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    CONECTA NEWS – 12/08/2022

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    ALGODÃO: Colheita chega a 74,26% no Mato Grosso IMEA
    A colheita de algodão 2021/22 do Mato Grosso atingiu 74,26%, conforme o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), com número obtido até 12 de agosto. No mesmo período do ano passado, a colheita era de 52,47%. Na semana anterior, o percentual era de 58,24 pontos percentuais.

    MILHO: Colheita da safrinha chega a 99,97% no Mato Grosso IMEA
    A colheita da segunda safra de milho 2021/22 do Mato Grosso atingiu 99,97%, conforme o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), com número obtido até 12 de agosto. Na semana anterior, o índice era de 99,73%. No mesmo período do ano passado, a colheita era de 98,88%.

    ALGODÃO: NY tem quarta sessão de ganhos em dia de USDA altista
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta sexta-feira. Foi a quarta sessão seguida de alta, com as cotações reagindo ao relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que reduziu a estimativa da produção americana em 2022/23, diante da piora nas condições das lavouras. O relatório mensal de oferta e demanda do USDA estimou a produção de algodão do país na temporada 2022/23 em 12,57 milhões de fardos, ante 15,5 milhões no mês anterior. O mercado esperava 14,75 milhões de fardos. Para a safra 2021/22, são esperados 17,52 milhões de fardos. As exportações deverão ficar em 12 milhões de fardos em 2022/23, ante 14 milhões no mês anterior. O consumo interno foi previsto em 2,3 milhões de fardos para 2022/23, ante 2,5 milhões no mês passado. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais norte-americanos foram previstos em 1,8 milhão de fardos para a temporada 2022/23, ante 2,4 milhões no mês anterior. O mercado esperava 2,17 milhões de fardos. Na temporada 2021/22, foram 3,5 milhões de fardos. O USDA estimou a produção global de algodão em 117,01 milhões de fardos, ante 120,07 milhões no mês anterior. Para 2021/22, são esperados 115,96 milhões de fardos. As exportações mundiais de algodão foram estimadas em 44,58 milhões de fardos para 2022/23, ante 46,38 milhões no relatório anterior. A estimativa para o consumo mundial é de 119,09 milhões de fardos, ante 119,92 milhões no mês anterior. Os estoques finais foram projetados em 82,77 milhões de fardos, ante 84,26 milhões de fardos projetados no mês passado. O mercado esperava 83,68 milhões de fardos. Na safra 2021/22, eram esperados 84,72 milhões de fardos. A expectativa é que a China colha 27,50 milhões de fardos na temporada 2022/23, mesmo nível do mês passada. A produção do Paquistão para 2022/23 foi prevista em 6,2 milhões de fardos, mesmo nível do mês passado. O Brasil tem a safra 2022/23 estimada em 13 milhões de fardos, mesmo patamar do relatório anterior. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 108,59 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 4,00 centavos, ou de 3,8%.

    CAFÉ: Estoques certificados de Nova York inalterados em 12/08
    Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 12 de agosto de 2022 estão em 571.905 sacas de 60 quilos, inalterados em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE Futures. Em igual período do ano passado, os estoques estavam em 2.158.987 sacas.

    MILHO: Line-up prevê embarques de 8,168 milhões de toneladas em agosto
    Porto Alegre, 12 de agosto de 2022 - O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, indicou que poderão ser exportadas 8,168 milhões de toneladas de milho em agosto, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado. O volume já embarcado no mês atinge 2,360 milhões de toneladas. Para setembro o line-up projeta embarques de 495,515 mil toneladas do cereal. No acumulado de fevereiro/22 a janeiro/23, a programação de embarques até agora aponta volumes de 18,779 milhões de toneladas de milho.

    MILHO: USDA corta safra e estoques dos EUA e Chicago fecha em forte alta
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado digeriu os números divulgados mais cedo no relatório de oferta e demanda de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Na semana, a posição setembro subiu 4,83%. Os Estados Unidos deverão colher 14,359 bilhões de bushels na temporada 2022/23, abaixo da estimativa do mercado, que previa uma produção de 14,383 bilhões de bushels, e aquém dos 14,505 bilhões de bushels indicados no relatório de julho. A produtividade média em 2022/23 deve atingir 175,4 bushels por acres, abaixo dos 177 bushels por acre indicados em julho e dos 175,8 bushels previstos pelo mercado. Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 foram estimados em 1,388 bilhão de bushels, acima dos 1,383 bilhão de bushels previstos pelo mercado, contra 1,470 bilhão em julho. Os estoques finais de passagem da safra 2021/22 foram estimados em 1,530 bilhão de bushels, ante 1,519 bilhão em julho, enquanto o mercado previa estoques de 1,518 bilhão de bushels. A safra global 2022/23 foi projetada em 1.179,61 milhão de toneladas, ante 1.185,9 milhão em julho. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2022/23 em 306,68 milhões de toneladas, abaixo dos 309,8 milhões de toneladas previstos pelo mercado e das 312,94 milhões de toneladas indicadas em julho. Na sessão, os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 6,39 3/4 por bushel, ganho de 10,50 centavos de dólar, ou 1,66%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro de 2022 fechou a sessão a US$ 6,42 1/4 por bushel, alta de 14,50 centavos, ou 2,3% em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Chicago cai digerindo USDA e com novas exportações da Ucrânia
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. O mercado repercutiu o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que trouxe muitos números abaixo do esperado, ainda que tenha elevado suas projeções para as safras de trigo dos EUA e do mundo. Os estoques ao final de 22/23 tanto norte-americanos quanto globais sofreram cortes ante o mês passado. A produção do cereal nos EUA em 2022/23 é estimada em 1,783 bilhão de bushels. O mercado esperava 1,792 bilhão. Em julho, a projeção era de 1,781 bilhão. Para a safra 2021/22, a produção estadunidense ficou em 1,646 bilhão de bushels. Os estoques finais do país em 2022/23 foram projetados em 610 milhões de bushels. O mercado esperava 652 milhões. Em julho, eram 639 milhões. Em 21/22, foram 660 milhões, mesmo volume previsto pelo mercado. A safra mundial de trigo em 2022/23 é estimada em 779,6 milhões de toneladas, contra 771,64 milhões de toneladas em julho. Para 2021/22, a estimativa ficou em 779,24 milhões de toneladas. Os estoques finais globais em 2022/23 foram estimados em 267,34 milhões de toneladas, abaixo das 267,52 milhões de toneladas estimadas no mês passado. O mercado esperava 267,8 milhões de toneladas. Para 2021/22, as reservas finais foram estimadas em 276,35 milhões de toneladas. O mercado esperava 280,1 milhões. Notícias de novos carregamentos de grãos ucranianos pelo Mar Negro também atuaram como fator baixista. A primeira exportação de trigo após o acordo foi registrada. O produto tem como destino a Turquia. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em setembro de 2022 eram cotados a US$ 8,06 por bushel, recuo de 4,75 centavos de dólar, ou 0,58%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram negociados a US$ 8,22 1/2 por bushel, recuo de 3,75, ou 0,45%, em relação ao fechamento anterior. Na semana, a posição setembro subiu 3,9%.

    SOJA: Em dia volátil, Chicago fecha em leve alta por clima seco. USDA limita ganhos
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em alta. A sessão foi de muita volatilidade, mas a preocupação com o clima seco nos Estados Unidos suplantou a pressão exercida pelo relatório baixista do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na parte final das negociações. O relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,531 bilhões de bushels em 2022/23, o equivalente a 123,3 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 51,9 bushels por acre. Em julho, as indicações eram de 4,505 bilhões de bushels - 122,6 milhões de toneladas - e 51,5 bushel, respectivamente. O mercado apostava em número de 4,471 bilhões de bushels ou 121,7 milhões de toneladas. Os estoques finais estão projetados em 245 milhões de bushels ou 6,67 milhões de toneladas. Em julho, o número era de 230 milhões de bushels ou 6,26 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 227 milhões ou 6,18 milhões de toneladas. O USDA indicou esmagamento em 2,245 bilhões de bushels e exportação de 2,155 bilhões. No mês passado, a previsão era de 2,245 bilhões e de 2,135 bilhões, respectivamente. Em relação à temporada 2021/22, o Departamento indicou produção de 4,435 bilhões de bushels, ou 120,7 milhões de toneladas. Os estoques foram indicados em 225 milhões de bushels ou 6,12 milhões de toneladas. No mês passado, o número foi de 215 milhões ou 5,85 milhões de toneladas. O mercado apostava em número de 228 milhões ou 6,2 milhões. O relatório projetou safra mundial de soja em 2022/23 de 392,8 milhões de toneladas. Em julho, a projeção era de 391,4 milhões de toneladas. Os estoques finais estão estimados em 101,41 milhões de toneladas, contra 99,61 milhões de toneladas de julho. O mercado esperava por estoques finais de 99,2 milhões de toneladas. A projeção do USDA aposta em safra americana de 123,6 milhões de toneladas, contra 122,6 milhões em julho. A safra brasileira foi indicada em 149 milhões e a argentina em 51 milhões de toneladas, sem alterações. A China deverá importar 98 milhões de toneladas, sem mudança na previsão. Em relação à temporada 2021/22, a produção global está estimada em 352,74 milhões de toneladas, com estoques finais de 89,73 milhões. O mercado projetava carryover de 88,9 milhões de toneladas. A estimativa para a safra brasileira foi mantida em 126 milhões e a previsão para a Argentina permaneceu em 44 milhões. O número para a importação chinesa ficou em 90 milhões de toneladas, repetindo julho. Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 14,75 centavos ou 0,97% a US$ 15,35 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 14,54 1/4 por bushel, com ganho de 5,75 centavos de dólar ou 0,39%. Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 8,20 ou 1,79% a US$ 464,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 69,53 centavos de dólar, com ganho de 0,23 centavo ou 0,33%.

    CARNE BOVINA: China segue como principal mercado de exportação para Marfrig
    Em teleconferência de resultados relativas ao segundo trimestre de 2022, a Marfrig sinalizou que a China segue como o principal mercado para a exportação de carne bovina da companhia. De acordo com o CEO da Marfrig, Miguel Gularte, a China e Hong Kong responderam por 74% das receitas das exportações registrada pelas operações da empresa na América do Sul no segundo trimestre deste ano, contra 62% no mesmo período do ano passado. Ele destaca que a expectativa é de que a China possa importar 3,2 milhões de toneladas de carne bovina em 2022, respondendo por 32% das importações globais da proteína. No que tange ao Brasil, Gularte destaca que o preço da arroba seguiu praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado, mesmo com um cenário de aumento de oferta de gado no primeiro e no segundo trimestre deste ano, o que possibilitou um bom direcionamento de exportações para a China. No Uruguai, o primeiro semestre foi intenso, conforme Gularte, com um preço de gado elevado e um preço de venda também alto, o que possibilitou boas exportações para a China. Ele detalha que houve um intenso abate de gado e agora o país enfrenta uma entressafra no inverno. No entanto, o bom número de nascimentos de terneiros no país deverá contribuir para uma recuperação dos abates. Com relação à Argentina, Gularte informa que o país segue com as exportações limitadas por decisões do governo, muito embora a companhia tenha conseguido ter uma boa performance no mercado interno, mesmo com o cenário de inflação e recessão enfrentado pelo país. "Ainda assim a Marfrig tem conseguido exportar carne bovina com maior valor agregado e pela cota Hilton", disse.

    ALGODÃO: Beneficiamento da safra do Brasil chega a 28%
    A Abrapa estimou que o beneficiamento da safra 2021/22 de algodão no Brasil chegou a 28% no dia 11 de agosto. O Mato Grosso tinha 23% da safra beneficiada; Bahia, 43%; Goiás, 42%; Minas Gerais, 38%; Mato Grosso do Sul, 36%; Piauí, 34%; São Paulo, 98%; e Paraná, 94%. As informações são da Abrapa.