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    CONECTA NEWS – 25/08/2022

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    MILHO: Geadas trouxeram preocupação às primeiras lavouras no RS, diz Emater
    A cultura do milho está em processo de implantação no Rio Grande do Sul. A Emater/RS ainda não divulgou os percentuais atingidos pelos trabalhos, o que só deve ocorrer após a primeira estimativa de safra, a ser divulgada na semana que vem durante a Expointer. A ocorrência de geadas nos dias 19 e 20 causou preocupação para os produtores que implantaram as lavouras no início do mês e que estão em fase inicial de desenvolvimento vegetativo. Alguns danos pontuais foram observados. Contudo, a queda nas temperaturas deve retardar o processo de germinação e vigor inicial da cultura. As chuvas ocorridas, principalmente no dia 15/08, interromperam a semeadura, que foi retomada somente após a redução da umidade nos solos para teores adequados. A operação de plantio deverá se acelerar até o fim do mês, aproveitando as boas condições de trabalho; os produtores intensificaram a regulagem das máquinas semeadoras. No aspecto fitossanitário, o frio e as geadas serviram para reduzir a população de cigarrinhas que causam enfezamento do milho, mas a incidência seguiu monitorada, com realização de eventuais controles. Comercialização (saca de 60 quilos) Segundo o levantamento semanal de preços realizado pela Emater/RS-Ascar no Estado, o valor médio decresceu -1,20%, passando de R$ 83,41 para R$ 82,41. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    TRIGO: Após geadas, ainda não é possível avaliar situação das lavouras no RS, diz Emater
    A estimativa de cultivo de trigo no Estado para a safra 2022 é de 1.413.763 hectares. A produtividade estimada permanece em 2.822 kg/ha. A fase predominante da cultura é o desenvolvimento vegetativo, com 88% dos cultivos nessa situação. Em florescimento são 11%, e em enchimento de grãos aproximadamente 1% das lavouras. Aquelas que estão nestes dois últimos estágios localizam-se predominantemente a Oeste do estado e demandaram atenção dos triticultores por eventuais danos provocados pelas geadas, ocorridas nos dias 19 e 20/08. Entretanto, ainda não foi possível avaliar e quantificar os possíveis danos com exatidão, pois só serão aparentes nas espigas com o passar dos dias. No aspecto fitossanitário, foi necessária a atenção para a realização de aplicações de herbicidas em lavouras em fase de perfilhamento para evitar falhas de controle e danos ao trigo devido às interações dos produtos químicos com as temperaturas muito frias. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    GRÃOS: Após erro, USDA tira site do ar e divulga nota explicando problemas
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) tirou do ar e deve retratar os dados relativos às exportações semanais do país. Em nota divulgada há pouco, o órgão disse que o Serviço Agrícola Externo (FAS, na sigla em inglês) encontrou desafios que afetaram a disseminação física, bem como a qualidade das informações. Hoje o Departamento lançou um novo "Sistema de Manutenção e Reporte de Exportações", através do qual os exportadores estadunidenses devem, por lei, reportar quaisquer vendas externas de uma série de commodities. Conforme a nota, os problemas de hoje aconteceram apesar de medidas tomadas ao longo de vários meses para a troca dos sistemas, visando garantir a precisão dos dados. "A diretoria do FAS reconhece integralmente o impacto e está comprometida com a resolução dos problemas, mantendo os acionistas informados durante o processo. Integridade dos dados, credibilidade e transparência são prioridades para o FAS e a divulgação pontual e precisa dos dados de exportações agrícolas são vitais para o funcionamento efetivo dos mercados", disse a nota.

    ALGODÃO: NY busca consolidação e avalia vendas semanais, fechando com poucas alterações
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços pouco alterados, mistos, nos contratos mais próximos e mais negociados. Após toda a volatilidade recente e também nesta quinta-feira, o mercado buscou consolidação e um melhor direcionamento. Ao final, terminou com o contrato dezembro em irrisória alta e os demais contratos com perdas. Os mais distantes tiveram baixas mais significativas. O mercado avaliou os números das exportações semanais norte-americanas, segundo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à temporada 2022/23, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 1.909.800 fardos na semana encerrada em 18 de agosto. Para a temporada 2023/24, foram mais 203.900 fardos. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 114,11 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,04 centavo, ou de 0,03%.

    MILHO: Chicago fecha em queda significativa após seis altas seguidas
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de realização de lucros, pela queda dos vizinhos, soja e milho, e, segundo a Dow Jones, pela entrada da oferta da Ucrânia mais barata no mercado. Esta foi a primeira queda em sete sessões. Os investidores observam com cautela a divulgação das vendas semanais dos Estados Unidos que, nesta quinta-feira, foi feita utilizando um novo método pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Além de publicados tardiamente, os números apresentaram discrepâncias e trouxeram incertezas. Na sessão, os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 6,57 1/2 por bushel, recuo de 8,25 centavos de dólar, ou 1,23%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro de 2022 fechou a sessão a US$ 6,50 por bushel, baixa de 7,25 centavos, ou 1,1% em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Chicago despenca pressionada por realização de lucros e menor demanda
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado acelerou as perdas, pressionado por um movimento de realização de lucros após quatro sessões consecutivas de alta. Segundo a Reuters, a notícia de que o Egito não teria feito compras na quarta-feira devido aos altos preços contribuiu com a desvalorização. Os investidores observam com cautela a divulgação das vendas semanais dos Estados Unidos que, nesta quinta-feira, foi feita utilizando um novo método pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Além de publicados tardiamente, os números apresentaram discrepâncias e trouxeram incertezas. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2022/23, que tem início em 1o de junho, ficaram em 409.600 toneladas na semana encerrada em 18 de agosto. Analistas esperavam exportações entre 250 mil e 600 mil toneladas. As informações são do USDA. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em setembro de 2022 eram cotados a US$ 7,69 3/4 por bushel, baixa de 25,25 centavos de dólar, ou 3,17%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram negociados a US$ 7,89, recuo de 24,25 centavos de dólar, ou 2,98%, em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Após exportações semanais confusas, Chicago embolsa lucros e cai forte
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços bem mais baixos. Após um início de manhã volátil, o mercado se firmou no território, embolsando parte dos lucros acumulados recentemente. As exportações semanais norte-americanas vieram confusas e trouxeram ceticismno ao mercado. Os investidores também digeriram os últimos números do Crop Tour, além do Produto Interno Bruto do país. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2021/22, com início em 1º de setembro, ficaram em 503.700 toneladas na semana encerrada em 18 de agosto. A China liderou as importações, com 341.900 toneladas. Para a temporada 2022/23, ficaram em 4.693.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 300 mil e 1,25 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos caiu 0,6% no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior, em base anualizada, uma queda menor do que a do primeiro trimestre, quando houve redução de 1,6%. Os dados são da segunda leitura divulgada pelo Departamento de Comércio do país. Na primeira leitura, o PIB havia caído 0,9%. Os analistas previam uma queda de 0,5% para a segunda leitura. As lavouras de soja em Illinois, na região central dos Estados Unidos, estão com desenvolvimento melhor neste ano, na comparação com a média dos últimos três anos, segundo avaliação dos participantes da "Crop Tour", realizada pela Pro Farmer. Ante ao ano passado, o desenvolvimento está pior. A contagem de vagens da soja chega a 1.249,7 em uma área de três pés por três pés, ante 1.174,95 de média dos últimos três anos. No ano passado, o Crop Tour estimou a contagem de vagens em 1.279,79 em uma área de três pés por três pés. Já as lavouras de soja no oeste de Iowa, no oeste dos Estados Unidos, estão com desenvolvimento melhor frente à média dos últimos três anos na maioria das amostras. A contagem de vagens da soja soma 1.089 em uma área de três pés por três pés na primeira amostra, 1.258 na segunda e 1.223 na terceira. Na média dos últimos três anos, a contagem de vagens atinge 1.066, 1.199 e 1.250, respectivamente. No ano passado, somavam 1.089 na primeira, 1.225 na segunda e 1.367 na terceira. Os dados do total do estado saem amanhã. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 25,75 centavos de dólar por bushel ou 1,76%, a US$ 14,31 1/4 por bushel. A posição janeiro de 2023 teve cotação de US$ 14,36 1/4 por bushel, com perda de 25,25 centavos ou 1,74%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com queda de US$ 15,00 ou 3,49%, a US$ 414,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 65,91 centavos de dólar, retração de 0,07 centavo ou 0,10%.

    MILHO: Colheita 21/22 está finalizada na Argentina, diz Bolsa de Buenos Aires
    A colheita de milho da safra 2021/22 está finalizada na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a superfície é estimada em 7,44 milhões de hectares. A produção é estimada em 52 milhões de toneladas, contra 52,5 milhões de toneladas em 2020/21.

    CAFÉ: NY termina com leves altas após atingir patamares mais elevados em 6 meses
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quinta-feira com preços levemente mais altos. A sessão voltou a ser de extrema volatilidade. A bolsa abriu em baixa, dando sinais de buscar uma correção técnica com realização de lucros após os fortes ganhos da quarta-feira. Mas, rapidamente encontrou recuperação, com o contrato dezembro superando a linha de US$ 2,40 a libra-peso e atingindo os patamares mais altos em 6 meses, batendo na máxima do dia em 242,95 centavos de dólar por libra-peso. A valorização foi mais uma vez estimulada pelas preocupações crescentes quanto ao efetivo tamanho da safra brasileira de 2022, com indicações de que o rendimento ficou aquém do esperado. Além disso, há relatos de floradas precoces abertas após chuvas recentes em importantes regiões produtoras do Brasil, como o sul de Minas Gerais, que podem não ter o pegamento se não houver a continuidade de um bom regime de chuvas. Isso prejudicaria a produção de 2023. Porém, depois de ter altas de quase 400 pontos, NY reduziu os ganhos com realização de lucros e fechou levemente abaixo da importante linha técnica de US$ 2,40 a libra-peso. Este nível mostra-se uma resistência importante a ser vencida para o movimento altista seguir. Os contratos com entrega em setembro/2022 fecharam o dia a 243,40 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 0,45 centavo, ou de 0,2%. A posição dezembro/2022 fechou a 239,50 centavos, alta de 0,50 centavo, ou de 0,2%.