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    CONECTA NEWS – 17/08/2022

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    MERCADO AÇÚCAR: Estabilidade na quarta-feira no país
    O mercado brasileiro de açúcar registrou preços estáveis nesta quarta-feira, em dia de leve baixa para o açúcar na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), compensada pela desvalorização do dólar. Em Ribeirão Preto preços estáveis a R$ 129,00 "US$/cents 22,77". Embarcado em big bags ela é cotada a R$ 128,00 "US$/cents 22,59". O açúcar com maior coloração, com 180 Icumsa, fico cotado ao redor de R$ 128,00 "US$/cents 22,59". O etanol hidratado se mostrou 12,73% mais baixo que o açúcar bruto em Nova York equivalendo a US$/cents 14,33 "PVU" e 30,10% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 50kg 90,17 "US$/cents 15,91". Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em leve baixa. Os contratos com entrega em outubro/2022 encerraram o dia a 18,24 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,03 centavo (-0,16%). A posição Março/2023 fechou cotada a 18,21 centavos -0,21%). O mercado estendeu as perdas recentes, enfraquecido diante da queda nas cotações internacionais do petróleo que resultam em preços mais baratos da gasolina no Brasil, um fator que torna o etanol menos atrativo para as usinas e potencialmente aumenta a produção de açúcar. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,52%, sendo negociado a R$ 5,1670 para venda e a R$ 5,1650 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1480 e a máxima de R$ 5,2140.

    CAFÉ: SAFRAS estima colheita 2022/23 no Brasil em 92% até 16/agosto
    A colheita de café da safra brasileira 2022/23 está em 92% até o dia 16 de agosto. O número faz parte do levantamento semanal de SAFRAS & Mercado para a evolução da colheita da safra. Na semana anterior, o índice era de 89%. Tomando por base a estimativa de SAFRAS para a produção de café do Brasil em 2022/23, de 61,1 milhões de sacas de 60 quilos, é apontado que foram colhidas 55,93 milhões de sacas até o dia 16 de agosto. A colheita está no mesmo patamar de igual período do ano passado. Os trabalhos estão atrasados contra à média dos últimos 5 anos, que é de 94%. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, a colheita de café no Brasil diminuiu o ritmo nesta reta final. Os trabalhos com conilon estão praticamente encerrados. E só não terminaram até agora devido ao atraso inicial, diante da maturação tardia e da falta de mão de obra. No arábica, as chuvas dos últimos dias acabaram reduzindo o ritmo dos trabalhos, comenta. A colheita de arábica chega a 88% da produção, em linha com os 88% colhidos em igual período ano passado, mas aquém dos 91% de média dos últimos 5 anos. Já os trabalhos com conilon alcançam 99% do potencial da safra, já bem perto do final.

    MERCADO BOI: Preços fracos nesta quarta-feira no Brasil
    O mercado físico do boi gordo voltou a operar com preços de estáveis a mais baixos nesta quarta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios volta a sugerir pela continuidade do movimento de queda no curto prazo, em linha com a posição bastante confortável das escalas de abate neste momento. A incidência de animais a termo é outro fator que mantém a programação da indústria em posição de grande conforto. A expectativa é que os frigoríficos sigam testando o mercado no curto prazo, com tentativas de compra abaixo da referência média, comenta o consultor. Para que haja alta dos preços do boi gordo é necessário o encurtamento das escalas de abate e enxugamento dos estoques de carne dos frigoríficos, avalia. Com isso, em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 297,00 na modalidade à prazo, no comparativo com R$ 299,00 de ontem. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 279,00, estável. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 272,00, contra R$ 273,00 de ontem. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 280,00 por arroba, estável. Em Goiânia, preços a R$ 275,00 a arroba, sem alterações. Atacado Já o mercado atacadista volta a apresentar queda das cotações no decorrer da quarta-feira, consequência da lenta reposição entre atacado e varejo no decorrer da segunda quinzena do mês. Além disso, os frigoríficos ainda contam com estoques confortáveis neste momento. A expectativa é que até o período de virada de mês o viés de queda se prolongue, afirma Iglesias. Quarto traseiro foi precificado a R$ 21,65, por quilo, queda de R$ 0,15. Quarto dianteiro foi cotado a R$ 16,70, por quilo, queda de R$ 0,10. Ponta de agulha foi precificada a R$ 16,60, por quilo, queda de R$ 0,15. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,52%, sendo negociado a R$ 5,1670 para venda e a R$ 5,1650 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1480 e a máxima de R$ 5,2140.

    SOJA/MILHO: Preços de fretes oscilam nas principais rotas do país
    Levantamento elaborado por SAFRAS & Mercado indica que os preços dos fretes da soja e do milho oscilaram nas principais rotas de escoamento do país na semana terminada em 17 de agosto. O frete entre Cascavel e Paranaguá caiu de R$ 143,00 para R$ 132,00 por tonelada. Entre Sorriso (MT) e Paranaguá, o preço por tonelada caiu de R$ 490,00 para R$ 460,00. De Rondonópolis a Paranaguá, os preços caíram de R$ 370,00 para R$ 340,00 por tonelada. Entre Passo Fundo e Rio Grande, o frete seguiu em R$ 120,00 por tonelada. Entre Rio Verde (GO) e o Porto de Santos, os preços baixaram de R$ 325,00 para R$ 300,00 por tonelada.

    ALGODÃO: NY cai com realização de lucros após subir mais de 22%
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais baixos nesta quarta-feira. Após seis pregões de altas consecutivas, acumulando ganhos de mais de 22%, NY enfim teve um movimento técnico corretivo. Depois do relatório de oferta e demanda de sexta-feira (12/08) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), com dados abaixo das expectativas para a produção e estoques finais americanos e globais, as cotações dispararam na bolsa. Naturalmente, o mercado apresentaria em algum momento realização de lucros e correção técnica. E foi o que ocorreu nesta quarta-feira. Traders citam ainda dados negativos da economia chinesa, que sugerem queda no consumo do país. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 113,54 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 3,31 centavos, ou de 2,8%.

    MILHO: Chicago fecha mista entre menor demanda e recuperação técnica
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mistos. Em sessão marcada por volatilidade, o mercado oscilou entre a menor produção de etanol nos EUA e um movimento de recuperação técnica. A produção de etanol de milho dos Estados Unidos diminuiu 3,8% na semana encerrada em 12 de agosto, atingindo 983 mil barris diários (*), ante 1.022 mil barris na semana anterior (05) segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia). Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 23,256 milhões de barris para 23,446 milhões de barris no mesmo período comparativo (+0,81%). (*) Cada barril equivale a 159 litros. Na sessão, os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 6,15 por bushel, ganho de 4,00 centavos de dólar, ou 0,65%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro de 2022 fechou a sessão a US$ 6,12 por bushel, alta de 1,75 centavo, ou 0,28% em relação ao fechamento anterior.

    BIOCOMBUSTIVEIS: ANP divulga balanço sobre o RenovaBio relativo ao primeiro semestre
    No primeiro semestre de 2022, 13 novos processos de Certificação de Biocombustíveis foram aprovados e houve aumento de processos de renovação da certificação, com 40 produtores recertificados, segundo balanço divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com o balanço sobre o RenovaBio relativo ao primeiro semestre de 2022, a maior parte das unidades produtoras certificadas são da rota de produção de etanol combustível de primeira geração, produzido a partir de cana-de-açúcar (E1GC), totalizando 266 unidades produtoras certificadas do total de 356 unidades autorizadas. O segundo maior quantitativo de unidades produtoras certificadas vem da rota de produção de biodiesel, com 32 unidades certificadas. A rota de produção de etanol combustível de primeira geração, produzido a partir de cana-de-açúcar e milho (E1GFlex), teve seis unidades produtoras certificadas, e a rota de produção de biometano contou com três unidades certificadas. Por fim, as rotas de produção de etanol combustível de primeira e segunda geração (E1G2G) e de etanol combustível de primeira geração produzido a partir de milho (E1GM) tiveram uma e quatro unidades produtoras certificadas, respectivamente. Até 30 de junho, foram emitidos 64.576.883 CBIOS (Créditos de Descarbonização), provenientes das seis rotas de produção de biocombustíveis do RenovaBio. As rotas de E1GC e de E1G2G foram responsáveis pela emissão de 53.195.971 CBIOS, representando 82,38% do total de CBIOS emitidos. Já a rota de biodiesel representa 14,35% do total, gerando 9.268.810 CBIOS. As rotas de E1GM e E1GFlex representam 1,76% e 1,19% do total de CBIOS emitidos com 1.135.871 e 767.389 CBIOS, respectivamente. Por sua vez, a rota de biometano gerou 208.842 CBIOS, representando 0,32% do total emitido. As informações partem da Agência CMA.