John Deere logo

    Conecta

    Sua fonte centralizada de notícias Agro

    CONECTA NEWS – 27/10/2022

    Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS
    Agencia SAFRAS & Mercado, Portal de Notícias
    CONECTA NEWS – 27/10/2022
    CONECTA NEWS – 27/10/2022

    Tags:

    Clima

    Soja

    Arroz

    Trigo

    Agricultura

    Café

    Grãos

    Alimentação

    Algodão

    Cana-de-Açúcar

    MILHO: Plantio 22/23 atinge 21,8% da área na Argentina - Bolsa de Buenos Aires
    O plantio de milho da safra 2022/23 atinge 21,8% na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a superfície é estimada em 7,3 milhões de hectares. Os trabalhos avançaram 4,8 pontos percentuais desde a semana passada e estão 5,8 pontos atrasados na comparação com o ano passado.

    SOJA: Com fatores conflitantes, Chicago encerra com preços mistos
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mistos, perto da estabilidade. Como fator positivo, o mercado recebeu impulso dos bons números para exportações semanais americanas durante boa parte do dia. Como negativo, a mudança de direção do dólar frente a outras moedas - revertendo para forte valorização - limitou o impacto positivo dos sinais de demanda aquecida. A firmeza da moeda americana serviu de pretexto para um movimento de realização de lucros. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2022/23, com início em 1º de setembro, ficaram em 1.026.400 toneladas na semana encerrada em 20 de outubro. A China liderou as importações, com 1.115.600 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 800 mil e 1,3 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 0,50 centavo ou 0,03% a US$ 13,82 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,93 1/2 por bushel, com ganho de 0,50 centavo de dólar ou 0,03%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 6,70 ou 1,63% a US$ 415,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 72,30 centavos de dólar, com perda de 1,12 centavo ou 1,52%.

    TRIGO: Chicago fecha em baixa por força do dólar
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços levemente mais baixos. No início do dia o mercado operou em alta, mas caiu após ser pressionado pela força do dólar frente à outras moedas, o que tirou a competitividade das commodities, e pelas chuvas nas planícies dos Estados Unidos e na Argentina. Apesar disso, alguns fatores limitaram a queda como as vendas semanais dos Estados Unidos, que ficaram acima do esperado por analistas, as incertezas com o corredor de grãos na região do Mar Negro e a safra menor na Argentina. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2022/23, que tem início em 1o de junho, ficaram em 533.200 toneladas na semana encerrada em 20 de outubro. A Coreia do Sul foi a principal importadora, com 109.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 100 mil e 400 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,38 1/2 por bushel, baixa de 2,00 centavos de dólar, ou 0,23%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,58 por bushel, redução de 1,50 centavo, ou 0,17%, em relação ao fechamento anterior.

    MILHO: Chicago encerra sessão negativa com força do dólar
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em baixa. O mercado foi pressionado pela força do dólar frente a outras moedas correntes e as vendas semanais líquidas norte-americanas, que ficaram abaixo do esperado. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2022/23, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 264.000 toneladas na semana encerrada em 20 de outubro. A China liderou as compras, com 157.800 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 300 mil e 650 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,82 1/4 por bushel, baixa de 2,75 centavos de dólar, ou 0,40%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,87 3/4 por bushel, perda de 2,75 centavos, ou 0,39% em relação ao fechamento anterior.

    FEIJÃO: Baixas temperaturas afetam desenvolvimento no Rio Grande do Sul – Emater
    A cultura está em implantação. A área estabelecida é maior nas regiões Central, Planalto Médio e Alto Uruguai, onde aproxima-se do final de semeadura. A Região Sul tem índices intermediários de semeadura próximos a 40%. Na Região Nordeste do Estado, onde a topografia é mais elevada, a operação ainda é incipiente, aguardando o aumento das temperaturas. As lavouras apresentam um desenvolvimento ligeiramente afetado em função das temperaturas mais baixas. Em termos fitossanitários, prosseguiu o monitoramento de doenças, sobretudo a antracnose, que é favorecida por temperaturas amenas e pela presença de orvalho ou chuvas. A área projetada de feijão 1 safra é de 30.561 hectares. A produtividade estimada permanece em 1.701 kg/ha. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, a área semeada alcançou 80% da prevista. As condições do tempo foram favoráveis à cultura. Os picos de temperatura, a radiação solar satisfatória e as chuvas volumosas permitiram melhor crescimento e desenvolvimento das plantas. Na de Ijuí, estão em fase de desenvolvimento vegetativo 73% dos cultivos; em floração, 8%; e formação de vagens, 19%. O desenvolvimento está abaixo do esperado em decorrência das baixas temperaturas. No período, os produtores prosseguiram com controle de ervas daninhas e insetos. Na de Santa Maria, foram semeadas aproximadamente 90% das lavouras previstas sendo que 70% dessas estão em desenvolvimento vegetativo, 27% em floração, e 3% em fase de enchimento de grãos. Na de Porto Alegre, houve intensificação na semeadura, que alcançou 70% da área prevista. A cultura encontra-se em desenvolvimento vegetativo, sem problemas com pragas e doenças. O frio dos últimos períodos provocou problemas na germinação em algumas microrregiões. Comercialização (saca de 60 quilos) Segundo o levantamento semanal de preços realizado pela Emater/RS-Ascar no Estado, o valor médio diminuiu -1,40%, passando de R$ 230,00 para R$ 226,77. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    CAFÉ: NY fecha com preços mistos, tentando reação técnica
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quinta-feira com preços mistos. Os dois contratos mais próximos (dezembro/2022 e março/2023) encerraram com perdas pela décima segunda sessão seguida, e as mais distantes com ganhos moderados. A alta do petróleo deu suporte, além de aspectos técnicos, com a queda do dólar contribuindo para a sustentação. Após o mercado atingir os patamares mais baixos em 14 meses, há a tentativa de recuperação técnica. Porém, o clima favorável às floradas para a safra 2023 do Brasil seguem como aspecto baixista, assim como a chegada da safra da América Central e Colômbia ao final do ano. Temores em torno da demanda com a recessão global fecham o cenário preocupante. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 178,85 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,90 centavo, ou de 0,50%. A posição março/2023 fechou a 176,95 centavos, queda de 0,35 centavo, ou de 0,19%.

    ARROZ: Plantio atinge 58% no Rio Grande do Sul – Emater
    O plantio de arroz atinge 58% da área no Rio Grande do Sul. Na semana passada, eram 47%. Em igual período do ano passado, 60%. A média para os últimos cinco anos é de 56%. A área estimada de arroz pelo IRGA é de 862.498 hectares. A produtividade média esperada é de 8.226 kg/ha, perfazendo uma produção de 7.094.909 toneladas. A semeadura evoluiu durante a primeira metade da semana, sendo interrompida com a ocorrência de chuvas em parte da região produtora. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    MILHO: Plantio atinge 73% da área no Rio Grande do Sul – Emater
    O plantio de milho atinge 73% da área no Rio Grande do Sul. Na semana passada, eram 70%. Em igual momento do ano passado, 75%. A média para os últimos cinco anos é de 68%. A área estimada de cultivo para a safra 2022/2023 é de 831.786 hectares. A produtividade esperada é de 7.337 kg/ha. Os trabalhos ocorreram lentamente nesta semana, pois parte da área destinada ao cultivo será implantada após as operações de colheita e/ou o plantio de outras culturas, como é o caso de trigo e soja. Em parte do estado, a ocorrência de chuvas volumosas tornou momentaneamente inapropriada a semeadura em função do alto teor de umidade nos solos. As lavouras se dividem entre desenvolvimento vegetativo (99%) e florescimento (1%). As chuvas beneficiaram o desenvolvimento e o aproveitamento de nutrientes suplementados em adubações de cobertura. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    SOJA: Plantio 22/23 atinge 3% da área no Rio Grande do Sul – Emater
    O plantio da soja no Rio Grande do Sul está em fase inicial. Estima-se que 3% já foram efetivados. A atenção de produtores está na finalização de regulagem das semeadoras, na continuidade do tratamento de sementes e na armazenagem de insumos nas propriedades. Também foram realizadas práticas de manejo da palhada e dessecação pré-plantio; foi frequente a presença de plantas de difícil controle, tal como a buva. A área projetada para a safra 2022/2023 é de 6.568.607 hectares. A produtividade estimada é de 3.131 kg/ha, e a produção é de 20.563.989 toneladas. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    TRIGO: Colheita atinge 7% no Rio Grande do Sul – Emater
    A colheita de trigo atinge 7% da área no Rio Grande do Sul. Na semana passada, eram 5%. Em igual período do ano passado, 30%. A média dos últimos cinco anos é de 41%. A reavaliação da safra de inverno indica que a área cultivada atinge 1.458.026 hectares. A produtividade estimada é de 3.210 kg/ha. A cultura está evoluindo para o encerramento do ciclo, com predomínio do estádio de maturação em 46% das lavouras. No entanto, a colheita evoluiu lentamente na última semana. Um dos fatores para essa demora é a semeadura mais tardia em sucessão às lavouras de verão, que foram ressemeadas após o período de estiagem do último verão, que, por sua vez, atrasou as colheitas. Outro fator é a desuniformidade na maturação das lavouras, que levou parte dos produtores a aplicarem herbicidas para uniformizá-la, e os produtos utilizados demandam um período de ação e de carência para a colheita.

    MILHO: Aumento da produção no Brasil tende a atenuar restrição de oferta mundial
    Com uma produção estimada em aproximadamente 127 milhões de toneladas, a colheita de milho na safra 2022/23 deverá registrar um incremento de 12,5% em relação ao último ciclo. Este aumento tende a conter as pressões de uma restrição da oferta do grão no cenário mundial, diante de uma menor quantidade do produto norte-americano e de problemas de safra na União Europeia, como aponta a edição de outubro do boletim AgroConab, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o documento, a safra de milho na União Europeia deverá ser a menor registrada desde 2008. Além disso, o USDA confirmou um corte na produção e nos estoques do cereal nos Estados Unidos para a safra 2022/23, o que pressiona os preços do grão no mercado internacional, influenciando também a cotação interna. Com este panorama, há uma tendência de aumento da demanda exportadora brasileira. Já para a soja, a análise mostra que problemas de escoamento de grãos no rio Mississipi, nos Estados Unidos, têm influenciado no maior valor dos prêmios de portos nacionais. Se por um lado há registro de elevação, os preços do grão no mercado apresentam queda, seguindo o comportamento das cotações internacionais. De acordo com o boletim, pressionam para baixo os preços em Chicago, a elevação dos estoques de passagem norte-americanos divulgada pelo USDA, o bom avanço da colheita nos Estados Unidos, a oferta mundial elevada e a possibilidade de recessão no mundo. Em contrapartida, a preocupação com o clima na América do Sul dá sustentação às cotações da oleaginosa. Com informações da assessoria de imprensa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    AÇÚCAR: Nova York volta a cair com amplas ofertas e temores de recessão
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mais baixas. Os contratos com entrega em Março/2023 encerraram o dia a 17,71 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,15 centavo (-0,83%). A posição Maio/2023 fechou cotada a 16,79 centavos (-0,76%). Os futuros do açúcar bruto acentuaram as perdas recentes, tocando nos patamares mais baixos em quase quatro semanas, pressionados por amplas ofertas globais e por preocupações com a demanda de commodities básicas diante de uma iminente recessão econômica. Conforme analistas, os fundos de investimento devem continuar liquidando posições compradas nas próximas semanas, embora o fortalecimento do prêmio do primeiro contrato sobre o segundo (atualmente em quase 100 pontos) ofereça alguma sustentação para o mercado. As informações partem da Reuters.

    CAFÉ: Londres fecha com preços mistos, buscando direção e consolidação
    A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (ICE Futures Europa) para o café robusta encerrou as operações desta quinta-feira com preços mistos. O mercado buscou consolidação e direcionamento após as recentes quedas. Novamente houve a tentativa de recuperação técnica, mas o mercado bate nos fundamentos baixistas, com expectativa de melhora na oferta com boa safra no Brasil em 2023 e com a chegada da safra de robusta do Vietnã ao final do ano e do arábica da América Central e Colômbia. Os contratos para entrega em novembro/2022 fecharam o dia a US$ 1.908 a tonelada, alta de US$ 12 a tonelada, ou de 0,6%. A posição janeiro/2023 fechou a US$ 1.878 a tonelada, valorização de US$ 3, ou de 0,2%.