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    CONECTA NEWS – 12/07/2022

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    ALGODÃO: Preços derretem em NY, seguindo petróleo e temendo recessão
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços em forte baixa. Assimilando os dados do USDA, a fibra seguiu o desempenho de outras commodities, em mais um dia de forte aversão ao risco. A baixa acentuada do petróleo - mais de 8% - empurrou o algodão para o limite de baixa. Os operadores se mostram preocupado com uma possível recessão global. Os novos casos de covid na China incluem mais um fato negativo para os preços, com os negociadores temendo o recuo da demanda por parte daquele país. O relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou a produção de algodão do país na temporada 2022/23 em 15,5 milhões de fardos, ante 16,5 milhões no mês anterior. Para a safra 2021/22, são esperados 17,52 milhões de fardos. As exportações deverão ficar em 14 milhões de fardos em 2022/23, ante 14,5 milhões no mês anterior. O consumo interno foi previsto em 2,5 milhões de fardos para 2022/23, mesmo nível do mês passado. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais norte-americanos foram previstos em 2,4 milhões de fardos para a temporada 2022/23, ante 2,9 milhões no mês anterior. Na temporada 2021/22, foram 3,4 milhões de fardos. O USDA estimou a produção global de algodão em 120,07 milhões de fardos, ante 121,27 milhões no mês anterior. Para 2021/22, são esperados 116,22 milhões de fardos. As exportações mundiais de algodão foram estimadas em 46,38 milhões de fardos para 2022/23, ante 47,48 milhões no relatório anterior. A estimativa para o consumo mundial é de 119,92 milhões de fardos, ante 121,54 milhões no mês anterior. Os estoques finais foram projetados em 84,26 milhões de fardos, ante 82,77 milhões de fardos projetados no mês passado. Na safra 2021/22, eram esperados 84,04 milhões de fardos. Os contratos com entrega em dezembro fecharam a 90,84 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 4,00 centavos, ou de 4,21%. Março/2023 fechou a 86,68 centavos, com perda de 4,00 centavos, ou de 4,41%.

    MILHO: Colheita da safrinha atinge 20% no Paraná
    O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB), informou que a colheita de milho atinge 20% da área de milho, estimada em 2,718 milhões de hectares. A área deve subir 8% frente à temporada anterior, de 2,515 milhões de hectares. Segundo o Deral, 72% das lavouras apresentam boas condições de desenvolvimento, 21% condições médias e 7% ruins. As lavouras se dividem entre as fases de frutificação (25%) e maturação (75%). No dia 4 de julho, a colheita estava em 10%, com 72% das lavouras apresentavam boas condições, 21% condições médias e 7% ruins, entre fases de frutificação (36%) e maturação (64%). A 2a safra 2021/22 de milho no Paraná está estimada em 15,447 milhões de toneladas, volume 170% maior ante as 5,722 milhões de toneladas da temporada anterior. A produtividade média deve alcançar 5.682 quilos por hectare em 2021/22, acima da registrada na temporada anterior, de 2.637 quilos por hectare.

    CAFÉ: Colheita da safra 2021/22 atinge 54% no Paraná
    O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB), indicou que a colheita da safra de café 2021/22 atingiu 54% da área no Paraná. A área plantada com café na safra 2021/22 deve ficou em 27,1 mil hectares, 15% aquém dos 31,8 mil hectares na temporada anterior. O quadro de desenvolvimento das lavouras de café do estado aponta que 71% das lavouras estão em boas condições, 26% em situação média e 3% ruins, com 1% das lavouras em frutificação e 99% em maturação. No último dia 4 de julho, a colheita atingia 46% da área, com 70% das lavouras estão em boas condições, 27% em situação média e 3% ruins, com 3% das lavouras em frutificação e 97% em maturação. O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou que a safra 2021/22 de café do estado deve ficar em 34,9 mil toneladas, queda de 32% ante as 51 mil toneladas da temporada anterior. A retração se deve aos problemas de estiagem enfrentados pelo estado. A produtividade média é estimada em 1.289 quilos por hectare, abaixo dos 1.605 quilos colhidos na temporada 2019/20.

    MILHO: USDA indica maior oferta e Chicago cai quase 7% em dia de aversão
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais baixos. Além do sentimento de aversão ao risco e as preocupações com a recessão global, o mercado passou a ser pressionado significativamente pelos dados divulgados mais cedo no relatório de oferta e demanda de julho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Os Estados Unidos deverão colher 14,505 bilhões de bushels na temporada 2022/23, abaixo da estimativa do mercado, que previa uma produção de 14,520 bilhões de bushels, e acima dos 14,460 bilhões de bushels indicados no relatório de junho. A produtividade média em 2022/23 deve atingir 177 bushels por acres, mesmo número de junho. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 foram estimados em 1,470 bilhão de bushels, acima dos 1,433 bilhão de bushels previstos pelo mercado, contra 1,4 bilhão em junho. As exportações em 2022/23 foram indicadas em 2,4 bilhões de bushels e o uso de milho para a produção de etanol em 5,375 bilhões de bushels, ambos sem modificações frente aos números indicados no mês passado. Para a safra 2021/22, os estoques finais de passagem da safra 2021/22 foram estimados em 1,519 bilhão de bushels, ante 1,485 bilhão em junho, enquanto o mercado previa estoques de 1,491 bilhão de bushels. A safra global 2022/23 foi projetada em 1.185,9 milhão de toneladas, ante 1.185,81 milhão em junho. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2022/23 em 312,94 milhões de toneladas, acima dos 310,7 milhões de toneladas previstos pelo mercado e das 310,45 milhões de toneladas indicadas em junho. A safra dos Estados Unidos em 2022/23 foi indicada em 368,44 milhões de toneladas, contra as 367,30 milhões de toneladas apontadas em junho. A estimativa de safra brasileira é de 126 milhões de toneladas, inalterada. A produção da Argentina deve atingir 55 milhões de toneladas, também sem modificações. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 25 milhões de toneladas. A China teve sua estimativa de produção apontada em 271 milhões de toneladas, mesmo volume indicado em junho. Na sessão, os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 5,94 por bushel, recuo de 43,00 centavos de dólar, ou 6,75%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro de 2022 fechou a sessão a US$ 5,86 1/2 por bushel, baixa de 42,50 centavos, ou 6,75% em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Plantio da safra 2022 atinge 99% da área no Paraná
    O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o Paraná segue no cultivo da safra 2022 de trigo. Até agora, 99% da área de área estimada em 1,166 milhão de hectares, contra 1,225 milhão de hectares em 2021, queda de 5%. Segundo o Deral, 95% das lavouras de trigo apresentam boas condições de desenvolvimento e 5% situação média, com 5% das lavouras em germinação, 77% em crescimento vegetativo, 16% em floração e 2% em frutificação. No dia 4 de julho, o plantio atingia 96% da área e 97% das lavouras tinham boas condições e 3% situação média, entre as fases de germinação (10%), crescimento vegetativo (80%) e floração (10%). A safra 2022 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,856 milhões de toneladas, 20% acima das 3,208 milhões de toneladas colhidas na temporada 2021. A produtividade média é estimada em 3.307 quilos por hectare, acima dos 2.632 quilos por hectare registrados na temporada 2021.

    SOJA: Chicago despenca mais de 4%, seguindo petróleo e refletindo USDA
    Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em queda acentuada. O mercado fechou próxima das mínimas do dia. A forte baixa do petróleo e o relatório baixista do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) determinaram as fortes perdas. O mercado iniciou o dia no território negativo, seguindo o petróleo. Com o clima de aversão ao risco no financeiro, com as preocupações com a economia chinesa em meio a novo aumento nos casos de covid naquele pais e com o risco de recessão global, as perdas foram se acentuando. Após a divulgação dos dados do USDA, o mercado desabou de vez. Todos os grãos caíram ainda mais por conta do cenário de maior oferta indicado pelo Departamento. A soja seguiu esse caminho. O relatório indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,505 bilhões de bushels em 2022/23, o equivalente a 122,6 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 51,5 bushels por acre. Em junho, as indicações eram de 4,64 bilhões de bushels - 126,28 milhões de toneladas - e 51,5 bushel, respectivamente. O mercado apostava em número de 4,515 bilhões de bushels ou 122,88 milhões de toneladas. Os estoques finais estão projetados em 230 milhões de bushels ou 6,26 milhões de toneladas. Em junho, o número era de 280 milhões de bushels ou 7,62 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 214 milhões ou 5,82 milhões de toneladas. O USDA indicou esmagamento em 2,245 bilhões de bushels e exportação de 2,135 bilhões. No mês passado, a previsão era de 2,255 bilhões e de 2,2 bilhões, respectivamente. Em relação à temporada 2021/22, o Departamento indicou produção de 4,435 bilhões de bushels, ou 120,7 milhões de toneladas. Os estoques foram indicados em 215 milhões de bushels ou 5,85 milhões de toneladas. No mês passado, o número foi de 205 milhões ou 5,58 milhões de toneladas. O mercado apostava em número de 215 milhões ou 5,85 milhões. O relatório projetou safra mundial de soja em 2022/23 de 391,4 milhões de toneladas. Em junho, a projeção era de 395,4 milhões de toneladas. Os estoques finais estão estimados em 99,61 milhões de toneladas, contra 100,46 milhões de toneladas de maio. O mercado esperava por estoques finais de 99,2 milhões de toneladas. A projeção do USDA aposta em safra americana de 122,61 milhões de toneladas, contra 126,28 milhões em junhos. A safra brasileira foi indicada em 149 milhões e a argentina em 51 milhões de toneladas, sem alterações. A China deverá importar 98 milhões de toneladas, contra 99 milhões do relatório anterior. Em relação à temporada 2021/22, a produção global está estimada em 352,74 milhões de toneladas, com estoques finais de 88,73 milhões. O mercado projetava carryover de 86,4 milhões de toneladas. A estimativa para a safra brasileira foi mantida em 126 milhões e a previsão para a Argentina passou de 43,4 milhões de toneladas para 44 milhões. O número para a importação chinesa ficou em 90 milhões de toneladas, com corte de 2 milhões sobre junho. Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 53,75 centavos ou 3,53% a US$ 14,68 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 13,43 por bushel, com perda de 62,00 centavos de dólar ou 4,41%. Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com baixa de US$ 8,10 ou 1,87% a US$ 424,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 60,11 centavos de dólar, com perda de 3,61 centavos ou 5,66%.

    FEIJÃO: Colheita da 2a safra 21/22 atinge 99% no Paraná
    O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB), estimou que a colheita de feijão 2a safra atinge 99% da área estimada de 318,6 mil hectares, 17% acima dos 272,3 mil hectares plantados na safra anterior. Segundo o Deral, 44% das lavouras apresentam boas condições de desenvolvimento, 23% condições médias e 33% ruins, nas fases de frutificação (5%) e maturação (95%). No dia 4 de julho, a colheita atingia 98% da área, 43% das lavouras tinham boas condições, 24% situação média e 33% ruins, entre as fases de frutificação (5%) e maturação (95%). A produção da 2a safra de feijão em 2021/22 deve chegar a 556,7 mil toneladas, 95% acima das 286 mil toneladas na safra anterior (2020/21). A produtividade é estimada em 1.748 quilos por hectare, ante os 1.138 quilos por hectare da safra 2020/21.

    TRIGO: Chicago despenca quase 5% após USDA indicar maior oferta
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado foi pressionado pelo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que elevou suas projeções para estoques globais e dos EUA na temporada 2022/23. O documento ainda estimou maior safra estadunidense na temporada. A safra mundial de trigo em 2022/23 é estimada em 771,64 milhões de toneladas, contra 773,43 milhões de toneladas em junho. Para 2021/22, a estimativa ficou em 779,03 milhões de toneladas. Os estoques finais globais em 2022/23 foram estimados em 267,52 milhões de toneladas, acima das 266,85 milhões de toneladas estimadas no mês passado. O mercado esperava 267,8 milhões de toneladas. Para 2021/22, as reservas finais foram estimadas em 280,1 milhões de toneladas. O mercado esperava 279,5 milhões. A produção do cereal nos Estados Unidos em 2022/23 é estimada em 1,781 bilhão de bushels. Em junho, a projeção era de 1,737 bilhão. Para a safra 2021/22, a produção estadunidense ficou em 1,646 bilhão de bushels. Os estoques finais do país em 2022/23 foram projetados em 639 milhões de bushels. O mercado esperava 644 milhões. Em junho, eram 627 milhões. Em 21/22, foram 660 milhões, enquanto o mercado esperava 658 milhões de bushels. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em setembro de 2022 eram cotados a US$ 8,14 1/4 por bushel, baixa de 42,25 centavos de dólar, ou 4,93%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram negociados a US$ 8,30 1/4, recuo de 42,25 centavos de dólar, ou 4,84%, em relação ao fechamento anterior.

    CAFÉ: Etiópia fecha safra 2021/22 com recorde de receita na exportação
    A Etiópia obteve uma receita recorde de US$ 1,4 bilhão, através da exportação de 300.000 toneladas de de café no ano fiscal que começou em julho de 2021 e foi encerrado em junho de 2022, segundo o ministro da Agricultura do país, Oumer Hussein. "Comparado com os ganhos médios anuais, o país gerou US$ 500 milhões adicionais", disse Hussein em um post no Twitter. A produção de café da Etiópia está prevista em 7,6 milhões de sacas de 60 quilos no ano de outubro de 2021 a setembro de 2022, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A Etiópia, o terceiro maior produtor de café arábica do mundo, consome quase metade de sua produção, volume que é considerado alto tratando-se um grande país produtor, disse o USDA em seu relatório anual sobre café da Etiópia. Os principais destinos de exportação de café da Etiópia incluem Alemanha, América do Norte, Bélgica, Japão e China. As informações são da Dow Jones.

    MILHO: Line-up prevê embarques de 5,781 milhões de toneladas em julho
    O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, indicou que poderão ser exportadas 5,781 milhões de toneladas de milho em julho, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado. Desse total, 1,592 milhão de toneladas já foram embarcadas. Para agosto, o line-up projeta embarques de 885 mil toneladas do cereal. Entre março e maio, o line-up indica que foram embarcadas 2,186 milhões de toneladas de milho. Em junho foram embarcadas 1,712 milhão de toneladas do cereal. No acumulado de fevereiro/22 a janeiro/23, a programação de embarques até agora aponta volumes de 11,089 milhões de toneladas de milho.

    CAFÉ: Nova York atinge mínimas de dois meses com real fraco
    A Bolsa de Mercadorias e Futuros de Nova York (ICE Futures US) para o café arábica fechou a sessão de hoje com cotações acentuadamente mais baixas. Os contratos com entrega em setembro/2022 do café arábica encerraram a sessão negociados a 205,35 centavos de dólar por libra-peso, queda de 7,90 centavos (-3,7%) ante ao fechamento anterior. No fechamento, dezembro/2022 tinha cotação de 202,75 centavos (-3,72%). O mercado estendeu as perdas das últimas sessões, atingindo mínimas de dois meses, pressionado pelo sentimento de aversão ao risco, em dia de enfraquecimento da moeda brasileira ante o dólar. Com o real desvalorizado, as exportações do Brasil, maior produtor mundial de café, são estimuladas. Temores de recessão econômica nos Estados Unidos e na Europa levantam dúvida sobre o consumo de commodities básicas, como o café, e mantêm os contratos futuros sob pressão. "A perspectiva macro permanece volátil, e os fundamentos não são bons para o real brasileiro", disse um trader, citando movimentos do governo do país para aumentar os gastos públicos em um ano eleitoral.

    MILHO: Colheita da safrinha em Mineiros (GO) atinge 20%
    A colheita de milho safrinha avançou para 20% em Mineiros, no sudoeste de Goiás, na área cultivada de 80 mil hectares, segundo informações do departamento técnico da COPLAN - Comiva Planejamento Agropecuário. O engenheiro-agrônomo Sirlei Carvalho Rezende destaca que o rendimento médio das lavouras colhidas atinge 7.200 quilos por hectare, correspondendo ao cereal que foi menos afetado pela estiagem. "Daqui para frente a expectativa é de que a produtividade possa vir a declinar", comenta. O rendimento médio final previsto para as lavouras se situa agora abaixo de 6.000 quilos por hectare, em razão das chuvas irregulares registradas na região a partir de abril. No momento, as lavouras ainda não colhidas se dividem entre as enchimento de grãos e maturação. De acordo com o mais recente levantamento de SAFRAS & Mercado, a safrinha de milho de Goiás em 2022 é estimada em 11,636 milhões de toneladas, superando as 8,977 milhões de toneladas colhidas na temporada 2021. A área cultivada cresceu 2,3% e ocupou 2,403 milhões de hectares. O rendimento médio das lavouras é estimado em 4.841 quilos por hectare. Segundo o mais recente levantamento de SAFRAS & Mercado, até o dia 8 de julho a colheita da safrinha atingia 30,8% da área no estado, contra 8,8% no mesmo período do ano passado. A média de colheita dos últimos cinco anos no estado é de 17,1%.