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    CONECTA NEWS – 22/11/2022

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    CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 16.916 sacas em 22/11 
    Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 22 de novembro de 2022 estão em 530.105 sacas de 60 quilos, com aumento de 16.916 sacas em relação ao dia anterior.

    CÂMBIO: Dólar fecha com alta de 1,26%, cotado a R$ 5,3790 para venda 
    O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,26%, sendo negociado a R$ 5,3790 para venda e a R$ 5,3770 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2840 e a máxima de R$ 5,4000. 

    TRIGO: Bolsa estima exportações da Argentina em 6,5 mi de t em 22/23 
    A Bolsa de Cereais de Rosário (BCR) cortou sua projeção para as exportações de trigo da Argentina em 2022/23 para 6,5 milhões de toneladas. Na safra anterior, foram 7 milhões de toneladas. A nova temporada começa em duas semanas e a chegada de caminhos à Grande Rosário é a menor nos últimos dez anos. Com o panorama produtivo decepcionante, o saldo é uma desaceleração da entrada de grãos nos terminais de exportação. Entre outubro e a primeira quinzena de novembro, foram 24% menos caminhos ante igual período de 2021.

    ALGODÃO: NY tem boa subida acompanhando valorização do petróleo
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta terça-feira. O algodão teve um movimento forte de subida com recuperação após as perdas da sessão anterior. A valorização do petróleo puxou e estimulou a atividade de reação também da pluma. O mercado seguiu observando os dados das condições das lavouras americanas, divulgado nesta segunda-feira. Os investidores ainda seguem avaliando o relatório de condições das lavouras norte-americanas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de algodão. Até 20 de novembro, a área colhida era apontada em 79%. Na semana passada, eram 71%. Em igual período do ano passado, o número estava em 74% e a média dos últimos cinco anos é de 71%. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 83,22 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 2,06 centavos, ou de 2,5%. A posição março/2023 fechou a 82,42 centavos, elevação de 2,64 centavos, ou de 3,3%. 

    TRIGO: Chicago cai pela quinta sessão seguida com moinhos dos EUA comprando da Europa
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços mais baixos. Após bastante volatilidade na primeira parte da sessão, o mercado se consolidou no território negativo. Esta foi a quinta queda consecutiva, com os contratos pressionados pela ampla oferta da região do Mar Negro. Segundo a Reuters, cresce a preocupação de uma possível greve dos trabalhadores ferroviários dos Estados Unidos. A especulação de que trigo da União Europeia, especificamente da Polônia e da Alemanha, esteja sendo comprado nos Estados Unidos, também contribuiu negativamente. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 7,91 1/2 por bushel, baixa de 7,75 centavos de dólar, ou 0,96%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,10 1/2 por bushel, recuo de 7,75 centavos, ou 0,94%, em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Temor por covid na China adiciona pressão fundamental e Chicago cai
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos. As preocupações com o aumento dos casos de covid na China e um possível impacto negativo sobre as importações daquele país pressionaram as cotações. O cenário fundamental segue indicando ampla oferta mundial. Os Estados Unidos acabaram de colher uma safra cheia. No Brasil, os trabalhos de plantio avançam sem maiores problemas e a previsão é de uma safra recorde, podendo bater em 155 milhões de toneladas. Para completar o quadro negativo, resolução do governo brasileiro indicou mistura de 10% de biodiesel no diesel, enquanto o setor esperava por 15%. O temor é de sobra ainda maior de produto para exportação. Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 7,00 centavos ou 0,48% a US$ 14,29 3/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 14,36 1/2 por bushel, com perda de 5,25 centavos de dólar ou 0,36%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,68% a US$ 408,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 73,84 centavos de dólar, com ganho de 0,84 centavo ou 1,15%.

    PORTOS: Movimentação do setor privado cresce 7,2% em setembro
    Os Terminais de Uso Privado (TUPs) bateram recorde em setembro, com 69,1 milhões de toneladas movimentadas e crescimento de 7,2% em relação ao período anterior, atingindo a maior movimentação desde 2010. Os dados são de levantamento mais recente da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), baseado em dados disponíveis no DATaPort. Entre os destaques de setembro nos TUPs está o milho, com aumento de 112,8% em sua movimentação. Segundo o DATaPort, os combustíveis minerais apresentaram crescimento de 4,9%, e os minérios, escórias e cinzas de 4,5%, nos terminais privados. "O grande destaque foi a movimentação de milho que contribuiu significativamente para o alcance desse recorde, no mês de setembro, após 12 anos. O Arco Norte, mais uma vez, teve grande representatividade no escoamento de grãos reforçando sua localização estratégica para o setor de logística do país", analisa o presidente da ATP, Murillo Barbosa.
    O resultado positivo se estendeu ao setor portuário como um todo, que movimentou 105,7 milhões toneladas em setembro e alcançou crescimento de 6,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, também com o melhor desempenho no mês desde 2010. De acordo com a ATP, a alta da movimentação ocorreu, principalmente, pelos recordes na safra 2021/2022 do milho nos graneis sólidos e pelo aumento na movimentação de combustíveis e óleos minerais. Em relação às regiões do país, o Norte tem se consolidado como referência no escoamento de grãos. Os terminais públicos e privados da região obtiveram uma participação de 29,5% do total movimentado de milho por cabotagem e longo curso, em setembro. Destacaram-se os terminais privados que movimentaram cereais e sementes: TERFRON (+291,8%), Terminal de Vila do Conde da Hidrovias do Brasil (+104,8%) e Terminal de Grãos de Ponta da Montanha (+67,4%). 


    MILHO: Chicago encerra sessão negativa com extensão do acordo de grãos no Mar Negro
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em baixa. O mercado foi pressionado pela extensão do acordo de grãos no Mar Negro e pelo avanço da colheita nos Estados Unidos. A fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes e os ganhos do petróleo impediram que o dia tivesse maior negatividade nas cotações. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 20 de novembro, a área colhida estava em 96%. O mercado esperava 97%. Na semana passada, eram 93%. Em igual período do ano passado o número era de 94%. A média para os últimos cinco anos é de 90%. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,56 3/4 por bushel, baixa de 2,75 centavo de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,59 1/4 por bushel, recuo de 4,25 centavo, ou 0,64% em relação ao fechamento anterior.

    CAFÉ: Produção da Índia deve aumentar para 6,24 mi scs em 2022/23
    A produção de café da Índia deverá totalizar 6,24 milhões de sacas de 60 quilos na safra 2022/23 (outubro-setembro), uma elevação de 5,4% em relação à temporada anterior (5,92 milhões). Conforme estimativas do adido agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Nova Dehli. Conforme o adido, chuvas pré-monção acima dos níveis normais, combinadas com um regime normal das monções, deverão elevar a produtividade dos cafezais, especialmente da variedade robusta, nas principais regiões de cultivo. Segundo o adido, o volume de exportação de café da India deve diminui de 7,180 milhões de sacas em 2021/22 para 6,225 milhões de sacas em 2022/23, ou 13%. O consumo doméstico de café na India deverá aumentar para 1,320 milhão de sacas em 2022/23, ante 1,220 milhão em 2021/22.

    CAFÉ: Adido do USDA estima safra 2022/23 da Colômbia em 12,6 milhões de sacas
    A produção de café total da Colômbia em 2022/23 (outubro/setembro) deverá ficar em 12,6 milhões de sacas de 60 quilos, com aumento de 6,8% sobre a produção 2021/22, indicada em 11,8 milhões de sacas. A estimativa é do adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Porém, o adido revisou para baixo em 3,1% a previsão oficial do USDA da safra, antes indicada em 13 milhões de sacas. Chuvas excessivas atingiram as lavouras em função do fenômeno La Niña, apontou o adido do USDA. Para o adido do USDA, o consumo total no país em 2022/23 deverá ficar em 2,160 milhões de sacas, mesmo nível de 2021/22. As exportações totais do país deverão alcançar 12,7 milhões de sacas em 2022/23, contra 12,35 milhões de sacas em 2021/22. Os estoques finais de café da temporada 2022/23 na Colômbia estão projetados em 455 mil sacas, no comparativo com 610 mil sacas em 2021/22.

    CAFÉ: Londres fecha em alta seguindo NY e petróleo
    A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (ICE Futures Europa) para o café robusta encerrou as operações desta terça-feira com preços mais altos. As cotações subiram acompanhando a valorização do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) e a elevação do petróleo. Traders indicaram que o recente movimento vendedor de especuladores pode ter escasseado no momento, sugerindo que o mercado está sobrevendido e sujeito a correções. Além disso, há indicações de que a safra do próximo ano pode ser menor do que a previamente imaginada. Recentes episódios de granizos em cafezais preocupam. Os contratos para entrega em janeiro/2023 fecharam o dia a US$ 1.834 a tonelada, alta de US$ 22 a tonelada, ou de 1,2%. A posição março/2023 fechou a US$ 1.804 a tonelada, ganho de US$ 16, ou de 0,9%.