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    CONECTA NEWS – 21/09/2022

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    MERCADO SOJA: Brasil tem negócios pontuais e preços caem seguindo Chicago
    O mercado brasileiro de soja teve um dia lento quanto ao ritmo de negócios. Os registros foram pontuais. Os preços tiveram queda pressionada pela desvalorização em Chicago. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 184,00 para R$ 182,00. Na região das Missões, a cotação decresceu de R$ 183,00 para R$ 181,00. No Porto de Rio Grande, o preço baixou de R$ 191,00 para R$ 189,00. Em Cascavel, no Paraná, o preço decresceu de R$ 183,50 para R$ 181,00. No porto de Paranaguá (PR), a saca desvalorizou de R$ 190,00 para R$ 187,50. Em Rondonópolis (MT), a saca estabilizou em R$ 169,00. Em Dourados (MS), a cotação passou de R$ 177,00 para R$ 176,00. Em Rio Verde (GO), a saca foi de R$ 171,00 para R$ 169,00. Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos, próximos das mínimas do dia. As perdas foram acentuadas após o banco central americano ter elevado a taxa de juros em 0,75 ponto percentual. O cenário de maior aversão ao risco fortaleceu o dólar, tirando competitividade da soja americana. Outros fatores de pressão foram a baixa das cotações no mercado físico americano, em decorrência da pressão sazonal do início de colheita, e o clima favorável no Brasil. As chuvas devem favorecer o início do plantio. O mercado aguarda agora os dados de embarques semanais, que serão divulgados amanhã. O mercado projeta embarques entre 500 mil e 1,3 milhão de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 17,50 centavos ou 1,18% a US$ 14,61 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,67 por bushel, com perda de 17,50 centavos de dólar ou 1,17%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,60 ou 0,13% a US$ 438,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 65,00 centavos de dólar, com ganho de 0,91 centavo ou 1,38%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,36%, sendo negociado a R$ 5,1720 para venda e a R$ 5,1700 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1200 e a máxima de R$ 5,1930.

    MERCADO BOI: Fluxo de exportação segue intenso, dando sustentação
    O mercado físico de boi gordo teve um dia de poucos negócios nesta quarta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o dia teve uma ou outra negociação com preços acima da referência média para animais padrão China, tipo de negociação que tem se concentrado nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. O intenso fluxo de exportação de carne bovina justifica o atual comportamento da indústria frigorífica em relação aos animais que atendem os requisitos de exportação para a China, disse o analista. Nos demais estados produtores das regiões Centro-Oeste e Norte do país, o cenário de pressão de baixa sobre os preços da arroba do boi persiste, já que os frigoríficos locais ainda contam com uma frente confortável em suas escalas de abate, completou Iglesias. Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 296,00. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 276,00. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 264,00. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 287,00 por arroba. Em Goiânia, Goiás, a indicação foi de R$ 260,00 para a arroba do boi gordo. Atacado Os preços da carne bovina seguem acomodados no mercado atacadista. No entanto a perspectiva ainda é de queda no curto prazo, em linha com a reposição mais lenta entre atacado e varejo no decorrer da segunda quinzena do mês, período que conta com menor apelo ao consumo. Já para o último trimestre do ano a tendência ainda é de boa demanda por proteína animal, justificando o otimismo em torno de novos reajustes da carne no atacado. O quarto traseiro teve preço de R$ 21,00 por quilo. O quarto dianteiro seguiu precificado a R$ 16,20 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 16,30 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,36%, sendo negociado a R$ 5,1720 para venda e a R$ 5,1700 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1200 e a máxima de R$ 5,1930.

    TRIGO: Consultoria vê área menor que a esperada por ministério na Ucrânia
    A área plantada com trigo de inverno na Ucrânia deve totalizar 3,4 milhões de hectares em 2023, segundo a consultoria Barva Invest. A superfície deve ser 10,5% menos do que o ministério da agricultura esperava no final de agosto. Em 2022, foram mais de 6 milhões de hectares, mas apenas 4,6 milhões de hectares puderam ser colhidos. A colheita já foi finalizada e somou cerca de 19 milhões de toneladas. Em 2021, a colheita somou 32,2 milhões de toneladas. Com a possível menor área, a próxima safra ucraniana deve somar de 16 a 18 milhões de toneladas. As informações são da Agência Reuters.

    TRIGO: Iraque deve aumentar plantio para 750 mil hectares em 2022/23
    O Iraque planeja plantar 750 mil hectares com trigo em 2022/23. Segundo o ministério da agricultura do país, os trabalhos devem começar em meados de outubro e se estender até novembro. Em 2021/22, foram 625 mil hectares. O ministério está elaborando um plano agrícola em parceria com outras pastas. O país é um importante importador de grãos do Oriente Médio e vem lidando com escassez hídrica há vários anos. As informações são da Agência Reuters.

    SOJA/MILHO: Preços de fretes oscilam nas principais rotas do país
    Levantamento elaborado por SAFRAS & Mercado indica que os preços dos fretes da soja e do milho oscilaram nas principais rotas de escoamento do país na semana terminada em 21 de setembro. O frete entre Cascavel e Paranaguá caiu de R$ 121,00 para R$ 110,00 por tonelada. Entre Sorriso (MT) e Paranaguá, o preço por tonelada avançou de R$ 400,00 para R$ 460,00. De Rondonópolis (MT) a Paranaguá, os preços valorizaram de R$ 280,00 para R$ 300,00 por tonelada. Entre Passo Fundo e Rio Grande, o estabilizou em R$ 130,00 por tonelada. Entre Rio Verde (GO) e o Porto de Santos, os preços caíram de R$ 285,00 para R$ 265,00 por tonelada.

    CANA: UNICA rechaça rumores sobre fechamento de escritório em São Paulo
    O diretor-técnico da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA), Antonio Pádua Rodrigues, deixará o cargo apenas no final deste ano. A assessoria de imprensa da entidade disse para a reportagem da Agência SAFRAS que não procede a informação de que Rodrigues já deixou o cargo, conforme veiculado por alguns órgãos de imprensa. Conforme a assessoria, Rodrigues deve permanecer na função pelo menos até o final do ano. A assessoria rechaçou também rumores de que a UNICA estaria fechando seu escritório em São Paulo e manteria ativa apenas sua base em Brasília, no Distrito Federal. Segundo a assessoria, a UNICA, na verdade, está apenas mudando de endereço dentro da capital paulista, para um imóvel menor, se adaptando aos novos tempos, pós-pandemia, adotando um modelo de trabalho híbrido, mesclando os sistemas presencial e remoto, como muitas empresas do Brasil e do mundo têm feito. Assim, com menos pessoas trabalhando presencialmente, a UNICA necessita de menos espaço físico. A UNICA é uma entidade representativa das principais unidades produtoras de açúcar, etanol (álcool combustível) e bioeletricidade da região Centro-Sul, principalmente do Estado de São Paulo. Conforme o website da entidade, sua criação, em 1997 resultou da fusão de diversas organizações setoriais do estado de São Paulo, após a desregulamentação do setor no País. A associação se expressa e atua em sintonia com os interesses dos produtores de açúcar, etanol e bioeletricidade tanto no Brasil como ao redor do mundo. A UNICA é gerida por um Conselho Deliberativo, integrado por representantes de suas associadas e uma equipe de experientes executivos, especialistas e consultores técnicos, dedicados em tempo integral.

    ALGODÃO: NY reage e tem fortes ganhos no dia com recuperação técnica
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta quarta-feira Após as recentes quedas, a quarta-feira foi de movimentos de recuperação técnica com cobertura de posições vendidas de fundos e especuladores. Apesar do foco e preocupações com o aumento dos juros americanos, confirmado pelo Banco Central norte-americano (Federal Reserve Fed), o mercado apresentou uma boa correção técnica. O Federal Reserve aumentou em 0,75 ponto percentual a taxa de juros do país. Isso gera apreensão no mercado com recessão no país e no mundo, o que pode reduzir a demanda por produtos, entre eles o algodão. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 96,92 centavos de dólar por libra-peso, alta de 3,59 centavos, ou de 3,8%. A posição março/2023 fechou a 94,06 centavos, valorização de 3,61 centavos, ou de 4,0%.