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    VOCÊ CONECTADO: Fique ligado nas notícias do dia (18/12)

    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
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    Agronegócio

    CLIMA: El Niño deve se estabilizar, mas ainda inspira cuidados para próximo trimestre

    Os modelos de previsão apontam para estágio de maturidade, estabilidade e resfriamento consistente do El Niño para os próximos três meses. É o que aponta o Boletim trimestral do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). As previsões apresentadas pelo boletim são baseadas no modelo estatístico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    - O prognóstico indica chuvas irregulares, com tendência a ficarem próximas da média ou ligeiramente acima da média no trimestre janeiro-fevereiro-março na maioria das regiões.

    - Áreas com aglomerado de nuvens de tempestade podem se formar em regiões do Oeste e de fronteira entre o Uruguai e Argentina, que devem ficar com precipitação acima da média. Eventos com tempestades, rajadas de vento forte e queda de granizo devem ocorrer no estado, ainda sob a influência do El Niño, que perderá intensidade.

    - O mês de março pode apresentar chuvas em excesso e mais frequentes, com a passagem de frentes frias e a formação de áreas de instabilidade.

    - Entre janeiro e fevereiro, as temperaturas devem ficar acima da média, especialmente na metade norte do Rio Grande do Sul. Nesse período, o ar quente e úmido será uma constante, o que leva a condições de abafamento.
    - No mês de março, com retorno das chuvas mais abrangentes e passagem de frentes frias, a tendência é de temperaturas um pouco abaixo da média, especialmente no sul do estado.

    - Para o cultivo de arroz, é crucial intensificar a drenagem das áreas de plantio, semear dentro do período recomendado pelo Zoneamento Agroclimático e iniciar a irrigação quando as plantas tiverem de 3 a 4 folhas, aplicando adubação nitrogenada em solo seco. É importante atentar para a possível baixa luminosidade, que pode reduzir a resposta da cultura à adubação e estar preparado para possíveis doenças devido às condições meteorológicas.

    - Para o manejo das pastagens, é essencial manter a cobertura do solo e a disponibilidade de forragem adequadas, ajustar a carga animal após chuvas intensas para evitar danos à pastagem, e atentar para possíveis problemas de casco devido à formação de barro. Além disso, o produtor deve estar atento ao estresse térmico nos animais, especialmente em vacas de alta produção de leite, devido às temperaturas acima da média.

     

    AGRONEGÓCIO: Governo da Argentina confirma novo regime de taxas de exportação

    O governo da Argentina implementará um novo esquema de impostos sobre exportações, causando descontentamento no campo, depois que o presidente Javier Milei prometeu durante a campanha eliminar o imposto. Foi anunciado o aumento da alíquota de 31% para 33% para os subprodutos da soja, enquanto os complexos de cereais e girassol terão uma alíquota de 15%. Além disso, será revisada a situação dos complexos de suínos, pesca e milho para pipoca. Por outro lado, foi indicada a diminuição da alíquota para 0% para os seguintes complexos exportadores: olivícola, arroz, couros bovinos, lácteos, frutícolas (exceto limão), hortícolas, feijão, batata, alho, grão-de-bico/lentilhas/ervilhas, mel, açúcar, erva-mate, chá, equinos e lã. A medida confirmada apresenta diferenças em relação ao projeto que havia sido divulgado na semana passada, onde se planejava aumentar para 15% os impostos de exportação para a maioria dos produtos.

     

    CARNE SUINA: Exportações atingem 47,430 mil toneladas em dezembro

    As exportações de carne suína "in natura" do Brasil renderam US$ 106,578 milhões em dezembro (11 dias úteis), com média diária de US$ 9,689 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 47,430 mil toneladas, com média diária de 4,311 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.247,00. Em relação a dezembro de 2022, houve baixa de 9,8% no valor médio diário, ganho de 2,5% na quantidade média diária e queda de 12,1% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    MILHO: Oferta no Brasil pode atingir 139,157 milhões de toneladas em 2024

    O Brasil poderá dispor de uma oferta interna de milho de 139,157 milhões de toneladas de milho na safra 2024, segundo estimativa de SAFRAS & Mercado. O volume fica abaixo das 146,825 milhões de toneladas projetadas para a temporada 2023. A produção é estimada em 129,157 milhões de toneladas para 2024, abaixo das 140,873 milhões de toneladas esperadas na safra anterior. As exportações de milho estão previstas em 47,6 milhões de toneladas em 2024, volume inferior ante as 56,91 milhões de toneladas indicadas para 2023. As importações foram previstas em 2,6 milhões de toneladas em 2024, acima das 1,550 milhão de toneladas estimadas para serem adquiridas na safra 2023. O consumo total de milho está previsto em 131,516 milhões de toneladas em 2024, abaixo das 139,425 milhões de toneladas previstas para serem demandadas na temporada 2023. Os estoques finais de passagem para a safra 2024 foram estimados em 7,641 milhões de toneladas, volume acima do esperado na safra 2023, de 7,4 milhões de toneladas.

     

    FERTILIZANTES: Agricultores diminuem compras por conta da seca que prejudica o plantio de milho

    A seca no Brasil está levando os agricultores a adiarem a compra de fertilizantes para a próxima temporada de plantio de milho, impactando as vendas de fornecedores globais de fertilizantes no maior país exportador de milho do mundo, de acordo com informações de executivos à Reuters. O atraso na colheita de soja no Brasil já está ocorrendo, e esse atraso pode afetar o plantio da principal temporada de milho no início do próximo ano. Isso provavelmente terá repercussões nas empresas de fertilizantes, como Nutrien (NTR.TO), Mosaico (MOS.N) e Yara (YAR.OL), uma vez que o milho é uma das culturas que mais depende de fertilizantes. A seca, associada ao fenômeno climático El Niño, destaca a volatilidade que a agricultura global enfrenta à medida que as mudanças climáticas se intensificam. As empresas de fertilizantes já estão lidando com margens de lucro mais baixas, à medida que os preços das colheitas e dos fertilizantes caem após atingirem o pico no início da guerra Rússia-Ucrânia.

     

    SOJA: Exportações do Brasil somam 1,999 milhão de toneladas em dezembro

    As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 1,046 bilhão em dezembro (11 dias úteis), com média diária de US$ 95,084 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 1,999 milhão de toneladas, com média diária de 181,774 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 523,10. Na comparação com dezembro de 2022, houve alta de 74,7% na receita média diária e de 106,6% no volume. O preço caiu 15,4%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    AVES: Exportação atinge 244,059 mil toneladas em dezembro

    As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 428,779 milhões em dezembro (11 dias úteis), com média diária de US$ 38,979 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 244,059 mil toneladas, com média diária de 22,187 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.756,90. Em relação a dezembro de 2022, houve alta de 20,9% no valor médio diário, avanço de 38% na quantidade média diária e recuo de 12,4% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    ALGODÃO: Brasil exporta 134,621 mil toneladas em dezembro

    As exportações brasileiras de algodão somaram 134,621 mil toneladas em dezembro (11 dias úteis), com média diária de 12.238 toneladas. A receita com as vendas ao exterior totalizou US$ 262,355 milhões, com média de US$ 23,850 milhões. As informações são do Ministério da Economia. Em relação à igual período do ano anterior, houve avanço de 53,2% no volume diário exportado (7,987 mil toneladas diárias em dezembro de 2022). Já a receita diária teve acréscimo de 57,3% (US$ 15,162 milhões diários em dezembro de 2022).

     

    CARNE BOVINA: Exportação atinge 97,395 mil toneladas em dezembro

    As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 445,403 milhões em dezembro (11 dias úteis), com média diária de US$ 40,491 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 97,395 mil toneladas, com média diária de 8,854 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.573,20. Em relação a dezembro de 2022, houve alta de 17,8% no valor médio diário da exportação, ganho de 27,5% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 7,6% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    MILHO: Exportações somam 3,684 milhões de toneladas em dezembro

    As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 855,406 milhões em dezembro (11 dias úteis), com média diária de US$ 77,764 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 3,684 milhões de toneladas, com média de 334,961 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 232,20. Em relação a dezembro de 2022, houve queda de 5,5% no valor médio diário da exportação, aumento de 18% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 19,9% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    CLIMA: Governo da província de Buenos Aires decreta estado de emergência após tempestade

    O governo da província de Buenos Aires declarou estado de emergência em todo o território provincial e luto pelos próximos 72 horas após a forte tempestade do fim de semana, que causou danos e várias mortes. Após a tempestade, foram relatados danos em pelo menos 45 distritos, incluindo danos ou arrancamento de telhados, destruição causada por quedas de árvores e falta de fornecimento de energia. As rajadas de vento ultrapassaram os 150 km/h em Bahía Blanca, onde 13 pessoas morreram quando o teto de uma academia desabou. Após a notícia, o presidente Javier Milei viajou no domingo para se reunir com o governador de Buenos Aires, Axel Kicillof, para se inteirar das operações de emergência em andamento.

     

    CLIMA: Frente fria deve provocar chuvas a partir de quarta-feira no MT, MS, GO, boa parte do Matopiba e na região Norte

    Segundo o alerta agroclimático da Rural Clima, nesta segunda-feira, uma frente fria que está se formando na Argentina deve avançar e provocar chuvas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná, mas na região centro e norte do Brasil, bem como no Paraguai, o dia será marcado pela ausência de precipitações. Segundo o agrometeorologista Marco Antonio dos Santos, a partir de amanhã essa frente fria começará a avançar e as chuvas devem retornar a partir de quarta-feira em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, boa parte do Matopiba e na região Norte do Brasil. Também a partir do meio de semana está previsto o retorno das chuvas para a faixa leste das regiões Sul e Sudeste. Mas no norte do Paraná e em São Paulo as chuvas devem ocorrer somente de quinta-feira para sexta-feira. Paraguai O Paraguai deverá ter chuvas entre amanhã e quarta-feira. Segundo a meteorologista Ludmila Camparotto, as precipitações serão abrangentes e atingirão grande parte do país, embora na região oriental a expectativa seja de volumes maiores. O restante da semana deverá ser marcado por instabilidade, mantendo a chance de ocorrência de chuvas, mesmo mais irregulares. Na próxima semana, um novo sistema deve se formar sobre o Paraguai e provocar chuvas no dia 28 sobre faixa central do país. A tendência é de que até o final de janeiro o país registre a passagem de corredores de umidade, provocando chuvas. "Nesses momentos, as temperaturas tendem a ficar menos elevadas no país", sinaliza.

     

    ECONOMIA: Previsão de inflação 2023 cai a 4,49%; fica em 3,93% em 2024

    As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus reduziram de 4,51% para 4,49% a previsão para a inflação medida pelo Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2023. A meta para a inflação no período é de 3,25%. A previsão de inflação nos preços administrados - que são controlados por contrato ou pelo poder público - aumentou de 9,11% para 9,22%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) manteve-se em -3,46%. Para 2024, as instituições financeiras mantiveram em 3,93% a previsão para a inflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3,00%. E mantiveram em 2,92% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023. A projeção para 2024 ficou estável em 1,51%. A projeção de inflação nos preços administrados em 2024 diminuiu de 4,41% para 4,36%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M manteve-se em 4,09%. O BC estima que a economia brasileira crescerá 2,9% em 2023, segundo a edição mais recente do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicada em setembro. A estimativa foi mantida em 0,25% para a taxa Selic ao final de 2024. Em 2023, a Selic ficou em 11,75% ao ano. A projeção para a taxa de câmbio em 2023 diminuiu de R$ 4,95 para R$ 4,93 por dólar, enquanto a estimativa para 2024 manteve-se em R$ 5,00 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2021 era de R$ 5,00, enquanto a previsão para 2024 estava em R$ 5,05. As instituições também elevaram a previsão de superávit comercial em 2023 para US$ 79,80 bilhões, de US$ 78,80 bilhões na semana passada. A balança comercial mede o resultado das vendas de bens ao exterior (exportações), menos as compras de bens do exterior (importações).

     

    EMPRESAS: Raízen distribuirá R$ 1,33 bilhão em JCP

    A Raízen informou que seu conselho de administração aprovou pagamento de Juros Sobre Capital Próprio (JCP) no valor total bruto de R$ 1,332 bilhão, equivalente ao valor bruto de R$ 0,12903243584 por ação. O JCP terá como base de cálculo a posição acionária de 20 de dezembro de 2023, considerando um total de 10.326.114.838 de ações de emissão da companhia, já descontadas as ações em tesouraria. As ações serão negociadas "ex JCP' a partir do dia 21 de dezembro de 2023, e o pagamento ocorrerá em, no mínimo, duas parcelas de modo que o crédito será realizado de forma individualizada a cada acionista com base na sua posição acionária. A primeira parcela será depositada no dia 28 de dezembro de 2023, no valor bruto de R$ 0,072073934 por ação, e o valor remanescente será pago até o dia 31 de março de 2024 em datas e formas a serem definidas e divulgadas pela diretoria da companhia.

     

    MILHO: Maranhão deve liderar produção do Norte/Nordeste em 2023/24

    O estado do Maranhão deverá liderar a produção de milho entre os estados das regiões Norte e Nordeste na temporada 2023/24, com 3,284 milhões de toneladas, segundo o mais recente levantamento de SAFRAS & Mercado. Logo atrás aparece a Bahia, com uma produção de 2,375 milhões de toneladas. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a produção total esperada para o Norte e Nordeste é de 13,586 milhões de toneladas em 2023/24, abaixo das 16,141 milhões colhidas na temporada 2022/23. A estimativa aponta que a maior área a ser cultivada deve ficar com o Maranhão, ocupando 566,260 mil hectares, seguido pela Bahia, com 371,234 mil hectares. A área total a ser plantada pelas regiões Norte e Nordeste deve ficar em 2,358 milhões de hectares, 10,2% menor frente aos 2,625 milhões de hectares registrados na temporada 2022/23. A produtividade média para as regiões Norte e Nordeste é estimada em 5.761 quilos por hectare, inferior aos 6.149 quilos por hectare da temporada 2022/23. O maior rendimento é esperado na Bahia e em Rondônia, com 6.400 quilos por hectare.

     

    ALGODÃO: SAFRAS eleva projeção para produção 2023/24 do Brasil para 3,36 milhões de toneladas

    A área semeada com algodão no Brasil deve ficar maior que o esperado inicialmente, com a fibra ocupando espaço de milho segunda safra e de soja verão, em regiões que enfrentam problemas com a falta de chuva, com destaque para Mato Grosso e Goiás. Essa é a sinalização do Imea, reforçada pela Conab e Abrapa. O fato é que o clima adverso deve levar alguns produtores a preferir o plantio de algodão a um eventual replantio de soja, explica o analista e consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach. A rentabilidade do algodão, melhor que o milho, também é um fator que estimula o crescimento da área com algodão, acrescenta. E, com isso, SAFRAS & Mercado ajustou a projeção de área semeada com algodão para 1,86 milhão de hectares no ano safra 2023/24, o que corresponde a um avanço de 11% em relação à safra 2022/23. Assim, a produção de algodão do Brasil tem potencial de 3,36 milhões de toneladas em 2024. Isto corresponde a um crescimento de 2,7% em comparação a safra colhida em 2023.

     

    SOJA: Inspeção de exportação dos EUA atinge 1.411.567 toneladas

    As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.411.567 toneladas na semana encerrada no dia 14 de dezembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 999.790 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 1.967.068 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 21.168.555 toneladas, contra 25.515.016 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

     

    MILHO: Inspeção de exportação dos EUA soma 947.418 toneladas

    As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 947.418 toneladas na semana encerrada no dia 14 de dezembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, haviam atingido 725.330 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 826.955 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 10.140.845 toneladas, contra 7.955.105 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

     

    TRIGO: Inspeções de exportação dos EUA atingem 284.792 toneladas

    As inspeções de exportação norte-americana de trigo chegaram a 284.792 toneladas na semana encerrada no dia 14 de dezembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de trigo haviam atingido 317.156 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 304.108 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de junho, as inspeções somam 8.926.243 toneladas, contra 11.440.600 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.