NOTÍCIAS DE HOJE – 20/10/2021

Veja algumas notícias preparadas pela equipe do SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS

Agricultura

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SOJA: Chicago fecha em alta pela 5ª sessão seguida por demanda

Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais altos. O sentimento de que a demanda chinesa pela soja americana deve crescer deu sustentação aos preços pela quinta sessão seguida. O mercado aguarda agora o relatório de exportações semanais dos Estados Unidos que será divulgado amanhã, às 9h30min. A expectativa é de vendas entre 1,2 milhão e 2,5 milhões de toneladas. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 17,50 centavos de dólar por bushel ou 1,42% a US$ 12,45 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,55 por bushel, com ganho de 18,00 centavos ou 1,45%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 5,80 ou 1,79% a US$ 328,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 64,70 centavos de dólar, alta de 2,31 centavo ou 3,70%. 

MILHO: Chicago sobe forte e fecha perto do maior nível em duas semanas

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pelos sinais de boa demanda nos EUA. Compras por parte de fundos especuladores também contribuíram positivamente. Os preços atingiram, hoje, o maior nível desde 6 de outubro. Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,39 1/4 por bushel, alta de 9,00 centavos de dólar, ou 1,69%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2022 fechou a sessão a US$ 5,47 3/4 por bushel, ganho de 8,75 centavos de dólar, ou 1,62%, em relação ao fechamento anterior.

TRIGO: Chicago sobe forte sustentada por demanda firme e menor oferta 

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pela firme demanda global pelo grão em meio a um cenário fundamental de aperto da oferta. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2021 eram cotados a US$ 7,49 1/4 por bushel, alta de 13,25 centavo de dólar, ou 1,8%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2022 eram negociados a US$ 7,61 1/4 por bushel, ganho de 12,75 centavo de dólar, ou 1,7%, em relação ao fechamento anterior.

CAFÉ: NY volta a subir com apreensão com oferta e seguindo petróleo

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quarta-feira com preços mais altos. A preocupação com a oferta global segue como aspecto altista para o café, sobretudo com as dúvidas produtivas em relação à safra de 2022 do Brasil. Mas o consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, observa que, embora as dúvidas em relação à oferta futura, por conta da perda de potencial da safra brasileira de 2022, possam servir de sustentação às cotações, o recente rally está atrelado a aspectos de curto prazo. "A preocupação com fluxo mundial travado diante da logística complicada, embarques mais baixos do Brasil e os problemas com a entrega de café na Colômbia geram estresse entre os compradores. A queda nos estoques certificados na ICE US é apenas um sintoma dessa situação", afirma. Nem mesmo as boas chuvas sobre o cinturão cafeeiro do Brasil foram capazes de aliviar a aflição do mercado, destaca. A alta do petróleo contribuiu para o avanço do café na ICE US mais uma vez. Os contratos com entrega em dezembro/2021 fecharam o dia a 205,55 centavos de dólar por libra-peso, alta de 1,30 centavo, ou de 0,6%. A posição março/2022 fechou a 208,35 centavos, elevação de 1,35 centavo, ou de 0,6%.

CAFÉ: Londres volta a subir com apreensão com oferta e seguindo petróleo

A Bolsa Internacional de Finanças e Futuros de Londres (ICE Futures Europa) para o café robusta encerrou as operações desta quarta-feira com preços mais altos. O mercado encontrou sustentação na reação dos preços do petróleo e com preocupações com a oferta global. A volatilidade do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) limitou avanços em Londres. Mas, no geral, a apreensão com a oferta global, sobretudo com a safra brasileira de 2022, mantém as cotações com suporte fundamental. Os contratos para entrega em novembro/2021 fecharam o dia a US$ 2.115 a tonelada, com ganho de US$ 10, ou de 0,5%. A posição janeiro/2022 fechou a US$ 2.131 a tonelada, alta de US$ 11, ou de 0,5%.

EMPRESAS: BR Distribuidora está aberta a novas aquisições em energia 

A Vibra Energia (antiga BR Distribuidora) está aberta a fazer novas parcerias e aquisições no setor de comercialização de energia, mesmo já tendo anunciado a compra de até 50% da Comerc Participações este mês, que atua no segmento. "O crescimento na área de comercialização de energia é fundamental, estamos abertos sim a novas parcerias e aquisições", disse o presidente da Vibra, Wilson Ferreira Júnior, ao participar de live do jornal "Valor Econômico". Com informações da Agência CMA. 

AÇÚCAR: Nova York fecha mista, perdendo força após superar linha de 19 cts

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mistas. Os contratos com entrega em março/2022 encerraram o dia a 18,97 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,10 centavo em relação ao fechamento anterior (+0,52%). A posição Maio/2022 fechou cotada a 18,73 centavos (+0,21%). Os contratos mais longos recuaram. O mercado perdeu força depois que fundos de investimento e especuladores testaram a linha de 19 centavos, pressionado pela volatilidade do petróleo e mais uma vez pelas chuvas que voltaram com força no cinturão canavieiro do Brasil e melhoram as perspectivas para a safra 2022 do maior exportador mundial de açúcar.

AÇÚCAR REFINADO: Londres fecha sessão com cotações em leve alta

A ICE Futures Europe (Bolsa de Londres) para o açúcar refinado fechou as operações com cotações levemente mais altas. Os contratos com entrega em dezembro/2021 fecharam a US$ 502,20 por tonelada, alta de US$ 1,70 a tonelada (+0,33%) na comparação ao fechamento anterior. Março/2021 fechou a US$ 495,20 por tonelada, alta de US$ 2,60 a tonelada (+0,52%).

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