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    CONECTA NEWS – 17/10/2022

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    SOJA: USDA aponta colheita em 63% nos Estados Unidos
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 16 de outubro, a área colhida estava apontada em 63%. O mercado esperava 60%. Na semana passada, o percentual era de 44 pontos. Em igual período do ano passado, a colheita era de 58%. A média é de 52%.

    MILHO: 53% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 16 de outubro, 53% estavam entre boas e excelentes condições (o mercado esperava 54)% , 26% em situação regular e 21% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 54%, 26% e 20%, respectivamente.

    MILHO: USDA aponta colheita em 45% nos Estados Unidos
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 16 de outubro, a área colhida estava em 45%. O mercado esperava 46%. Na semana anterior, o percentual era de 31 pontos. Em igual período do ano passado o número era de 50%. A média para os últimos cinco anos é de 40%.

    CLIMA: Inmet prevê chuvas significativas no Norte, Centro-Oeste e no Sul do Brasil até dia 24
    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), prevê maiores acumulados de chuvas nos extremos Norte, Centro-Oeste e Sul do Brasil entre 18 e 24 de outubro. No Norte, são esperados acumulados entre 20 e 60 milímetros (mm) no noroeste da região, com destaque para o oeste do Amazonas, norte de Roraima, sul de Rondônia e noroeste do Pará, onde os resultados poderão ultrapassar 80 mm. No oeste dos estados do Tocantins e Amapá e, também, no leste do Pará, a previsão indica acumulados menores que 10 mm. No Nordeste do País, não há previsão de chuva no interior da região devido ao predomínio de uma massa de ar quente e seco. Entretanto, podem ocorrer pancadas de chuva isoladas na costa leste, com valores abaixo de 10 mm. No Centro-Oeste, o registro de chuva pode ocorrer em parte da região, com acumulados acima de 70 mm em áreas do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, principalmente, entre os dias 21 e 22 de outubro, causados por áreas de instabilidade associadas ao calor e à umidade. Já no sul de Goiás e nordeste do Mato Grosso, os totais de chuva podem ficar abaixo de 40 mm. Nas demais áreas, a previsão indica acumulados inferiores a 10 mm. Da mesma forma, as regiões Sudeste e Sul do Brasil deverão registrar, a partir do dia 21 deste mês, grandes volumes de chuva que vão persistir até, pelo menos, o dia 24. São previstos acumulados acima de 70 mm no extremo sul de São Paulo, áreas do Rio de Janeiro, Paraná e no centro-oeste do Rio Grande do Sul. Já no sudeste de Minas Gerais, leste de São Paulo e centro-norte do Rio Grande do Sul, a previsão é de 20 mm a 50 mm. Em Santa Catarina, norte de Minas Gerais e Espírito Santo, as chuvas devem ficar abaixo de 20 mm.

    ALGODÃO: NY fecha com preços mistos, aguardando condições das lavouras
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mistos nesta segunda-feira. Em sessão volátil, NY teve ganhos em grande parte do dia, buscando recuperação técnica. Porém, o movimento positivo perdeu forças, os ganhos foram sumindo e o mercado terminou misto e com poucas variações nos contratos mais próximos. A expectativa esteve voltada para o relatório com as condições das lavouras americanas, que será divulgado logo mais pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 83,09 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 0,06 centavo, ou de 0,1%. A posição março/2023 fechou a 81,99 centavos, estável.

    CAFÉ: Estoques dos EUA caem 71.608 sacas em setembro – GCA
    Os estoques norte-americanos de café verde (em grão) caíram em 71.608 sacas de 60 quilos em setembro na comparação com agosto, conforme relatório mensal da Green Coffee Association (GCA). O total de café verde depositado nos armazéns credenciados pela GCA em 30 de setembro de 2022 chegava a 6.378.478 sacas, ante as 6.450.086 sacas em 31 de agosto de 2022.

    FERTILIZANTES: Importações somam 1,1 milhão de toneladas em outubro, aponta Secex
    As importações de fertilizantes do Brasil envolveram US$ 642,3 milhões em outubro (9 dias úteis), com média diária de US$ 71,369 milhões. A quantidade total de fertilizantes importada pelo país ficou em 1,102 milhão de toneladas, com média de 122,5 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 582,50. Em relação a outubro de 2021, houve baixa de 31,5% no valor médio diário da importação, perda de 47,8% na quantidade média diária importada e valorização de 31,2% no preço médio. Os dados são do Ministério da Economia e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

    TRIGO: Chicago fecha em leve alta atenta a corredor de grãos e fraca demanda nos EUA
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais altos. O mercado foi sustentado, segundo a Reuters, pela preocupação de que a intensificação dos combates entre a Rússia e a Ucrânia possa ameaçar o corredor de grãos na região do Mar Negro. O cereal também encontrou suporte no tempo úmido em partes da Austrália, que pode prejudicar a safra do país. Se a umidade permanecer muito elevada em novembro e dezembro, a qualidade do grão australiano deve ser afetada. Os ganhos foram limitados por sinais de fraca demanda pelo grão dos Estados Unidos. As inspeções de exportação norte-americana de trigo chegaram a 231.842 toneladas na semana encerrada no dia 13 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava 540 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de trigo haviam atingido 615.868 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 141.849 toneladas. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,61 por bushel, alta de 1,25 centavo de dólar, ou 0,14%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,78 3/4, ganho de 1,75 centavo de dólar, ou 0,19%, em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Em dia volátil e técnico, contratos fecham com perdas moderadas e predominantes em Chicago
    Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços predominantemente mais baixos. Apenas novembro encerrou no território positivo, em um dia volátil e marcado por ajustes técnicos. O mercado encontrou suporte na maior parte do dia no desempenho favorável do financeiro. A alta do petróleo e a queda do dólar frente a outras moedas ajudaram a oleaginosa. O bom número de inspeções semanais foi um dado positivo. Mas a recuperação foi limitada e zerada por outra série de fatores. O esmagamento nos Estados Unidos em setembro ficou abaixo do esperado. Além disso, a colheita avança bem nos EUA e o plantio tem boa evolução no Brasil. A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o esmagamento de soja atingiu 158,11 milhões de bushels em setembro, ante 165,538 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 161,6 milhões. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.882.386 toneladas na semana encerrada no dia 13 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava 910 mil toneladas. Ainda hoje o mercado vai conhecer os dados atualizados sobre as condições das lavouras e o avanço da colheita nos Estados Unidos. Os dados serão divulgados às 17h pelo USDA. O plantio da safra de soja 2023/23 do Brasil atingiu 19,1% da área total esperada até o dia 14 de outubro. A estimativa parte de levantamento de SAFRAS & Mercado. Na semana anterior o plantio estava em 9,7%. A semeadura está atrasada na comparação com igual período do ano passado (21%) e acima da média dos últimos cinco anos (15%). Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 1,50 centavo de dólar por bushel ou 0,10% a US$ 13,85 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,92 3/4 por bushel, inalterado na comparação com a sexta. Demais posições tiveram leve baixa. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,10 ou 0,02% a US$ 411,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 66,84 centavos de dólar, com alta de 1,54 centavo ou 2,35%.

    MILHO: Chicago termina em baixa com sinais de fraca demanda nos EUA
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em baixa. O mercado foi pressionado pelos sinais de fraca demanda para o milho norte-americano. Os investidores estão na expectativa, também, para o relatório de colheita da safra norte-americana, que sairá no final da tarde de hoje. As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 448.423 toneladas na semana encerrada no dia 13 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava 500 mil toneladas. Na semana anterior, haviam atingido 457.366 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.048.617 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 3.286.228 toneladas, contra 4.468.337 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,83 1/2 por bushel, perda de 6,25 centavos de dólar, ou 0,90%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,89 3/4 por bushel, baixa de 6,50 centavos, ou 0,93% em relação ao fechamento anterior.