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    CONECTA NEWS – 27/09/2022

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    ALGODÃO: NY reverte e recua com fatores técnicos e apreensão com recessão
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais baixos nesta terça-feira Em sessão volátil, NY teve ganhos em parte do dia, seguindo petróleo e com a piora nas condições das lavouras americanas, segundo levantamento semanal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Porém, o mercado passou a apresentar movimento na ponta vendedora novamente com as preocupações com a recessão global e o efeito sobre o consumo da pluma e derivados. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de algodão. Segundo o USDA, até 25 de setembro, 31% estavam entre boas e excelentes condições, 27% em situação regular e 32% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana passada, eram 33%, 28% e 39%, respectivamente. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 88,09 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,28 centavo, ou de 0,3%. A posição março/2023 fechou a 85,39 centavos, desvalorização de 0,55 centavo, ou de 0,6%.

    MILHO: Importações da União Europeia aumentam 81% em 2022/23
    As importações de milho por parte da União Europeia totalizam 6,65 milhões de toneladas na temporada 2022/23, entre 01 de julho e 25 de setembro, ante as 5,90 milhões relatadas há uma semana e 81% acima das 3,67 milhões de toneladas importadas no mesmo período de 2021/22, de acordo com os números da Comissão Europeia. Analistas têm aumentado suas projeções para as importações de milho da UE, já que uma severa estiagem colocou o bloco no caminho para sua pior safra em 15 anos. A Espanha foi o principal importador de milho da UE até agora em 2022/23 com 2,46 milhões de toneladas, a frente da Holanda (802.000 toneladas), Polônia (637.000 toneladas), Portugal (602.000 toneladas) e Itália, com 424.000 toneladas. A lista dos cinco principais fornecedores de milho para a UE nesta temporada mostrou um grande aumento nas importações de milho brasileiro e ucraniano, com o volume da Ucrânia mais de três vezes maior do que no mesmo período do ano passado.

    CAFÉ: NY fecha com preços mistos, com petróleo e oferta apertada sustentando
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta terça-feira com preços mistos. O mercado teve ganhos inicialmente, sustentado pela preocupação com o aperto na oferta global no curto prazo e pela valorização do petróleo. Porém, perdeu terreno em meio a fatores técnicos e realização de lucros. Na alta, o contrato dezembro não conseguiu superar 229,05 centavos de dólar por libra-peso, mostrando resistência nessa faixa próxima a 230 centavos, o que acionou vendas e levou o contrato dezembro a fechar apenas com modesto ganho, enquanto as demais posições caíram. Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 26 de setembro de 2022 estavam em 460.387 sacas de 60 quilos, mantendo declínio e nos patamares mais baixos em 23 anos. Isso sugere aperto na oferta imediata de café no mundo, com industriais e outros demandantes se socorrendo com os cafés da bolsa. As indicações de uma safra menor que o esperado no Brasil em 2022 seguem ecoando no mercado. Há ainda relatos de problemas em outras origens, como Colômbia e América Central no arábica, além do Vietnã no robusta (que enfrenta a passagem agora de um tufão). Esse cenário gera apreensão com a oferta no curto prazo. Por outro lado, o quadro de aversão ao risco, com temores de recessão e efeitos na demanda, inclusive por café, é aspecto que limita avanços. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 224,35 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,55 centavo, ou de 0,2%. A posição março/2023 fechou a 216,30 centavos, perda de 0,20 centavo, ou de 0,1%.

    TRIGO: União Europeia exporta 8,8 milhões de toneladas na temporada 2022/23
    As exportações de trigo soft da União Europeia atingiram 8,80 milhões de toneladas na temporada 2022/23, entre 01 de julho e 25 de setembro, mostraram dados da Comissão Europeia. Até 18 de setembro, as exportações do cereal totalizavam 8,06 milhões de toneladas. Já entre 01 de julho e 25 de setembro de 2021, os embarques totalizaram 8,75 milhões de toneladas. A França continua sendo o principal país exportador de trigo soft da União Europeia, com 3,36 milhões de toneladas embarcadas até agora na temporada, seguida pela Romênia, com 1,38 milhão de toneladas, Alemanha com 913.000 toneladas, Bulgária (881.000 toneladas) e Polônia (851.000 toneladas).

    TRIGO: União Europeia exporta 8,8 milhões de toneladas na temporada 2022/23
    As exportações de trigo soft da União Europeia atingiram 8,80 milhões de toneladas na temporada 2022/23, entre 01 de julho e 25 de setembro, mostraram dados da Comissão Europeia. Até 18 de setembro, as exportações do cereal totalizavam 8,06 milhões de toneladas. Já entre 01 de julho e 25 de setembro de 2021, os embarques totalizaram 8,75 milhões de toneladas. A França continua sendo o principal país exportador de trigo soft da União Europeia, com 3,36 milhões de toneladas embarcadas até agora na temporada, seguida pela Romênia, com 1,38 milhão de toneladas, Alemanha com 913.000 toneladas, Bulgária (881.000 toneladas) e Polônia (851.000 toneladas). As informações partem da Reuters.

    TRIGO: Chicago fecha em forte alta com possível dificuldade de suprimento russo
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços bem mais altos. Em dia de recuperação, foi observado um movimento de cobertura de posições vendidas, após duas sessões com perdas significativas. O cereal buscou suporte na preocupação com o suprimento russo, pois alguns agricultores estão sendo chamados para o exército. O petróleo, que subia mais de 2% há pouco, completou o quadro positivo. Os ganhos, que ultrapassaram 2% durante parte da sessão, foram reduzidos nos últimos negócios, mas seguiram altos, em torno de 1,5%. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,71 1/2 3/4 por bushel, alta de 13,50 centavos de dólar, ou 1,57%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,84 1/4 por bushel, elevação de 13,00 centavos, ou 1,49%, em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Chicago vira no final da sessão e fecha em baixa, refletindo temores com economia global
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em baixa, revertendo no final da sessão os bons ganhos iniciais. O mercado abriu em recuperação técnica, por conta da melhora de humor no cenário financeiro internacional e no atraso da colheita nos Estados Unidos. Ao longo do dia, no entanto, as incertezas sobre a situação da economia global e a ameaça de recessão ganharam corpo e pesaram sobre os contratos da soja. O clima favorável ao início do plantio no Brasil e do preparo do solo na Argentina completaram o movimento de correção dos ganhos, até o quadro virar no final do dia. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 25 de setembro, a área colhida estava apontada em 8%. O mercado esperava 11%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 15%. A média é de 13%. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,25 centavos ou 0,23% a US$ 14,08 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,14 por bushel, com perda de 2,25 centavos de dólar ou 0,15%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,90 ou 0,93% a US$ 413,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 62,39 centavos de dólar, com perda de 0,07 centavo ou 0,11%.

    MILHO: Chicago é sustentada por colheita lenta dos EUA e encerra em alta
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em alta. O mercado chegou a ter ganhos expressivos no começo do dia, acima dos 1%, mas teve um declínio de força, em meio às preocupações com o cenário de recessão global. O ritmo mais lento que o esperado na colheita dos Estados Unidos, porém, atuou como fator de suporte aos preços e determinou o dia de alta. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 25 de setembro, a área colhida estava em 12%. O mercado esperava 13%. Na semana passada, eram 7%. Em igual período do ano passado o número era de 9%. A média para os últimos cinco anos é de 14%. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,67 1/2 por bushel, ganho de 1,25 centavo de dólar, ou 0,18%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,72 3/4 por bushel, alta de 2,00 centavos, ou 0,29% em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Plantio no Paraná atinge 9% da área da safra 2022/23, diz Deral
    O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB), informou que o plantio da safra 2022/23 de soja atinge 9% da área no Paraná. A área plantada com soja na safra 2022/23 deve ficar em 5,731 milhões de hectares, contra 5,670 milhões na safra 2021/22, com incremento de 1%. Segundo o Deral, 100% das lavouras estão em boas condições, na fase de germinação (78%) e crescimento vegetativo (22%). Na semana passada a área cultivada era de 6%, com 100% das lavouras em boas condições, nas fases de germinação (99%0 e crescimento vegetativo (1%). A produção da safra de soja em 2022/23 deve chegar a 21,504 milhões de toneladas, contra 12,056 milhões de toneladas da safra anterior (2021/22), com uma alta de 78%. A produtividade média foi estimada em 3.752 quilos por hectare em 2022/23, acima dos 2.139 quilos registrados na safra 2021/22.

    TRIGO: Colheita no Paraná chega a 37% da área, diz Deral
    O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita atinge 37% da área, com 45% das lavouras de trigo na fase de maturação. As demais estão em frutificação (39%), floração (13%) e desenvolvimento vegetativo (3%). A área é estimada em 1,175 milhão de hectares, contra 1,225 milhão de hectares em 2021, queda de 4%. Segundo o Deral, 76% das lavouras de trigo apresentam boas condições de desenvolvimento, 22% situação média e 2% estão ruins. No dia 19 de setembro, a colheita atingia 28% da área, com 79% das lavouras tinham boas condições, 18% situação média e 3% ruins, entre as fases de crescimento vegetativo (6%), floração (12%), frutificação (39%) e maturação (43%). A safra 2022 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,890 milhões de toneladas, 21% acima das 3,208 milhões de toneladas colhidas na temporada 2021. A produtividade média é estimada em 3.309 quilos por hectare, acima dos 2.632 quilos por hectare registrados na temporada 2021.

    MILHO: ANEC projeta embarques de 7,132 milhões de toneladas em setembro
    Dados divulgados nesta semana pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) projetam que o Brasil deverá exportar 7,132 milhões de toneladas de milho em setembro. Em setembro do ano passado, o Brasil embarcou 2,546 milhões de toneladas de milho. Em agosto de 2022, os embarques do cereal somaram 6,897 milhão de toneladas. No acumulado de 2022, os embarques de milho atingem 26,048 milhões de toneladas. De acordo com a ANEC, na semana entre os dias 18 e 24 de setembro, foram registrados embarques do cereal de 1,937 milhão de toneladas. Entre 25 de setembro e 1o de outubro, os embarques estão projetados em 1,756 milhão toneladas de milho.

    SOJA: Brasil deve embarcar até 3,818 milhões de toneladas em setembro, aponta ANEC
    As exportações brasileiras de soja em grão deverão ficar em 3,818 milhões de toneladas em setembro, conforme levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Em setembro do ano passado, as exportações ficaram em 4,702 milhões de toneladas. Em agosto, o país embarcou 5,050 milhões de toneladas. Na semana entre 18 e 24 de setembro, o Brasil embarcou 847,184 mil toneladas. Para o período entre 25 de setembro e 1 de outubro, a ANEC indica a exportação de 1,306 milhão de toneladas. Para o farelo de soja, a previsão é de embarques de 2,013 milhão de toneladas em setembro. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 1,463 milhão de toneladas. Em agosto, volume ficou em 1,692 milhão de toneladas. Na semana passada, as exportações ficaram em 573,824 mil toneladas e a previsão para esta semana é de 572,845 mil toneladas.