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    CONECTA NEWS – 22/09/2022

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    MERCADO TRIGO: Negócios seguem escassos no Brasil com agentes na defensiva
    O mercado brasileiro de trigo segue operando com reduzido volume de negócios. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, a tensão no Mar Negro, elevando os preços internacionais, e a notícia de novo corte da estimativa de safra na Argentina deram novos argumentos para que os produtores nacionais se colocarem numa posição defensiva. "Além disso, existem temores de eventuais quebras por excesso de chuva no Paraná na próxima semana", disse. No Paraná houve reporte a R$ 1.650/tonelada no FOB interior e a ideia média é de R$ 1.700/tonelada posto moinhos. No Rio Grande do Sul a indicação para trigo da safra velha no FOB interior fica entre R$ 1.620 e R$ 1.630 a tonelada. Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais altos. Em dia volátil, o mercado reverteu as perdas registradas mais cedo, encontrando suporte nas preocupações em torno do acirramento das tensões na Ucrânia. Um prolongamento do conflito pode comprometer a exportação de grãos pelo Mar Negro. A Bolsa de Comércio de Rosário, na Argentina, cortou sua projeção para a safra de trigo do país de 17,7 para 16,5 milhões de toneladas devido às chuvas insuficientes sobre as lavouras. Pelo lado baixista, atuaram o movimento de realização de lucros e a força do dólar, que, segundo agências internacionais, opera no maior patamar em 20 anos. Além disso, o Conselho Internacional de Grãos elevou a projeção para a safra global de trigo. Os temores de recessão global e as fracas vendas semanais dos Estados Unidos completaram o quadro negativo. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2022/23, que tem início em 1o de junho, ficaram em 183.500 toneladas na semana encerrada em 15 de setembro. A Indonésia liderou as compras, com 136 mil toneladas. Outras 1.700 toneladas foram vendidas para 2023/24. Os analistas esperavam exportações entre 200 mil e 500 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,14%, sendo negociado a R$ 5,1130 para venda e a R$ 5,1110 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1060 e a máxima de R$ 5,1850.

    MERCADO TRIGO: Negócios seguem escassos no Brasil com agentes na defensiva
    O mercado brasileiro de trigo segue operando com reduzido volume de negócios. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, a tensão no Mar Negro, elevando os preços internacionais, e a notícia de novo corte da estimativa de safra na Argentina deram novos argumentos para que os produtores nacionais se colocarem numa posição defensiva. "Além disso, existem temores de eventuais quebras por excesso de chuva no Paraná na próxima semana", disse. No Paraná houve reporte a R$ 1.650/tonelada no FOB interior e a ideia média é de R$ 1.700/tonelada posto moinhos. No Rio Grande do Sul a indicação para trigo da safra velha no FOB interior fica entre R$ 1.620 e R$ 1.630 a tonelada. Chicago A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais altos. Em dia volátil, o mercado reverteu as perdas registradas mais cedo, encontrando suporte nas preocupações em torno do acirramento das tensões na Ucrânia. Um prolongamento do conflito pode comprometer a exportação de grãos pelo Mar Negro. A Bolsa de Comércio de Rosário, na Argentina, cortou sua projeção para a safra de trigo do país de 17,7 para 16,5 milhões de toneladas devido às chuvas insuficientes sobre as lavouras. Pelo lado baixista, atuaram o movimento de realização de lucros e a força do dólar, que, segundo agências internacionais, opera no maior patamar em 20 anos. Além disso, o Conselho Internacional de Grãos elevou a projeção para a safra global de trigo. Os temores de recessão global e as fracas vendas semanais dos Estados Unidos completaram o quadro negativo. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2022/23, que tem início em 1o de junho, ficaram em 183.500 toneladas na semana encerrada em 15 de setembro. A Indonésia liderou as compras, com 136 mil toneladas. Outras 1.700 toneladas foram vendidas para 2023/24. Os analistas esperavam exportações entre 200 mil e 500 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,14%, sendo negociado a R$ 5,1130 para venda e a R$ 5,1110 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1060 e a máxima de R$ 5,1850.

    MERCADO SOJA: Preços caem no Brasil e negócios são pontuais na quinta-feira
    O mercado brasileiro de soja teve um dia travado em termos de negócios. Poucos lotes foram negociados no Rio Grande do Sul, sem muita expressão. As quedas do dólar e de Chicago contribuíram para a desvalorização dos preços domésticos. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 182,00 para R$ 181,00. Na região das Missões, a cotação decresceu de R$ 181,00 para R$ 180,00. No Porto de Rio Grande, o preço estabilizou R$ 189,00. Em Cascavel, no Paraná, o preço decresceu de R$ 181,00 para R$ 180,00. No porto de Paranaguá (PR), a saca desvalorizou de R$ 187,50 para R$ 186,50. Em Rondonópolis (MT), a saca baixou de R$ 169,00 para R$ 167,00. Em Dourados (MS), a cotação passou de R$ 176,00 para R$ 175,00. Em Rio Verde (GO), a saca estabilizou em R$ 169,00. Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais baixos. O fraco resultados das exportações semanais americanas e a aversão ao risco no financeiro determinaram as perdas. A queda foi limitada por compras técnicas, em dia volátil. O avanço da colheita nos Estados Unidos adiciona pressão sobre as cotações. O clima favorável ao início do plantio no Brasil também contribuiu para a retração. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2022/23, com início em 1º de setembro, ficaram em 446.400 toneladas na semana encerrada em 15 de setembro. O Egito liderou as compras com 174,000 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 500 mil e 1,3 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 4,25 centavos ou 0,29% a US$ 14,57 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,63 por bushel, com perda de 3,75 centavos de dólar ou 0,25%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 9,90 ou 2,25% a US$ 428,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 66,46 centavos de dólar, com ganho de 1,46 centavo ou 2,24%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,14%, sendo negociado a R$ 5,1130 para venda e a R$ 5,1110 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1060 e a máxima de R$ 5,1850.

    FEIJÃO: Plantio avança no RS e área deve ser menor em 22/23 – Emater
    A área projetada de feijão 1 safra 2022/2023 é de 30.561 hectares no Rio Grande do Sul, representando uma redução de -4,56% da área a ser cultivada em relação à safra 2021/2022. A produtividade estimada é de 1.701 kg/ha. Espera-se uma produção de 51.985 toneladas. A cultura está em fase de implantação em regiões com temperaturas mais elevadas. Nas regiões com topografia mais alta, os produtores ainda adiam a implantação, pois o final de inverno ainda apresenta temperaturas baixas, que dificultam a germinação e o desenvolvimento inicial da leguminosa. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    MILHO: Plantio atinge 47% da área no Rio Grande do Sul – Emater
    A área estimada de cultivo para a safra 2022/2023 de milho no Rio Grande do Sul é de 831.786 hectares. A produtividade esperada é de 7.337 kg/ha. O tempo mais seco e com longos períodos de insolação reduziu o teor de umidade nos solos, e a evolução da semeadura foi mais lenta a Oeste do Estado. Mesmo assim 47% da área estimada inicialmente já foi implantada. O estande das lavouras em germinação e em desenvolvimento vegetativo está adequado. Entretanto, ainda percebe-se que o desenvolvimento inicial das plantas é mais lento em função das baixas temperaturas ocorridas no período. Nas lavouras com precipitações insuficientes, o manejo de plantas daninhas e a adubação em cobertura foram adiados devido à baixa umidade nos solos, aguardando novas chuvas para serem efetuados. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    TRIGO: Clima é favorável no RS, mas lavouras precisam de novas chuvas – Emater
    A estimativa de cultivo de trigo no Rio Grande do Sul para a safra 2022 é de 1.413.763 hectares. A produtividade estimada permanece em 2.822 kg/ha. No período de 12 a 18/09, as condições do tempo foram favoráveis ao desenvolvimento da cultura. No momento, 70% dos cultivos estão em estágios reprodutivos, fase em que ocorre a confirmação de expectativas de produtividade. A umidade do ar mais baixa, a alta luminosidade e as temperaturas noturnas baixas e diurnas abaixo de 20C contribuíram para evitar o encurtamento do ciclo e para a redução da pressão das doenças. Esse cenário propiciou que os manejos fitossanitários fossem efetuados no momento ideal para um eficiente controle de doenças. Contudo, é necessária a ocorrência de novas precipitações para recuperar o teor de umidade nos solos e para manter o excelente potencial produtivo da cultura.

    ALGODÃO: NY recua nos contratos mais próximos em meio a aspectos técnicos
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais baixos nesta quinta-feira. As cotações foram pressionadas nos contratos mais próximos diante de aspectos técnicos, após recentes movimentos positivos. O dia também foi de observar o andamento das exportações semanais, conforme divulgação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Temores envolvendo recessão global e os efeitos sobre o consumo do algodão seguem como aspecto baixista. As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à temporada 2022/23, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 32.400 fardos na semana encerrada em 15 de setembro. O maior importador foi o Paquistão, com 27.800 100 fardos. Para 2023/24, foram mais 13.300 toneladas. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 96,54 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,38 centavo, ou de 0,4%. A posição março/2023 fechou a 93,67 centavos, desvalorização de 0,39 centavo, ou de 0,4%.

    TRIGO: Bolsa de Buenos Aires indica piora nas condições das lavouras da Argentina
    Apesar das chuvas recentes, cresceu o percentual de lavouras em más condições e em déficit hídrico na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a área plantada totaliza 6,1 milhões de hectares. No ano passado, foram 6,7 milhões. As condições de cultivo se dividem entre boas a excelentes (14%), normais (44%) e regular a ruins (42%). Na semana passada, 34% estavam de regular a ruins. Em igual período do ano passado, eram 24% nesta condição. As condições hídricas se dividem entre ótima e adequada (47%), regular a seca (53%). Na semana passada, eram 46% de regulares a secas. Em igual período do ano passado, 33% das lavouras sofriam com déficit hídrico.

    MILHO: Plantio 22/23 atinge 3% da área na Argentina
    O plantio de milho da safra 2022/23 atinge 3% na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a superfície é estimada em 7,5 milhões de hectares, 2,6% abaixo do ano anterior. Os trabalhos estão 5,5 pontos atrasados na comparação com o ano passado.