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    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
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    Agronegócio

    SOJA: Comercialização envolve 79,8% da safra 22/23 e 17,9% da 23/24

    A comercialização da safra 2022/23 de soja do Brasil envolve 79,8% da produção projetada, conforme relatório de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos até 1 de setembro. No relatório anterior, com dados de 7 de agosto, o número era de 75,6%. Em igual período do ano passado, a negociação envolvia 82,6% e a média de cinco anos para o período é de 88,3%. Levando-se em conta uma safra estimada em 156,152 milhões de toneladas, o total de soja já negociado é de 124,643 milhões de toneladas. Safra 2023/24 Levando-se em conta uma safra de 163,254 milhões de toneladas, SAFRAS projeta uma comercialização antecipada de 17,9%, envolvendo 29,23 milhões de toneladas. Em igual período do ano passado, a comercialização antecipada era de 18,6% e a média para o período é de 27,4%.

     

    TRIGO: Estoques da Argentina para 2022/23 alcançarão maior nível em 8 Anos

    Os estoques finais de trigo para novembro de 2023 estão projetados para atingir 4 milhões de toneladas, o nível mais alto desde a safra 2014/15, apesar dos efeitos da seca, conforme informou a Bolsa de Comércio de Rosario (BCR). Isso representa um aumento de 36% em relação à safra anterior. A relação estoque/consumo está prevista para ser de 38%, um aumento significativo em comparação com a taxa de 13% da safra anterior. A demanda por trigo para moagem, o maior segmento dentro da demanda interna, atingiu o segundo maior volume da década. Como resultado, a queda geral na demanda por trigo é sustentada por uma forte redução nas exportações, que na safra 2021/22 atingiram 15,4 mi tons, estabelecendo um recorde histórico, enquanto na safra 2022/23, a projeção é de 3,7 mi tons, uma diminuição ano a ano de 76%.

     

    ARROZ: Safra da Tailândia deve somar 19,562 mi de t beneficiadas em 2023/24

    A produção de arroz beneficiado da Tailândia deverá totalizar 19,562 milhões de toneladas no ano comercial 2023/2024 (início em janeiro de 2024), ante 20,909 milhões de toneladas na temporada anterior. As informações constam no relatório Gain Report, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A área plantada deve somar 10,614 milhões de hectares, ante 11,072 milhões na safra anterior. Sobre as exportações, devem totalizar 8 milhões de toneladas beneficiadas em 2023/24, mesmo patamar da safra anterior. Os estoques finais devem cair de 3,431 milhões de toneladas beneficiadas em 2022/23 para 2,143 milhões em 2023/24.

     

    AGENDA: Acompanhe os principais eventos do agronegócio na primeira semana de setembro

    -Segunda-feira (4/09) - Feriado nos EUA - Dia do Trabalho. - Alemanha: O resultado da balança comercial de julho será publicado às 3h pelo Destatis. - O Banco Central divulga, às 8h30, o Relatório Focus com as previsões do mercado para a economia.

    -Terça-feira (5/09) - A OCDE divulga o relatório mensal de índice de preços ao consumidor dos países do bloco. - Eurozona: O índice de preços ao produtor de julho será publicado às 6h pela Eurostat. - O IBGE divulga, às 9h, a Pesquisa Industrial: Produção física - Brasil de julho - Dados sobre as lavouras do Paraná - Deral, na parte da manhã. - Inspeções de exportação semanal dos EUA - USDA, 12h. - Relatório de evolução e condições das lavouras nos Estados Unidos - USDA, 17h.

    -Quarta-feira (6/09) - A FGV divulga, às 8h, o IGP-DI de agosto. - Atualização das estimativas para a safra brasileira de grãos em 2022/23 - Conab, 9h. - Levantamento Sistemático de Produção Agrícola de julho - IBGE, 9h. - Dados trimestrais de abata no Brasil - IBGE, 9h. - EUA: O saldo da balança comercial de julho será publicado às 9h30 pelo Departamento de Comércio. - Dados do setor automotivo brasileiro em julho - Anfavea, 10h. - EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE). - EUA: O Livro Bege, relatório com avaliação da situação econômica, será publicado às 15h pelo Federal Reserve.

    -Quinta-feira (7/09) - China: A balança comercial de agosto será publicada à meia-noite pela alfândega. - Alemanha: A produção industrial de julho será publicada às 3h pelo Destatis. - Eurozona: A leitura revisada do PIB do segundo semestre será publicada às 6h pelo Eurostat. - Feriado no Brasil - Dia da Independência. - Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas - Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs. - Relatório de condições das lavouras da Argentina Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

    -Sexta-feira (8/09) - Japão: A leitura do PIB do segundo trimestre será publicada às 20h50 pelo gabinete do governo. - Alemanha: A versão revisada do índice de preços ao consumidor de agosto será publicada às 3h pelo Destatis. - Exportações semanais de grãos dos EUA - USDA, 9h30. - Dados sobre o desenvolvimento das lavouras no RS - Emater, na parte da tarde. - O Imea divulga relatório sobre a evolução das lavouras no Mato Grosso.

     

    ECONOMIA: PIB do Brasil deve crescer 3% em 2023

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comemorou o resultado acima das expectativas do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, anunciado nesta sexta-feira, e disse que o resultado superando as projeções feitas pela pasta no início do ano, de um crescimento superior a 2%. De acordo com o IBGE, a economia brasileira cresceu 0,9% no 2o trimestre de 2023, acima das expectativas do mercado financeiro. A economia brasileira cresceu 0,9% no segundo trimestre de 2023. Em relação ao mesmo trimestre de 2022, o PIB brasileiro teve alta de 3,4%. E, no primeiro semestre de 2023, o ganho foi de 3,7%. Ambos os resultados ficaram consideravelmente acima das medianas coletada pelo Termômetro CMA: +0,3% (trimestral) e +2,5% (anual). "Estamos com expectativa maior do que na divulgação do resultado de janeiro", disse o ministro, que lembrou que, nessa época as projeções do mercado eram de 1%, com isso a projeção de crescimento atual é três vezes acima destas estimativas.