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    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
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    Tags:

    Agronegócio

    SOJA/MILHO: Preços de fretes oscilaram nas principais rotas do país

     Levantamento elaborado por SAFRAS & Mercado indica que os preços dos fretes da soja e do milho oscilaram nas principais rotas de escoamento do país na semana terminada em 25 de outubro. O frete entre Cascavel e Paranaguá teve recuo de R$ 165,00 para R$ 160,00 por tonelada. Entre Sorriso (MT) e Paranaguá, o preço por tonelada subiram de R$ 490,00 para R$ 530,00. De Rondonópolis (MT) a Paranaguá, os preços tiveram valorização de R$ 380,00 para R$ 400,00. Entre Passo Fundo e Rio Grande, o frete caiu de R$ 178,00 para R$ 165,00 por tonelada. Entre Rio Verde (GO) e o Porto de Santos, os preços tiveram diminuição de R$ 370,00 para R$ 330,00. Entre Uberlândia (MG) e o Porto de Santos, os preços tiveram retração de R$ 220,00 para R$ 190,00.

    CANA: CNA debate alterações na Lei de Proteção de Cultivares

    A Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu para discutir, entre outros temas, as alterações na Lei de Proteção de Cultivares (Lei 9.456/1997). A Lei foi criada com o objetivo de proteger os direitos de quem obtém uma cultivar, além de estimular a pesquisa e incentivar a criação de novas variedades. A proteção da cultivar começa a valer a partir da concessão do Certificado Provisório de Proteção e o prazo de duração é de 15 anos. Para o presidente da Comissão, Nelson Perez, a discussão e a atualização da lei de proteção de cultivares é fundamental, não somente para o setor de cana, mas para todas as culturas de forma geral. “Entendemos o pleito das entidades de pesquisa e melhoramento genético por maiores retornos, dado o investimento dos programas de melhoramento. Entretanto, precisamos garantir de fato o acesso a materiais mais produtivos e de qualidade aos produtores rurais”, disse. Uma das alterações discutidas foi a mudança no prazo de duração da proteção de uma cultivar dos atuais 15 anos para 20 anos, podendo chegar a 25 anos no caso de cultivares já certificadas de cana-de-açúcar e árvores florestais. A mudança está prevista no Projeto de Lei 8926/2017.

     

    SOJA: USDA anuncia venda de 126.000 toneladas para China

    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 126.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2023/24. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

     

    MILHO: Ucrânia deve colher 30,677 milhões de toneladas na safra 2023/24

    A produção de milho na Ucrânia deverá chegar a 30,677 milhões de toneladas na safra 2023/24, de acordo com informações do boletim Gain Report, de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume é superior ante as 26,817 milhões de toneladas colhidas na temporada 2022/23. Para chegar a esse volume os adidos projetam que a área a ser colhida de milho deve chegar a 4,010 milhões de hectares, ficando aquém dos 4,125 milhões de hectares colhidos na temporada 2022/23. As exportações da Ucrânia na safra 2023/24 devem alcançar 24,2 milhões de toneladas, aquém das 26,9 milhões de toneladas embarcadas em 2022/23.

     

    TRIGO: Exportações de soft da UE caem 22% em 2023/24

    As exportações de trigo soft da União Europeia em 2023/24 (início em julho de 2023) atingiram 9,33 milhões de toneladas até 22 de outubro. De acordo com dados da Comissão Europeia, o volume representa uma queda de 22% em comparação com as 11,98 milhões de toneladas do ano anterior. A Romênia continuou a ser o maior exportador em 2023/24, com 2,57 milhões de toneladas embarcadas, seguida pela França com 1,83 milhão, Polônia com 1,65 milhão, Bulgária com 937 mil e Lituânia com 890 mil. As informações são da Reuters.

     

    FERTILIZANTES: Brasil quer ampliar comércio com países árabes, afirma Fávaro

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou do encerramento do 2º Global Halal Brazil Business Forum 2023, em São Paulo. Com o objetivo de apresentar temáticas de relevância para o mercado Halal, o fórum teve início na última segunda-feira (23). No evento, o ministro afirmou que o Brasil está pronto para incorporar mais 40 milhões de hectares em sua área de produção nos próximos 10 anos sem desmatamento e que pretende contar com parceiros árabes nessa missão. “Alguns desses países são importantes fornecedores de fertilizantes para o Brasil. Precisamos e queremos ampliar as nossas parcerias para garantir o suprimento deste insumo tão relevante à nossa produção. O setor produtivo nacional está preparado para dar continuidade à vocação do nosso país de ser um grande fornecedor global de alimentos seguros e de qualidade, afirmou. Este salto de produtividade vai ocorrer com celeridade e sustentabilidade. Não faremos [essa incorporação de 40 milhões de hectares] sobre a floresta, mas sobre áreas de baixa produtividade em pastagens. A segunda grande novidade é que não precisaremos esperar mais 50 anos: podemos e devemos incorporá-las nos próximos 10 anos”, assegura.

     

    SOJA: Entre intervalo de chuvas, plantio atinge 25% na região de Ivaiporã (PR)

    O plantio de soja atingiu 25% do total destinado ao cultivo nos municípios que compõem o núcleo regional de Ivaiporã, no norte central paranaense, sob a supervisão do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Paraná. Em entrevista exclusiva à Agência SAFRAS, o engenheiro agrônomo Sergio Empinott destacou que a semeadura deve seguir até final de novembro, desde que as condições climáticas permaneçam favoráveis. "Logo que plantamos, as chuvas nos alcançaram, proporcionando um início promissor para a germinação de todas as lavouras", compartilhou. Com uma área estimada para esta temporada de aproximadamente 180 mil hectares, ante aos 175 mil hectares do ano anterior, Empinott atribuiu o aumento à conversão de mais áreas de pastagem em terras produtivas. A produtividade é estimada em 3.500 quilos por hectare. Segundo o engenheiro, os produtores estão com os armazéns ainda repletos da safra anterior por conta da lenta comercialização. Apesar do preço em baixa, os agricultores mantêm a confiança de que conseguirão esvaziar os estoques restantes antes do início da colheita da oleaginosa desta temporada. Até a próxima semana, a meteorologia indica chuvas contínuas e temperaturas amenas.

     

    ECONOMIA: Reforma tributária prevê trava com base na média da receita do PIB entre 2012 e 2021

    A reforma tributária não permitirá aumento dos impostos superior à média dos últimos dez anos, segundo informou o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da PEC 45/2019. Braga apresentou seu relatório nesta quarta-feira (25). A previsão é que a proposta seja votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 7 de novembro. Em seguida o texto será analisado no Plenário do Senado. De acordo com Braga, o relatório estabelece um teto calculado com base na média da receita dos impostos a serem extinguidos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) entre 2012 a 2021, apurada como proporção do produto interno bruto (PIB). Assim, a alíquota de referência dos novos tributos que substituirão os extintos será reduzida caso exceda o teto de referência. "Vamos implantar o CBS [Contribuição sobre Bens e Serviços, um dos dois novos tributos]. Nos quatro primeiros anos, vem implantando e, no quinto ano é auferido a carga [arrecadada] e compara com a referência [da média dos últimos dez anos]. Se tiver extrapolado, ajusta para baixo. Da mesma forma no IBS", explicou Braga. Durante a reunião, Braga protocolou oficialmente o relatório.

     

    CARNES: Com novo caso em SC, focos de gripe aviária no Brasil chegam a 135

    Até às 14h de hoje, o painel de dados para consulta online disponibilizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) contabilizava 135 focos de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1) desde a primeira confirmação, ocorrida em 15 de maio. São 132 casos em aves silvestres e três em aves de subsistência. Outros dez casos estão sendo investigados. O Espírito Santo registrou 31 casos, sendo 30 em aves selvagens e um em ave de fundo de quintal. O Rio de Janeiro contabiliza 22 focos em aves selvagens. São Paulo possui 40 casos confirmados. O Paraná possui 12 focos da doença. A Bahia segue com quatro ocorrências. Santa Catarina teve mais um foco em e atingiu 19 casos, sendo 17 em aves selvagens, um em ave de fundo de quintal e um em um mamífero marinho. O Rio Grande do Sul possui cinco focos da doença, sendo dois em aves selvagens e três em mamíferos marinhos. O Mato Grosso do Sul, por sua vez, possui um foco da doença em uma ave de fundo de quintal.