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    CONECTA NEWS – 09/09/2022

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    AÇÚCAR: Fundos/especuladores reduzem carteira comprada em NY – CFTC
    A CFTC (Commodity Futures Trading Comission) divulgou os números do relatório de compromissos dos traders com dados até 06 de setembro para o açúcar bruto na ICE Futures U.S. (Bolsa de Nova York). Os números do relatório revelam que os grandes fundos e especuladores possuíam até a data 57.771 posições líquidas compradas (long), ante 62.551 posições compradas na semana anterior. As casas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, estavam com uma posição líquida vendida (short) de 61.944 contratos. As posições não reportáveis, que representam pequenos especuladores e negociadores locais, indicam que os especuladores estão comprados em 4.173 contratos líquidos. Em 06 de setembro, 760.601 contratos estavam em aberto no mercado futuro de açúcar bruto da ICE Futures US, 7.959 lotes a mais que na semana anterior.

    CAFÉ: Fundos reduzem posições compradas na Bolsa de Nova York – CFTC
    A CFTC (Commodity Futures Trading Comission) divulgou os números do relatório de compromissos dos traders, com dados até 06 de setembro para o café na Ice Futures US. O levantamento mostrou que os grandes fundos e grandes especuladores apresentavam uma posição líquida comprada (long) de 47.168 contratos, contra 48.687 contratos comprados na semana anterior (30 de agosto). As empresas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, estavam com uma posição líquida vendida (short) de 49.276 contratos. As posições não reportáveis, que representam pequenos especuladores e negociadores locais, indicam uma posição líquida comprada (long) de 2.108 contratos. Até 06 de setembro, eram 193.938 contratos em aberto no mercado futuro de café arábica da ICE Futures US, com alta de 49 lotes na semana.

    ALGODÃO: NY avança seguindo petróleo, com dólar em baixa e aguardando USDA
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta sexta-feira. As cotações voltaram a subir em meio a fatores técnicos, acompanhando a subida do petróleo e com a baixa do dólar contra outras moedas. A expectativa segue voltada para o relatório de oferta e demanda de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado nesta próxima segunda-feira, dia 12, às 13 horas. No balanço da semana, o contrato dezembro acumulou uma alta de 1,6%. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 104,84 centavos de dólar por libra-peso, alta de 1,00 centavo, ou de 1,0%.

    AGRICULTURA: XXXIII Congresso Nacional de Milho e Sorgo debate oportunidades e ameaças para commodities
    O XXXIII Congresso Nacional de Milho e Sorgo (CNMS), que acontece de 12 a 15 de setembro de 2022, abordará, no primeiro dia, o tema "Commodities agrícolas brasileiras e os desafios para a produção e o posicionamento de grãos e proteína animal", de acordo com a visão de Ricardo João Santin, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) e membro do CAE (Comitê Assessor Externo) da Embrapa Milho e Sorgo. A moderação ficará a cargo de Glauber Silveira, diretor-executivo da Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho). No segundo dia do evento, 13 de setembro, o primeiro painel irá discutir aspectos conjunturais ligados às commodities agrícolas brasileiras, com foco na cadeia produtiva de grãos - com visões de cenários futuros, oportunidades e ameaças, considerando um panorama do mercado global. O tema será abordado pelo economista Paulo Gaula, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas e economista-chefe do Banco Master de Investimento. Na sequência, a palestra de Felipe Martiningui, diplomata da Embaixada do Brasil em Pequim, fará uma interpretação do mercado chinês, seguida por análises dos mercados americano e europeu na visão do secretário de Política Agrícola do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Guilherme Bastos Filho. No painel seguinte, o Congresso traz as especificidades dos desafios técnicos, negociais e mercadológicos inerentes ao sistema de produção soja/milho, com destaque para as novas perspectivas de eixos e aumento de produção de milho primeira safra para mercados domésticos, análises feitas por profissionais das áreas de Pesquisa e Inovação da Embrapa, do Sistema Ocepar e da área de Inteligência de Mercado da empresa Bunge. No mesmo dia, acontecem palestras tratando das "Tendências para o manejo de Spodoptera frugiperda". Sobre o Congresso O XXXIII Congresso Nacional de Milho e Sorgo (CNMS) acontece de 12 a 15 de setembro de 2022 em formato híbrido, sendo on-line para os inscritos e presencial para convidados, em Sete Lagoas, cidade localizada na região Central de Minas Gerais. O evento técnico-científico é realizado a cada dois anos pela ABMS (Associação Brasileira de Milho e Sorgo). Nesta XXXIII edição, a organizadora é a Embrapa Milho e Sorgo, com o tema "Brasil: 200 anos de independência - Sustentabilidade e desafios para a cadeia produtiva de grãos". As informações partem da assessoria de imprensa da Embrapa Milho e Sorgo.

    MILHO: Chicago fecha em boa alta com expectativa de corte na safra e estoques finais dos EUA
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em forte alta. O mercado acentuou os ganhos mais próximo ao final da sessão, sustentado por uma combinação de fatores, como a expectativa de corte nos números da safra e dos estoques finais da safra norte-americana 2022/23, a forte alta nos preços do petróleo e a fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes. Os rumores de que a Rússia possa interromper a circulação de grãos pela Ucrânia foi outro fator positivo aos preços, puxando as cotações do cereal e do trigo. Ao longo da semana, Chicago teve uma semana positiva e o contrato dezembro acumulou uma valorização de 4,1%. O relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, para o mês de setembro será divulgado na segunda-feira (12) e analistas consultados pelas agências internacionais apostam em uma produção de 14,077 bilhões de bushels de milho em 2022/23, ficando abaixo dos 14,359 bilhões de bushels indicados em agosto. O número deve ficar aquém também dos 15,115 bilhões de bushels registrados na safra 2021/22. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 norte-americanos devem ser indicados em 1,180 bilhão de bushels, ante os 1,388 bilhão de bushels indicados no mês passado. Para a safra global 2022/23, os estoques finais de passagem devem ser indicados em 301,8 milhões de toneladas, contra os 306,7 milhões de toneladas indicados em agosto. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,85 por bushel, ganho de 16,50 centavos de dólar, ou 2,46%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,89 1/4 por bushel, alta de 16,00 centavos, ou 2,37% em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Dólar fraco e demanda aquecida favorecem disparada em Chicago
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pela fraqueza do dólar, que contribui para a competitividade do produto estadunidense no mercado exportador, num momento em que vários países estão em busca do produto. Nesta semana, Jordânia, Japão e Bangladesh foram às compras. O movimento dos preços na CBOT foi volátil na semana, considerando a queda de braço no discurso sobre o acordo de exportação de grãos pela Ucrânia. Segundo agências internacionais, o mercado segue sendo sustentado pelo movimento do governo indiano de reduzir as exportações de arroz do país e pelos rumores de que a Rússia pode limitar a circulação de grãos da Ucrânia. A decisão da India vai aumentar os preços internacionais do arroz, levando na carona a milho e o trigo. Além disso, os investidores se posicionaram frente ao relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que sai na segunda-feira. A expectativa é de elevação nas projeções de estoques globais e dos EUA. Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2022/23 devem ser indicados em 622 milhões de bushels, contra 610 milhões em agosto. As estimativas variaram de 594 milhões a 653 milhões de bushels. Os estoques globais em 2022/23 são estimados em 267,6 milhões de toneladas. As estimativas variam de 263,6 a 270,7 milhões de toneladas. Em julho, foram 267,3 milhões de toneladas. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,69 1/2 por bushel, alta de 40,50 centavos de dólar, ou 4,88%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,84, ganho de 40,25 centavos de dólar, ou 4,77%, em relação ao fechamento anterior. Na semana, a posição dezembro subiu 7,21%.

    SOJA: Esperando USDA, Chicago sobe forte e reduz perda semanal. Compras técnicas e financeiro puxam
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em forte alta. À espera dos novos números do relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), compras técnicas e o bom desempenho de outros mercados impulsionaram as cotações, diminuindo as perdas acumuladas ao longo da semana. O USDA deverá reduzir a sua estimativa para a safra e os estoques finais de soja dos Estados Unidos em 2022/23. Os estoques para 2021/22 deverão ser elevados. O relatório de setembro do Departamento será divulgado na segunda, 12, às 13hs. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em produção de 4,481 bilhões de bushels em 2022/23. Em agosto, a previsão ficou em 4,531 bilhões de bushels. No ano passado, a safra somou 4,435 bilhões de bushels. Para os estoques finais, o mercado indica número de 240 milhões para a temporada 2022/23 e de 233 milhões para 2021/22. Em agosto, a previsão do USDA era de 245 milhões e 225 milhões, respectivamente. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2022/23 de 101,1 milhões de toneladas, contra 101,4 milhões estimados em agosto. Para 2021/22, a aposta é de estoques subindo de 89,7 milhões para 89,9 milhões de toneladas. Preocupados com a limitação nas importações de arroz da India e com a situação dos embarques na Ucrânia, milho e trigo tiveram fortes altas, o que também ajudou na alta da oleaginosa. Petróleo em alta, dólar em baixa e o clima de menor aversão ao risco no financeiro completaram o quadro positivo para as cotações. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 26,25 centavos ou 1,89% a US$ 14,12 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,17 1/2 por bushel, com ganho de 26,25 centavos de dólar ou 1,88%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 4,80 ou 1,18% a US$ 414,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 64,82 centavos de dólar, com ganho de 1,59 centavo ou 2,51%.