos à segunda metade de julho devem trazer um cenário de vendas ainda fracas do hidratado, ao contrário do que fora visto na primeira quinzena de julho, onde as distribuidoras efetivamente compraram mais diante da necessidade de recomposição de estoques de curto prazo. As recentes quedas no petróleo que ocorrem ao mesmo tempo em que o real se fortalece contra o dólar "contrariando todos os vetores macros nacionais e internacionais disponíveis" devem pressionar ainda mais a gasolina e o hidratado indiretamente, avalia. O hidratado em Ribeirão Preto esteve estável a R$ 3,15, com usinas pedindo R$ 3,20 e distribuidoras tentando comprar a R$ 3,13. O anidro na mesma localidade firme a R$ 3,38 o litro, com usinas pedindo R$ 3,40 o litro e distribuidoras tentando comprar a R$ 3,36.

    MERCADO AÇÚCAR: Preços mantêm-se estáveis nesta terça-feira
    O mercado brasileiro de açúcar manteve preços estáveis nesta terça-feira. Em Ribeirão Preto preços em R$ 129,00 "US$/cents 22,89". Embarcado em big bags ela é cotada a R$ 128,00 "US$/cents 22,71". O açúcar com maior coloração, com 180 Icumsa, fico cotado ao redor de R$ 128,00 "US$/cents 22,71".Produto com 200 Icumsa foi cotado na faixa de R$ 127,00 "US$/cents 22,53". O açúcar com300 Icumsa oscilou ao máximo de R$ 126,00 "US$/cents 22,36". O etanol hidratado se mostrou 2,15% mais baixo que o açúcar bruto em Nova York equivalendo a US$/cents 15,76 "PVU" e 23,55% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 50kg 98,62 "US$/cents 17,50". Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, o foco dos agentes se volta para os dados quinzenais da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia) relativos à segunda metade de julho no Centro-Sul. Na visão da SAFRAS & Mercado este próximo relatório deve trazer um volume grande de produção de açúcar e queda na oferta de etanol. Os preços baixos do biocombustível nos últimos 40 dias têm colocado muitas usinas em modo de atenção quanto a um eventual aumento da produção de hidratado, comenta. Por outro lado, a produção de açúcar VHP tem sido beneficiada diante do atendimento dos contratos de exportação realizados entre junho e julho, observa. Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mistas. Os contratos com entrega em outubro/2022 encerraram o dia a 17,98 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,02 centavo (+0,11%). A posição Março/2023 fechou cotada a 18,02 centavos (-0,16%). O mercado perdeu força e passou a cair depois de testar a linha dos 18 centavos, chegando a 18,07 centavos na máxima intradiária, pressionado por liquidação de posições compradas, seguindo o direcionamento do petróleo. Após atingir mínimas de um ano, o mercado ensaiou uma recuperação, mas segue pressionado do lado fundamental por sinalizações de aumento na oferta global, com boas safras na Ásia e os preços mais fracos do etanol estimulando a produção de açúcar no Brasil. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,1290 para venda e a R$ 5,1270 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0920 e a máxima de R$ 5,1510.

    MERCADO SOJA: Preços sobem e negócios melhoram no Brasil, acompanhando Chicago e dólar
    Os preços da soja subiram no mercado brasileiro nesta terça. Com Chicago subindo forte e o dólar valorizando, os negociadores voltaram ao mercado, ainda que a comercialização tenha sido apenas moderada. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 184,50 para R$ 186,50. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 184,00 para R$ 186,00. No Porto de Rio Grande, o preço aumentou de R$ 188,00 para R$ 192,00. Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou passou de R$ 180,50 para R$ 184,50. No porto de Paranaguá (PR), a saca valorizou de R$ 187,00 para R$ 191,00. Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 171,00 para R$ 173,00. Em Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 171,00 para R$ 175,00. Em Rio Verde (GO), a saca aumentou de R$ 166,00 para R$ 168,00. Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em forte alta. O mercado atingiu os melhores patamares em duas semanas, impulsionado pela previsão de clima seco no Meio Oeste dos Estados Unidos e pela piora nas condições das lavouras americanas. Números divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam que 59% das lavouras americanas estavam entre boas e excelentes condições, dentro do esperado pelo mercado, mas 1 ponto percentual abaixo da semana anterior. Importante destacar o bom desempenho do farelo de soja, que ajudou na elevação também do grão. Com margens favoráveis, o subproduto apresentou forte alta. Há boa demanda por parte dos processadores em um momento de pouca disponibilidade da oleaginosa. O mercado também se posiciona frente ao relatório de agosto do USDA, que será divulgado na sexta, 12. O Departamento deve reduzir a sua estimativa para a safra e os estoques finais de soja dos Estados Unidos em 2022/23. Os estoques para 2021/22 deverão ser elevados. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em produção de 4,471 bilhões de bushels em 2022/23. Em julho, a previsão ficou em 4,505 bilhões de bushels. No ano passado, a safra somou 4,435 bilhões de bushels. Para os estoques finais, o mercado indica número de 227 milhões para a temporada 2022/23 e de 228 milhões para 2021/22. Em julho, a previsão do USDA era de 230 milhões e 215 milhões, respectivamente. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2022/23 de 99,2 milhões de toneladas, contra 99,6 milhões estimados em junho. Para 2021/22, a aposta é de estoques subindo de 88,9 milhões para 88,7 milhões de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 48,25 centavos ou 3,29% a US$ 15,12 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 14,28 3/4 por bushel, com perda de 28,75 centavos de dólar ou 2,05%. Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 12,70 ou 2,91% a US$ 449,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 65,76 centavos de dólar, com ganho de 0,41 centavo ou 0,62%. Câmbio O dólar comercial fechou em alta de 0,31%, cotado a R$ 5,1290. A moeda foi impactada diretamente pela expectativa da divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), que ocorre amanhã às 9h30, e deve indicar os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Agenda de quarta - Japão: O índice de preços ao produtor de julho será publicado na noite anterior pelo Banco do Japão (BoJ). - Alemanha:O índice de preços ao consumidor de julho será publicado às 3h pelo Destatis. - EUA: O índice de preços ao consumidor de julho será publicado às 9h30 pelo Departamento do Trabalho. - A posição dos estoques de petróleo dos EUA até sexta-feira da semana anterior será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE). - Resultados financeiros da SLC, Minerva e BRF, após o fechamento do mercado.

    AÇUCAR: Preços mantêm-se estáveis nesta terça-feira
    O mercado brasileiro de açúcar manteve preços estáveis nesta terça-feira. Em Ribeirão Preto preços em R$ 129,00 "US$/cents 22,89". Embarcado em big bags ela é cotada a R$ 128,00 "US$/cents 22,71". O açúcar com maior coloração, com 180 Icumsa, fico cotado ao redor de R$ 128,00 "US$/cents 22,71".Produto com 200 Icumsa foi cotado na faixa de R$ 127,00 "US$/cents 22,53". O açúcar com300 Icumsa oscilou ao máximo de R$ 126,00 "US$/cents 22,36". O etanol hidratado se mostrou 2,15% mais baixo que o açúcar bruto em Nova York equivalendo a US$/cents 15,76 "PVU" e 23,55% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 50kg 98,62 "US$/cents 17,50". Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, o foco dos agentes se volta para os dados quinzenais da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia) relativos à segunda metade de julho no Centro-Sul. Na visão da SAFRAS & Mercado este próximo relatório deve trazer um volume grande de produção de açúcar e queda na oferta de etanol. Os preços baixos do biocombustível nos últimos 40 dias têm colocado muitas usinas em modo de atenção quanto a um eventual aumento da produção de hidratado, comenta. Por outro lado, a produção de açúcar VHP tem sido beneficiada diante do atendimento dos contratos de exportação realizados entre junho e julho, observa. Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mistas. Os contratos com entrega em outubro/2022 encerraram o dia a 17,98 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,02 centavo (+0,11%). A posição Março/2023 fechou cotada a 18,02 centavos (-0,16%). O mercado perdeu força e passou a cair depois de testar a linha dos 18 centavos, chegando a 18,07 centavos na máxima intradiária, pressionado por liquidação de posições compradas, seguindo o direcionamento do petróleo. Após atingir mínimas de um ano, o mercado ensaiou uma recuperação, mas segue pressionado do lado fundamental por sinalizações de aumento na oferta global, com boas safras na Ásia e os preços mais fracos do etanol estimulando a produção de açúcar no Brasil. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,1290 para venda e a R$ 5,1270 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0920 e a máxima de R$ 5,1510.

    TRIGO: Analistas esperam que USDA eleve estoques dos EUA e do mundo em 2022/23
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) divulga na sexta-feira, às 13h, seu relatório mensal de oferta e demanda para o trigo na safra 2021/22, relativo a produção e estoques dos Estados Unidos e do mundo. Estoques dos EUA Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2021/22 devem ser indicados em 660 milhões de bushels, mesmo volume de julho. As estimativas variaram de 655 milhões a 660 milhões de bushels. Em 2020/21, foram 845 milhões de bushels. Para 2022/23, os analistas esperam 651 milhões de bushels. As estimativas variam de 607 a 684 milhões de bushels. Em julho, foram 639 milhões. Reservas mundiais Os estoques globais ao final de 2021/22 são estimados em 280,1 milhões de toneladas, contra 280,1 milhões de toneladas em julho. O volume mínimo estimado foi de 278 e o máximo, 281,4 milhões de toneladas. Na temporada anterior, foram 290,3 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas são estimadas em 267,8 milhões de toneladas. As estimativas variam de 265 a 273 milhões de toneladas. Em julho, foram 267,5 milhões de toneladas.

    TRIGO: Chicago fecha em baixa predominante com expectativa de aumento nos estoques dos EUA
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços predominantemente mais baixos. O mercado foi pressionado pela movimentação de cargas no Mar Negro. Analistas consultados por agências internacionais enxergam isso como sinais de retomada do fluxo global de fornecimento. As condições das lavouras norte-americanas de trigo primavera vieram muito piores que o esperado, atuando como fator altista e limitando a queda em alguns contratos. A expectativa de maiores estoques globais e dos EUA em 2022/23, além de aumento na projeção de produção norte-americana atuaram negativamente e determinaram a retração. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de trigo primavera. Segundo o USDA, até 8 de agosto, 64% estão entre boas e excelentes condições (o mercado esperava 70%), 28% em situação regular e 8% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana passada, os percentuais ficavam em 70%, 23% e 7%, respectivamente. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em setembro de 2022 eram cotados a US$ 7,81 1/2 por bushel, ganho de 1,75 centavo de dólar, ou 0,22%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram negociados a US$ 7,99 1/4 por bushel, estável em relação ao fechamento anterior.