NOTÍCIAS DE HOJE – 20/9/2021

Veja algumas notícias preparadas pela equipe do SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS

Agricultura

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CARNE SUINA: Exportações atingem 66,595 mil toneladas em setembro
As exportações de carne suína "in natura" do Brasil renderam US$ 158,573 milhões em setembro (12 dias úteis), com média diária de US$ 13,214 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 66,595 mil toneladas, com média diária de 5,549 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.381,10. Em relação a setembro de 2020, houve alta de 57,63% no valor médio diário da exportação, avanço de 53,24% na quantidade média diária exportada e valorização de 2,87% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.


ALGODÃO: Brasil exporta 76,076 mil toneladas até terceira semana de setembro
As exportações brasileiras de algodão bruto somaram 76,076 mil toneladas até a terceira semana de setembro (12 dias úteis), com média diária de 6,339 mil toneladas. A receita com as vendas ao exterior totalizou US$ 130,722 milhões, com média diária de US$ 10,893 milhões. As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Em relação à igual período do ano anterior, houve recuo de 16,18% no volume diário exportado (7,563 mil toneladas diárias em setembro de 2020). Já a receita diária teve acréscimo de 0,89% (US$ 10,991 milhões diários em setembro de 2020).


CARNES: Exportação de aves atinge 256,577 mil toneladas em setembro
As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 441,045 milhões em setembro (12 dias úteis), com média diária de US$ 36,753 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 256,577 mil toneladas, com média diária de 21,381 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.719,00. Na comparação com setembro de 2020, houve alta de 77,83% no valor médio diário, ganho de 40,53% na quantidade média diária e avanço de 26,54% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.


ECONOMIA: Balança tem superávit de US$ 376,2 mil na 3ª semana de setembro
Até a 3 Semana de Setembro/2021, comparado a Setembro/2020, as exportações cresceram 38,9% e somaram US$ 14,47 bilhões. As importações cresceram 60,6% e totalizaram US$ 12,06 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,41 bilhões, com queda de -17,1%, e a corrente de comércio aumentou 48,0%, alcançando US$ 26,53 bilhões. Apenas na terceira semana, o superávit foi de US$ 376,2 mil. No acumulado Janeiro até 3 Semana de Setembro/2021, em comparação a Janeiro/Setembro 2020, as exportações cresceram 37,2% e somaram US$ 203,41 bilhões. As importações cresceram 36,1% e totalizaram US$ 148,89 bilhões. Como consequência destes resultados, a balança comercial apresentou superávit de US$ 54,52 bilhões , com crescimento de 40,3%, e a corrente de comércio registrou aumento de 36,7%, atingindo US$ 352,30 bilhões. As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.


SOJA: Exportações do grão somam 3,24 milhões de toneladas em setembro
As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 1,65 bilhão em setembro (12 dias úteis), com média diária de US$ 137,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 3,24 milhões de toneladas, com média diária de 270,14 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 509,90. Na comparação com a média diária de setembro de 2020, houve uma alta de 85,79% no valor médio diário exportado, de 33,14% no volume embarcado. O preço médio teve ganho de 39,54%. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.


MILHO: Exportações somam 1,697 milhão de toneladas em setembro
As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 328,913 milhões em setembro (12 dias úteis), com média diária de US$ 27,409 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,697 milhão de toneladas, com média de 141,455 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 193,80. Em relação a setembro de 2020, houve baixa de 44,58% no valor médio diário da exportação, queda de 53,38% na quantidade média diária exportada e valorização de 18,87% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.


AÇÚCAR: Usinas da Copersucar preservam área do tamanho do Rio de Janeiro
A Copersucar, maior comercializadora de açúcar e etanol do mundo, vem realizando um trabalho intenso de preservação ambiental, seguindo as melhores práticas para a produção de cana-de-açúcar. No último ano-safra 2020/2021, as 34 usinas sócias promoveram a proteção de mais de 121.015 hectares em áreas de vegetação, alcançando uma extensão que daria para cobrir todo o município do Rio de Janeiro. "Além de provermos energia limpa e alimento natural, comercializando produtos sustentáveis para o Brasil e o mundo, adotamos internamente inúmeras ações positivas, gerando valor e contribuindo para uma produção cada vez mais amigável com o meio ambiente e para a sociedade, em prol da redução do aquecimento global", comenta Maria Cláudia Trabulsi coordenadora de Sustentabilidade da Copersucar. 
Este compromisso de preservação da vegetação, seguido por todas as usinas da Copersucar por meio da proteção e recuperação de áreas de Preservação Permanente (APPs), Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) e Reservas Legais, traz outros diversos benefícios para a biodiversidade e o ecossistema. Além da absorção de carbono, a iniciativa proporciona também a conservação dos recursos hídricos, como nascentes e rios, a proteção do solo e a manutenção de um ambiente adequado para a fauna. 
As usinas sócias também promovem projetos de recuperação florestal, que incluem o reflorestamento com o plantio de mudas de espécies nativas e a condução da regeneração natural. No ano-safra 2020/2021 foram recuperados cerca de 2.114 hectares, área equivalente a 3.000 campos de futebol. 


ALGODÃO: Evento na China ressalta qualidade do produto brasileiro
Com grande participação do público, ocorreu o Cotton Brazil Harvest 2021 Roundtable na China na última semana, realizado pela Abrapa, Anea, Apex Brasil em parceria com a China National Cotton Exchange (CNCE) e Embaixada do Brasil em Pequim. Segundo Yang Baofu, Diretor da CNCE, "a Abrapa tem elevado a qualidade do produto, garantindo principalmente um algodão sem contaminação, aplaudido na China. Temos a mesma missão: criar um futuro melhor para o algodão da China e do Brasil". Abrapa e CNCE têm agenda extensa de promoção do algodão Brasileiro na China. As informações são da Abrapa.


CLIMA: Meteorologistas do Inmet preveem La Niña para meados de outubro 
Após discussões terem sido levantadas na última semana acerca da chance de ocorrer o fenômeno La Niña, que altera as temperaturas médias do Oceano Pacífico, meteorologistas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) consideram que o evento possa ocorrer em meados da primavera, em outubro. Diferente do El Niño, que aponta para o aumento da temperatura da superfície do mar no Pacífico Tropical, o La Niña indica o oposto, promovendo o resfriamento das águas do Pacífico. O fenômeno, que impacta diretamente no clima do Brasil, poderá favorecer as regiões Norte e Nordeste do país com mais chuvas, contando, ainda, com o dipolo do Atlântico, que até o momento, apresenta sinal vantajoso para o acontecimento. Condições Segundo o meteorologista Mozar Salvador, juntamente com o La Niña e contando com a temperatura do oceano próximo à costa da Região Sul do Brasil e Uruguai ficando mais fria, a chance de ocorrência de seca e possível estiagem no Sul e Sudeste do Brasil aumentam, enquanto as chuvas no Nordeste e na Região Amazônica poderão aumentar significativamente, dependendo da intensidade do La Niña e do dipolo do Atlântico. "O La Niña, caso ocorra, será de forma fraca e de curta duração, junto com a ação do dipolo do Atlântico, que, caso seja mais forte, pode atenuar ou melhorar a situação", explica Mozar. Segundo o especialista, o fenômeno poderá beneficiar, ainda, a região do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, conhecida como Matopiba. "Para essas localidades do Nordeste, caso o dipolo e o La niña continuem se comportando como estão, será favorável. O dipolo é mais importante entre janeiro e maio. As condições dele, principalmente neste período, é que vão definir um bom padrão de chuva para o Nordeste", afirma. As informações partem do Inmet.


AÇÚCAR: Nova York cai seguindo petróleo e outros mercados
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em baixa. Os contratos com entrega em outubro/2021 encerraram o dia a 18,86 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 0,32 centavo (-1,66%) em relação ao fechamento anterior. A posição março/2022 fechou cotada a 19,59 centavos (-1,35%). O açúcar seguiu o petróleo e outras commodities, em um dia de aversão ao risco nos mercados. A preocupação com a situação da empresa chinesa Evergrande causou apreensão no cenário financeiro global, derrubando o petróleo e elevando o dólar frente a outras moedas. Quadro que deflagrou vendas nos mercados internacionais de commodities.

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