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    CONECTA NEWS – 31/10/2022

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    TRIGO DE INVERNO: USDA aponta plantio em 87% nos Estados Unidos
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução do plantio das lavouras de trigo de inverno. Até 30 de outubro, a semeadura estava apontada em 87%. Em igual período do ano passado, o plantio estava em 86% e a média dos últimos cinco anos é de 85%. Na semana passada, o número era de 79%.

    MERCADO AÇÚCAR: Semana inicia com preços firmes no cenário doméstico
    Os preços do açúcar cristal ficaram estáveis no mercado físico paulista no dia de hoje. Em Ribeirão Preto, preços a R$ 128,00 a saca (21,90 centavos). O etanol hidratado foi 6,70% mais baixo que o açúcar bruto de Nova York equivalendo a 14,72 centavos de dólar por libra-peso (PVU) e 25,4% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 95,49 por saca (16,34 centavos). Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mais altas. Os contratos com entrega em Março/2023 encerraram o dia a 17,97 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,39 centavo (+2,21%) em relação ao fechamento anterior, acumulando ganho de 1,64% no mês. A posição Maio/2023 fechou a 16,89 centavos (+1,44%). O mercado subiu com cobertura de posições vendidas e correção técnica, avaliando o resultado das eleições presidenciais no Brasil e suas possíveis implicações sobre os preços dos combustíveis, em particular do etanol, ao mesmo tempo em que aguarda por uma definição acerca da política de exportação da India para a temporada 2022/23. Após atingir mínimas de quase quatro semanas na sessão da sexta-feira, os futuros do açúcar bruto parecem ter encontrado um piso, com o primeiro contrato ao redor da linha dos 18 centavos, e o segundo em torno da faixa dos 17 centavos. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 2,60%, sendo negociado a R$ 5,1640 para venda e a R$ 5,1620 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1540 e a máxima de R$ 5,4070. No mês, o dólar comercial acumulou queda de 4,28% ante o real.

    ALGODÃO: USDA aponta colheita em 55% nos Estados Unidos
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de algodão. Até 30 de outubro, a área colhida era apontada em 55%. Em igual período do ano passado, o número estava em 44% e a média dos últimos cinco anos é de 47%. Na semana passada, o número era de 45%.

    SOJA: USDA aponta colheita em 88% nos Estados Unidos
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 30 de outubro, a área colhida estava apontada em 88%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 78%. A média é de 78%. Na semana anterior, estava em 80%. O mercado esperava número de 89%.

    MILHO: USDA aponta colheita em 76% nos Estados Unidos
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 30 de outubro, a área colhida estava em 76%. Em igual período do ano passado o número era de 73%. A média para os últimos cinco anos é de 64%. Na semana anterior, o percentual era de 61 pontos. O mercado esperava número de 75%.

    ALGODÃO: Nova York cai seguindo direcionamento do petróleo
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou a sessão da segunda-feira com cotações levemente mais baixas. Os contratos com entrega em dezembro/2022 fecharam a sessão cotados a 72,00 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,11 centavo, ou de 0,15%, acumulando perda de 15% em outubro. A posição março/2023 fechou a 71,64 centavos, desvalorização de 0,43 centavo, ou de 0,59%. Os futuros do algodão acompanharam o direcionamento negativo do petróleo, em meio a temores sobre uma recessão econômica global e suas implicações na demanda por commodities. Ao mesmo tempo, o mercado aguarda pelo relatório sobre as condições das lavouras dos Estados Unidos, que o USDA divulgará no final do dia.

    CARNE BOVINA: Sindan fornece 175 milhões de doses para vacinação contra febre aftosa
    Após a inversão da estratégia de imunização, estabelecida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a partir do dia 1o de novembro, a Campanha Nacional de Vacinação dará início a sua segunda fase, abrangendo o rebanho de todas as idades nos estados do Distrito Federal, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Tocantins, além de parte de Roraima. Tanto o Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura (DSA-MAPA) quanto o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan) estão acompanhando com atenção a distribuição de doses para atendimento da demanda oficial de vacina para esta etapa da campanha de vacinação. "A demanda oficial estabelecida, de 175 milhões doses para esta etapa, está garantida", afirma Emílio Salani, vice-presidente Executivo do Sindan. "Já disponibilizamos mais de metade deste volume. As doses restantes estão armazenadas na Central de Selagem de Vacinas e serão distribuídas às revendas de todo o Brasil ao longo do mês de novembro." "O Brasil conta com uma das vacinas mais seguras e eficientes para imunizar o rebanho, por isso, o produtor rural precisa saber que a precificação do seu produto não será menor depois da vacinação, pelo contrário, ao aderir a essa medida, ele estará garantindo um selo de qualidade que irá valorizar ainda mais o seu rebanho", reforça Salani. A primeira medida a ser tomada pelos criadores será adquirir as vacinas em estabelecimentos cadastrados no MAPA, nas Secretarias de Agricultura ou Agências que os representam nos Estados, uma vez que os estoques de vacina disponível para comércio são cadastrados pelas revendas em sistemas informatizados estaduais. Até 2026, o Brasil buscará o reconhecimento de zona livre de Febre Aftosa sem vacinação. Cada estado está sendo avaliado pelo Ministério da Agricultura com base em seu sistema de vigilância e ações de defesa agropecuária para garantir a segurança quanto a reentrada da doença e permitindo determinar quando deixará de vacinar seu rebanho. Hoje, a vacinação é a principal forma de proteção dos rebanhos contra a doença, propiciando a imunidade necessária aos animais para inviabilizar a existência do vírus ou frear a reentrada no país. "Compreendemos essa medida como uma forma positiva rumo à meta de erradicação da Febre Aftosa no Brasil e estamos mantendo o ritmo de imunização do rebanho, de acordo com o planejamento definido para este ano. Nosso compromisso é atender o pecuarista de todo o Brasil, viabilizando as melhores soluções em todos os aspectos, principalmente no que diz respeito à saúde e ao controle de qualidade do rebanho", conclui o vice-presidente do Sindicato. Com informações da assessoria de imprensa da Sindan.