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    CONECTA NEWS – 29/08/2022

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    ALGODÃO: NY recua com fatores técnicos e no aguardo de condições das lavouras americanas
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais baixos nesta segunda-feira. Os preços caíram no dia em meio a fatores técnicos, com correção após recentes altas e os ganhos acumulados na última semana. A expectativa está para o relatório semanal com as condições das lavouras norte-americanas, que será divulgado logo mais pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. A reação do petróleo limitou o movimento negativo do algodão. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 117,16 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,52 centavo, ou de 0,4%. 

    AGRONEGÓCIO: Empresários do setor participam de missão comercial a Singapura
    Empresas dos ramos de frutas, mel, açaí, bebidas, açúcar, castanhas e proteína animal participam de uma missão do Projeto Agro.BR a Singapura, de 3 a 11 de setembro. A iniciativa faz parte do Projeto que é liderado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A missão será coordenada pela CNA. O objetivo da missão comercial é apresentar as características e particularidades do mercado de Singapura e de outros países do sudeste asiático aos produtores, cooperativas e empresas agroindustriais brasileiras inscritas no projeto Agro.BR. A programação inclui visitas guiadas à Food and Hotel Asia (FHA), a maior feira de alimentos e bebidas da Ásia, agenda de reuniões e capacitações, além de encontros de negócios com potenciais compradores locais. A programação começa no dia 6, com a realização de rodadas de negócios e agenda com compradores potenciais na FHA. No dia 7, além das mesas de negociações, o grupo se reunirá com o representante da CNA em Singapura para apresentação da estratégia de ação no mercado e no sudeste asiático e participarão do Dia do Brasil, em comemoração ao Dia da Independência. Na quinta (8), os empresários continuam com a agenda na Food and Hotel Asia e visitam dois supermercados locais. Na sexta (9) e no sábado (10), o grupo participa de encontros com associações setoriais e realizam visitas técnicas a restaurantes e pontos de distribuição com foco nos produtos das empresas. No domingo (11), retornam ao Brasil. Na avaliação da assessora de Promoção Comercial da CNA, Camila Sande, que acompanhará o grupo, o mercado asiático tem grande potencial para os produtos do agro e Singapura é uma região estratégica para negócios com possíveis compradores. Singapura é a porta de entrada para o mercado do sudeste da Ásia e os contatos estratégicos que serão feitos durante a missão e a Feira Food and Hotel Asia serão fundamentais para o desenvolvimento de negócios na região. Atualmente, os principais produtos agropecuários brasileiros exportados para Singapura são carnes in natura (frango, suína e bovina) e café solúvel. Com a missão o Projeto Agro.BR busca diversificar essa pauta, incluindo outros produtos, em especial os alimentos, produzidos pelo Brasil, ressaltou Camila.

    TRIGO: Preços de exportação da Rússia caem com maior pressão de oferta
    Os preços de exportação do trigo da Rússia russo caíram na semana passada. Segundo analistas, as cotações são pressionadas pela chegada da nova safra. As exportações continuaram fracas. Os preços russos do trigo com 12,5% de proteína embarcados pelos portos do Mar Negro caíram US$ 10 para US$ 315 por tonelada free on board (FOB) no final da semana passada, informou a consultoria agrícola IKAR em nota. A Rússia exportou 660 mil toneladas de grãos na semana passada, em comparação com 850 mil toneladas na semana anterior, disse a consultoria Sovecon, citando dados portuários. Ela espera que os embarques acelerem nas próximas semanas. A Sovecon vê os preços do trigo para fornecimento imediato entre US$ 312 e US$ 318 por tonelada em comparação com US$ 334-337 há uma semana. A Rússia teve tempo seco na última semana e deve continuar mais quente do que o habitual nesta, disse a Sovecon, acrescentando que os agricultores já semearam grãos de inverno para a safra de 2023 em 928 mil hectares em comparação com 1 milhão de hectares na mesma data em 2021.

    MILHO: Possível menor oferta nos EUA impulsiona cotações em Chicago
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi sustentado pelos números da Crop Tour, apresentados após o fechamento do mercado na sexta-feira. Com o clima adverso, a estimativa de produção foi reduzida, aumentando o temor de oferta global apertada. Os preços atingiram, em uma base contínua, os maiores níveis desde 27 de junho. Esta foi a oitava alta em nove sessões. A safra norte-americana de milho deverá totalizar 13,759 bilhões de bushels em 2022, com produtividade média de 168,1 bushels por acre. A previsão foi divulgada pela Pro Farmer, após a realização da sua tradicional Crop Tour. O rendimento indicado ficou abaixo do estimado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu mais recente relatório, de 175,4 bushels por acre. O mercado também digeriu os números das inspeções de exportação norte-americanas de milho. As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram 689.052 toneladas na semana encerrada no dia 25 de agosto conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, haviam atingido 821.533 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 583.498 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 54.591.210 toneladas, contra 66.055.694 toneladas no acumulado do ano-safra anterior. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,83 por bushel, ganho de 18,75 centavos de dólar, ou 2,82%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,87 3/4 por bushel, alta de 18,00 centavos, ou 2,68% em relação ao fechamento anterior.

    ARROZ: Exportações da Tailândia totalizam 3,693 mi de toneladas no ano
    As exportações de arroz da Tailândia totalizaram 135,975 mil toneladas na semana compreendida entre 7 e 14 de agosto. A média das últimas quatro semanas ficou em 143,634 mil toneladas. No acumulado do ano, as exportações somam 3,693 milhões de toneladas, ante 2,241 milhão em igual período do ano passado. Não estão computadas neste número as exportações de arroz aromático. As informações são Gain Report, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    TRIGO: Chicago fecha em forte alta com tensão nuclear no Mar Negro
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pelas tensões entre Rússia e Ucrânia em torno da usina nuclear de Zaporizhzhia. A força do milho também contribuiu com a valorização. Além disso, a fraqueza do dólar frente a outras moedas favorece a competitividade do produto estadunidense, ainda que as inspeções de exportação do país tenham caído na comparação com a semana passada. Os agentes esperam pelo relatório semanal de condições das lavouras norte-americanas, que será divulgado no final da tarde. As inspeções de exportação norte-americana de trigo chegaram a 520.791 toneladas na semana encerrada no dia 25 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de trigo haviam atingido 594.273 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 435.399 toneladas. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em setembro de 2022 eram cotados a US$ 8,42 3/4 por bushel, ganho de 37,50 centavos de dólar, ou 4,65%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram negociados a US$ 8,57 1/2 por bushel, alta de 36,00 centavos, ou 4,38%, em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Indicações de boa safra nos Estados Unidos pressionam Chicago
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em baixa. Com a perspectiva de boa safra nos Estados Unidos, os operadores aproveitaram para corrigir parte dos ganhos acumulados na semana anterior, quando a valorização se aproximou de 4%. Além dos números do Crop Tour, que indicam uma safra cheia para os Estados Unidos, pesamchuvas acima do esperado no Meio-Oeste norte-americano no final de semana. Isto corrobora para a expectativa de boa safra para o país. Apesar de indicar uma produtividade um pouco abaixo do USDA, a Pro Farmer projetou uma safra de 123,42 milhões de toneladas superior à estimativa do Departamento (123,31 milhões de toneladas). De acordo com a Crop Tour, a safra norte-americana de soja deverá totalizar 4,535 bilhões de bushels em 2022, com produtividade média de 51,7 bushels por acre. O rendimento indicado ficou levemente abaixo do estimado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu mais recente relatório, de 51,9 bushels por acre. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 436.851 toneladas na semana encerrada no dia 25 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 686.827 toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 23,50 centavos ou 1,6% a US$ 14,37 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,43 por bushel, com perda de 22,50 centavos de dólar ou 1,53%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,40 ou 0,32% a US$ 427,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 66,44 centavos de dólar, com perda de 0,44 centavo ou 0,65%.

    CLIMA: Inmet prevê mais chuvas para Região Sul nesta semana
    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas entre os dias 29 de agosto e 5 de setembro de 2022. De acordo com o INMET, os maiores acumulados de chuva são em grande parte da Região Sul e na faixa noroeste da Região Norte. Para a Região Norte, são previstos acumulados de chuva entre 20 e 50 mm no noroeste da região, com destaque para os estados de Roraima e Amazonas, podendo ultrapassar 80 mm em áreas do leste do Amazonas. No Estado de Tocantins, Rondônia e centrossul do Pará não são previstos acumulados de chuva e nas demais áreas, os acumulados de chuva previstos são inferiores a 10 mm. Na Região Nordeste não são previstos volumes de chuva em grande parte da região. Entretanto, em áreas do SEALBA (Sergipe, Alagoas e Bahia), podem ocorrer baixos acumulados de chuva, podendo ultrapassar 10 mm, principalmente na área mais litorânea. Já no norte do Maranhão, podem ocorrer pancadas de chuva de forma isolada. Na Região Centro-Oeste e grande parte da Região Sudeste, a predominância de uma massa de ar seco durante a semana continuará desfavorecendo a formação de chuva, além de registros de baixa umidade relativa do ar. Entretanto, em áreas litorâneas de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo pode ocorrer chuva de forma isolada. Em grande parte da Região Sul, a instabilidade ocasionada pela passagem de um sistema frontal favorecerá a ocorrência de acumulados que poderão ultrapassar 30 mm, principalmente em áreas do Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina. Já no norte do Paraná, não há previsão de acumulados de chuva nos próximos dias.

    SOJA: Participação do complexo cai ao menor nível desde 2012 no Paraguai
    A venda de soja em estado natural e seu óleo, farinha e casca produziu uma receita cambial de US$ 1,959 bilhão até julho no Paraguai, ou seja, uma queda de 31% em relação ao acumulado até julho de 2021, segundo informações da Câmara Paraguaia de Processadores de Oleaginosas e Cereais (CAPPRO). O valor é o pior dado acumulado até julho de 2012. "Toda esta situação ocorre num contexto de melhoria dos preços internacionais, que permitem que o efeito para toda a cadeia de valor não é tão significativo quanto poderia ser em anos anteriores, embora a situação pudesse ter sido mitigada em maior medida do que deram às indústrias petrolíferas a oportunidade de competir em igualdade de condições com fábricas em outros países", explicaram da entidade.