NOTÍCIAS DE HOJE – 15/10/2021

Veja algumas notícias preparadas pela equipe do SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS

Agricultura

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ARROZ: Irga participa da 21ª Fenarroz de Cachoeira do Sul

O Instituto Rio Grandense do Arroz está participando da 21 Fenarroz - Multifeira Internacional, que começou no dia 12 e vai até 17 de outubro no Parque de Exposições de Cachoeira do Sul. Nesta quinta-feira (14) ocorre o 13 Seminário do Arroz Irrigado promovido pelo Irga. O vice-presidente de Orizicultura da 21 Fenarroz, engenheiro agrônomo do Irga Pedro Hamann, explica que nas palestras serão distribuídos temas como cenários de mercado, qualidade do arroz, manejo de arroz e soja com coberturas de inverno, novas tecnologias, inovação, gestão de pessoas, aplicação de tecnologias para produção sustentável, competitividade e biotecnologia. "São temas atuais que servirão como base para que os produtores e todos os interessados no processo produtivo possam se atualizar e participar dessa feira que é referência no agronegócio", explica Hamann. As informações são do Irga.

CAFÉ ARÁBICA: NY realiza lucros no fechamento da semana após novo rally

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações de hoje com cotações em baixa. Os contratos com entrega em Dezembro/21 fecharam o dia a 203,40 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 5,85 centavos, ou de 2,8%, mas acumulando ganho de 1% na semana. A posição Março/22 fechou a 206,25 centavos (+2,78%). Em mais uma sessão volátil, o mercado passou a cair depois que o primeiro contrato bateu em 211 centavos nas máximas intradiárias, antes de perder força com realização de lucros. Na terça-feira, a posição dezembro chegou a encostar em 215,15 centavos, praticamente em cima das máximas de sete anos estabelecidas em setembro, de 215,20 centavos. Em nota divulgada pela Reuters, o banco Commerzbank aponta que em breve os contratos futuros do café voltarão a testar as máximas de vários anos, na medida em que os gargalos no sistema de abastecimento global já estão afetando as exportações do Brasil, maior produtor mundial de arábica.

ALGODÃO: Abrapa realiza importante reunião na China na próxima terça

Na próxima terça-feira, 19, na China (segunda-feira no Brasil), a Abrapa irá realizar uma importante reunião com o órgão da Alfândega chinesa responsável pela classificação de algodão importado, o SKTLIC (antigo CIQ). As informações são da Abrapa.

CARNE SUINA: Semana Nacional 2021 mostra crescimento expressivo em vendas

Com menos de 15 dias de atuação nas maiores e melhores redes de varejo do Brasil, a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) de 2021 já impulsionou significantemente as vendas da proteína no Extra, Pão de Açúcar, Oba Hortifruti, Hortifruti, Natural da Terra, Lopes Supermercados, Carrefour, Grupo Big, Dia Supermercados e na Companhia Sulamericana de Distribuição. Neste período as redes que participam há mais de 5 anos da campanha alcançaram crescimento parciais de até 35% em vendas de carne suína, em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

Já as redes estreantes na campanha tiveram resultados de até 80%, resultado que se destaca também por essas redes aderirem a metodologia de educação e treinamentos dos colaboradores como forma de encantar e fidelizar os clientes. Já o crescimento constante e ininterrupto em vendas e aumento de volume, ano após ano entre as redes que já aderem a iniciativa, consolida os resultados positivos e impulsiona a categoria de suínos, reforçando a importância da SNCS dentro do varejo e também no agronegócio brasileiros. 

Esse trabalho ganha ainda mais força com a valorização da produção de conteúdo, divulgação dos benefícios da carne suína e engajamento institucional promovido pela SNCS, pois durante um mesmo período do ano diferentes bandeiras se unem para promover a categoria de suínos, independente de marcas, se comunicando com diferentes perfis de consumidores em todas as suas frentes de atuação, com canais que tem potencial para alcançar ao todo 75 milhões de pessoas. Segundo o levantamento realizado pela especialista em mídias digitais da ABCS, Sarah Nunes, este ano as campanhas das redes de varejo tiveram mais visibilidade nas redes sociais, com posts para feed explorando diversos formatos como carrosséis, vídeos, reels, trabalho com influencers, stories dinâmicos, animados e com enquetes. 

Trabalho impulsionado também pela própria ABCS com uma cobertura 360 em todas as redes sociais institucionais e também voltadas para o público, como o Mais Carne Suína, que contou com conteúdo exclusivo de dicas para churrasco com a proteína com o chef e influencer Jimmy Ogro, incentivando por sua vez o engajamento das associações filiadas e frigoríficos que replicam os posts e interagem, movimentando assim toda a cadeia da suinocultura. 

A pauta recebeu ainda mais relevância ao ganhar espaço nas publicações de dois dos maiores veículos de imprensa do país, a Veja e a Folha de São Paulo, que falaram sobre a popularidade da carne suína, ressaltaram o trabalho da cadeia suinícola e também a expectativa de crescimento deste segmento no varejo. Além disso, a SNCS foi destaque em 23 matérias de mídias do setor, como o Canal Rural, o canal de TV AgroMais e os sites O Presente Rural, 333 Brasil, Feed & Food, Notícias Agrícolas, Suíno Brasil, Safras e Mercado, a Revista Super Varejo, entre outros. 

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, destaca a capacidade de movimentação da SNCS para estimular a cadeia. "É uma iniciativa que mobiliza todo o setor, produtores, associações, frigoríficos, indústria e varejo, criando oportunidades, engajando todos os elos e criando conexões, impulsionando resultados e relacionamentos que não duram apenas no período da campanha, mas criam impactos para o futuro." As informações partem da assessoria de imprensa da ABCS.

AÇÚCAR: Nova York sobe no dia com correção técnica e cobertura de posições

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em alta. Os contratos com entrega em março/2022 encerraram o dia a 19,80 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,21 centavo (+1,07%) em relação ao fechamento anterior, mas acumulando perda de 2,9% na semana. A posição maio/2022 fechou cotada a 19,46 centavos (+1,09%). O mercado avançou com correção técnica e cobertura de posições vendidas após as perdas das últimas sessões, acompanhando um dia mais positivo no cenário financeiro internacional. Na quinta-feira, a posição março tocou em mínimas de duas semanas, a 19,48 centavos, nível mais baixo desde o final de setembro. Do lado fundamental, o fator clima segue no foco. Agora as atenções estão voltadas para o fenômeno La Niña, atualmente em desenvolvimento. Enquanto que para o Brasil o excesso de chuvas que usualmente vem com o La Niña não necessariamente será prejudicial aos canaviais, outras importantes origens, como a India e Tailândia, poderão ver suas safras serem prejudicadas, disse o banco Commerzbank em nota, conforme noticiou a Reuters.

AÇÚCAR REFINADO: Londres fecha com cotações em alta

A ICE Futures Europe (Bolsa de Londres) para o açúcar refinado fechou as operações com cotações em alta. Os contratos com entrega em dezembro/2021 fecharam a US$ 520,00 por tonelada, ganho de US$ 7,10 por tonelada (1,4%) na comparação ao fechamento anterior. Março/2022 fechou a US$ 510,90 por tonelada, alta de US$ 5,30 a tonelada (+1,04%).

CAFÉ: Volátil, Londres cai no dia e na semana com correção e realização

A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (ICE Futures Europa) para o café robusta encerrou as operações do dia com cotações em baixa. Os contratos para entrega em novembro/2021 fecharam o dia a US$ 2.110 a tonelada, com baixa de US$ 25/t, ou de 1,17%, e fechando a semana com perda acumulada de 0,33%. Janeiro/2022 fechou a US$ 2.121 a tonelada, caindo 1,11%. O mercado teve uma sessão volátil, oscilando ora em campo positivo, ora em negativo. No final, acabou acompanhando o direcionamento negativo do arábica em Nova York, pressionada por realização de lucros e correção técnica ante o recente rally. Nas máximas intradiárias, a posição janeiro (a mais negociada do momento) encostou em US$ 2.162,00 por tonelada, muito próxima do pico de quatro anos estabelecido no final de setembro, quando bateu em US$ 2.180,00 a tonelada.

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