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    CONECTA NEWS – 28/10/2022

    Fique ligado nas principais notícias do agronegócio no Brasil e no mundo. O conteúdo do Conecta News é uma parceria com o SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS
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    BIOENERGIA: Potencial bioelétrico da cana é subutilizado
    Uma das razões de o Brasil ter uma das mais limpas matrizes energéticas (incluindo combustíveis) e elétrica (apenas fontes de geração de eletricidade) do mundo está nos canaviais. Da criação do Programa Nacional do Álcool (Proálcool) na década de 1970 ao momento atual em que se trabalha no etanol de segunda geração e em novos produtos como o biogás, o setor sucroalcooleiro ganhou espaço na economia. Hoje representa cerca de 45% do total de combustível consumido no Brasil e a bioeletricidade, feita a partir da biomassa advinda da moagem da cana-de-açúcar (bagaço e palha), é uma das cinco principais fontes de eletricidade, com pouco mais de 12 GW de capacidade instalada. Há potencial para muito mais. Cada tonelada de cana-de-açúcar moída na fabricação de açúcar e etanol gera, em média, 250 kg de bagaço e 200 kg de palha e pontas, o que é utilizado para a produção de eletricidade limpa. Nas contas de Zilmar Souza, gerente de bioeletricidade na União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), para os próximos anos, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a fonte biomassa deverá acrescentar 248 MW e 591 MW à matriz elétrica brasileira em 2023 e 2024, representando, respectivamente, 2% e 7% da expansão prevista para a matriz, diminuindo a representatividade da fonte na expansão anual da matriz elétrica brasileira. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Brasil aproveita menos de 15% do potencial técnico de geração de bioeletricidade e do biogás sucroenergéticos para a rede. Para reduzir este hiato entre a geração efetiva de bioeletricidade e seu potencial, é importante estabelecermos uma política setorial estimulante e de longo prazo para a bioeletricidade e o biogás, afirma Souza. Apesar do potencial ainda não utilizado, a eletricidade já movimenta muitos negócios em várias frentes, com muitos grupos se preparando para a potencial abertura do mercado livre de energia elétrica e para a descarbonização de frotas de veículos. Esse cenário é estimulado pelo contexto: o programa RenovaBio, operacional desde 2020, que faz com que as distribuidoras de combustíveis devam adquirir C-Bios para compensar as emissões relacionadas às vendas de combustíveis. O mecanismo do RenovaBio faz com que as usinas mais eficientes sejam capazes de gerar mais C-Bios, o que incentiva os produtores a investirem na maximização de sua produção e eficiência, que pode estimular investimentos em bioeletricidade e etanol de segunda geração. Um dos principais vetores de investimento é o biogás, um subproduto da produção de etanol. O material orgânico que resta da cana, podendo ser a vinhaça ou a torta de filtro, sofre a ação de bactérias, responsáveis pela geração do biogás. O setor sucroenergético corresponde a cerca de 50% do potencial do biogás que pode ser produzido no Brasil, estimado em 57,6 milhões de m3 /dia. Novas tecnologias de produção, com o aproveitamento de resíduos como vinhaça e torta de filtro, prometem trazer autossuficiência às usinas de etanol. Com investimento aproximado de R$ 300 milhões, a Raízen investe em sua segunda unidade planta de biogás, a primeira dedicada à produção de gás natural renovável. A produção de etanol a partir de biomassa (bagaço), que também gera vinhaça como resíduo, será destinada à planta de biometano. A totalidade da produção da nova planta foi comercializada para a Yara Brasil Fertilizantes e Volkswagen do Brasil, em contratos de longo prazo. A Lemon Energia, que faz a ponte entre geradores de energia elétrica e pequenas e médias empresas consumidoras que gastam cerca de R$ 500 mensais em energia em um modelo de negócios similar a um clube de assinaturas, fechou em junho sua primeira parceria na área de gás. Ela fez um acordo com a Tereos para fornecer eletricidade gerada do biogás de vinhaça, um resíduo da produção de etanol, a pequenas e médias empresas no interior de São Paulo. A energia vem da produção da planta piloto de biogás da Tereos, localizada em sua unidade industrial Cruz Alta, em Olímpia (noroeste do Estado de São Paulo). A planta de Olímpia produz 1 MW ou o equivalente ao consumo de cerca de 85 pequenos comércios, com potencial de duplicar o volume no médio prazo, afirma Rafael Vignoli, sócio fundador da Lemon. Boa parte dos clientes está ligada ao setor de alimentação. Temos bares, restaurantes, padarias, lojas de conveniência, entre outros. Como a Ambev é um dos nossos grandes parceiros, muitos são pontos de venda que recebem os produtos dela. Temos a meta de levar energia sustentável para 250 mil pontos de venda da fabricante de bebidas até 2025, destaca Vignoli. As informações partem do Valor Econômico.

    CAFÉ: SAFRAS estima queda de 9% nas exportações brasileiras 2022/23
    A menor safra brasileira 2022 deve fazer o Brasil exportar menos café e os estoques devem voltar a cair. A partir de uma safra revisada para baixo para 57,30 milhões de sacas, a oferta (estoques + produção) deve recuar 6% na atual temporada, ficando em 59,76 milhões de sacas (estoques iniciais de 2,46 milhões de sacas mais a safra de 57,3 milhões de sacas). E isso acaba comprometendo o saldo exportável. Assim, SAFRAS & Mercado projeta embarques de café para a temporada 2022/23 de 36,15 milhões de sacas no total (verde e industrializado), volume 9% menor que na temporada 2021/22 (39,8 milhões de sacas). Além da queda nas exportações, os estoques ao final da temporada 2022/23 devem cair para 2,01 milhões de sacas, seguindo em níveis muito baixos, contra 2,46 milhões de sacas ao final de 2021/22. A relação estoque-consumo deve ficar em 9%, piorando em relação ao ciclo comercial anterior (11%). "A insegurança em relação ao abastecimento interno explica a postura mais agressiva da indústria de torrado e moído doméstica, especialmente nas compras de café conilon", aponta o consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach. Barabach comenta que o aperto na atual temporada exige uma safra cheia no Brasil na próxima, para a retomada dos estoques e a recuperação do "market share" internacional. "Nesse sentido, qualquer sinal negativo no desenvolvimento da safra 2023 pode servir de impulso para movimentos corretivos mais expressivos no preço do café na ICE US", indica.

    CAFÉ: NY segue em queda livre, rompendo US$ 1,70 com alta do dólar e oferta mais tranquila
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta sexta-feira com preços terrivelmente mais baixos. O café seguiu despencando e alcançou para os contratos dezembro/2022 e março/2023 a décima terceira queda seguida. O contrato dezembro rompeu para baixo a linha de US$ 1,70 a libra-peso, batendo nos patamares mais baixos em 15 meses. A alta do dólar contra o real e outras moedas, a baixa do petróleo e as preocupações com a demanda diante de um cenário de recessão derrubaram novamente os preços. As cotações foram caindo e atingindo stops de comprados, rompendo suportes e acelerando o movimento baixista. A oferta mais tranquila segue como aspecto baixista também. As condições climáticas são favoráveis ao pegamento das floradas para a safra 2023, e o final de ano marca a chegada da safra de importantes origens, como os arábicas colombianos e da América Central. No balanço da semana, o contrato dezembro acumulou baixa de 11%. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 169,80 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 9,05 centavos, ou de 5,1%. A posição março/2023 fechou a 167,75 centavos, queda de 9,20 centavos, ou de 5,2%.

    SOJA: Sinais de demanda garantem alta em Chicago, reduzindo perda semanal
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos, revertendo as perdas do início do dia e diminuindo a queda semanal. Novas vendas de soja americana asseguraram a recuperação. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou duas novas vendas por parte de exportadores privados: 198 mil toneladas para a Espanha e 126 mil toneladas para a China. Com isso, os sinais de demanda aquecida ganharam suporte e predominaram sobre os fatores negativos. A aversão ao risco no cenário financeiro segue impactando as commodities. Além disso, os fundamentos seguem negativos para os preços. A colheita se encaminha para o final confirmando uma safra cheia. No Brasil, o plantio evolui sem maiores entraves e, até o momento, a aposta é de uma produção acima de 150 milhões de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 5,50 centavos ou 0,39% a US$ 13,87 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,00 1/4 por bushel, com ganho de 6,75 centavos de dólar ou 0,48%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 10,00 ou 2,4% a US$ 425,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 71,79 centavos de dólar, com perda de 0,51 centavo ou 0,7%.

    MILHO: Com força do dólar, Chicago encerra sessão em baixa
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços em baixa. O mercado foi pressionado pela força do dólar frente a outras moedas correntes e a significativa baixa do petróleo A fraca demanda pelo cereal dos Estados Unidos também atua como um fator baixista aos preços. As perspectivas para as exportações de milho do país não são boas, devido aos problemas de transporte enfrentados com baixo nível de água no rio Mississippi. Além disso, pesa negativamente o alívio trazido pelas chuvas para as safras dos EUA e da Argentina, e novas restrições chinesas por conta do COVID-19. O dia de baixa fez com que Chicago estendesse a baixa semanal. As perdas acumuladas no contrato dezembro ficaram em 0,51%. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,80 3/4 por bushel, baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,21%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,86 3/4 por bushel, perda de 1,00 centavo, ou 0,14% em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Chicago fecha em baixa significativa pressionada por aversão e clima
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços significativamente mais baixos. O cereal foi pressionado por uma maior aversão ao risco, com o petróleo em queda e o dólar mais forte frente a outras moedas. O foco do mercado sobre para as discussões sobre a extensão do acordo do corredor de grãos da região dos Mar Negro. Além disso, pesaram negativamente o alívio trazido pelas chuvas para as safras dos EUA e da Argentina, e novas restrições chinesas por conta do COVID-19. No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,29 1/4 por bushel, baixa de 9,25 centavos de dólar, ou 1,1%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,49 por bushel, redução de 9,00 centavo, ou 1,04%, em relação ao fechamento anterior.

    CARNE BOVINA: Volume de exportação da Argentina cai 5,3% em setembro
    O volume de exportações de carne bovina da Argentina caiu 5,3% setembro em relação a agosto, com 54,4 mil toneladas, e 10,2% em relação ao nível de faturamento, segundo relatório do Consórcio de Exportadores de Carne (ABC). Isto significou um valor total de US$ 300 milhões. Desta forma, a comparação anual também recuou 2% em volume e 5,4% em faturamento. Por outro lado, o acumulado dos primeiros nove meses do ano continua apresentando resultados positivos para ambos, com 472,5 mil toneladas (+8,2%) e US$ 2,753 milhões (+36,2%) para vendas externas. As quedas se devem a menores embarques para a União Europeia, Israel, Chile e Estados Unidos, somados a uma queda geral nos preços internacionais. A China respondeu por 77,4% dos volumes exportados em setembro de 2022; e 76,9% do acumulado nos nove primeiros meses do ano. O Consórcio ABC assegurou que, com a próxima implantação do sistema de corte para o comércio varejista local de carne bovina, serão eliminadas distorções, como a dos chamados "lomeros", que se dedicam a comprar o maior valor de cortes de carne em áreas onde é distribuída em meia-carcaça e o poder aquisitivo dos consumidores de bairro impede que ela seja vendida pelo seu real valor de mercado. Com o novo sistema, o açougueiro poderá encomendar os cortes mais vendidos em sua área e, assim, obter uma economia ou oferta adequada às necessidades de seus clientes, que poderá repassar aos preços para equilibrá-los em favor dos consumidores. Com informações da Agência CMA Latam.

    CAFÉ: Araguari/MG apresenta déficit hídrico de 344,0 mm em setembro – Procafé
    O levantamento do Procafé (Programa de Apoio Tecnológico à Cafeicultura) de Varginha, ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), mostrou que em Araguari, situada no Norte do Triângulo Mineiro, houve precipitação de 93,0 mm em setembro, acima da média histórica de 1961 a 1990, de 37,0 milímetros. A temperatura média foi de 23,8 graus Celsius, acima da temperatura média histórica 23,0 graus celsius. Houve registro de evapotranspiração de 104,1 milímetros, com déficit hídrico de 344,0 mm. Em relação especificamente a doenças, não houve incidência média de ferrugem, cercóspora, bicho mineiro, phoma, broca ou ácaro. *ALERTA GERAL - A precipitação em setembro de 2022 foi superior à média histórica para as três regiões, porém, ainda não suficiente para zerar os déficits, que ficaram no final do mês em 113 mm em Araxá, 122 mm para Patrocínio e 344 mm para Araguari. Para os cafeicultores que não adotam o estresse hídrico para sincronização da florada, há necessidade de reposição das lâminas de irrigação para as três regiões. Para os que adotam o estresse hídrico, após a colheita, sugere-se que a reposição seja refeita na totalidade, para garantir as floradas já ocorridas. As temperaturas médias do ar ficaram acima das médias históricas para as três regiões.

    CAFÉ: Patrocínio/MG fechou setembro com déficit hídrico de 121,8 mm – Procafé
    O levantamento do Procafé (Programa de Apoio Tecnológico à Cafeicultura) de Varginha, ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), mostrou que em Patrocínio, situada no Alto Paranaíba de Minas Gerais, houve precipitação de 57,0 mm em setembro, acima da média histórica de 1961 a 1990, de 37,0 milímetros. A temperatura média foi de 21,6 graus Celsius, acima da temperatura média histórica 20,7 graus celsius. A evapotranspiração foi indicada em 81,8 milímetros. Houve déficit hídrico de 121,8 mm. Em relação especificamente a doenças, não houve incidência de ferrugem, cercóspora, bicho mineiro, phoma, broca ou ácaro. *ALERTA GERAL - A precipitação em setembro de 2022 foi superior à média histórica para as três regiões, porém, ainda não suficiente para zerar os déficits, que ficaram no final do mês em 113 mm em Araxá, 122 mm para Patrocínio e 344 mm para Araguari. Para os cafeicultores que não adotam o estresse hídrico para sincronização da florada, há necessidade de reposição das lâminas de irrigação para as três regiões. Para os que adotam o estresse hídrico, após a colheita, sugere-se que a reposição seja refeita na totalidade, para garantir as floradas já ocorridas. As temperaturas médias do ar ficaram acima das médias históricas para as três regiões.

    CAFÉ: Araxá/MG apresentou déficit hídrico de 113,5 mm em setembro – Procafé
    O levantamento do Procafé (Programa de Apoio Tecnológico à Cafeicultura) de Varginha, ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), mostrou que em Araxá, situada no Alto Paranaíba de Minas Gerais, houve precipitação de 82,8 mm em setembro, enquanto a média (de 1961 a 1990) histórica indicada é de 67,0 mm. A temperatura média foi de 22,0 graus Celsius, acima da temperatura média histórica 20,7 graus celsius. A evapotranspiração foi indicada em 86,0 milímetros. Houve déficit hídrico de 113,5 mm. Em relação especificamente a doenças, não houve incidência de ferrugem, cercóspora, bicho mineiro, phoma, ácaro ou broca. *ALERTA GERAL - A precipitação em setembro de 2022 foi superior à média histórica para as três regiões, porém, ainda não suficiente para zerar os déficits, que ficaram no final do mês em 113 mm em Araxá, 122 mm para Patrocínio e 344 mm para Araguari. Para os cafeicultores que não adotam o estresse hídrico para sincronização da florada, há necessidade de reposição das lâminas de irrigação para as três regiões. Para os que adotam o estresse hídrico, após a colheita, sugere-se que a reposição seja refeita na totalidade, para garantir as floradas já ocorridas. As temperaturas médias do ar ficaram acima das médias históricas para as três regiões.

    BIOCOMBUSTIVEIS: Produtores cobram medidas para atrair investimentos
    Associações de produtores de biocombustíveis da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai e Uruguai lançaram um manifesto, nesta quinta-feira (27), cobrando a implementação de medidas para o avanço dos investimentos no setor na região, como estratégia de transição energética. No documento Manifesto em Defesa dos Biocombustíveis, as entidades signatárias destacaram a importância de se definirem marcos regulatórios que garantam investimentos e pesquisas científicas e tecnológicas sobre biocombustíveis, visando ao cumprimento dos compromissos assumidos para a descarbonização no Acordo de Paris. O setor defende, ainda, a elaboração de roteiros claros e planejamentos energéticos de longo prazo, capazes de atrair a confiança de investidores, além de um plano regional de transição energética voltado ao financiamento de projetos. Os biocombustíveis oferecem uma oportunidade para uma verdadeira transição energética, bem como para o desenvolvimento de coprodutos que encontram sua origem na agricultura e não na geologia, promovendo a descarbonização de forma integral e aumentando a independência energética da região, disseram as associações. Matéria-Prima O manifesto ocorre em momento que a indústria de biodiesel do Brasil aguarda a definição pelo governo federal da proporção do biocombustível no diesel, com potencial de elevar a demanda de soja para esse fim em 51% se confirmado o cronograma do programa brasileiro de uma mistura de 15% para a maior parte de 2023. Neste ano, o governo decidiu baixar a mistura para 10%, citando questões de preços da matéria-prima. Assinam o documento a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), União Nacional do Etanol de Milho (Unem), além de entidades dos países vizinhos.

    AÇÚCAR: Nova York cai no dia e na semana com superávit de oferta e temores sobre demanda
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mais baixas. Os contratos com entrega em Março/2023 encerraram o dia a 17,58 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,13 centavo (-0,73%), acumulando queda de 4,35%. A posição Maio/2023 fechou cotada a 16,65 centavos (-0,83%). O mercado opera nos níveis mais baixos das últimas três semanas, pressionado pelos prognósticos de excesso de oferta global na temporada 2022/23, puxado pelas safras do Brasil, India e Tailândia. Com isso, fundos de investimento seguem na defensiva, reduzindo sua arteira comprada, embora em termos de curto prazo a situação da oferta é de aperto, conforme avaliação de analistas. As informações partem da Reuters.