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    VOCÊ CONECTADO: Fique ligado nas notícias do dia (05/12)

    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
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    Agronegócio

    SOJA: Plantio da safra 2023/24 atinge 83,1% da área no Brasil, diz Conab

    O plantio da safra 2023/24 de soja atinge 83,1% da área no Brasil, conforme apontou relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com dados até 2 de dezembro. Na semana passada a semeadura atingia 75,2% da área. Em igual período do ano passado, os trabalhos de plantio atingiam 90,7% da área.

     

    MILHO: Plantio da 1a safra 2023/24 atinge 60%, estima Conab

    O plantio de milho 1a safra 2023/24 atingiu 60% da área estimada no Brasil, conforme relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com dados até 2 de dezembro. Na última semana, a semeadura atingia 55% da área. Em igual período do ano passado, os trabalhos haviam sido concluídos em 71,2% da área.

     

    ECONOMIA: PIB sobe 0,1% no terceiro trimestre de 2023, segundo IBGE

    O Produto Interno Bruto (PIB) do país ficou estável (0,1%) na passagem do segundo trimestre para o terceiro. O Termômetro CMA esperava queda de 0,2%. Essa é a terceira taxa positiva seguida, após a variação de -0,1% nos últimos três meses do ano passado. Com isso, o PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no país, está novamente no maior patamar da série histórica e opera 7,2% acima do nível pré-pandemia, registrado no quarto trimestre de 2019. Em valores correntes, foram gerados R$ 2,741 trilhões no terceiro trimestre. De janeiro a setembro, o PIB acumulou alta de 3,2%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado hoje (5) pelo IBGE.

     

    EMPRESAS: SLC reduz produtividade da soja para 2023/24; milho e algodão mudam pouco

    A SLC Agrícola divulgou uma revisão de suas estimativas de produtividade para as culturas de soja, milho e algodão para a temporada 2023/24. A Companhia também decidiu ajustar a área plantada para a safra 2023/24 devido às intempéries climáticas causadas pelo fenômeno El Niño. O cerrado brasileiro vem sofrendo com chuvas abaixo da média histórica e altas temperaturas. Essas condições climáticas foram inadequadas para o desenvolvimento da soja, principalmente no oeste do Mato Grosso, região mais afetada pela seca. Tendo em vista a otimização do potencial produtivo das culturas será necessário realizar a descontinuação de 16 mil hectares de soja, com a transferência dessa área, inicialmente projetada para plantio de soja + algodão 2a safra, para unicamente o plantio de algodão 1a safra, pois possui melhor potencial produtivo. Além disso, devido ao replantio de 19 mil hectares de soja, a área do milho 2a safra sofrerá uma redução de 7,7 mil hectares em relação ao inicialmente projetado. O rendimento algodão primeira safra está previsto 2.019 quilos por hectare, avanço de 1,2% ante o orçado 1.996 quilos. O algodão segunda safra é projetado em 1.863 kg /ha, estável em relação ao orçado. O milho segunda safra está previsto em 7.588 kg/ha, igual ao orçado. A soja (comercial + sementes) deve ter um rendimento de 3.667 quilos por hectare, baixa de 7,3% ante o orçado 3.954 quilos. A redução no potencial produtivo da soja reflete a estiagem e as altas temperaturas ocorridas no estado do Mato Grosso. Não houve alterações no custo por hectare, pois o aumento de custo devido ao replantio será compensado pela redução de custos nas áreas que sofreram com a seca.

     

    ECONOMIA: Indice de preços ao consumidor cai para 5,6% em outubro

    O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) entre os países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) caiu para 5,6% em outubro, ante os 6,2% registrados em setembro. Segundo a entidade, este é o nível mais baixo desde outubro de 2021. A queda no índice foi registrada em 28 países do bloco, e apenas em três (Grécia, República Checa e Costa Rica) houve aumento. A inflação dos alimentos na OCDE continuou a subir mais lentamente, atingindo 7,4% em outubro, face a 8,1% em setembro. No G7, a inflação diminuiu para 3,4% em outubro. Na área do euro, a inflação homóloga medida pelo Indice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) caiu para 2,9%. No G20, a inflação homóloga diminuiu para 5,7%. Os países que registraram as maiores altas foram a Turquia, com 61,4%; Colômbia, com 10,5%; e Hungria, com 9,9%. Já os que tiveram os menores índices foram a Costa Rica, com -1,3%; Países Baixos, com -0,4%, e Bélgica, com 0,4%. Nos Estados Unidos, a inflação ficou em 3,2%; no Reino Unido, em 4,7%; na Alemanha, em 3,8%; e no Japão, em 3,3%.

     

    CÂMBIO: SAFRAS mantém projeção de dólar para o final do ano em R$ 4,90

    A projeção de SAFRAS & Mercado para o câmbio no final de 2023 foi mantida em R$ 4,90. A expectativa do mercado financeiro para a taxa de câmbio no final de 2023 foi reduzida de R$ 5,00 para R$ 4,99. A mediana no final de 2024 foi cortada de R$ 5,05 para R$ 5,03, no Boletim Focus, divulgado ontem pelo Banco Central (BC). "O câmbio tem se mantido estável no último mês e acreditamos que a atual taxa de R$ 4,90/US$ é um patamar justo. Apesar do spread entre a taxa de juros americana e brasileira justificar um viés baixista para a atual cotação do real/dólar", justifica SAFRAS, em relatório. Segundo a publicação, a proximidade do final do ano faz com que investidores institucionais que já têm importantes operações de hedge contratadas para um patamar mais próximo dos R$ 5,00/US$ não permita uma nova valorização do real. "Este movimento técnico (posição comprada) de fundos e investidores deve fazer pressão no último mês do ano, apesar do fundamento de curto prazo justificar um real mais apreciado", completa, lembrando que o boletim Focus desta semana começou a reduzir a projeção para a moeda, se aproximando da projeção de SAFRAS.

     

    ALGODÃO: Na COP28, Abrapa levará cases de sustentabilidade e transparência da cotonicultura

    No cenário atual, em que os reflexos das mudanças climáticas estão sendo sentidos diariamente pelas pessoas ao redor do mundo, o algodão é a opção mais sustentável disponível. Matéria-prima natural, de menor impacto ambiental e 100% biodegradável, ele tem perdido espaço no comércio global para as fibras sintéticas (mais baratas, mais poluidoras e menos duráveis). Durante a 28a edição da Conferência de Mudanças Climáticas (COP) da Organização das Nações Unidas, que ocorre até 12 de dezembro em Dubai (EAU), o Brasil quer mostrar que essa história pode - e deve - ser mudada. “O consumidor prefere o algodão, porque é mais confortável, mais fresco ao vestir e tem mais qualidade. O agricultor quer continuar produzindo, porque já aprendeu a cultivar de forma responsável, minimizando impactos e criando ativos ambientais que ajudam na gestão climática”, explica Alexandre Schenkel, presidente da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa). Durante a COP28, o diretor de Relações Internacionais da Abrapa, Marcelo Duarte Monteiro, estará no painel Diálogos de Produção Verde: Revelando Práticas Sustentáveis e Histórias de Sucesso em Carne Bovina e Algodão. Será no dia 10/12 ao meio-dia (hora local). Há pelo menos três anos, a Abrapa tem levado para a COP cases de sustentabilidade e transparência da cotonicultura brasileira. Neste ano, a presença terá função dupla. A primeira missão é mostrar como o modelo de produção de algodão brasileiro pode contribuir para o desafio das mudanças climáticas. Em segundo lugar, o objetivo é apresentar o sistema de rastreabilidade total dos fardos - que acompanha, com transparência, a jornada do produto desde as fazendas de origem até as indústrias, permitindo também o monitoramento dos benefícios ambientais do algodão.

     

    ETANOL: Presidente da Siamig destaca papel crucial da bioenergia na COP28

    No primeiro dia de participação da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig) na COP28, realizada em Dubai, Emirados Árabes, o presidente Mário Campos participou, ontem (04/12), de dois eventos que abordaram o papel fundamental da bioenergia na descarbonização e a contribuição do etanol nesse processo. No primeiro evento, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Mário Campos destacou as estratégias eficientes da bioenergia na redução das emissões de carbono, enfatizando os desafios, oportunidades e metas de mitigação da temperatura global. Ele ressaltou a importância de investimentos e políticas voltadas para o avanço sustentável nessa área, reconhecendo a bioenergia como um pilar essencial na transição para uma economia mais verde. No segundo evento do dia, este em parceria com a Atvos, uma das maiores empresas produtoras de etanol, açúcar e bioeletricidade do Brasil, Campos discutiu o papel crucial do etanol na transição energética, utilizando o exemplo do país como um case de sucesso. Ele ilustrou como o etanol tem impulsionado a construção de uma matriz energética mais limpa, alinhada com as necessidades do solo e contribuindo significativamente para reduzir as emissões globais.

     

    CAFÉ: OIC estima superávit global de oferta de 1 milhão sacas para 2023/24

    A produção global de café no ano-safra 2023/24 (outubro-setembro) deverá totalizar 178 milhões de sacas de 60 quilos, alta de 5,8% na comparação com 2022/23 (168,2 milhões de sacas), disse a Organização Internacional do Café nesta terça-feira em seu relatório semestral de acompanhamento do mercado. Já o consumo global de café em 2023/24 deverá atingir 177 milhões de sacas, com alta anual de 2,2% (173,1 milhões de sacas em 2022/23). Com isso, o mercado global de café deverá ter superávit entre a oferta e a demanda na ordem de 1 milhão de sacas em 2023/24, após um déficit de 4,9 milhões de sacas observado em 202/23. Conforme a OIC, a produção mundial de café aumentou apenas 0,1%, para 168,2 milhões de sacas, no ano cafeeiro de 2022/23. A taxa de crescimento estagnada esconde as tremendas mudanças a nível regional, com o mundo cafeeiro nitidamente dividido entre as Américas em expansão e o resto do mundo em contração. As reduções de produção de 4,7% e 7,2% na Ásia e Oceania e na África, para 49,84 milhões de sacas e 17,9 milhões de sacas, respectivamente, podem ser atribuídas a condições climáticas adversas que afetam negativamente os principais produtores das regiões, especialmente Vietnã, Costa do Marfim e Uganda. A magnitude da queda na produção das duas regiões foi inteiramente mitigada pelas Américas, especialmente pelo aumento de 4,8% na América do Sul, que por sua vez foi impulsionado principalmente pelo aumento bienal de 8,4% na produção do Brasil. A produção combinada das Américas foi de 100,5 milhões de sacas.

     

    FEIJÃO: Colheita da 1a safra 2023/24 atinge 3% no Paraná

    O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita de feijão 1a safra 2023/24 atingiu 3% da área estimada de 113,3 mil hectares. Ela deve ficar 2% abaixo dos 115,9 mil hectares plantados na safra anterior (2022/23). O plantio ainda segue em andamento no estado, atingindo 99% da área prevista. Até o momento, 55% das lavouras estão em boas condições, 36% em condições médias e 9% ruins, entre as fases de germinação (1%), crescimento vegetativo (24%), floração (30%), frutificação (32%) e maturação (13%). No dia 27 de novembro, a colheita atingia 2% da área, com 53% das lavouras em boas condições, 38% em situação média e 9% ruins, entre as fases de germinação (1%), crescimento vegetativo (33%), floração (28%), frutificação (31%) e maturação (7%). O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB), estimou que a produção da 1a safra de feijão em 2023/24 deve chegar a 175,5 mil toneladas, 12% abaixo das 199 mil toneladas na safra anterior (2022/23). A produtividade é estimada em 1.549 quilos por hectare em 2023/24, baixa ante os 1.717 quilos por hectare da safra 2022/23.

     

    MILHO: Plantio da safra verão 2023/24 é concluído no Paraná

    O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra de verão 2023/24 de milho atingiu 100% da área de 312 mil hectares. Ela deve ficar 18% aquém dos 379,1 mil hectares cultivados na safra verão 2022/23. Até o momento, 80% das lavouras estão em boas condições, 17% em situação média e 3% ruins, entre as fases de germinação (1%), crescimento vegetativo (33%), floração (40%) e frutificação (26%). No dia 27 de novembro, o plantio atingia 99% da área, com 80% das lavouras em boas condições, 16% em situação média e 4% ruins, divididas entre as fases de germinação (1%), crescimento vegetativo (46%), floração (40%) e frutificação (13%). O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB), estimou que a 1a safra 2023/24 de milho no Paraná está estimada em 3,046 milhões de toneladas, baixa de 19% frente às 3,783 milhões de toneladas colhidas na 1a safra 2022/23. A produtividade para a 1a safra 2023/24 é estimada em 9.762 quilos por hectare, abaixo dos 9.980 quilos por hectare da safra anterior (2022/23).

     

    SOJA: Plantio da safra 2023/24 atinge 99% da área no Paraná

    O plantio da safra 2023/24 de soja do Paraná atinge 99% da área. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do estado, a superfície deve totalizar 5,806 milhões de hectares, contra 5,779 milhões na safra 2022/23. A produção é projetada em 21,752 milhões de toneladas, 3% abaixo do ano anterior, de 22,358 milhões de toneladas. As lavouras se dividem entre as fases de germinação (3%), desenvolvimento vegetativo (51%), floração (29%) e frutificação (17%), com 86% em boas condições, 12% em situação média e 2% ruins. No dia 27 de novembro, o plantio chegava a 96%, com 86% das lavouras em boas condições, 12% em situação média e 2% ruins, entre as fases de germinação (3%), crescimento vegetativo (63%), floração (25%) e frutificação (9%). A produtividade média foi estimada em 3.749 quilos por hectare em 2023/24, abaixo dos 3.869 quilos registrados na safra 2022/23.

     

     

     

    MILHO: Line-up prevê embarques de 6,536 milhões de toneladas pelo Brasil em dezembro

    O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, indicou que poderão ser exportadas 6,536 milhões de toneladas de milho em dezembro, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado. Desse total, 1,081 milhão de toneladas já foram embarcadas. Para janeiro/24 estão programados embarques de 848 mil toneladas de milho. Entre fevereiro/23 e janeiro/24, o line-up sinaliza embarques acumulados de 51,551 milhões de toneladas do cereal.

     

    ARROZ: Registros de exportação na temporada chegam a 1,084 milhão de tonelada base casca

    Segundo o último relatório de embarques nos portos brasileiros, o line-up, organizado por SAFRAS & Mercado, cerca de 74,77 mil toneladas foram embarcadas no mês de novembro, enquanto pelo menos 21 mil toneladas já estão programadas para o mês de dezembro. No acumulado para a temporada, os registros de exportação de arroz (base casca) chegam a 1,084 milhão de toneladas (março/dezembro). Em 2022, o acumulado era de 1,983 milhão de toneladas. Os principais destinos dos embarques em novembro foram México, Senegal e Cuba. Com os preços de exportação no Porto de Rio Grande atingindo patamares cada vez mais elevados, o fechamento de novos contratos de exportação tem sido um grande desafio, explica o analista e consultor de SAFRAS & Mercado, Evandro Oliveira. Atualmente, observa-se uma condição de supervalorização, com os preços locais cerca de US$ 3,00 por saca mais elevados em comparação com os preços de exportação no Porto de Nova Orleans, nos Estados Unidos, pondera. Essa discrepância nas cotações está tendo um impacto direto nas vendas externas brasileiras, levando a um esfriamento considerável. O risco iminente é que, se essa situação persistir, o Brasil pode enfrentar dificuldades para recuperar esses mercados importadores no curto prazo, ressalta o analista. A tendência é de que esses compradores sigam buscando fornecedores mais competitivos, como os Estados Unidos.

     

    PORTOS: Santos está oficialmente fora do Programa Nacional de Desestatização

    Está afastada oficialmente a ameaça de privatização da gestão do Porto de Santos. Foi publicada, nesta terça-feira (5/12), no Diário Oficial da União, a Resolução CPPI n? 291, de 22 de novembro de 2023, que revogou a Resolução 246, de 2022, que incluía a gestão dos portos de São Sebastião, da Bahia (Aratu-Candeias e Ilhéus) e de Santos, no Programa Nacional de Desestatização (PND). A concessão parcial dos acessos ao Porto de Santos, de serviços, bem como a ligação seca Santos-Guarujá via túnel, continua autorizada, mas mantendo-se sempre a gestão da autoridade portuária pública. O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) continuarão com a competência de coordenar e monitorar as medidas de concessão parcial dos serviços portuários. O Terminal SSB01, no Porto de São Sebastião, está qualificado, segundo a mesma resolução, no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Mas a gestão do Porto Organizado de São Sebastião foi excluída do Plano Nacional de Desestatização (PND). "A retirada do programa de privatização e a delegação de competência atribuída ao Porto de Santos nos impõem o dever e o desafio de demonstrarmos que uma empresa pública pode ser eficiente", afirmou o presidente da Autoridade Portuária de Santos, Anderson Pomini.

     

    PORTOS: Itaqui registra recorde de movimentação de carga no terminal da CLI

    Um novo recorde de movimentação foi registrado no Porto do Itaqui, no Maranhão, no terminal da CLI. Foram exatas 53.666,76 toneladas de soja embarcadas durante as primeiras 24 horas de carregamento do navio ARCHON B100, com destino a China. Este desempenho supera o recorde anterior de Itaqui, que era de 51.750 toneladas.

     

    CARNE SUINA: Caso de Peste Clássica no Piauí não traz riscos às exportações do Brasil

    O consultor de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, esclareceu que o caso de Peste Suína Clássica registrado em um criadouro no município de Parnaíba (PI) não traz riscos às exportações da proteína pelo Brasil, por se tratar de um animal de subsistência e pelo fato das medidas necessárias para conter a doença já terem sido tomadas pelas autoridades sanitárias brasileiras. Maia destaca que o Piauí não é um estado exportador de carne suína e está situado fora da zona reconhecida como livre de peste suína clássica pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Os limites entre as zonas livre e não livre da doença são protegidos por barreiras naturais e postos de scalização, onde procedimentos de vigilância e mitigação de risco para evitar a introdução da peste são adotados continuamente. A OIE já foi notificada pelo governo brasileiro. De acordo com o Ministério da Agricultura (Mapa), a zona livre de peste suína clássica do Brasil concentra mais de 95% de toda a indústria nacional de suínos. Toda a exportação brasileira de suínos e seus produtos são oriundas desta zona livre, que compreende 15 estados e o Distrito Federal (RS, SC, PR, MG, SP, MS, MT, GO, DF, RJ, ES, BA, SE, TO, RO e AC). Essas unidades da Federação não registram ocorrência da doença desde janeiro de 1998.