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    CONECTA NEWS – 31/08/2022

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    ALGODÃO: NY sobe com correção técnica após tombo de terça-feira
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira. Após a desvalorização de mais de 4% na terça-feira, NY teve um dia de recuperação técnica e correção, novamente com bastante volatilidade. o adiamento do relatório semanal de exportação dos Estados Unidos pegou muitos investidores de surpresa. Assim, o mercado segue operando na defensiva, aguardando por novidades no campo fundamental. O relatório semanal para as exportações americanas de soja, milho, trigo e algodão, que tradicionalmente sai na quinta-feira, não será divulgado até segunda ordem, conforme aviso do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Problemas técnicos são responsáveis para interrupção. Na última semana, os números apresentados estavam errados, conforme admitiu o próprio USDA. No balanço de agosto, o contrato dezembro acumulou uma alta de 17%. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam o dia a 113,21 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,89 centavo, ou de 0,8%.

    MILHO: Menor demanda e aversão ao risco pressionam queda significativa em Chicago
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de aversão ao risco, que derrubou os mercados inflacionários na Europa e gerou perdas no petróleo. A fraca demanda de milho voltada a produção de etanol nos Estados Unidos também contribuiu para a queda. A produção de etanol de milho dos Estados Unidos caiu 1,7% na semana encerrada em 26 de agosto, atingindo 970 mil barris diários (*), ante 987 mil barris na semana anterior (19) segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia). Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 23,807 milhões de barris para 23,533 milhões de barris no mesmo período comparativo (-1,15%). (*) Cada barril equivale a 159 litros. Na sessão, os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 6,70 1/2 por bushel, recuo de 6,75 centavos de dólar, ou 0,99%, em relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 6,76 1/2 por bushel, baixa de 6,75 centavos, ou 0,98% em relação ao fechamento anterior.

    SOJA: Chicago cai por aversão ao risco e expectativa de ampla oferta. Em agosto, queda ficou em 3%
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos, pela terceira sessão consecutiva. O mercado foi pressionado pela expectativa de ampla oferta global da oleaginosa. No curto prazo, a previsão da entrada de uma safra cheia nos Estados Unidos. E, no longo, a perspectiva de plantio e produção recorde no Brasil. Completando o cenário negativo, a aversão ao risco no cenário financeiro persiste. Os investidores fogem das aplicações em commodities e buscam soluções mais seguras. Amenizando o impacto baixista, houve novo anúncio de vendas por parte dos exportadores privados americanos. Dessa vez, foram 167 mil toneladas para a China. O mercado aguarda agora a divulgação, ou não, dos embarques semanais americanos. Após o confuso relatório da semana passada, ainda não há certeza sobre a atualização dos dados . De qualquer forma, a aposta do mercado é número entre 700 mil e 1,8 milhão de toneladas. No mês, o balanço foi negativo, com a posição novembro acumulando queda de 3,13%. O clima favorável ao desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos e a apreensão com a economia global pesaram sobre as cotações. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 10,00 centavos ou 0,69% a US$ 14,22 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 14,27 3/4 por bushel, com perda de 9,75 centavos de dólar ou 0,67%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 9,40 ou 2,21% a US$ 415,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,48 centavos de dólar, com ganho de 1,13 centavo ou 1,7%.

    TRIGO: Chicago fecha em alta significativa sustentada por fatores técnicos
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços significativamente mais altos. O mercado, que mais cedo chegou a operar em forte baixa, reverteu para o território positivo e fechou em boa valorização. Os investidores posicionaram carteiras frente ao final do mês. Em agosto, a posição dezembro acumulou alta de 0,7%. Segundo a Reuters, os preços encontraram suporte em compras técnicas. Além disso, há preocupação quanto ao fornecimento de grãos pela Ucrânia em meio acirramento das tensões no Mar Negro. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2022 eram cotados a US$ 8,31 1/2 por bushel, ganho de 11,25 centavos de dólar, ou 1,37%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2023 eram negociados a US$ 8,47 3/4 por bushel, alta de 11,50 centavos, ou 1,37%, em relação ao fechamento anterior.

    AÇÚCAR: Line-up aponta embarques de 3,880 milhões de toneladas
    O total de navios que aguarda para embarcar açúcar nos portos brasileiros estava em 91 na semana encerrada em 31 de agosto, ante 76 na semana anterior (24), de acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil. Conforme o relatório, foi agendado carregamento de 3,880 milhões de toneladas de açúcar, ante 2,979 milhões na semana anterior. Pelo Porto de Santos (SP) deve ser carregada a maior parte (2,965 milhões de toneladas). Depois aparecem o porto de Paranaguá, no Paraná (880.835 toneladas), São Sebastião, em São Paulo (20.000 toneladas), Suape, em Pernambuco (7 mil toneladas), e Recife, no mesmo estado (7.000 toneladas) A carga de açúcar a ser exportada consiste da variedade VHP (3.640.435 toneladas), Cristal B150 (173.879 toneladas) e Refinado A-45 (65,690 mil toneladas). O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 08 de outubro.