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    CONECTA NEWS – 16/09/2022

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    MERCADO TRIGO: Brasil encerra semana com preços em queda
    O mercado doméstico de trigo encerrou a terceira semana do mês de setembro com preços em queda. No Paraná, as indicações estão por volta de R$ 1.700/tonelada nas regiões de produção, o que corresponde a uma queda de 2,5% em relação à semana anterior. Muitos compradores, que seguem na defensiva, já indicam R$ 1.650/tonelada no FOB interior. As condições das lavouras seguem muito boas e a estimativa é de que a produção, estimada inicialmente em 3,9 milhões de toneladas, possa alcançar entre 4,2 e 4,3 milhões de toneladas, principalmente se o potencial da região dos campos gerais se confirmar. Além de uma frente fria que pode trazer geadas na próxima semana, a possibilidade de ocorrência de chuvas no período da colheita gera preocupação. No Rio Grande do Sul as indicações da safra velha ficam por volta de R$ 1.650/tonelada no FOB interior, o que corresponde a uma queda semanal de 0,6%. Para a safra entre R$1.500 e R$ 1.550 a tonelada. A paridade de exportação para o trigo gaúcho em relação ao da safra nova argentina fechou a semana em R$ 1.490/tonelada. O preço do milho está em R$ 1.533/tonelada. A tendência para as próximas semanas segue sendo de pressão sobre as cotações, motivada pelo avanço da colheita no país. Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais altos. O mercado reverteu as perdas registradas mais cedo e passou a ter ganhos significativos, buscando uma recuperação frente à forte queda de ontem. A reversão do petróleo contribuiu com o movimento do grão. Na semana, a posição dezembro caiu 1,12%. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,59 3/4 por bushel, ganho de 14,75 centavos de dólar, ou 1,74%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,74 3/4 por bushel, alta de 14,25 centavos, ou 1,65%, em relação ao fechamento anterior. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,40%, negociado a R$ 5,2600 para venda e a R$ 5,2580 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2500 e a máxima de R$ 5,3100. Na semana, o dólar acumulou alta de 2,2% ante o real.

    MILHO: Mercado deve observar necessidade de abertura de espaço em armazéns
    Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias. - As negociações nos portos foram novamente o destaque ao longo da semana. O milho brasileiro permanece bastante demandado internacionalmente. - Ocorreram negociações em Santos e em Paranaguá acima de R$ 90 a saca durante a semana. - Sob o prisma do abastecimento doméstico existem dois pontos a serem considerados quando pode ser evidenciado maior volume de oferta, no final do mês com vencimento de dívidas do produtor e na virada de ano com a necessidade de liberar espaço nos armazéns para a entrada da safra de soja. - O frete torna o abastecimento no Rio Grande do Sul e Santa Catarina mais oneroso. - Vendas líquidas semanais e evolução da colheita serão variáveis importantes para a formação de tendência de curto prazo. - O avanço da colheita é um fator de queda no curto prazo; - A quebra da safra europeia ainda remete a um quadro de estoques muito apertados, o que remete a forte ímpeto exportador do Brasil e dos Estados Unidos. A safra chinesa de milho transcorre dentro da sua normalidade apesar do clima desfavorável, o que acaba afastando o país das compras no decorrer deste semestre.

    MERCADO ETANOL: Distribuidoras se afastam e preços param de subir nas usinas
    O mercado físico de etanol encerrou a semana com preços firmes. Segundo informações da Consultoria SAFRAS & Mercado, o movimento de alta nos preços que iniciara ainda na terça-feira parou hoje. Não que o mercado tenha recuado, mas, em linha quase oposta, acabou perdendo força para seguir em suas valorizações. Muitas distribuidoras acabaram se afastando das compras de curto prazo em função do rápido crescimento nos preços em um curto espaço de tempo, o que provoca um impacto muito forte na relação de competitividade com a gasolina a ser observada ao longo da terceira e da quarta semana de setembro. Com isto, a ausência da força compradora acabou neutralizando a tendência de alta que se desenhava até então, disse o analista Maurício Muruci. Em Ribeirão Preto, São Paulo, os preços do etanol hidratado subiram 10% desde terça-feira até ontem. Também fundamenta a ausência das distribuidoras a reação relativamente limitada da demanda interna que, por mais que tenha crescido, ainda se encontra abaixo da linha de 1,4 bilhão de litros para o hidratado no Centro-Sul, completou Muruci. Neste contexto, o etanol hidratado em Ribeirão Preto permaneceu com preço de R$ 2,68 o litro nesta sexta-feira.

    MERCADO SOJA: Preços sobem no Brasil sustentados por dólar
    Os preços da soja subiram no Brasil nesta sexta-feira, sustentados pela valorização do dólar em relação ao real. Em Chicago, as cotações apresentaram volatilidade. A comercialização da oleaginosa seguiu pontual. Na semana, o volume ficou entre 200 e 300 mil toneladas, o que é considerado um nível baixo por analistas de SAFRAS & Mercado. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 183,00. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 182,00. No Porto de Rio Grande, o preço subiu de R$ 190,00 para R$ 191,00. Em Cascavel, no Paraná, o preço cresceu de R$ 182,50 para R$ 183,50. No porto de Paranaguá (PR), a saca valorizou de R$ 189,00 para R$ 190,00. Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 173,00. Em Dourados (MS), a cotação passou de R$ 176,00 para R$ 177,00. Em Rio Verde (GO), a saca foi de R$ 170,00 para R$ 171,00. Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em baixa, reduzindo a alta semanal da posição novembro para 2,6%. O cenário de aversão ao risco no financeiro e sinais de menor demanda pela soja americana determinaram o recuo de hoje. Após a alta de 5% na abertura da semana - reflexo do surpreendente relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que indicou safra e estoques americanos bem abaixo do esperado -, o mercado acumulou sessões de ajustes técnicos. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos ou 0,2% a US$ 14,48 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,55 1/4 por bushel, com perda de 2,75 centavos de dólar ou 0,18%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 6,30 ou 1,47% a US$ 421,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 65,83 centavos de dólar, com ganho de 1,53 centavo ou 2,37%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,40%, negociado a R$ 5,2600 para venda e a R$ 5,2580 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2500 e a máxima de R$ 5,3100. Na semana, o dólar acumulou alta de 2,2% ante o real.

    MERCADO AÇÚCAR: Semana termina com preços estáveis no cenário doméstico
    Os preços do açúcar cristal ficaram estáveis no mercado físico paulista no dia de hoje. Em Ribeirão Preto, preços a R$ 124,00 a saca (21,47 centavos). O etanol hidratado foi 28,51% mais baixo que o açúcar bruto de Nova York equivalendo a 13,09 centavos de dólar por libra-peso (PVU) e 32,33% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 83,90 por saca (14,53 centavos). Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em baixa. Os contratos com entrega em outubro/2022 encerraram o dia a 17,88 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,30 centavo (-1,65%) em relação ao fechamento anterior, acumulando perda de 1,86% na semana. A posição março/2023 fechou cotada a 17,56 centavos (-1,78%). O mercado seguiu caindo, estendendo as perdas das últimas sessões, com o prognóstico de chuvas benéficas em regiões canavieiras do Brasil para os próximos dez dias. Ao mesmo tempo, o real se enfraquece ante o dólar e o barril do petróleo segue bem mais barato em comparação há poucos meses, fatores que estimulam as exportações por parte das usinas brasileiras e sinalizam para um crescimento na oferta global de açúcar, na medida que o etanol perde competitividade. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,40%, negociado a R$ 5,2600 para venda e a R$ 5,2580 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2500 e a máxima de R$ 5,3100. Na semana, o dólar acumulou alta de 2,2% ante o real.

    AÇÚCAR: Fundos/especuladores elevam carteira comprada em NY
    A CFTC (Commodity Futures Trading Comission) divulgou os números do relatório de compromissos dos traders com dados até 13 de setembro para o açúcar bruto na ICE Futures U.S. (Bolsa de Nova York). Os números do relatório revelam que os grandes fundos e especuladores possuíam até a data 68.330 posições líquidas compradas (long), ante 57.771 posições compradas na semana anterior. As casas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, estavam com uma posição líquida vendida (short) de 79.426 contratos. As posições não reportáveis, que representam pequenos especuladores e negociadores locais, indicam que os especuladores estão comprados em 11.096 contratos líquidos. Em 13 de setembro, 751.873 contratos estavam em aberto no mercado futuro de açúcar bruto da ICE Futures US, 8.728 lotes a menos que na semana anterior.

    ETANOL: Acordo do setor ferroviário evita situação catastrófica para indústria dos EUA
    O acordo provisório entre ferrovias e sindicatos que representam os trabalhadores ferroviários evitou o que teria sido uma crise para a indústria de etanol dos Estados Unidos, disse o CEO da Associação de Combustíveis Renováveis (RFA, na sigla em inglês), Geoff Cooper. "Uma paralisação no serviço ferroviário seria catastrófica para a indústria de etanol, já que mais de 70% do etanol que produzimos é transportado por ferrovias", afirmou. As informações partem da Dow Jones.

    TRIGO: Associação corta projeção para safra da União Europeia
    A associação de comercio da União Europeia COCERAL, rebaixou, nesta sexta, sua projeção para a safra de trigo soft do bloco em 2,5 milhões de toneladas. O volume, agora, é estimado em 140,5 milhões de toneladas. As informações são da QTInfo News.