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    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
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    Agronegócio

    CARNES: Após Anuga, exportadores da ABPA projetam US$ 1,8 bilhão em negócios nos próximos 12 meses

    Terminou bem-sucedida a ação organizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), durante a Anuga, maior feira de alimentos do mundo, realizada entre os dias 07 e 11 de outubro, em Colônia (Alemanha). Apenas nos cinco dias do evento, as 22 agroindústrias participantes da ação no espaço da ABPA concretizaram negócios que superam US$ 570 milhões em exportações para mercados dos cinco continentes, que estiveram presentes no evento. A partir das tratativas realizadas no evento com os mais de 2 mil encontros de negócios realizados na feira, as empresas participantes da ação projetam exportações que deverão superar US$ 1,8 bilhão nos próximos 12 meses, contemplando os setores de aves, suínos e ovos. Os grandes números do evento não se resumem aos resultados em exportações. A ação também foi marcada pelo fortalecimento das ações de imagem internacional do setor produtivo brasileiro. Foi o momento do lançamento da campanha internacional Good Food - Sustainable Protein, segunda fase da campanha iniciada em 2021 que destaca os atributos que diferenciam a sustentabilidade da avicultura e da suinocultura do Brasil.

     

    CARNE SUINA: Exportações atingem 39,718 mil toneladas em outubro

    As exportações de carne suína "in natura" do Brasil renderam US$ 92,208 milhões em outubro (9 dias úteis), com média diária de US$ 10,245 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 39,718 mil toneladas, com média diária de 4,413 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.321,60. Em relação a outubro de 2022, houve baixa de 12,6% no valor médio diário, perda de 6,9% na quantidade média diária e queda de 6,1% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    AVES: Exportação atinge 187,963 mil toneladas em outubro

    As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 336,911 milhões em outubro (9 dias úteis), com média diária de US$ 37,434 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 187,963 mil toneladas, com média diária de 20,884 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.792,40. Em relação a outubro de 2022, houve queda de 5,2% no valor médio diário, avanço de 9,4% na quantidade média diária e recuo de 13,4% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    ALGODÃO: Brasil exporta 90,675 mil toneladas em outubro

    As exportações brasileiras de algodão somaram 90,675 mil toneladas em outubro (9 dias úteis), com média diária de 10.075 toneladas. A receita com as vendas ao exterior totalizou US$ 174,481 milhões, com média de US$ 19,386 milhões. As informações são do Ministério da Economia. Em relação à igual período do ano anterior, houve recuo de 26,4% no volume diário exportado (13,691 mil toneladas diárias em outubro de 2022). Já a receita diária teve decréscimo de 32,4% (US$ 28,691 milhões diários em outubro de 2022).

     

    CARNE BOVINA: Exportação atinge 91,285 mil toneladas em outubro

    As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 420,856 milhões em outubro (9 dias úteis), com média diária de US$ 46,761 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 91,285 mil toneladas, com média diária de 10,142 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.610,30. Em relação a outubro de 2022, houve baixa de 19,4% no valor médio diário da exportação, alta de 2,1% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 21,1% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    SOJA: Exportações do Brasil somam 2,353 milhões de toneladas em outubro

    As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 1,233 bilhão em outubro (9 dias úteis), com média diária de US$ 136,98 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 2,353 milhões de toneladas, com média diária de 261,486 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 523,90. Na comparação com outubro de 2022, houve alta de 11,5% na receita média diária e de 30,8% no volume. O preço caiu 14,7%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    AÇÚCAR: Exportação atinge 1,4 milhão de toneladas em outubro

    A receita diária média obtida com as exportações brasileiras de açúcar e outros melaços atinge US$ 80,860 milhões em outubro, com nove dias úteis até ontem, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já o volume médio diário de exportações chega a 160,155 mil toneladas no mês. Foram exportadas 1.444.997 toneladas de açúcar em outubro, com receita de US$ 727,742 milhões, a um preço médio de US$ 503,60 por tonelada. Na comparação com a média diária de outubro de 2022, de US$ 68,528 milhões, há alta de 18% no valor obtido diariamente pelas exportações de açúcar em outubro de 2023. Em volume, por outro lado, há queda de 3,6%, ante as 166,516 mil toneladas diariamente embarcadas em outubro de 2022. Já o preço médio subiu 22,4%, ante os US$ 411,50 por tonelada verificados em outubro de 2022.

     

    MILHO: Exportações somam 3,989 milhões de toneladas em outubro

    As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 924,779 bilhões em outubro (9 dias úteis), com média diária de US$ 102,753 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 3,989 milhões de toneladas, com média de 443,276 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 231,80. Em relação a outubro de 2022, houve alta de 2,3% no valor médio diário da exportação, aumento de 24,1% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 17,6% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    ECONOMIA: Balança tem superávit de US$ 3,935 bi até 2 semana de outubro

    Na 2 semana de outubro de 2023, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,46 bilhões e corrente de comércio de US$ 9,185 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,822 bilhões e importações de US$ 3,362 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 12,643 bilhões e as importações, US$ 8,708 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,935 bilhões e corrente de comércio de US$ 21,351 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 265,63 bilhões e as importações, US$ 190,441 bilhões, com saldo positivo de US$ 75,189 bilhões e corrente de comércio de US$ 456,071 bilhões. As informações são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

     

    ARROZ: India manterá preço mínimo para exportações de basmati

    A India disse no sábado que manterá o preço mínimo para as exportações de arroz basmati até novo aviso, de acordo com uma ordem do governo, enquanto o maior exportador do mundo continua restringindo os embarques do grão para o exterior. Inicialmente, o preço mínimo ia até o último domingo. A India impôs um preço mínimo de exportação (MEP) de US$ 1.200 por tonelada aos embarques de arroz basmati em agosto para acalmar os preços locais antes das eleições estaduais. O país do sul da Ásia proibiu em julho as exportações de arroz branco não basmati e na sexta-feira impôs um imposto de 20% sobre as exportações de arroz parboilizado. As informações são da Agência Reuters.

     

    EMPREAS: Bayer quer introduzir sistema de plantio direto de arroz nas Filipinas

    A Bayer AG BAYGn.DE disse nesta segunda-feira que planeja levar seu programa de arroz de plantio direto às Filipinas em 2024, oferecendo aos agricultores um método de cultivo alternativo considerado mais favorável ao clima. A Bayer lançou o sistema na India este ano e afirma que pode ajudar a reduzir o uso de água em até 40%, as emissões de gases de efeito estufa em até 45% e os custos de trabalho manual em até 50%. Os produtores de arroz tradicionalmente cultivam primeiro mudas em viveiros antes de transplantá-las em arrozais inundados, uma prática usada atualmente em cerca de 80% da colheita mundial de arroz. A Bayer disse que seu sistema envolve híbridos de arroz que podem ser semeados diretamente no solo. As informações são da Agência Reuters.