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    CONECTA NEWS – 19/08/2022

    Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS
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    CONECTA NEWS – 19/08/2022
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    MILHO: Oferta disponível deve crescer no Brasil no curto prazo
    Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias. - No mercado doméstico, o vencimento da dívida dos produtores tende a resultar em maior volume de oferta disponibilizada no curto prazo. Os meses de agosto e setembro são importantes nesse sentido; - As exportações seguem em ótimo nível, com o line-up de agosto indicando embarques na casa dos 8 milhões de toneladas; - A paridade de exportação segue como principal referência para formação de preços no segundo semestre, portanto acompanhar as flutuações cambiais e a movimentação da CBOT permanece determinante; - O mercado segue apontando para a potencial compra de milho brasileiro por parte da China, no entanto ainda não há relatos de compras chinesas. Isso não deve acontecer de maneira significativa em 2022. - No mercado internacional, atenção ao Crop Tour que terá início na próxima segunda-feira, com potencial para produzir volatilidade na CBOT de acordo com os relatórios que serão divulgados em relação a produtividade média; - Clima ainda é uma variável importante, considerando o desenvolvimento das lavouras no Meio-Oeste norte-americano; - Dados divulgados regularmente pelo USDA como condições das lavouras e vendas líquidas semanais também são fatores importantes a serem considerados no curto prazo; - Conforme a colheita se aproxima nos EUA, o mercado fica mais pessimista em relação a preços.

    CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 13.905 sacas em 19/08
    Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 19 de agosto de 2022 estão em 610.680 sacas de 60 quilos, com aumento de 13.905 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE Futures.

    ALGODÃO: NY volta a subir com força com recuperação técnica e fundamentos
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta sexta-feira. Mantendo a volatilidade recente, e após duas sessões de perdas, NY voltou com força ao terreno positivo. A sessão teve altos e baixos, e na parte da manhã o mercado operava em baixa ainda com realização de lucros e com apreensão com a demanda chinesa diante da recessão do país e globalmente. Porém, houve um movimento muito bom de reação técnica, inicialmente com o mercado acompanhando o petróleo. Além disso, os fundamentos mostraram-se altistas recentemente com relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostrando uma safra norte-americana muito abaixo da expectativa. Isso acaba dando suporte, mesmo com os temores de uma redução na demanda chinesa. No balanço da semana, o contrato dezembro acumulou uma alta de 6,8%. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 116,01 centavos de dólar por libra-peso, alta de 3,31 centavos, ou de 2,9%.

    MILHO: Chicago fecha em alta por trigo, petróleo e fatores técnicos
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais altos. O cereal buscou suporte em fatores técnicos e na alta do petróleo, que favorece a demanda de milho voltada a produção de etanol. A disparada do trigo também atuou positivamente. Apesar da alta, a semana foi negativa, com perdas acumuladas de 2,15% na posição setembro, diante da melhora do clima nos Estados Unidos e das fracas exportações do cereal do país. Na sessão, os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 6,26 por bushel, ganho de 6,25 centavos de dólar, ou 1%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro de 2022 fechou a sessão a US$ 6,23 1/4 por bushel, alta de 7,50 centavos, ou 1,21% em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Em dia de consolidação, Chicago tem leve baixa. Perda semanal se aproxima de 4%
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em baixa, ampliando as perdas acumuladas ao longo da semana. O mercado voltou a ser pressionado pela previsão de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos. O comportamento do clima nos últimos dias reforçou o sentimento de uma boa safra americana, dando base para a inesperada previsão de aumento da estimativa de produção do Departamento de Agricultura norte-americano, USDA, no relatório da semana anterior. Para a próxima semana, as atenções se voltam para a crop tour da Pro Farmer, tradicional visita às principais regiões produtoras americanas. Na sexta, a expedição chega ao final e divulga suas projeções de rendimento e safra. As perdas de hoje foram limitadas pelos sinais de boa demanda pela soja americana. O destaque foi o número de embarques semanais americanos, que superarou as previsões e marcou grande presença da China na ponta compradora. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 1,25 centavo ou 0,08% a US$ 14,04 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,10 3/4 por bushel, com perda de 0,750 centavo de dólar ou 0,05%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 5,60 ou 1,37% a US$ 402,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 65,70 centavos de dólar, com ganho de 1,43 centavo ou 2,22%.

    CAFÉ: Após 4 sessões, NY reage e fecha com ganhos em meio a fatores técnicos
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta sexta-feira com preços mais altos. Após 4 sessões de perdas, e de ter baixas novamente em parte desta sexta-feira, o mercado conseguiu reagir e fechou em alta. Fatores técnicos e cobertura de posições garantiram o movimento positivo. O mercado mostrou ter suporte acima da importante linha de US$ 2,10 a libra-peso. Recente aumento nos estoques certificados em Nova York trouxe alívio, assim como o mercado olha adiante na expectativa de uma boa safra no Brasil em 2023. Porém, o clima seco preocupa e as floradas agora em setembro serão importantes para demonstrar o potencial para a próxima safra. No balanço da semana, o contrato dezembro acumulou uma queda de 4,3%. Os contratos com entrega em setembro/2022 fecharam o dia a 215,95 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 1,25 centavo, ou de 0,6%. A posição dezembro/2022 fechou a 213,35 centavos, alta de 1,50 centavo, ou de 0,7%.