John Deere logo

    Conecta

    Sua fonte centralizada de notícias Agro

    VOCÊ CONECTADO: Fique ligado nas notícias do dia (22/11)

    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
    Arquivo
    Arquivo

    Tags:

    Agronegócio

    AÇÚCAR: Line-up aponta embarques de 5,164 milhões de toneladas

    O total de navios que aguarda para embarcar açúcar nos portos brasileiros estava em 114 na semana encerrada em 22 de novembro, ante 117 na semana anterior (16) de acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil. Conforme o relatório, foi agendado carregamento de 5,164 milhões de toneladas de açúcar, ante 5,542 milhões na semana anterior. Pelo Porto de Santos (SP) deve ser carregada a maior parte (3,821 milhões de toneladas). Depois aparecem o porto de Paranaguá, no Paraná 964.190 toneladas), Maceió, nas Alagoas (184,650 mil toneladas), São Sebastião, em São Paulo (12,5 mil toneladas), Recife, em Pernambuco (126.500 toneladas), Suape, também em Pernambuco (49.900 toneladas), e Natal, no Rio Grande do Norte (5 mil toneladas). A carga de açúcar a ser exportada consiste da variedade VHP (4,944 milhões de toneladas), TBI (122.100 toneladas), Refinado A-45 (38 mil toneladas) e VHP em sacas (equivalente a 60 mil toneladas). O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 19 de janeiro.

     

    MERCADO ALGODÃO: Cotações seguiram estáveis no Brasil nesta quarta-feira

    A disponibilidade de oferta no mercado brasileiro de algodão segue limitando um avanço maior nas cotações. Nesta quarta-feira, a ideia para o algodão no polo industrial paulista ficou na casa de R$ 3,90/lb, estável em relação ao dia anterior. Para a pluma no FOB porto de Santos teve um leve recuo de 0,09%, negociada a US$ 75,85 cents/lb. Mas, devido o movimento interno mais curto, o produto continua negativo na Bolsa de NY. Assim, a indicação do prêmio ficou em -5,05 cents/lb contra ICE US. NY A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mistos nesta quarta-feira. Em sessão volátil, NY fechou com ganhos moderados nos contratos mais próximos e com perdas nos mais distantes, com desempenho misto. A baixa do petróleo pressionou a pluma, embora o petróleo tenha se recuperado das maiores baixas ao longo desta quarta-feira. Fatores técnicos também mexeram com o mercado e NY conseguiu manter-se acima da linha de 80 centavos no contrato março. Os contratos com entrega em março/2024 fecharam o dia a 80,90 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,21 centavo, ou de 0,3%. Dólar O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,07%, sendo negociado a R$ 4,9009 para venda e a R$ 4,8989 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8778 e a máxima de R$ 4,9196.

     

    AGROPECUÁRIA: Mapa e ApexBrasil promovem encontro com adidos agrícolas brasileiros

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) promovem, de 23 a 28 de novembro, o Encontro Nacional do Agro e o 5º Encontro dos Adidos Agrícolas Brasileiros. O evento tem como propósito reunir os adidos para discutir temas técnicos relacionados a barreiras comerciais, acesso a mercados, promoção comercial, sustentabilidade, imagem e oportunidades para o agronegócio. A primeira atividade do encontro consistirá na interação dos adidos com o setor privado, por meio de aproximadamente 200 rodadas de conversas com cerca de 20 entidades setoriais, agendadas para quinta e sexta-feira, dias 23 e 24. Esses profissionais desempenham papel fundamental na abertura de mercados e na promoção dos produtos do agronegócio brasileiro no exterior. Na sexta-feira (24), os adidos participarão da abertura do Encontro Nacional do Agro, intitulado "Resultado das Exportações e Estratégias para 2024", organizado pela ApexBrasil, bem como da abertura do 5º Encontro dos Adidos Agrícolas Brasileiros. O evento contará com apresentações de painéis e a assinatura de acordos de cooperação, com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, e outras autoridades. Nos dias 25 e 26, sábado e domingo, os adidos participarão de uma capacitação oferecida pela secretaria-executiva do Mapa. Já na segunda e terça-feira, dias 27 e 28, todos os participantes estarão envolvidos em ciclos de palestras com especialistas abordando temas relevantes do agronegócio. As informações partem da assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura e Pecuária.

     

    MERCADO BOI: Deterioração das pastagens em algumas regiões ajuda a manter oferta escassa

    O mercado físico do boi gordo voltou a registrar negociações acima das referências médias no decorrer da quarta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere por alta dos preços no curto prazo, em especial no Centro-Norte brasileiro, região em que a pastagem apresenta condição complicada. O mais provável é que animais terminados a pasto estejam aptos ao abate apenas no primeiro trimestre de 2024, fazendo com que haja dependência da oferta de confinados para atender a demanda de final de ano, o que aumenta a propensão a reajustes ao longo da cadeia produtiva, disse o analista da Consultoria SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Em São Paulo, Capital, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 239,00. Em Goiânia, Goiás, a indicação foi de R$ 237,00 para a arroba do boi gordo. Em Uberaba (MG), a arroba teve preço de R$ 235,00. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 231,00. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 206,00. Atacado O mercado atacadista apresenta preços firmes para a carne bovina. O viés ainda é de alta dos preços no curto prazo, em linha com o auge do consumo no mercado doméstico. A entrada do décimo terceiro salário, demais bonificações, criação dos postos temporários de emprego e confraternizações de final de ano puxam a demanda. Ressaltando que os cortes de maior valor agregado são os mais demandados nessa época do ano, comentou Iglesias. O quarto traseiro segue cotado a R$ 19,10 por quilo. O quarto dianteiro permaneceu no patamar de R$ 12,90 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,07%, sendo negociado a R$ 4,9009 para venda e a R$ 4,8989 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8778 e a máxima de R$ 4,9196.

     

    MERCADO ETANOL: Preços se enfraquecem com demanda tímida

    O mercado físico de etanol teve a quarta-feira marcada por preços levemente mais baixos em algumas regiões isoladas do Centro-Sul. Segundo o analista da Consultoria SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, as vendas das usinas para as distribuidoras seguem calmas mesmo após o feriado prolongado do início desta semana. Como as distribuidoras já se mostravam bem abastecidas desde a segunda metade de outubro, as vendas do feriado prolongado em São Paulo acabaram apenas reduzindo brevemente os estoques das distribuidoras. Com isso, a necessidade de compras destas no retorno do feriado caba sendo bem limitado no curto prazo, o que deixa as usinas com baixo nível de demanda, resultando na atual queda nos preços, disse Muruci. Há também receios de que a Petrobras reduza novamente os preços da gasolina ao longo das próximas semanas, o que deixaria o hidratado com problemas muito sérios no sentido de se manter firme dentro dos atuais níveis de competitividade frente ao combustível fóssil. Neste contexto, o etanol hidratado em Ribeirão Preto seguiu a R$ 2,58 litro, com usinas pedindo R$ 2,60 e distribuidoras tentando comprar a R$ 2,53 o litro. O anidro na mesma localidade em queda de 0,78%, mas nominal a R$ 2,53 litro com usinas pedindo R$ 2,55 e sem indicações de compras de distribuidoras.

     

    MERCADO AÇÚCAR: Quarta-feira tem preços mais altos no cenário doméstico

    Os preços do açúcar subiram no mercado físico paulista nesta quarta-feira. Em Ribeirão Preto, preços a R$ 156,00 para a saca de 50 quilos (28,90 centavos de dólar por libra-peso), alta de 0,6%. O etanol hidratado se mostrou 51,55% mais baixo que o açúcar bruto em Nova York equivalendo a US$/cents 12,52 [PVU] e 48,22% menos vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 80,77 por saca [US$/cents 14,96]. Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto encerrou o pregão eletrônico com cotações em baixa. Os contratos com entrega em Março/2024 encerraram o dia a 27,22 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,53 centavo (-1,9%) em relação ao fechamento anterior. Maio/2024 fechou a 25,94 centavos (-1,9%). O mercado caiu seguindo o direcionamento do petróleo, na medida que com o óleo mais barato o etanol fica menos atrativo para as usinas de origens como o Brasil e a India, potencialmente aumentando a oferta de açúcar. Com isso, o primeiro contrato segue se afastando das máximas de 12 anos estabelecidas no início deste mês, quando foi a 28,14 centavos. Com informações da Reuters. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,07%, sendo negociado a R$ 4,9009 para venda e a R$ 4,8989 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8778 e a máxima de R$ 4,9196.

     

     

    MERCADO SOJA: Preços caem no Brasil e produtores, desanimados, evitam negócios

    O mercado brasileiro de soja teve um dia de calmaria. Os preços caíram expressivamente em Chicago e o dólar foi neutro sobre a oleaginosa. Os preços no Brasil caíram e os negócios foram apenas pontuais. Segundo analistas de SAFRAS & Mercado, os produtores, que ficaram animados ontem com os preços mais altos, hoje tiveram o sentimento oposto. Assim, seguram seu produto. Ultimamente, negócios com a safra nova tem sido mais registrados. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 152,00 para R$ 150,00. Na região das Missões, a cotação recuou de R$ 151,00 para R$ 149,00 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço diminuiu de R$ 157,00 para R$ 155,00. Em Cascavel, no Paraná, o preço decresceu de R$ 138,00 para R$ 135,00 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca desvalorizou de R$ 148,00 para R$ 145,00. Em Rondonópolis (MT), o valor foi de R$ 129,00 para R$ 127,00. Em Dourados (MS), a cotação passou de R$ 130,00 para R$ 128,00. Em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00. Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos. Os agentes embolsaram lucros, de olho no desempenho de outros mercados. O dia foi de maior aversão ao risco no mercado financeiro nacional. O petróleo fechou em queda consistente, enquanto o dólar se valorizou frente a outras moedas. Estas performances pesaram sobre as commodities de exportação dos Estados Unidos, caso da soja. Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 20,75 centavos ou 1,5% a US$ 13,56 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 13,74 1/4 por bushel, perda de 18,75 centavos de dólar, ou 1,34%, na comparação com o dia anterior. Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com baixa de US$ 4,40 ou 0,99% a US$ 437,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 52,71 centavos de dólar, com baixa de 0,72 centavo ou 1,34%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,07%, sendo negociado a R$ 4,9009 para venda e a R$ 4,8989 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8778 e a máxima de R$ 4,9196. Agenda de quinta-feira - Feriado nos EUA - Dia de Ação de Graças. - Eurozona: O Banco Central Europeu (BCE) publicará a ata da última reunião de política monetária às 9h30. - Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas - Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs. - Relatório de condições das lavouras da Argentina Ministério da Agricultura, na parte da tarde. - Dados sobre o desenvolvimento das lavouras no RS - Emater, na parte da tarde.