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    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
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    Agronegócio

    AGRICULTURA: Seapa atua para mitigar efeitos da seca no Norte, Noroeste e Nordeste de Minas

    A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) tem trabalhado para mitigar os efeitos da seca que atinge o Norte, Noroeste e Nordeste de Minas. As ações incluem assistência técnica, emissão de laudos de perdas e negociações junto ao Governo Federal, a credores e à Secretaria de Estado de Fazenda. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), vinculada à Seapa, tem auxiliado os agricultores familiares que adquiriram crédito de custeio com seguro (Proagro, por exemplo) a procurarem a instituição financeira e fazer a Comunicação de Perdas (COP). O agente financeiro será responsável por designar um perito para fazer o levantamento de comprovação das perdas no campo. A empresa também elabora o Laudo Técnico de Prorrogação de Dívida para agricultores que possuem operação de crédito sem a contratação de seguro ou aqueles que têm operação de investimento contratada. Com o documento, o produtor pode ir à instituição financeira para renegociar o pagamento. A prorrogação é possível em casos como frustração de safra por fatores adversos e dificuldade de comercialização de produtos. Além disso, a Emater-MG orienta sobre técnicas para reduzir os efeitos da estiagem. Entre as ações estão: conservação de água no solo, como o plantio direto, manejo da vegetação, sistemas agroflorestais, manejo de pastagens, plantio em nível e terraceamento, conservação de estradas rurais e carreadores, construção de estruturas de barramento e drenagem e a implantação de bacias de captação de água das chuvas.

     

    AGRONEGÓCIO: Com conquistas e avanços, SDA impacta setor brasileiro em 2023

    O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de produtos agropecuários do mundo. O setor do agro é o responsável por cerca de 27% do produto interno bruto (PIB) brasileiro e por mais de 40% das exportações do país. Entre os principais produtos agropecuários produzidos e comercializados pelo Brasil estão a soja, o açúcar, a carne bovina, o milho, o café e o frango. O Brasil destaca-se no cenário global pela diversidade e competitividade de seu agronegócio, que é resultado de investimentos em pesquisa, tecnologia, infraestrutura e sustentabilidade. A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) é peça fundamental nessa engrenagem, defendendo o setor de doenças e pragas e garantindo a qualidade e a conformidade técnica dos produtos importados, exportados e produzidos para consumo interno. "É importante destacar o papel de relevância da SDA nas discussões técnicas e no reconhecimento do serviço de defesa para a abertura dos mercados que nós estamos conquistando em 2023", ressalta o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart. Em 2023, novos desafios fizeram-se presentes, exigindo da Secretaria ações firmes para proteger a produção brasileira. Dentre elas, estão as ações contra a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), que pela primeira vez foi detectada no Brasil. Graças aos esforços coordenados pela SDA, até o momento, o vírus não afetou granjas comerciais. Já para a expandir ainda mais as exportações, a SDA recebeu 23 missões internacionais de auditorias de países como China, União Europeia, Estados Unidos, entre outros para avaliar o sistema de inspeção federal do Brasil e as empresas nacionais exportadoras, verificando o cumprimento dos requisitos sanitários exigidos pelos países importadores. Foram 21 missões realizadas de forma presencial e duas remotas. O país se saiu tão bem que, somente neste ano, a SDA aprovou 48 certificados sanitários para exportação de produtos de origem animal e 24 para produtos destinados à alimentação animal. Ou seja, o Brasil atende a tudo aquilo que os mercados mais exigentes no mundo pedem.

     

    CARNE DE FRANGO: Brasil obtém acordo de pre-listing com Chile para exportação de ovos

    O governo brasileiro anunciou o reconhecimento, por parte das autoridades chilenas, da equivalência de sistemas de inspeção sanitária para as exportações brasileiras de ovos. O processo, conhecido como "pre-listing", reflete a confiança depositada no sistema de controle sanitário nacional. Este procedimento permite que o Ministério de Agricultura do Chile conceda ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) do Brasil a autoridade para certificar e habilitar estabelecimentos previamente auditados. Além disso, o acordo inclui a possibilidade de habilitar outras unidades produtivas que atendam aos requisitos estabelecidos. Entre janeiro e novembro deste ano, o Chile foi o sétimo maior importador de ovos do Brasil, totalizando mais de US$ 7 milhões em aquisições desse produto. O reconhecimento do sistema brasileiro outorgado pelas autoridades chilenas permitirá ao Brasil incrementar sua participação no setor e contribuir para garantir a segurança alimentar no país. Neste ano, o Brasil atingiu a marca de US$ 1,6 bilhão em exportações para o Chile, destacando-se a venda de carnes, produtos florestais e itens do complexo sucroenergético. Em contrapartida, as importações do Brasil provenientes do Chile somaram US$ 1,3 bilhão, com destaque para pescados, frutas e bebidas.

     

    MILHO: Filipinas deve produzir 8,2 milhões de t na safra 2023/24

    Filipinas deverá produzir 8,2 milhões de toneladas de milho na safra 2023/24, segundo informações do boletim Gain Report, de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume é inferior ante as 8,322 milhões de toneladas registradas na temporada 2022/23. A área a ser colhida pelas Filipinas deve ficar em 2,57 milhões de hectares, acima dos 2,5 milhões de hectares da temporada anterior (2022/23). As importações das Filipinas devem atingir 1 milhão de toneladas em 2023/24, superando as 950 mil toneladas de 2022/23. O consumo previsto pelos adidos para as Filipinas é estimado em 9,3 milhões de toneladas de milho para 2023/24, acima das 8,9 milhões de toneladas demandadas na safra 2022/23.

     

    ECONOMIA: Previsão de inflação 2023 cai a 4,46%. Para 2024, cai a 3,91%

    As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus reduziram de 4,49% para 4,46% a previsão para a inflação medida pelo Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2023. A meta para a inflação no período é de 3,25%. A previsão de inflação nos preços administrados - que são controlados por contrato ou pelo poder público - diminuiu de 9,22% para 9,17%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu de -3,46% para -3,36%. Para 2023, as instituições financeiras reduziram de 3,93% para 3,91% a previsão para a inflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3,00%. A previsão de inflação nos preços administrados em 2024 diminuiu de 4,36% para 4,34%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M caiu de 4,09% para 4,07%. A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023 foi mantida em 2,92%. A projeção para 2024 aumentou de 1,51% para 1,52%. O BC estima que a economia brasileira crescerá 2,8% em 2023, segundo a edição mais recente do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicada em setembro. As instituições mantiveram em 11,75% a previsão para a taxa básica de juros (Selic) ao final de 2023. Atualmente, ela está em 12,25%, o que significa que o mercado espera um corte de -0,50 ponto porcentual (pp) até o final do ano. Para 2024, a estimativa para a taxa Selic caiu de 9,25% para 9,00%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2024 estava em 9,25%. A projeção para a taxa de câmbio em 2023 aumentou de R$ 4,90 para R$ 4,93 por dólar, enquanto a estimativa para 2024 manteve-se em R$ 5,00 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2023 era de R$ 5,00, enquanto a previsão para 2024 estava em R$ 5,05. A previsão de superávit comercial em 2023 foi elevada para US$ 81,40 bilhões, de US$ 79,80 bilhões na semana passada. A balança comercial mede o resultado das vendas de bens ao exterior (exportações), menos as compras de bens do exterior (importações).

     

    SOJA: Plantio da safra 2023/24 atinge 96,8% da área no Brasil, diz Conab

    O plantio da safra 2023/24 de soja atinge 96,8% da área no Brasil, conforme apontou relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com dados até 23 de dezembro. Na semana passada a semeadura atingia 94,5% da área. Em igual período do ano passado, os trabalhos de plantio atingiam 97,6% da área.

     

    CARNE BOVINA: Exportação atinge 166,130 mil toneladas em dezembro

    As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 756,546 milhões em dezembro (22 dias úteis), com média diária de US$ 47,284 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 166,130 mil toneladas, com média diária de 10,383 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.553,90. Em relação a dezembro de 2022, houve alta de 37,6% no valor médio diário da exportação, ganho de 49,5% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 8,0% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    ECONOMIA: Balança tem superávit de US$ 6,477 bi até 4 semana de dezembro

    Na 4 semana de dezembro de 2023, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,855 bilhões e corrente de comércio de US$ 11,585 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,72 bilhões e importações de US$ 4,865 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 22,069 bilhões e as importações, US$ 15,592 bilhões, com saldo positivo de US$ 6,477 bilhões e corrente de comércio de US$ 37,661 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 332,852 bilhões e as importações, US$ 236,893 bilhões, com saldo positivo de US$ 95,958 bilhões e corrente de comércio de US$ 569,745 bilhões. As informações são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

     

    SOJA: Exportações do Brasil somam 2,785 milhões de toneladas em dezembro

    As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 1,444 bilhão em dezembro (16 dias úteis), com média diária de US$ 90,268 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 2,785 milhões de toneladas, com média diária de 174,074 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 518,60. Na comparação com dezembro de 2022, houve alta de 65,8% na receita média diária e de 97,8% no volume. O preço caiu 16,2%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    AÇÚCAR: Exportação chega a 2,45 milhões de toneladas em dezembro

    A receita diária média obtida com as exportações brasileiras de açúcar e outros melaços atinge US$ 82,792 milhões em dezembro, com 14 dias úteis, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já o volume médio diário de exportações chega a 153,408 mil toneladas no mês. Foram exportadas 2.454.530 toneladas de açúcar em dezembro, com receita de US$ 953,951 mil, a um preço médio de US$ 539,70 por tonelada. Na comparação com a média diária de dezembro de 2022, de US$ 43,361 milhões, há alta de 90,9% no valor obtido diariamente pelas exportações de açúcar em dezembro de 2023. Em volume, há alta de 53,2% ante as 100,163 mil toneladas diariamente embarcadas em dezembro de 2022. Já o preço médio subiu 24,7%, ante os US$ 432,90 por tonelada verificados em dezembro de 2022.

     

    MILHO: Exportações somam 5,210 milhões de toneladas em dezembro

    As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 1,213 bilhão em dezembro (22 dias úteis), com média diária de US$ 75,854 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 5,210 milhões de toneladas, com média de 325,652 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 232,90. Em relação a dezembro de 2022, houve queda de 7,8% no valor médio diário da exportação, aumento de 14,7% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 19,7% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    SOJA: Área da Coopavel (PR) recebe chuvas benéficas, mas rendimento esperado cai um pouco

    A área de soja de abrangência da Cooperativa Coopavel, que atua em 20 municípios do oeste e sudoeste do Paraná, recebeu chuvas benéficas nesta segunda-feira (25). Ontem choveu de 20 a 100 milímetros, dependendo da localidade, relata fonte da cooperativa, que concedeu entrevista exclusiva à Agência SAFRAS. Apesar das precipitações, o rendimento médio esperado caiu um pouco, de 4.000 para 3.960 quilos por hectare. Conforme a fonte, na próxima sexta-feira pode voltar a chover um pouco na região. Segundo relatório desta semana, 5% das plantações de soja estavam em fase de maturação, 63% em enchimento de grão e 32% em floração. A partir de 10 de janeiro devemos ter colheita, prevê o entrevistado. Esta semana os produtores já começam a dessecar as lavouras, completa.

     

    CARNE DE FRANGO: Produção na Argentina deve aumentar 3% em 2024

    O consumo de carne de frango na Argentina deve ficar em 2,2 milhões de toneladas em 2024, um aumento de 1% em relação a este ano. A produção de carne de aves deve somar 2,4 milhões de toneladas, um incremento de 3% em relação ao ano atual, de acordo com a Bolsa de Comércio de Rosário (BCR). As importações devem chegar a 6.600 toneladas, enquanto as exportações chegariam a 200.000 toneladas, representando um aumento de 14% e 32%, respectivamente. Se os preços de exportação se mantiverem relativamente constantes, isso poderia significar um valor de exportação próximo a US$ 240 milhões.