John Deere logo

    Conecta

    Sua fonte centralizada de notícias Agro

    CONECTA NEWS – 19/10/2022

    Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS
    Agencia SAFRAS & Mercado, Portal de Notícias
    CONECTA NEWS – 19/10/2022
    CONECTA NEWS – 19/10/2022

    Tags:

    Clima

    Soja

    Arroz

    Trigo

    Agricultura

    Algodão

    Alimentação

    Café

    Cana-de-Açúcar

    Grãos

    MERCADO AÇÚCAR: Referências domésticas ficaram estáveis nesta quarta-feira
    Os preços do açúcar cristal ficaram estáveis no mercado físico paulista nesta quarta-feira. Em Ribeirão Preto, a saca de 50 quilos do açúcar cristal com até 150 Icumsa teve preço de R$ 127,00 (21,93 centavos de dólar por libra-peso). O etanol hidratado se mostrou 12,44% mais baixo em relação ao açúcar bruto de Nova York equivalendo a 14,76 centavos de dólar por libra-peso (PVU), 25,31% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 94,86 por saca (16,38 centavos). Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações levemente mais baixas. Os contratos com entrega em Março/2023 encerraram o dia a 18,65 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,02 centavo (-0,1%). A posição Maio/2023 fechou cotada a 17,74 centavos (-0,22%). Em sessão volátil, o mercado oscilou entre perdas e ganhos, buscando um melhor direcionamento. Os investidores seguem aguardando por uma definição da política de exportação da India para a temporada 2022/23 (outubro-setembro). Enquanto isso, o petróleo em alta dá sustentação às cotações, mas a fraqueza do real ante o dólar limita os ganhos. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,41%, sendo negociado a R$ 5,2750 para venda e a R$ 5,2730 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2540 e a máxima de R$ 5,2980.

    BIOCOMBUSTIVEIS: India apresentará aliança global no G20, diz ministro do Petróleo
    A India planeja lançar uma aliança global sobre biocombustíveis entre os membros do grupo das 20 principais economias, disse o ministro do Petróleo, Hardeep Singh Puri, nesta quarta-feira, enquanto o terceiro maior consumidor de petróleo do mundo tenta aumentar o uso de combustíveis mais limpos. A India assumirá a presidência do grupo, também chamado G20, da Indonésia em dezembro. Nova Delhi sediará uma reunião dos países membros em setembro do próximo ano. "Vamos utilizar nossa presidência do G20 para tentar estabelecer uma aliança internacional de biocombustíveis", disse Puri na Conferência Internacional sobre Biocombustíveis. Os planos da India de estabelecer uma aliança de biocombustíveis espelham a International Solar Alliance lançada por Nova Délhi e Paris em 2015 para trazer energia solar limpa e acessível ao alcance de todos. "Temos países suficientes no mundo que estão produzindo biocombustíveis, então se você colocar o ecossistema em torno dele, em termos de padrões, os motores flexi-fuel... acho que estamos no caminho de estabelecer uma aliança internacional", ele disse. A India, também o terceiro maior importador de petróleo do mundo, transporta cerca de 85% de suas necessidades de petróleo, mas está gradualmente aumentando a capacidade para aumentar sua produção de biocombustíveis. A nação do sul da Ásia planeja construir 12 biorrefinarias para produzir combustível a partir de itens como restolho de culturas, resíduos de plantas e resíduos sólidos municipais. A India planeja introduzir 20% de etanol misturado à gasolina em algumas partes do país a partir de abril do próximo ano, seguido por um lançamento nacional a partir de 2025/26 O primeiro-ministro Narendra Modi estabeleceu uma meta líquida de emissões zero de carbono para 2070. As informações partem da Reuters.

    ETANOL: Avanços socioambientais do setor são destaques na Bonsucro Global Week
    Os avanços sociais e ambientais com a adesão ao Protocolo Agroambiental Etanol Verde, em 2007, pelo setor sucroenergético e, consequentemente, a mudança na forma de produção com a mecanização das lavouras. Esses foram os temas apresentados pelo diretor executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), Eduardo Leão, e a coordenadora de Sustentabilidade, Renata Camargo, durante painel na Bonsucro Global Week, realizada em Ribeirão Preto (SP). A adesão voluntária de usinas e produtores de cana-de-açúcar ao protocolo representou a antecipação em 7 anos do fim do uso do fogo como método pré-colheita. Saímos de um cenário com fogo para outro completamente diferente, mudando o nosso perfil de produção. E o sucesso do protocolo podemos ver nos números alcançados nos últimos 15 anos. Reduzimos a emissão de poluentes e outros gases, pois não há queima, além de investirmos em projetos de proteção ou recomposição de mais de 250 mil hectares de mata ciliar com o cultivo de mais de 50 milhões de mudas de vegetação nativa, destacou a coordenadora de Sustentabilidade da Unica, Renata Camargo. Mudar a forma de produção também trouxe como desafio a necessidade de requalificação e treinamento dos cortadores de cana. Para reduzir o impacto social dessa mudança, o setor em parceria com representantes dos trabalhadores desenvolveu o projeto #RenovAção. A mecanização das lavouras representou uma revolução na forma de se trabalhar no setor. Precisamos qualificar profissionais para operar as colhedoras, mecânicos, eletricistas, mas também oferecemos, de acordo com a demanda de cada região, a oportunidade para que eles e a comunidade desenvolvessem novas habilidades para trabalho fora do setor. Ao final, mais de 200 mil pessoas foram beneficiadas pelo projeto, explicou o diretor executivo, Eduardo Leão. Esse trabalho de requalificação representou uma melhora significativa na qualidade do trabalho, em média, o ganho salarial foi superior a 60%, mais de 80% dos trabalhadores foram realocados nas usinas. Isso foi possível com o engajamento da cadeia produtiva e dos trabalhadores, uma ação conjunta que amplifica os resultados positivos do Protocolo Agroambiental, ressaltou Leão. Além dos representantes da Unica, participaram também do painel, que abordou as transformações pelas quais o setor passou nos últimos anos, a superintendente adjunta de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos da ANP, Danielle Machado S. Conde, o diretor executivo do Fórum Nacional Sucroenergético, Roberto Hollanda Filho, e o vice-presidente da Orplana, Bruno Rangel Geraldo Martins.

    ALGODÃO: NY tem fortes baixas com alta do dólar e aversão ao risco
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais baixos nesta quarta-feira. Os preços tombaram diante da alta do dólar e da aversão ao risco no dia. As bolsas de valores europeias e americanas caíram com temores de inflação e recessão e os investidores fugiram de grande parte das commodities agrícolas nas bolsas de futuros, que caíram, em que pese a alta do petróleo. O mercado rompeu a importante linha técnica e psicológica de 80 centavos, acionando stops de comprados, o que acelerou o movimento baixista. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 78,29 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 4,00 centavos, ou de 4,9%. A posição março/2023 fechou a 77,97 centavos, perda de 3,47 centavos, ou de 4,3%.

    TRIGO: Chicago fecha em queda com dólar forte e temores por recessão
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado reverteu os ganhos registrados mais cedo, quando tentava uma recuperação frente às recentes perdas. Pesou o quadro baixista, em meio às incertezas sobre a continuidade do acordo de grãos no Mar Negro e a temores quanto à recessão da economia global. Segundo analistas consultados pela Dow Jones, os traders não parecem dispostos a adicionar prêmios de risco ao trigo após a imposição de Lei Marcial na Rússia. A força do dólar e a retração de mercados acionários também contribuiu com a desvalorização. Com a moeda norte-americana valorizada, as commodities do país perdem competitividade no cenário exportador. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,41 1/4 por bushel, baixa de 8,25 centavos de dólar, ou 0,97%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,59 por bushel, retração de 8,25 centavos, ou 0,95%, em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Em dia volátil, Chicago tem alta residual por petróleo e fatores técnicos
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços em alta moderada, em uma sessão de muita volatilidade. A alta do petróleo, rumores de que a China voltou a marcar presença na ponta compradora e fatores técnicos asseguraram a leve alta. Mas a reação - lembrando que a manhã foi de perdas - foi limitada pelo cenário fundamental. A colheita avança bem nos Estados Unidos e o plantio evolui rápido no Brasil. Além disso, o mercado ainda repercute o esmagamento fraco de setembro nos Estados Unidos. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 0,50 centavo ou 0,03% a US$ 13,72 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,82 por bushel, com ganho de 0,75 centavos de dólar ou 0,05%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,10 ou 0,02% a US$ 401,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 70,64 centavos de dólar, com ganho de 1,90 centavo ou 2,76%.

    CAFÉ: NY fecha sexta sessão seguida de perdas, com alta do dólar e oferta mais tranquila
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quarta-feira com preços acentuadamente mais baixos. Na sexta sessão seguida de perdas, NY recebeu a pressão da alta do dólar contra o real e outras moedas. E seguiu sob o sentimento baixista de melhora na oferta global. As notícias são de boas floradas no Brasil, com clima favorável ao pegamento das floradas, que vão resultar na safra de 2023, trazendo maior tranquilidade em relação ao abastecimento futuro. Além disso, o final de ano é marcado pela chegada da colheita em importantes origens, como do arábica colombiano e de países da América Central, e do robusta do Vietnã. O contrato dezembro bateu na mínima em 190,15 centavos de dólar por libra-peso, patamar mais baixo registrado desde setembro de 2021, 13 meses atrás. Porém, o mercado recuperou-se tecnicamente das mínimas do dia, com sinais de estar sobrevendido. As posições adiante de dezembro fecharam todas abaixo de US$ 1,90 a libra-peso. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 192,30 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 2,80 centavos, ou de 1,4%. A posição março/2023 fechou a 187,25 centavos, queda de 3,05 centavo, ou de 1,6%.