NOTÍCIAS DE HOJE – 16/12/2021

Veja algumas notícias preparadas pela equipe do SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS

Agricultura

img-news
SOJA: Plantio atinge 88% da área no Rio Grande do Sul
O plantio da soja atinge 88% da área no Rio Grande do Sul. Na semana passada, eram 85%. Em igual momento do ano passado, 89%. A média para os últimos cinco anos é de 92%. O período entre 06 e 12 de dezembro foi caracterizado pela continuidade do tempo seco, predomínio de sol forte e temperaturas elevadas durante o dia com declínio ao anoitecer, presença de ventos e umidade relativa do ar muito baixa nos horários mais quentes. Esse cenário não favoreceu os cultivos em implantação, tampouco o consolidado devido à ausência de umidade no solo afetar o desenvolvimento da cultura e praticamente paralisar a semeadura e os tratos culturais. As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

ALGODÃO: NY fecha em alta acentuada seguindo outros mercados
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços acentuadamente mais altos nesta quinta-feira. O mercado acompanhou o dia mais positivo em outros mercados, como petróleo e outras commodities. Segundo a AgFax, o resultado da reunião do Federal Reserve (Fed) foi visto positivamente pelo mercado. O desempenho consistente das exportações semanais norte-americanas completa o quadro altista. Como era amplamente esperado, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (o banco central norte-americano) manteve a taxa de juros na faixa entre zero e 0,25% ao ano e também acelerou a redução de compra de ativos. A decisão foi unânime. As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à temporada 2021/22, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 286.400 fardos na semana encerrada em 9 de dezembro. Representa uma retração de 25% frente à semana anterior e um aumento de 5% sobre a média das últimas quatro semanas. O maior importador foi a China, com 101.700 fardos. Para a temporada 2022/23, foram mais 56.300 toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos com entrega em março/2022 fecharam a 109,68 centavos de dólar por libra-peso, alta de 3,89 centavos, ou de 3,7%. Maio/2022 fechou a 107,93 centavos, ganho de 3,56 centavos, ou de 3,4%.

MILHO: Boas vendas dos EUA favorecem alta em Chicago
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais altos. O mercado buscou suporte na boa demanda para o cereal norte-americano. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2021/22, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 1.948.700 toneladas na semana encerrada em 9 de dezembro - maior patamar da temporada. Representa um avanço de 72% frente à semana anterior e uma elevação de 74% sobre a média das últimas quatro semanas. O México liderou as compras, com 1.289.100 toneladas. Para a temporada 2022/23, foram mais 754.400 mil toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 775 mil e 2,8 milhões de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,91 1/4 por bushel, alta de 5,50 centavos de dólar, ou 0,93%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2022 fechou a sessão a US$ 5,92 3/4 por bushel, ganho de 5,50 centavos, ou 0,93% em relação ao fechamento anterior. 

TRIGO: Chicago se recupera e fecha em forte alta
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais altos. O mercado se recuperou das fortes perdas de ontem. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada comercial 2021/22, que tem início em 1o de junho, ficaram em 650.600 toneladas na semana encerrada em 9 de dezembro - maior patamar da temporada. Representa um forte avanço frente à semana anterior e sobre a média das últimas quatro semanas. Destaque para a venda de 170.000 toneladas para o México. Os analistas esperavam exportações entre 75 mil e 450 mil toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No fechamento de hoje, os contratos com entrega em março de 2022 eram cotados a US$ 7,70 1/2 por bushel, alta de 14,50 centavos de dólar, ou 1,91%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2022 eram negociados a US$ 7,75 por bushel, ganho de 13,00 centavos de dólar, ou 1,7%, em relação ao fechamento anterior.

SOJA: Chicago fecha em alta, impulsionado por exportações e óleo
Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais altos. Foi a sexta sessão de ganhos em sete. As boas exportações semanais e o desempenho positivo do óleo - refletindo a queda nos estoques americanos do subproduto - deram sustentação. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2021/22, com início em 1 de setembro, ficaram em 1.308.600 toneladas na semana encerrada em 9 de dezembro. Representa um recuo de 20% frente à semana anterior e uma retração de 6% sobre a média das últimas quatro semanas. A China liderou as importações, com 985.800 toneladas. Para a temporada 2022/23, foram mais 140 mil toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 1,075 milhão e 2,2 milhões de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 14,75 centavos de dólar por bushel ou 1,16% a US$ 12,77 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 12,78 1/4 por bushel, com ganho de 13,00 centavos ou 1,02%. Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com alta de US$ 0,10 ou 0,02% a US$ 372,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 54,65 centavos de dólar, com alta de 1,18 centavo ou 2,2%.

AÇÚCAR: NY fecha em leve baixa com correção técnica e seguindo petróleo
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações levemente mais altas. Os contratos com entrega em março/2022 encerraram o dia a 19,40 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,11 centavo em relação ao fechamento anterior (ou 0,57%). A posição Maio/2022 fechou cotada a 19,04 centavos (+0,58%). O mercado avançou com correção técnica em resposta às recentes perdas, pegando carona também na valorização das cotações internacionais do petróleo. Nas intradiárias, o mercado voltou a testar mínimas de uma semana, a 19,19 centavos, com um apetite de fundos e especuladores pelos futuros do açúcar mais fraco nos últimos dias. A fraqueza das cotações no mercado doméstico da India também reduziu o nível de paridade onde as exportações passaram a ser mais atrativas para as usinas do país, o que indica que os embarques deverão totalizar mais de seis milhões de toneladas na atual temporada.

CAFÉ: Londres fecha com preços pouco alterados, buscando direção
A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (ICE Futures Europa) para o café robusta encerrou as operações desta quinta-feira com preços pouco alterados, mistos, com leves perdas nos contratos mais próximos. Em sessão volátil, Londres buscou direção e notícias, ante a volatilidade do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US). Indicações de clima mais seco para a colheita e secagem dos grãos no Vietnã foi aspecto de pressão para os preços, segundo agências internacionais. Os contratos para entrega em janeiro/2022 fecharam o dia a US$ 2.431 a tonelada, com perda de US$ 6, ou de 0,2%. A posição março/2022 fechou a US$ 2.299 a tonelada, com baixa de US$ 4, ou de 0,2%.

AÇÚCAR REFINADO: Londres fecha sessão com cotações em leve alta
A ICE Futures Europe (Bolsa de Londres) para o açúcar refinado fechou as operações com cotações em leve alta. Os contratos com entrega em março/20221 fecharam a US$ 504,40 por tonelada, alta de US$ 1,20 a tonelada (+0,23%) na comparação ao fechamento anterior. Maio/2022 fechou a US$ 502,00 por tonelada, ganho de US$ 2,20 a tonelada (+0,44%).

logo