NOTÍCIAS DE HOJE – 21/9/2021

Veja algumas notícias preparadas pela equipe do SAFRAS & MERCADO por meio da Agência SAFRAS

Agricultura

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CAFÉ: NY avança em meio a fatores técnicos com cobertura de posiçõe

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta terça-feira com preços mais altos. Em mais uma sessão volátil, NY encerrou a sessão com ganhos diante de cobertura de posições vendidas de fundos e especuladores. O mercado encontrou suporte em aspectos técnicos, com recuperação após ter caído 2% no fechamento da segunda-feira. Segue a expectativa em torno do retorno das chuvas às regiões cafeeiras do Brasil ao final deste mês de setembro para a abertura de floradas que vão resultar na safra de 2022. Os contratos com entrega em dezembro/2021 fecharam o dia a 183,35 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,75 centavo, ou de 0,4%. A posição março/2022 fechou a 186,15 centavos, ganho de 0,75 centavo, ou de 0,4


MILHO: Clima e colheita nos EUA pressionam queda nos preços em Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais baixos. O mercado foi pressionado pela boa evolução inicial da colheita nos Estados Unidos. A perspectiva de clima favorável às lavouras no cinturão produtor e ao andamento da ceifa também ajudou a pressionar as cotações. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 19 de setembro, a área colhida estava em 10%. Em igual período do ano passado o número era de 8%. A média para os últimos cinco anos é de 9%. Na semana anterior, o percentual era de 4 pontos. O mercado esperava número de 10%. Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,17 por bushel, baixa de 4,75 centavos de dólar, ou 0,91%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2022 fechou a sessão a US$ 5,25 por bushel, recuo de 4,75 centavos de dólar, ou 0,89%, em relação ao fechamento anterior.


SOJA: Compras de barganha sustentam contratos em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais altos. Após o mercado atingir os menores níveis em três meses ontem, compras de barganha garantiram a recuperação com base em fatores técnicos. O dia mais calmo no cenário financeiro, após a turbulenta segunda-feira, ajudou na reação de hoje. No entanto, bons dados sobre a evolução das lavouras norte-americanas limitaram a elevação. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 19 de setembro, a área colhida estava apontada em 6%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 5%. A média é de 6%. O mercado apostava em número de 5%. Segundo o USDA, 58% estavam entre boas e excelentes condições, 28% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 29% e 14%, respectivamente. O mercado esperava 57% das lavouras entre boas e excelentes condições. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 11,50 centavos de dólar por bushel ou 0,91% a US$ 12,74 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,82 3/4 por bushel, com ganho de 11,00 centavos ou 0,86%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,00 ou 0,58% a US$ 341,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 55,29 centavos de dólar, alta de 0,42 centavo ou 0,76%.


TRIGO: Chicago fecha em baixa com dólar forte e fatores técnico

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços significativamente mais baixos. O mercado acentuou as perdas registradas mais cedo, pressionado pela firmeza do dólar frente a outras moedas. Além disso, fatores técnicos contribuíram para a queda. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução do plantio das lavouras de trigo de inverno. Até 19 de setembro, a semeadura estava apontada em 21%. Em igual período do ano passado, o plantio estava em 19% e a média dos últimos cinco anos é de 18%. O mercado apostava em número de 22%. No fechamento de hoje, os contratos com entrega em dezembro de 2021 eram cotados a US$ 6,90 1/4 por bushel, baixa de 10,50 centavos de dólar, ou 1,49%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2022 eram negociados a US$ 7,01 por bushel, recuo de 10,50 centavo de dólar, ou 1,47%, em relação ao fechamento anterior.


ALGODÃO: Exportações dos Camarões sobem 62% no ano

As exportações de algodão dos Camarões subiram 17,6% no período de janeiro a junho, na comparação com igual período de 2020, informou a estatal Cotton Development Corp. a agências internacionais. Nos seis meses, o país exportou 76,202 mil toneladas, ante 47,099 mil em igual momento de 2020. A produção do país somou 357 mil toneladas na temporada 2020/21, 9% acima das 328,448 mil toneladas no ano anterior.


ALGODÃO: Produção da India é estimada em 36,2 milhões de fardos

A produção de algodão da India foi estimada pelo governo em 36,2 milhões de fardos, acima dos 35,3 milhões de fardos esperados anteriormente. As informações são da QT News.


GRÃOS: India estima safra 2022 de 150,5 milhões de toneladas

O governo da India India estimou a safra total de grãos de verão, que se encerrará em junho de 2022 em 150,50 milhões de toneladas, volume que poderá ser recorde, superando a safra do ano passado, que foi de 149,56 milhões de toneladas. A previsão inclui 107,04 milhões de toneladas de arroz, 21,24 milhões de toneladas de milho e 23,4 milhões de toneladas de oleaginosas. As informações partem da QT News.


AÇÚCAR: Nova York acompanha recuperação de outros mercados

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em alta. Os contratos com entrega em outubro/2021 encerraram o dia a 18,97 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,11 centavo em relação ao fechamento anterior (+0,58%). A posição março/2022 fechou cotada a 19,75 centavos (+0,82%). Conforme operadores, as cotações futuras do açúcar acompanharam os ganhos de outros mercados, em dia de menor aversão ao risco com o sentimento de que o contágio da crise de endividamento do grupo imobiliário chinês Evergrande será menos grave do que se imaginava. 

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