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    CONECTA NEWS – 31/05/2022

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    SOJA: Preços caem quase 3% em Chicago, seguindo trigo e realizando lucros
    Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços acentuadamente mais baixos. Após atingir os melhores patamares desde fevereiro, o mercado voltou do feriado realizando lucros, na última sessão do mês. O fraco desempenho do trigo ajudou na queda de hoje da soja, praticamente zerando os ganhos acumulados ao longo de maio. A possibilidade de um acordo para a criação de um corredor para exportação de grãos da Ucrânia pesou sobre as cotações do cereal, determinando a baixa. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 378.262 toneladas na semana encerrada no dia 26 de maio, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 525 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 581.067 toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 49,00 centavos ou 2,82% a US$ 16,83 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 16,20 1/4 por bushel, com perda de 42,75 centavos de dólar ou 2,57%. Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 17,50 ou 4,04% a US$ 414,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 77,92 centavos de dólar, com perda de 1,65 centavo ou 2,07%.

    ALGODÃO: Importações da China recuam em abril
    Em abril, a China importou 173,2 mil tonenaladas de algodão, -15,2% em relação ao mês anterior e -24,80% em relação ao ano anterior. Os EUA foram a principal origem (77%), seguidos do Brasil (14,5%). Os números refletem redução na demanda recente da China. Um dos grandes indicadores da falta de competitividade do algodão importado no país é a diferença de preço: hoje, está 28 centavos de dólar por libra-peso mais caro que o algodão doméstico para as fiações.

    CAFÉ: Nova York sobe com câmbio, petróleo e clima seco no Brasil
    A Bolsa de Mercadorias e Futuros de Nova York (ICE Futures US) para o café arábica fechou a sessão de hoje com cotações em alta. Os contratos com entrega em julho/2022 do café arábica encerraram a sessão negociados a 231,25 centavos de dólar por libra-peso, alta de 1,80 centavo (+0,78%) ante ao fechamento anterior, acumulando ganho de 4,1% no mês. No fechamento, setembro/2022 tinha cotação de 231,45 centavos (+0,76%). Os futuros do café arábica subiram puxados pelos fatores câmbio, clima e petróleo, atingindo máximas de um mês e meio. Enquanto a alta das cotações internacionais do petróleo puxa as demais commodities, com o real mais forte em relação ao dólar, as exportações de café do Brasil, maior produtor mundial, são desestimuladas. O clima seco no Brasil é outro fator de sustentação. A Somar Meteorologia disse em relatório que o estado de Minas Gerais praticamente não teve chuvas na semana passada. O estado é o principal produtor de café do Brasil.

    AÇÚCAR: NY perde força e fecha em baixa com realização de lucros
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mais baixas. Os contratos com entrega em julho/2022 encerraram o dia a 19,40 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,21 centavo (-1,07%), acumulando alta de 1,3% no mês. A posição Outubro/2022 fechou cotada a 19,57 centavos (-0,91%). O açúcar bruto perdeu força depois de se aproximar da linha de 20 centavos, pegando carona na valorização das cotações internacionais do petróleo, passando a cair com realização de lucros. Segundo operadores, o impacto das restrições que a India vai impor às exportações foi parcialmente compensado por perspectivas geralmente favoráveis para as safras 2022/23 e ainda a expectativa de que o Paquistão deva exportar cerca de 500 mil toneladas de açúcar nas próximas semanas. A India deverá ter chuvas de monção normais em 2022, disse o serviço estatal de meteorologia nesta terça-feira, o que poderá ser o quarto ano seguido com chuvas dentro ou acima da média no segundo maior produtor mundial de açúcar.

    AGRICULTURA: Boas chuvas em 2022 podem impulsionar safra da India
    A India provavelmente verá chuvas normais de monção em 2022, disse o escritório estatal de meteorologia nesta terça-feira. Se confirmado, será o quarto ano consecutivo de chuvas de verão normais ou acima do normal, que estimulam o crescimento agrícola. Um período de boas chuvas pode impulsionar o crescimento agrícola e econômico mais amplo e conter a inflação, que saltou para a maior alta de oito anos em abril e levou o banco central a aumentar as taxas de empréstimo.

    AÇÚCAR REFINADO: Londres fecha sessão com cotações em baixa
    A ICE Futures Europe (Bolsa de Londres) para o açúcar refinado fechou as operações com cotações mais baixas. Os contratos com entrega em Agosto/2022 fecharam a US$ 572,30 por tonelada, queda de US$ 2,40 a tonelada (-0,41%) na comparação ao fechamento anterior. Outubro/2022 fechou a US$ 550,20 por tonelada, recuo de US$ 6,50 a tonelada (-1,16%).

    SOJA: Preço do óleo cai 4,5% em MT na última semana – Imea
    Os preços dos subprodutos da soja em Mato Grosso apresentaram recuo no comparativo semanal. Em relação ao óleo, o valor do subproduto recuou 4,57% na semana passada, cotado na média do estado em R$ 8.350,00/t. O fim da suspensão das exportações do óleo de palma da Indonésia fomenta a oferta e demanda de óleo vegetal mundial. Além disso, a intensificação do lockdown na China (principal consumidor de óleo vegetal) reduziu a demanda por óleo, o que pressionou os preços do subproduto. Com relação ao farelo, os preços desvalorizaram 0,62% na semana passada, fechou uma média de R$ 2.243,33/t em MT. Mesmo com as cotações do farelo em Chicago apresentando alta de 1,64% na média semanal, o dólar exibiu desvalorização de 3,43% na última semana, o que pressionou os preços no estado. Por fim, é importante destacar que MT entrou no período de seca, momento em que os pecuaristas do estado aumentam o confinamento bovino, o que pode ampliar a demanda por farelo de soja e refletir no preço do subproduto.