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    CONECTA NEWS – 11/11/2022

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    ALGODÃO: NY avança seguindo mercados, com baixa do dólar
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta sexta-feira. O dia foi mais positivo nos mercados, com um pouco mais de otimismo em relação à economia americana. O petróleo subiu, outras commodities nas bolsas de futuros também, as bolsas de valores tiveram um melhor comportamento, e o dólar caiu contra outras moedas, dando suporte ao algodão. A expectativa de um aumento menos agressivo dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), apesar da divulgação de dados fracos da Europa, trouxe mais positividade aos mercados neste encerramento de semana, afrouxando os temores em torno de recessão americana e global. No balanço da semana, o contrato março/2023 do algodão acumulou alta de 0,8%. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 88,20 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 1,82 centavo, ou de 2,1%. A posição março/2023 fechou a 86,33 centavos, alta de 1,77 centavo, ou de 2,1%.


    CAFÉ: NY tem ganhos predominantes, com dólar em baixa sustentando
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta sexta-feira com ganhos predominantes. Tirando a posição dezembro, que está próxima do período de notificação de entregas e da sua expiração, as demais avançaram. Valorização do petróleo e baixa do dólar deram força para o mercado encontrar sustentação, apesar dos ganhos moderados. Fatores técnicos contribuíram, após as recentes baixas acentuadas, que levaram as cotações aos patamares mais baixos em 16 meses. O dia foi mais positivo nos mercados, diante da expectativa de um aumento menos agressivo dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), apesar da divulgação de dados fracos da Europa. No balanço da semana, o contrato março acumulou uma baixa de 2,1%. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 170,10 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,90 centavo, ou de 0,5%. A posição março/2023 fechou a 168,10 centavos, elevação de 0,40 centavo, ou de 0,2%.

    SOJA: Menor restrição na China, petróleo em alta e dólar em baixa sustentam Chicago
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em alta acentuada. O relaxamento de restrições na China, a alta do petróleo e a desvalorização do dólar frente a outras moedas garantiram a recuperação. A perspectiva de maior demanda pela soja americana ajudou a reduzir as perds semanais, provocadas por um movimento de realização de lucros. O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na quarta, indicou safra e estoques americanos acima do esperado, fato que ajudou na correção da semana. Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 27,00 centavos ou 1,89% a US$ 14,50 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 14,53 3/4 por bushel, com ganho de 25,75 centavos de dólar ou 1,8%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 3,30 ou 0,81% a US$ 407,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 76,97 centavos de dólar, com ganho de 0,88 centavo ou 1,15%.

    MILHO: Chicago tem dia positivo, com fraqueza do dólar; semana registra perdas
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em alta. O cereal buscou suporte na fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes e na alta do petróleo, determinadas pela notícia de que a China vai relaxar as restrições para o combate à Covid-19, o que pode trazer maior demanda ao cereal estadunidense. Apesar da dia positivo, a variação semanal registrada no contrato dezembro foi significativamente negativa, com perdas acumuladas de 3,49% Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,58 por bushel, alta de 4,75 centavos de dólar, ou 0,72%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,63 por bushel, ganho de 3,50 centavos, ou 0,53% em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Após sessão volátil, Chicago encerra com boa alta
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais altos. Após sessão volátil, o mercado se consolidou no território positivo. O cereal vinha sendo pressionado pela maior oferta global divulgada pelo USDA na quarta-feira. No final da sessão, era sustentado pela alta do petróleo e a queda do dólar frente a outras moedas, além de esperanças de que a flexibilização das restrições da COVID-19 pela China possa aumentar a demanda por commodities. Na semana, o trigo acumulou queda de 4,01% no contrato dezembro. A GASC, estatal de grãos do Egito, comprou 280.000 toneladas de trigo russo diretamente de fornecedores, informou a Reuters, citando traders. A estatal pagou US$ 362,50 por tonelada com base em custo e frete para a remessa, que será enviada até dezembro. As informações são da Agência Dow Jones. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,13 3/4 por bushel, alta de 10,25 centavos de dólar, ou 1,27%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,35 1/4 por bushel, avanço de 9,50 centavos, ou 1,15%, em relação ao fechamento anterior.

    CARNE BOVINA: Sociedade Rural Argentina pede ao governo que normalize mercado impactado por seca
    A Comissão de Carnes da Sociedade Rural Argentina solicitou mais uma vez ao governo nacional que normalizem o mercado de carne bovina, que é impactado pela seca, atrasos cambiais e retenções. Em nota, o coordenador da Comissão, Carlos Odriozola, indicou que estes problemas compõem um cenário adverso para manter as expectativas empresariais e a evolução da pecuária. "Insistimos na urgente normalização do mercado de carne bovina como prioridade na agenda das autoridades nacionais", exigiu Odriozola. No final de outubro, os produtores solicitaram a eliminação do adiantamento de proventos e retenções pelos prejuízos gerados pela estiagem. "Os produtores estão preocupados com a seca e vemos como se perdem os rendimentos das culturas já plantadas, se atrasam as datas de início de plantio, redesenham-se estratégias pecuárias tanto para a carne quanto para o leite, e o panorama das produções regionais não é nada animador", concluiu o presidente da Sociedade Rural Argentina, Nicolás Pino. Com informações da Agência CMA Latam.