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    Rafael De Marco
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    Agronegócio

    SOJA: USDA corta para 161 mi de t estimativa de safra do Brasil em 2023/24

    O relatório de dezembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projetou safra mundial de soja em 2023/24 de 398,88 milhões de toneladas. Em novembro, a previsão era de 400,42 milhões. Os estoques finais foram reduzidos de 114,51 milhões para 114,21 milhões de toneladas. O mercado esperava um número de 112,9 milhões de toneladas. A projeção do USDA aposta em safra americana ficou em 112,4 milhões de toneladas. A safra brasileira foi projetada em 161 milhões de toneladas, com corte de 2 milhões de toneladas sobre a estimativa anterior. Para a Argentina, a previsão é de produção de 48 milhões de toneladas, sem alterações. A China deverá importar 102 milhões de toneladas, contra 100 milhões estimadas em novembro. Os estoques globais em 2022/23 estão estimados em 101,92 milhões de toneladas, enquanto o mercado apostava em 100,3 milhões de toneladas.

     

    MILHO: USDA reduz estoques da safra dos EUA em 2023/24 para 2,131 bi de bushels

    O relatório de dezembro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado hoje, trouxe números para a temporada 2023/24 de milho dos Estados Unidos. Os Estados Unidos deverão colher 15,234 bilhões de bushels na temporada 2023/24, mesmo volume indicado em novembro. A produtividade média em 2023/24 deve atingir 174,9 bushels por acres, sem alterações frente ao número estimado no mês passado. A área a ser plantada deve ficar em 94,9 milhões de acres, sem alterações frente ao relatório anterior. A área a ser colhida foi prevista em 87,1 milhões de acres, sem mudanças frente ao mês passado. Os estoques finais de passagem da safra 2023/24 foram estimados em 2,131 bilhões de bushels, abaixo dos 2,156 bilhões de bushels previstos no mês passado e aos 2,157 bilhões de bushels esperados pelo mercado. As exportações em 2023/24 foram indicadas em 2,10 bilhões de bushels, contra os 2,075 bilhões de bushels previstos em novembro. O uso de milho para a produção de etanol foi indicado em 5,325 bilhões de bushels, sem mudanças ante o mês passado.

     

    ALGODÃO: USDA estima produção mundial em 2023/24 em 112,92 mi de fardos

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou o relatório de dezembro de oferta e demanda mundial de algodão para a safra 2023/24. O USDA estimou a produção global de algodão em 112,92 milhões de fardos, ante 113,46 milhões de fardos no mês passado. Em 2022/23 ficou em 116,64 milhões de fardos. As exportações mundiais de algodão foram estimadas em 43,15 milhões de fardos para 2023/24, contra 43,31 milhões de fardos no mês anterior. A estimativa para o consumo mundial é de 113,73 milhões de fardos, ante 115,3 milhões de fardos no mês de novembro. Os estoques finais foram projetados em 82,4 milhões de fardos, ante 81,5 milhões de fardos no relatório anterior. Na safra 2022/23, eram esperados 82,83 milhões de fardos. A expectativa é que a China colha 27 milhões de fardos na temporada 2023/24, mesmo patamar estimado no mês passado. A produção do Paquistão para 2023/24 foi prevista em 6,7 milhões de fardos, ante 6,5 milhões de fardos estimados no mês anterior. O Brasil tem a safra 2023/24 estimada em 14,56 milhões de fardos, mesmo valor estimado no mês de novembro. Já produção indiana de algodão deve chegar a 25 milhões de fardos em 2023/24, mesmo valor estimado no mês anterior. Por fim, os Estados Unidos deverão colher 12,78 milhões de fardos em 2023/24, contra 13,09 milhões de fardos estimados no mês de novembro.

     

    TRIGO: USDA eleva safra e corta estoques globais em 2023/24

    O relatório de oferta e demanda de dezembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe novos números para as safras 2022/23 e 23/24 de trigo global. A produção mundial de trigo em 2023/24 é estimada em 783,01 milhões de toneladas, acima das 781,98 milhões estimadas em novembro. Para 2022/23, a estimativa ficou em 789,66 milhões de toneladas. Os estoques finais globais em 2023/24 foram estimados em 258,2 milhões de toneladas, contra 258,69 milhões em outubro. O mercado esperava 258,8 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas finais foram estimadas em 269,85 milhões de toneladas, enquanto a expectativa era de 269,6 milhões. O consumo global em 2023/24 está estimado em 794,66 milhões de toneladas, contra 792,84 milhões em novembro. Em 2022/23, o consumo global foi estimado em 792,12 milhões de toneladas. Para 2023/24, a produção de trigo no Brasil está estimada em 8,4 milhões de toneladas, contra 9,4 milhões em novembro. As importações em 2023/24 estão apontadas em 5,6 milhões de toneladas. As exportações são previstas em 2,5 milhões de toneladas. Os estoques finais são projetados em 1,12 milhão de toneladas. A Rússia deve produzir 90 milhões de toneladas e exportar 50 milhões, mesmos números de novembro. A Ucrânia deve produzir 22,5 milhões e exportar 12,5 milhões de toneladas. No mês passado, o USDA esperava as exportações em 12 milhões de toneladas. A safra 2023/24 do cereal na Argentina foi projetada em 15 milhões de toneladas, mesmo número de novembro. As exportações do país foram mantidas em 10 milhões de toneladas. No Canadá, a projeção da safra 2023/24 foi elevada de 31 milhões para 31,95 milhões de toneladas. A projeção da safra australiana do cereal foi de 24,5 para 25,5 milhões de toneladas. Na União Europeia e no Reino Unido, a safra 22/23 está projetada em 134,3 milhões de toneladas. A China tem projeção de safra 2023/24 em 137 milhões de toneladas. O país deve importar 12,5 milhões de toneladas na temporada. Os estoques finais chineses estão estimados em 133,92 milhões de toneladas. Os Estados Unidos deverão colher 49,31 milhões de toneladas em 23/24. As exportações do país estão projetadas em 19,73 milhões de toneladas, contra 19,05 milhões em novembro.

     

    SOJA: USDA mantém projeções para safra e estoques dos Estados Unidos

    O relatório de dezembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,129 bilhões de bushels em 2023/24, o equivalente a 112,37 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 49,9 bushels por acre. Não houve alterações na comparação com o relatório anterior. Os estoques finais estão projetados em 245 milhões de bushels ou 6,67 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 242 milhões ou 6,58 milhões de toneladas. O USDA manteve o número de novemrno. O USDA também repetiu a estimativa para o esmagamento em 2,3 bilhões de bushels. A exportação teve sua estimativa mantida em 1,755 bilhão de bushels.

     

    ARROZ: USDA prevê safra mundial 2023/24 em 518,07 mi t de beneficiado

    O relatório de dezembro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta quinta-feira (12), estimou a produção mundial de arroz beneficiado em 518,07 milhões de toneladas para 2023/24, ante 517,80 milhões no mês anterior. Para 2022/23, foi estimada safra de 512,98 milhões de toneladas. As exportações mundiais de arroz beneficiado foram estimadas em 51,97 milhões de toneladas para 2023/24, ante 52,68 milhões no mês passado. A estimativa para o consumo é de 525,05 milhões de toneladas de beneficiado para 2023/24, ante 525,16 milhões de toneladas indicadas no mês anterior. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais mundiais de arroz beneficiado na temporada 2023/24 foram previstos em 167,76 milhões de toneladas, ante 167,42 milhões de toneladas no relatório passado. Para 2022/23, foram estimados estoques de 174,74 milhões de toneladas. A India deverá produzir 132 milhões de toneladas beneficiadas em 2023/24; a Tailândia, 20 milhões; e o Vietnã, 27 milhões. A safra brasileira está estimada em 7,48 milhões de toneladas de beneficiado. A safra da Indonésia está projetada em 33,50 milhões de toneladas. A produção chinesa está estimada em 149 milhões de toneladas.

     

    ALGODÃO: USDA estima produção dos EUA em 12,78 mi de fardos em 2023/24

    O relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou a produção de algodão do país na temporada 2023/24 em 12,78 milhões de fardos, ante 13,09 milhões de fardos no mês anterior. A safra 2022/23 ficou em 14,47 milhões de fardos. As exportações deverão ficar em 12,2 milhões de fardos em 2023/24, mesmo valor do mês anterior. O consumo interno foi previsto em 1,9 milhão de fardos para 2023/24, ante 2,05 milhões de fardos no mês de novembro. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais norte-americanos foram previstos em 3,1 milhões de fardos para a temporada 2023/24, contra 3,2 milhões de fardos no mês passado. Na temporada 2022/23, foram 4,25 milhões de fardos.

     

    TRIGO: USDA corta estoques dos EUA em 23/24; mercado esperava estabilidade

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta sexta-feira seu relatório de oferta e demanda de dezembro, com as projeções para a safra 2023/24 do país de trigo. A produção do cereal nos Estados Unidos em 2023/24 é estimada em 1,812 bilhão de bushels, mesmo número de novembro. Para a safra 2022/23, a produção estadunidense ficou em 1,65 bilhão de bushels. Os estoques finais do país em 2023/24 foram projetados em 659 milhões de bushels. O mercado esperava 684 milhões. Em novembro, foram 684 milhões. Em 22/23, 582 milhões de bushels. A projeção de exportações para 2022/23 foi elevada de 700 para 725 milhões de bushels. Para 2022/23, a estimativa foi de 759 milhões de bushels. A área plantada para 2023/24 é projetada em 49,6 milhões de acres. A área colhida deve ficar em 37,3 milhões de acres. Para 2023/24, o USDA estima a safra do hard winter em 601 milhões de bushels e estoques finais de 280 milhões de bushels; o hard spring tem produção estimada em 468 milhões de bushels e estoques finais de 178 milhões de bushels; o soft red tem produção prevista de 449 milhões de bushels e estoques finais em 118 milhões de bushels; o trigo white deve ter safra de 235 milhões de bushels e estoques finais em 66 milhões de bushels, enquanto a variedade durum tem produção de 59 milhões de bushels, e estoques finais de 17 milhões de bushels.

     

    ARROZ: USDA estima safra 2023/24 dos EUA em 6,98 mi t de beneficiado

    O relatório de dezembro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta sexta-feira (8), estimou a produção norte-americana de arroz beneficiado em 6,98 milhões de toneladas para a safra 2023/24, mesmo patamar do mês anterior. Para 2022/23, a produção do país foi apontada em 5,09 milhões de toneladas. As exportações em 2023/24 foram previstas em 2,73 milhões de toneladas de arroz beneficiado, mesmo patamar do relatório anterior. A projeção de consumo doméstico é de 5,14 milhões de toneladas de beneficiado em 2023/24, igual ao mês passado. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais norte-americanos de arroz beneficiado foram previstos em 1,33 milhão de toneladas para a temporada 2023/24, ante 1,3 milhão no relatório anterior. Para a safra 2022/23, os estoques finais somaram 0,96 milhão de toneladas.

     

    ARROZ: Produtores gaúchos semearam 88,36% da área prevista

    No Estado do Rio grande do Sul, a semeadura de arroz irrigado alcançou 88,36 % da área de intenção de semeadura. A Zona Sul está praticamente encerrando a semeadura, enquanto a Região Central ainda tem percentual bem significativo para ser semeado. Tanto a Região Central como as Planícies (Interna e Externa) sofreram com enchentes nas últimas semanas que causaram prejuízos nas áreas semeadas. Esses dados são coletados semanalmente pelas equipes dos Nates da autarquia. Dados por regional: Zona Sul: 149.640,20 ha (99,77% de 149.989 ha previstos) Planície Costeira Interna: 117.515 ha (89,65% de 131.080 ha previstos) Campanha: 119.335 ha (92,87 % de 128.500 ha previstos) Fronteira Oeste: 242.873 ha (90,19 % de 269.305 ha previstos) Planície Costeira Externa: 86.022 ha (84,03 % de 102.367 ha previstos) Central: 82.040 ha (67,70% de 121.183 ha previstos) As informações são do Irga.

     

    MERCADO AÇÚCAR: Semana termina com preços firmes no cenário doméstico

    Os preços do açúcar cristal seguiram estáveis no mercado físico paulista nesta sexta-feira. Em Ribeirão Preto, a saca de 50 quilos do açúcar cristal com até 150 Icumsa teve preço de R$ 154,00 (28,46 centavos de dólar por libra-peso). O etanol hidratado se mostrou 44,42% mais baixo que o açúcar bruto em Nova York equivalendo a 11,74 centavos [PVU] e 50,60% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 76,08 por saca de 50 quilos [14,06 centavos]. Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações mistas. Os contratos com entrega em Março/2024 encerraram o dia a 23,36 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,33 centavo (+1,43%) em relação ao fechamento anterior. Maio/2024 fechou a 22,46 centavos (+1%). O mercado buscou se reajustar depois das fortes perdas acumuladas nas últimas sessões, mas fechou a semana com uma perda acumulada expressiva, pressionado por um sentimento de ofertas amplas com uma safra recorde no Brasil. Enquanto isso, o movimento do governo da India de recomendar as usinas a diminuir a produção de etanol em favor do açúcar não foi visto de forma tão negativa pelo mercado, uma vez que mesmo assim o segundo maior produtor mundial de açúcar atrás do Brasil não deverá exportar o adoçante em 2023/24. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,41%, sendo negociado a R$ 4,9290 para venda e a R$ 4,9269 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8947 e a máxima de R$ 4,9358. Na semana, o dólar acumulou alta de 1% ante o real.

     

    SOJA: Plantio da safra brasileira 2023/24 está em 90,9%, aponta SAFRAS

    O plantio da safra de soja 2023/24 do Brasil está em 90,9% da área total esperada até o dia 8 de dezembro. A estimativa parte de levantamento de SAFRAS & Mercado. Na semana anterior, o número era de 83,3%. Em igual período do ano passado, a área semeada era de 94,7% e a média de cinco anos é de 95,2%.

     

     

     

    COMBUSTIVEIS: Preços médios estão até 9% acima da paridade internacional

    O acompanhamento diário da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) apontou, nesta sexta-feira, que o litro da gasolina e do diesel nas principais refinarias do País estavam 9% e 3% mais altos, respectivamente, em média, que o preço no exterior. No caso da gasolina, a variação de hoje representa R$ 0,22 mais cara, e no diesel, R$ 0,10, em média, acima do preço de paridade de importação (PPI). Ontem (7), os dois combustíveis estavam 7% acima do preço internacional. O parâmetro usado para a comercialização desses combustíveis pelos importadores brasileiros é preço praticado no Golfo do México. Já nos polos operados pela Petrobras, a medição de hoje indicou as mesmas variações (9% e 3% acima da paridade internacional, em média, na gasolina e no diesel), ante 7% (R$ 0,17) mais cara na quinta-feira (7), no caso da gasolina, e 9% superior no diesel (R$ 0,32), nos mesmos polos. O PPI foi calculado pela Abicom usando como referência os valores para gasolina, óleo diesel, câmbio, RVO e frete marítimo nas cotações, considerando os fechamentos do mercado de 7 de dezembro. Segundo a Abicom, "como a estabilidade no câmbio e redução nos preços de referência da gasolina e do óleo diesel no mercado internacional no fechamento de ontem, após o anúncio feito pela Petrobras de reduzir em 6,6% (R$ 0,27 por litro) o preço do óleo diesel, o cenário médio de preços está acima da paridade para o óleo diesel e para gasolina", comentou a Abicom, no relatório desta sexta-feira. A medição de hoje ocorreu no primeiro dia de vigência da redução linear média de R$ 0,27 por litro no diesel S10 e do 49o dia de vigência da redução de R$ 0,12 por litro na gasolina, pela Petrobras, respectivamente, em 8 de dezembro e 21 de outubro. Na última quarta (6), a Acelen, no Polo Aratu-BA, reduziu os preços do óleo diesel A em R$ 0,1473 por litro e da gasolina A em R$ 0,07 por litro. Com isso, os preços médios do óleo diesel e da gasolina operam acima da paridade em todos os polos analisados. A taxa de câmbio Ptax, calculada diariamente pelo Banco Central, fechou na sessão de ontem (7) operando em patamar elevado (no fechamento, em R$ 4,89) e pressionando os preços domésticos dos produtos importados, acrescentou a associação. A entidade também registrou que a oferta apertada do petróleo segue pressionando os preços futuros da commodity.

     

    CARNES: Sindirações divulga balanço de 2023 do setor de alimentação animal

    O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) divulgou o balanço 2023 do setor de alimentação, com avanço modesto do setor, resultado do desempenho antagônico entre as cadeias produtivas. Resumidamente, de janeiro a setembro, a produção de rações avançou quase 2% e somou 62,6 milhões de toneladas. O desdobramento revela que a demanda do segmento de frangos de corte incrementou em 3%, quando comparada ao mesmo período do ano passado. O mesmo raciocínio aplicado estabelece avanço de 1,0% para as poedeiras. No caso dos suínos, o crescimento foi de 2,4%, enquanto para os bovinos de corte e de leite foram apurados recuos de 5,1% e 1,1%, respectivamente. No geral, a previsão é finalizar o ano com produção aproximada de 87 milhões de toneladas de rações e sal mineral e apurar incremento de quase 1,5% em relação ao ano passado.

     

    AÇÚCAR: Indicador de preços da FAO tem alta de 1,4% em novembro

    O indicador de preços globais do açúcar da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) somou 161,4 pontos em novembro, alta de 1,4% (2,2 pontos) contra outubro. O indicador permanece 47 pontos (41,1%) acima dos patamares de um ano atrás. Conforme a FAO, o avanço em novembro esteve relacionado principalmente com preocupações sobre as disponibilidades globais de oferta para exportação na safra 2023/24, num contexto de deterioração das perspectivas de produção em dois dos principais exportadores, a Tailândia e a India, devido às condições climáticas severas e secas associadas ao evento El Niño. Ao mesmo tempo, atrasos nos embarques no Brasil juntamente com o fortalecimento do real em relação ao dólar contribuíram para o aumento geral dos preços mundiais do açúcar. No entanto, o forte ritmo de produção no Brasil e os preços internacionais mais baixos do petróleo bruto limitaram o aumento mensal dos preços.

     

    AGRICULTURA: Preços globais dos alimentos ficaram estáveis em novembro – FAO

    O indicador de preços globais dos alimentos (FFPI, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) somou 120,4 pontos em novembro, praticamente estável na comparação com outubro, uma vez que aumentos nos preços dos óleos vegetais, lácteos e açúcar compensaram quedas nos indicadores dos cereais e das carnes. Ficando nesse nível, o FFPI permaneceu 14,4 pontos (ou 10,7%) abaixo do registrado exatamente um ano atrás. O FFPI mede os preços das commodities alimentares mais comercializadas globalmente. Os preços do óleo de palma subiram mais de 6% no mês passado, sustentados principalmente por compras mais ativas por parte dos principais países importadores e por produções sazonalmente mais baixas nos principais países produtores. Os preços dos produtos lácteos aumentaram 2,2% em relação a outubro, com elevada procura de manteiga e leite em pó desnatado no nordeste da Ásia e pelo aumento da procura antes dos feriados de final de ano na Europa Ocidental. Os preços do açúcar subiram 1,4% em novembro no comparativo mensal, mas ficaram em média 41,1% acima dos patamares de um ano atrás, graças a uma deterioração das perspectivas de produção na Tailândia e na India.