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    CONECTA NEWS – 30/08/2022

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    CAFÉ: Estoques certificados de Nova York aumentam 8.120 sacas em 30/08
    Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 30 de agosto de 2022 estão em 671.994 sacas de 60 quilos, com aumento de 8.120 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE Futures.

    ALGODÃO: NY tem fortes perdas seguindo petróleo e melhora nas condições das lavouras
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais baixos nesta terça-feira. As cotações despencaram e intensificaram as perdas ao longo do dia acompanhando o movimento fortemente baixista do petróleo. Fatores técnicos contribuíram para as perdas. Com o petróleo mais baixo, o algodão perde competitividade ante as fibras sintéticas, enquanto a melhora das condições das lavouras dos Estados Unidos, sinaliza que o país vai produzir mais que o esperado. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de algodão. Segundo o USDA, até 28 de agosto, 34% estavam entre boas e excelentes condições, 30% em situação regular e 36% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana passada, eram 31%, 29% e 40%, respectivamente. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 112,32 centavos de dólar por libra-peso, queda de 4,84 centavos, ou de 4,1%.

    CAFÉ: NY recua seguindo petróleo, dólar em alta e indicações de chuvas no Brasil
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta terça-feira com preços mais baixos. Em sessão volátil, em que NY teve ganhos em parte do dia, as cotações terminaram no vermelho, pressionadas pelo tombo do petróleo e pela subida do dólar contra o real. Realização de lucros e ajustes técnicos, com rolagens de contratos, ante a proximidade do período de notificação de entregas da posição dezembro, exerceram pressão sobre os preços. Traders afirmaram que previsões de chuvas nas regiões produtoras de café do Brasil nos próximos dez dias contribuíram para quedas nas cotações, reduzindo as preocupações que pode haver insuficiente umidade para o pegamento de floradas precoces que abriram com precipitações em agosto. As informações são da Reuters. Por outro lado, indicações de que a safra de 2022 do Brasil está se confirmando menor que o esperado com o resultado dos problemas climáticos envolvendo seca e geadas em 2021, são aspecto de suporte aos preços. E essa questão sobre as floradas precoces de agosto está sendo vista também com preocupação. Os contratos com entrega em setembro/2022 fecharam o dia a 239,15 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 1,35 centavo, ou de 0,6%. A posição dezembro/2022 fechou a 235,20 centavos, baixa de 1,40 centavo, ou de 0,6%.

    SOJA: Clima nos EUA e aversão ao risco no financeiro pressionam Chicago
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos. Foi a segunda sessão seguida de perdas. Além da expectativa de uma safra cheia nos Estados Unidos, pressionou o mercado também o maior clima de aversão ao risco no financeiro. Com o risco de uma recessão global e o retorno dos lockdowns na China, os investidores migraram das commodities para opções mais seguras. A soja não escapou deste movimento. As perdas foram limitadas pelo anúncio de mais uma venda de soja em grão por parte de exportadores privados americanos. Desta vez foram 264 mil toneladas adquiridas pela China. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 5,25 centavos ou 0,36% a US$ 14,32 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,37 1/2 por bushel, com perda de 5,50 centavos de dólar ou 0,38%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,60 ou 0,6% a US$ 424,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 66,35 centavos de dólar, com ganho de 0,04 centavo ou 0,05%.

    MILHO: Realização e petróleo pressionam queda em Chicago
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais baixos. O mercado reduziu as perdas perto do final da sessão, se aproximando da máxima do dia, considerando sinais de menor oferta nos Estados Unidos. A queda foi determinada por um movimento de realização de lucros frente aos ganhos acumulados recentemente, além do forte declínio nos preços do petróleo, de cerca de 5%, em meio aos temores de uma crise energética na Europa. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 28 de agosto, 54% estavam entre boas e excelentes condições (o mercado esperava 54%), 27% em situação regular e 19% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 55%, 27% e 18%, respectivamente. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,77 1/2 por bushel, recuo de 5,75 centavos de dólar, ou 0,84%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,83 1/4 por bushel, baixa de 4,50 centavos, ou 0,65% em relação ao fechamento anterior.

    TRIGO: Chicago despenca pressionada por realização e temores de recessão
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de realização de lucros após a disparada de ontem, quando a tensão nuclear fez o cereal subir mais de 4%. Essa foi a segunda queda nas últimas oito sessões. Os preços atingiram, na segunda-feira, o maior nível em sete semanas. Além disso, segundo agências internacionais, as preocupações com a possibilidade de recessão nos Estados Unidos, na China e na União Europeia contribuíram com a desvalorização. Analistas disseram que a forte alta de ontem pareceu exagerada, considerando os fundamentos. Completando o quadro baixista, aparecem as melhores chuvas e os bons rendimentos nas Planícies dos EUA. Os investidores aguardam o relatório de preços da FAO, órgão das Nações Unidas para alimentação. O documento deve ser divulgado no final desta semana. Os números têm sido observados de perto desde o início da guerra na Ucrânia. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,20 1/4 por bushel, recuo de 22,50 centavos de dólar, ou 2,66%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,36 1/4 por bushel, baixa de 21,25 centavos, ou 2,47%, em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Brasil deve embarcar até 5,284 milhões de toneladas em agosto, aponta ANEC
    As exportações brasileiras de soja em grão deverão ficar em 5,284 milhões de toneladas em agosto, conforme levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Em agosto do ano passado, as exportações ficaram em 5,792 milhões de toneladas. Em julho, o país embarcou 7,009 milhões de toneladas. Na semana entre 21 e 27 de agosto, o Brasil embarcou 1,079 milhão de toneladas. Para o período entre 28 de agosto e 03 de setembro, a ANEC indica a exportação de 1,206 milhão de toneladas. Para o farelo de soja, a previsão é de embarques de 1,853 milhão de toneladas em agosto. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 1,279 milhão de toneladas. Em julho, volume ficou em 2,068 milhões de toneladas. Na semana passada, as exportações ficaram em 442,495 mil toneladas e a previsão para esta semana é de 542,900 mil toneladas. As informações são da ANEC.

    ARROZ: Irga lança nova cultivar na Expointer
    O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) lançou uma nova cultivar nesta segunda-feira (29/8), durante a 45 Expointer, no Parque Assis Brasil, em Esteio. Desenvolvida na Estação Experimental do Arroz (EEA/IRGA), em Cachoeirinha, a cultivar Irga 426 CL é considerada essencialmente derivada da cultivar Irga 426, resistente a herbicidas do grupo químico das imidazolinonas, sendo essa a principal diferença entre elas. A cultivar IRGA 426 CL é, portanto, recomendada para o Sistema de Produção Clearfield. Como principais características destacam-se o elevado potencial produtivo, a resistência à brusone e o alto vigor inicial. Além disso, apresenta excelente qualidade industrial e culinária dos grãos, com elevado rendimento de grãos inteiros, grãos longo-finos e baixo índice de centro branco. A cultivar é recomendada para semeadura em solo seco, em todas as regiões orizícolas do Rio Grande do Sul. A nova cultivar é fruto do convênio Irga e Basf. É uma cultivar de grãos premium, resiste a brusone e vem como mais uma alternativa CL no portfólio do Irga para o produtor", afirmou diretora técnica do instituto, Flávia Tomita. As informações são da assessoria de imprensa da Secretaria da Agricultura.

    MILHO: ANEC projeta embarques de 7,142 milhões de toneladas em agosto
    Dados divulgados nesta semana pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) projetam que o Brasil deverá exportar 7,142 milhões de toneladas de milho em agosto. Em agosto do ano passado, o Brasil embarcou 4,193 milhões de toneladas de milho. Em julho de 2022, os embarques do cereal somaram 5,629 milhões de toneladas. No acumulado de 2022, os embarques esperados de milho são estimados em 19,161 milhões de toneladas. De acordo com a ANEC, na semana entre 21 de agosto e 27 de agosto foram registrados embarques do cereal de 1,758 milhão de toneladas. Entre 28 de agosto e 3 de setembro os embarques estão projetados em 1,707 milhão de toneladas de milho.

    GRÃOS: Consultoria eleva safra de trigo da França, mas estima má safra de milho
    A consultoria agrícola francesa Agritel elevou sua projeção para a safra de trigo soft da França. Ainda assim, alertou que o país, que é o principal produtor de grãos da União Europeia se encaminha para sua pior safra de milho neste século. A Agritel estimou a produção de trigo soft em 33,63 milhões de toneladas, contra 33,44 projetados um mês atrás. O volume fica abaixo da média dos últimos cinco anos. As exportações francesas de trigo soft estão em ritmo anormalmente elevado, com 2,5 milhões de toneladas embarcadas de julho a agosto, 25% do potencial exportador do país para a temporada. Normalmente, 14% do potencial é embarcado até o final de agosto. A demanda externa por trigo francês tem sido impulsionada pelas interrupções no fornecimento pelo Mar Negro. A consultoria disse que o ritmo não é sustentável, considerando a safra pequena do país. O país deve exportar 10,2 milhões de toneladas em 2022/23. Milho Para o milho, a safra parece "catastrófica", com 10,8 milhões de toneladas. A cultura sofre com as ondas de calor e com a pior seca já registrada no país. A Agritel projeta a produção de milho da União Europeia em 53,8 milhões de toneladas, o menor volume em quinze anos, em linha com outras estimativas do mercado.