John Deere logo

    Conecta

    Sua fonte centralizada de notícias Agro

    CONECTA NEWS – 10/11/2022

    Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS
    Agencia SAFRAS & Mercado, Portal de Notícias
    CONECTA NEWS – 10/11/2022
    CONECTA NEWS – 10/11/2022

    Tags:

    Agricultura

    Clima

    Arroz

    Soja

    Trigo

    Algodão

    Grãos

    Cana-de-Açúcar

    Café

    Alimentação

    ARROZ: Temperaturas baixas podem afetar desenvolvimento das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater
    A área cultivada com arroz no Rio Grande do Sul é de 862.498 hectares, de acordo com o Irga. A produtividade projetada é de 8.226 kg/ha. Segundo a Emater, a cultura está com estimativa de 83% de implantação. Nos extremos Sul e Oeste do Estado, os trabalhos de semeadura já estão próximos da finalização, enquanto que, na região Centro e Leste, o estabelecimento é de menor proporção. As lavouras encontram-se em fases iniciais de desenvolvimento, e as temperaturas ocorridas abaixo do ideal poderão interferir negativamente no seu desenvolvimento. Comercialização (saca de 50 quilos) Segundo o levantamento semanal de preços realizado pela Emater/RS-Ascar no Estado, o valor médio reduziu -0,54%, passando de R$ 79,46 para R$ 79,03. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    MILHO: Com escalonamento, plantio avança pouco no Rio Grande do Sul – Emater
    A área estimada de cultivo do milho para a safra 2022/2023 é de 831.786 hectares no Rio Grande do Sul, segundo a Emater. A produtividade esperada é de 7.337 kg/ha. A cultura segue em implantação. A evolução da operação foi lenta na semana, que avançou apenas dois pontos porcentuais no período, chegando a 78% devido ao escalonamento e à atenção dos produtores a outras culturas. O desenvolvimento é adequado, em que pese alguns efeitos das temperaturas mais baixas, como a diminuição do porte de plantas e os danos, em algumas lavouras, causados pelas geadas ocorridas em 02/11. A fase predominante é o desenvolvimento vegetativo, mas 11% das lavouras iniciaram o processo reprodutivo, que demanda maior suprimento de água para manter o potencial produtivo. Comercialização (saca de 60 quilos) Segundo o levantamento semanal de preços realizado pela Emater/RS-Ascar no Estado, o valor médio cresceu +0,21%, passando de R$ 84,20 para R$ 84,38. O produto disponível em Cruz Alta foi cotado em R$ 93,00. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    SOJA: Plantio acelera após chuvas da virada do mês no RS – Emater
    A área projetada para a safra 2022/2023 de soja é de 6.568.607 hectares no Rio Grande do Sul, de acordo com levantamento da Emater local. A produtividade estimada é de 3.131 kg/ha, e a produção é de 20.563.989 toneladas. Após as precipitações ocorridas em 31/10, a semeadura da cultura teve ritmo mais acelerado, entre os dias 02 e 05/11, alcançando 17%. Após esse período, a diminuição da umidade nos solos condicionou a diminuição do ritmo do plantio. As lavouras em estabelecimento apresentam boa emergência, mas o hipocótilo está mais curto, provavelmente como reflexo das baixas temperaturas. O hipocótilo responsável pela elevação dos cotilédones acima da superfície dos solos, e, com eles mais curtos, os cotilédones e as folhas unifoliadas permanecem muito próximos ao chão, dando impressão de baixo desenvolvimento da cultura.

    ALGODÃO: NY fecha com cotações mistas, observando exportações semanais
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mistos nesta quinta-feira, com perdas nas duas posições mais próximas (dezembro/2022 e março/2023) e com ganhos nas mais distantes. Fatores técnicos mexeram com o mercado e ganhos do petróleo deram sustentação. O mercado observou e avaliou o desempenho das exportações semanais norte-americanas. As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à temporada 2022/23, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 145.800 fardos na semana encerrada em 3 de novembro. A China liderou as compras, com 57.300 fardos. Para a temporada 2023/24, foram mais 11.400 fardos. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 86,38 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 0,12 centavo, ou de 0,1%. A posição março/2023 fechou a 84,56 centavos, perda de 0,17 centavo, ou de 0,2%.

    TRIGO: Safra gaúcha apresenta elevada produtividade e alta qualidade – Emater
    A área semeada com trigo no Rio Grande do Sul alcança 1.458.026 hectares, disse a Emater gaúcha, estimando uma produtividade média de 3.210 quilos por hectare. Contudo, há possibilidade de aumento nessa expectativa de produção à medida que a colheita evoluir. A cultura está em final de ciclo, com a maior parte das lavouras em maturação e pronta para a ceifa. Após as chuvas do dia 31/10, a colheita foi retomada a partir de 02/11, quando a umidade nas espigas se aproximou do ponto ideal. O índice colhido alcançou 37% da área cultivada. As precipitações, apesar de retardar a operação, foram benéficas para a uniformização da maturação e para a finalização do enchimento de grãos. Além da elevada produtividade, o produto colhido apresenta alta qualidade, com elevado peso hectolitro (PH), comparativamente com as safras dos anos anteriores. Comercialização (saca de 60 quilos) Segundo o levantamento semanal de preços realizado pela Emater/RS-Ascar no Estado, o valor médio apresentou redução de -3,95% em relação à semana anterior, passando de R$ 96,13 para R$ 92,33. O preço para o produto disponível em Cruz Alta ficou em R$ 102,00. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    SOJA: Chicago absorve USDA e realiza lucros. Contratos caem 2%
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em forte baixa. Apesar do cenário financeiro global positivo, o mercado realizou lucros, absorvendo tardiamente os dados de ontem do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que indicou produção e estoques americanos acima do esperado. Outro ponto que ajudou na correção foi a fraqueza do real frente ao dólar, dando competitividade à soja brasileira. O temor com uma possível falta de compromisso fiscal do novo governo fez a moeda americana subir mais de 4% no fechamento de Chicago. O mercado desconsiderou o impacto positivo do IPC abaixo do esperado nos Estados Unidos, que fez o dólar cair frente a outras moedas e o petróleo e as bolsas de valores subirem. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2022/23, com início em 1º de setembro, ficaram em 794.800 toneladas na semana encerrada em 3 de novembro. A China liderou as importações, com 927.100 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 600 mil e 1,2 milhão de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 29,00 centavos ou 1,99% a US$ 14,23 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 14,28 por bushel, com perda de 29,25 centavos de dólar ou 2%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 13,50 ou 3,23% a US$ 404,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 76,09 centavos de dólar, com ganho de 0,55 centavo ou 0,72%.

    CAFÉ: Exportações brasileiras atingiram 3,471 milhões de sacas em outubro Cecafé
    Os embarques brasileiros de café somaram 3,471 milhões de sacas de 60 kg em outubro, apresentando queda de 3,2% em relação aos 3,587 milhões apurados no mesmo mês de 2021. Em receita cambial, o resultado apresentou crescimento de 30,5% na mesma comparação, com os valores recebidos pelo país saltando de US$ 653,4 milhões para os atuais US$ 852,5 milhões, maior nível desde 2011. Os dados são do relatório mensal estatístico do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). 
    No acumulado dos quatro primeiros meses da safra 2022/23, o desempenho é similar, com as remessas ao exterior recuando 2,2% e a receita cambial avançando 44,1% frente ao mesmo intervalo do ciclo cafeeiro antecedente. De julho ao final de outubro deste ano, o Brasil exportou 12,288 milhões de sacas, que renderam US$ 2,948 bilhões ao país, recorde histórico para o intervalo.

    TRIGO: Em mais uma sessão volátil, oferta global predomina e Chicago recua pela 4a vez seguida
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Foi mais um dia de muita volatilidade. O mercado chegou a esboçar reação em alguns momentos da sessão, tentando se recuperar das três quedas seguidas. Porém, mesmo com a força do petróleo e Da queda consistente do dólar frente a outras moedas, preponderou a maior oferta global, causando a quarta queda consecutiva para o cereal. O relatório de oferta e demanda de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou a safra mundial de trigo para 2022/23 em 782,68 milhões de toneladas, contra 781,7 milhões de toneladas em outubro. Os estoques finais globais em 2022/23 foram estimados em 267,82 milhões de toneladas, acima das 267,54 milhões de toneladas estimadas no mês passado. O mercado esperava 266,7 milhões de toneladas. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2022/23, que tem início em 1o de junho, ficaram em 322.500 toneladas na semana encerrada em 3 de novembro. Destinos desconhecidos lideraram as importações, com 77.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 250 mil e 500 mil toneladas. Com números dentro do esperado, não trouxeram grande influência aos preços. Os contratos com entrega em dezembro de 2022 fecharam cotados a US$ 8,03 1/2 por bushel, perda de 3,00 centavos de dólar, ou 0,37%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,25 3/4, baixa de 2,00 centavos de dólar, ou 0,24%, em relação ao fechamento anterior.

    MILHO: Com fracas vendas semanais dos EUA, Chicago consolida sessão negativa
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em baixa. O mercado foi pressionado pelo fraco desempenho das vendas líquidas semanais norte-americanas de milho e o indicativo de aumento na estimativa de safra e de estoques finais de passagem da safra dos Estados Unidos 2022/23. As perdas foram atenuadas pela força do petróleo e pela forte queda do dólar frente a outras moedas correntes. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2022/23, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 265.300 toneladas na semana encerrada em 3 de novembro. O México liderou as compras, com 157.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 300 mil e 650 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 209.931 toneladas de milho para o México. O volume será entregue na temporada 2022/23. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 foram estimados em 1,182 bilhão de bushels, abaixo dos 1,212 bilhão de bushels previstos pelo mercado, mas acima dos 1,172 bilhão de bushels indicados em outubro. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,53 1/4 por bushel, baixa de 11,25 centavos de dólar, ou 1,69%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,59 1/2 por bushel, perda de 11,00 centavos, ou 1,64% em relação ao fechamento anterior.

    CAFÉ: NY sobe bem com recuperação técnica
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quinta-feira com preços acentuadamente mais altos. Após as recentes quedas, que levaram as cotações aos patamares mais baixos desde metade de 2021, o mercado encontrou um movimento de correção técnica nesta quinta. As cotações subiram bem empurradas por cobertura de posições vendidas. A subida do petróleo no dia contribuiu para o suporte do arábica. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 171,00 centavos de dólar por libra-peso, alta de 5,85 centavos, ou de 3,5%. A posição março/2023 fechou a 167,70 centavos, elevação de 5,35 centavos, ou de 3,3%.