John Deere logo

    Conecta

    Sua fonte centralizada de notícias Agro

    VOCÊ CONECTADO: Fique ligado nas notícias do dia (8/9)

    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
    Arquivo
    Arquivo

    Tags:

    Agronegócio

    Agropecuária

    SOJA: Importações da China podem atingir 98,5 milhões de toneladas em 2023/24

    As importações de soja da China no ano comercial 2023/24 que inicia no dia 1o de outubro de 2023 - podem somar de 98,5 milhões de toneladas, ante 101 milhões na temporada anterior. As informações são Gain Report, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A produção de soja foi estimada em 19,7 milhões de toneladas em 2023/24, ante 19,4 milhões na temporada anterior.

     

    ALGODÃO: Beneficiamento da safra do Brasil chega a 40%

    A Abrapa estimou que o beneficiamento da safra 2022/23 de algodão no Brasil chegou a 40% no dia 8 de setembro. O Mato Grosso tinha 35% da safra beneficiada; Bahia, 51%; Goiás, 66%; Minas Gerais, 57% Maranhão, 25%; Mato Grosso do Sul, 59%; Piauí, 44%; São Paulo, 98%; e Paraná chegou a 88%. As informações são da Abrapa.

     

    ALGODÃO: Colheita no Brasil atinge 94% da área, estima Abrapa

    A Abrapa informou o progresso da colheita da safra 2022/23 de algodão no Brasil até sexta-feira (8). Paraná tinha 100% da área colhida; São Paulo, 99% Mato Grosso do Sul, 100%; Minas Gerais, 94%; Goiás, 93,15%; Bahia, 85,28%; Mato Grosso, 97%; Piauí, 99,63% e Maranhão, 86%. A média do Brasil era de 94% da área colhida. As informações são da Abrapa.

     

    AÇÚCAR: Indicador de preços da FAO sobe 1,3% em agosto em meio a preocupações com El Niño

    O indicador de preços globais do açúcar da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) somou 148,2 pontos em agosto, alta de 1,3% (1,9 ponto) contra julho, permanecendo 34,1% (37,7 pontos) acima do patamar de um ano atrás. Conforme a FAO, o aumento nos preços globais do açúcar foi engatilhado por um agravamento das preocupações em relação ao impacto do fenômeno climático El Niño sobre a produção mundial da commodity. Na India, chuvas abaixo da média em agosto afetaram o desenvolvimento da cana, enquanto condições secas persistentes na Tailândia deverão afetar a produção da safra 2023/24. No Brasil, as chuvas afetaram a colheita da cana em algumas áreas. No entanto, a grande safra que está sendo produzida limitou a alta dos preços globais do açúcar, assim como o enfraquecimento do real ante o dólar e os preços mais baixos do etanol.

     

    AGRICULTURA: Indice de preços dos alimentos da FAO cai para nível mais baixo em mais de dois anos

    O indicador de preços globais dos alimentos (FFPI, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) somou 121,4 pontos em agosto, queda de 2,1% (2,6 pontos) contra julho, revertendo a recuperação vista no mês passado e derrubando o indicador para um patamar 38,3 pontos (ou 24%) mais baixo em relação ao pico estabelecido em março de 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia. Conforme a FAO, a queda em agosto refletiu declínios nos preços dos produtos lácteos, óleos vegetais, carnes e cereais, enquanto o indicador do açúcar subiu moderadamente. O recuo ocorreu também apesar de um salto no indicador dos preços do arroz para uma alta de 15 anos após as restrições às exportações na India. O FFPI mede os preços das commodities alimentares mais comercializadas globalmente. O valor de agosto foi o mais baixo desde março de 2021.

     

    ETANOL: Produção e estoques dos EUA cresceram levemente na última semana

    A produção de etanol de milho dos Estados Unidos cresceu 0,49% na semana encerrada em 01 de setembro, atingindo 1.012 mil barris diários ( ), ante 1.007 mil na semana anterior (25 de agosto), segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia). Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 21,609 milhões de barris para 21,621 milhões de barris no mesmo período comparativo (+0,05%). O mercado esperava movimentações muito mais acentuadas para os números, particularmente para os estoques. Analistas ouvidos pela Dow Jones estimaram que os estoques de etanol de milho cairiam em pelo menos 100 mil barris nessa última semana. Os contratos futuros do milho na Bolsa de Chicago seguem com cotações pouco alteradas e volumes pouco expressivos, com muitos traders preferindo aguardar os números do próximo relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) antes de tomarem decisões. A divulgação está marcada para a próxima terça-feira, 12. ( ) Cada barril equivale a 159 litros.

     

    SEMANA ARROZ: Média da saca gaúcha flerta com R$ 100

    O mercado brasileiro de arroz continua a demonstrar força neste início de setembro, com as cotações mantendo uma trajetória ascendente após um avanço significativo em agosto. "A média da saca gaúcha está cada vez mais próxima dos R$ 100, e há indícios de que essa tendência de alta possa superar os níveis observados durante o auge da pandemia de Covid-19, por volta de R$ 107 por saca", aposta o analista e consultor de SAFRAS & Mercado, Evandro Oliveira. No entanto, mesmo com o dólar em alta, é importante notar que as exportações esfriaram, limitando o ímpeto dessa elevação de preços. De acordo com o DIEESE, o arroz agulhinha aumentou de preço em 12 capitais brasileiras no mês de agosto, com variações que vão de 0,18% em Recife a 4,63% em Vitória. A única exceção foi Porto Alegre, que registrou uma redução de 3,89%. Nos últimos 12 meses, todas as cidades analisadas apresentaram aumento nos preços, com as maiores variações acumuladas em Vitória (15,95%) e Goiânia (15,24%).

     

    SEMANA TRIGO: Chuvas no Sul durante a colheita mantêm mercado em alerta

    O excesso de chuva que atingiu as lavouras do Sul brasileiro continua no radar do mercado. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Elcio Bento, ainda é cedo para se contabilizar perdas. "A principal preocupação é nas regiões em que as lavouras estavam prontas para serem colhidas. No Paraná era quase a metade da área plantada. No Rio Grande do Sul ainda não existem lavouras nesse estágio. Além do prejuízo à qualidade, o volume das precipitações e os ventos fortes podem gerar acamamento e maior incidência de doenças", disse. Se os prejuízos ainda são difíceis de se contabilizar, a resposta do mercado ficou bastante clara. Na última semana, houve reportes expressivos de negócios. No Paraná, lotes da safra velha foram negociados entre R$ 1.150 e R$ 1.180 a tonelada. Safra nova de R$ 1.000 a R$ 1.050 a tonelada. No Rio Grande do Sul, os reportes eram pontuais. Safra velha por volta de R$ 1.150 a tonelada e nova entre R$ 1.000 e R$ 1.100 a tonelada.