John Deere logo

    Conecta

    Sua fonte centralizada de notícias Agro

    CONECTA NEWS – 11/08/2022

    Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS
    Agencia SAFRAS & Mercado, Portal de Notícias
    CONECTA NEWS – 11/08/2022
    CONECTA NEWS – 11/08/2022

    Tags:

    Arroz

    Soja

    Agricultura

    Clima

    Trigo

    Algodão

    Alimentação

    Café

    Cana-de-Açúcar

    Grãos

    TRIGO: Mercado espera safra dos EUA em 1,792 bi de bushels em 2022/23
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) divulga nesta sexta-feira, às 13h, seu relatório mensal de oferta e demanda para o trigo na safra 2022/23, relativos à produção e estoques dos Estados Unidos e do mundo. A produção de trigo dos Estados Unidos deve totalizar 1,792 bilhão de bushels.Em julho, o USDA estimou 1,781 bilhão. Em 2021/22, foram 1,646 bilhão de bushels. Para o trigo de inverno, os analistas esperam a safra em 1,204 bilhão de bushels, contra 1,201 bilhão em julho e 1,277 bilhão em 21/22. A safra de trigo hard vermelho de inverno é esperada em 585 milhões de bushels. O trigo soft vermelho de inverno deve somar 377 milhões. O trigo branco tem safra esperada em 242 milhões de bushels. O trigo primavera é estimado em 510 milhões de bushels. O trigo durum é esperado em 78 milhões de bushels.

    TRIGO: Plantio atinge 99% da área no Rio Grande do Sul – Emater
    O plantio do trigo atinge 99% da área no Rio Grande do Sul. Na semana passada, os trabalhos chegavam a 98%. Em igual momento do ano passado, eram 100%. A média dos últimos cinco ano para o período é de 100%. A estimativa de cultivo de trigo no Estado para a safra 2022 é de 1.413.763 hectares. A produtividade estimada é de 2.822 kg/ha. As primeiras áreas implantadas entraram em enchimento de grãos (1%), 3% estão em floração e o restante segue em desenvolvimento vegetativo. Os produtores realizaram, além de semeadura em algumas regiões, adubação nitrogenada e aplicação de fungicidas para o controle de doenças. As informações são do boletim semanal da Emater/RS. A Agência SAFRAS publicou, na terça-feira, matérias exclusivas sobre a situação da cultura em três importantes regiões produtoras do RS. Juntas, as regionais de Bagé, de Santa Maria e de Soledade da Emater/RS respondem por aproximadamente 25% da área no estado.

    CAFÉ: Vendas da safra 2022/23 do Brasil alcançam 45%
    A comercialização da safra brasileira de café de 2022/23 até o último dia 09 de agosto alcançou 45% da produção, contra 39% do mês anterior. O dado faz parte de levantamento mensal de SAFRAS & Mercado. O percentual de vendas é bem inferior a igual período do ano passado, quando girava em torno de 53% da safra. Mas, o fluxo de vendas está acima da média dos últimos anos para o período (43%). Assim, já foram negociadas 27,7 milhões de sacas de uma produção estimada em 2022/23 por SAFRAS & Mercado de 61,1 milhões de sacas. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, as vendas da safra 2022/23 continuam bastante cadenciadas para uma entrada de safra, diante da cautela do vendedor e da pouca agressividade do comprador. A disponibilidade curta colabora com lentidão, comenta. As vendas de arábica alcançam 45% do total da produção. Sinais erráticos sobre o potencial da safra e produtor mais capitalizado acabaram influenciando no fluxo de vendas ao longo da temporada. E, mais recentemente, o atraso na colheita e as dúvidas em relação ao tamanho da safra 2022 justificam essa postura retraída do produtor, avalia Barabach. Em igual período do ano passado, o comprometimento por parte do produtor girava em torno de 52%. Já a média de vendas dos últimos 5 anos para o período é algo ao redor de 36%. As vendas com conilon ganharam um pouco mais de ritmo, com a colheita se encaminhando para o fim e alcançam 45% da safra. Mesmo assim, continuam bem abaixo de igual período do ano passado, quando estavam em 55% e abaixo da média para o período (47%). Produtor está compassando mais as suas posições com conilon, enquanto indústria doméstica adota uma postura mais cautelosa, diante das incertezas econômico-financeira, explicando o andamento mais lento dos negócios, afirma.

    ALGODÃO: NY sobe com força seguindo petróleo e mercados
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta quinta-feira. As cotações do algodão avançaram pela terceira sessão consecutiva acompanhando a valorização do petróleo e de outros mercados. O dia foi de menor aversão ao risco, com sentimento mais positivo em relação à economia norte-americana. Além disso, o mercado posiciona-se para o relatório de oferta e demanda de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado nesta sexta-feira. A piora nas condições das lavouras americanas é fator altista presente. Os investidores acreditam que o pico da inflação dos Estados Unidos tenha sido alcançado e, assim, a taxa de juros norte-americana determinada pelo FED (o banco central norte-americano) pode ter altas mais suaves nos próximos meses. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 104,59 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 3,65 centavos, ou de 3,6%.

    MILHO: Antes de USDA, Chicago fecha em alta significativa com clima adverso e dólar fraco
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais altos. O cereal busca suporte no clima adverso às lavouras nos Estados Unidos e na Europa. O dólar mais fraco frente às outras moedas, após a inflação norte-americana menor que o esperado, também sustenta as cotações. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2021/22, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 191.800 toneladas na semana encerrada em 4 de agosto. Representa um forte avanço frente à semana anterior e sobre a média das últimas quatro semanas. O México liderou as compras, com 135.100 toneladas. Para a temporada 2022/23, foram mais 191.300 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 250 mil e 800 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Além disso, os investidores se posicionam frente o relatório de oferta e demanda de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira (12). A expectativa do mercado é de redução dos estoques dos EUA e do mundo ao final de 2022/23. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar na sexta-feira (12), a partir das 13h, o relatório de oferta e demanda de agosto, trazendo estimativas de oferta e demanda de milho norte-americano e mundial para a temporada 2022/23. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em uma produção de 14,383 bilhões de bushels de milho em 2022/23, ficando abaixo dos 14,505 bilhões de bushels indicados em julho e aquém dos 15,115 bilhões de bushels registrados na safra 2021/22. A produtividade média deverá atingir 175,8 bushels por acre, menor frente ao rendimento indicado em julho e na safra 2021/22, de 177 bushels por acre. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 norte-americanos devem ser indicados em 1,383 bilhão de bushels, ante os 1,470 bilhão de bushels indicados no mês passado. Para a safra 2021/22, os estoques finais de passagem devem ser elevados de 1,510 bilhão de bushels para 1,518 bilhão de bushels. Para a safra global 2022/23, os estoques finais de passagem devem ser indicados em 309,8 milhões de toneladas, contra os 312,9 milhões de toneladas indicados em julho. A previsão é de que os estoques finais de passagem da safra mundial 2021/22 sejam apontados em 313,3 milhões de toneladas, acima das 312,3 milhões de toneladas indicadas no mês passado. Na sessão, os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 6,29 1/4 por bushel, ganho de 8,00 centavos de dólar, ou 1,28%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro de 2022 fechou a sessão a US$ 6,27 3/4 por bushel, alta de 9,25 centavos, ou 1,49% em relação ao fechamento anterior.

    AGRONEGÓCIO: Citricultura encerra safra 2021/2022 com alta de 9,11% na geração de empregos
    Os dados de geração de empregos pela citricultura no acumulado da safra 2021/2022, que vai de julho de 2021 a junho de 2022, voltaram a apontar o setor como um dos principais empregadores do país. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), a atividade encerrou a safra com um total de 42.953 admissões, alta de 9,11% em relação aos 39.365 empregos gerados na safra 2020/2021. O número é ainda mais representativo quando se observa que a laranja foi responsável por 7% do total de 786.676 novas admissões geradas pela Agricultura no Brasil na safra 2021/22. No estado de São Paulo, as vagas criadas pela laranja respondem por 11,85% das 425.422 vagas criadas pela agricultura. A colheita da laranja é manual, o que faz o setor ser altamente demandante de mão de obra. Os dados mostram que nessa safra voltamos aos patamares de empregos anteriores a pandemia, explica o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto. A citricultura é um importante setor gerador de empregos, que colabora com contratações longo do ano, com todas as proteções legais aos trabalhadores em regiões que são carentes de vagas formais, o que gera renda e desenvolvimento para o interior de São Paulo, explica Netto. As informações partem da assessoria de imprensa do Citrus BR.

    SOJA: Na véspera do USDA, possível corte na safra dos EUA assegura alta em Chicago
    Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais altos. Na véspera do relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a alta do petróleo, a preocupação com o clima no Meio Oeste americano e a queda do dólar sustentaram as cotações. Os analistas se posicionaram frente ao relatório. O Departamento deve reduzir a sua estimativa para a safra e os estoques finais de soja dos Estados Unidos em 2022/23. Os estoques para 2021/22 deverão ser elevados. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em produção de 4,471 bilhões de bushels em 2022/23. Em julho, a previsão ficou em 4,505 bilhões de bushels. No ano passado, a safra somou 4,435 bilhões de bushels. Para os estoques finais, o mercado indica número de 227 milhões para a temporada 2022/23 e de 228 milhões para 2021/22. Em julho, a previsão do USDA era de 230 milhões e 215 milhões, respectivamente. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2022/23 de 99,2 milhões de toneladas, contra 99,6 milhões estimados em junho. Para 2021/22, a aposta é de estoques subindo de 88,9 milhões para 88,7 milhões de toneladas. O USDA anunciou hoje ainda a venda de 103.400 toneladas de farelo para o México. As exportações semanais americanas somaram 410.500 toneladas. O mercado apostava em número entre 200 mil e 900 mil toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 11,25 centavos de dólar por bushel ou 0,74% a US$ 15,20 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 14,48 1/2 por bushel, com ganho de 20,75 centavos ou 1,45%. Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 6,90 ou 1,53% a US$ 456,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 69,30 centavos de dólar, com alta de 1,92 centavo ou 2,84%.

    TRIGO: Chicago fecha em alta firme com clima nos EUA, na Europa e no Mar Negro
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços significativamente mais altos. O mercado foi sustentado pela fraqueza do dólar em relação a outras moedas e pelo clima adverso nos Estados Unidos e na Europa. Além disso, segundo a Dow Jones, o clima também vem sendo um problema no Mar Negro, impedindo a saída de embarcações no porto de Chornomorsk, na Ucrânia. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2022/23, que tem início em 1o de junho, ficaram em 359.200 toneladas na semana encerrada em 4 de agosto. Destaque para a venda de 99.400 toneladas para o México. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As atenções do mercado também se voltam ao relatório de oferta e demanda de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado nesta sexta-feira (12). Segundo analistas consultados por agências internacionais, os estoques finais dos Estados Unidos em 2021/22 devem ser indicados em 660 milhões de bushels, mesmo volume de julho. As estimativas variaram de 655 milhões a 660 milhões de bushels. Em 2020/21, foram 845 milhões de bushels. Para 2022/23, os analistas esperam 651 milhões de bushels. As estimativas variam de 607 a 684 milhões de bushels. Em julho, foram 639 milhões. Os estoques globais ao final de 2021/22 são estimados em 280,1 milhões de toneladas, contra 280,1 milhões de toneladas em julho. O volume mínimo estimado foi de 278 e o máximo, 281,4 milhões de toneladas. Na temporada anterior, foram 290,3 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas são estimadas em 267,8 milhões de toneladas. As estimativas variam de 265 a 273 milhões de toneladas. Em julho, foram 267,5 milhões de toneladas. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em setembro de 2022 eram cotados a US$ 8,10 3/4 por bushel, alta de 11,00 centavos de dólar, ou 1,37%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram negociados a US$ 8,26 1/4, ganho de 10,00 centavos de dólar, ou 1,22%, em relação ao fechamento anterior.

    MILHO: Colheita 21/22 atinge 89,8% na Argentina - Bolsa de Buenos Aires
    A colheita de milho da safra 2021/22 atinge 89,8% na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a superfície é estimada em 7,3 milhões de hectares, 7,6% acima do ano anterior. Os trabalhos avançaram 8,4 pontos percentuais na semana. A projeção de produção fica em 49 milhões de toneladas, contra 52,5 milhões de toneladas em 2020/21. Em números absolutos, foram colhidos 44,244 milhões de toneladas ao longo de 6,324 milhões de hectares. Atualmente, 42% das lavouras estão em déficit hídrico, contra 47% na semana passada e 34% em igual momento do ano passado. As lavouras em más condições chegam a 26%, contra 27% na semana passada e 18% um ano atrás.