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    Conecta traz um resumo dos principais fatos e acontecimentos que impactam o agronegócio no Brasil e no mundo para que o produtor rural termine o dia bem informado
    Rafael De Marco
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    Agronegócio

    CARNE SUINA: Exportações atingem 20,868 mil toneladas em outubro

    As exportações de carne suína "in natura" do Brasil renderam US$ 48,023 milhões em outubro (5 dias úteis), com média diária de US$ 9,604 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 20,868 mil toneladas, com média diária de 4,173 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.301,20. Em relação a outubro de 2022, houve baixa de 18,1% no valor médio diário, perda de 12% na quantidade média diária e queda de 7% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    SOJA: Exportações do Brasil somam 1,08 milhão de toneladas em outubro

    As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 563,455 milhões em outubro (5 dias úteis), com média diária de US$ 112,691 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 1,08 milhão de toneladas, com média diária de 215,917 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 521,90. Na comparação com outubro de 2022, houve baixa de 8,3% na receita média diária e alta de 8% no volume. O preço caiu 15,1%. As informações são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

     

    CARNES: Exportação de aves atinge 102,085 mil toneladas em outubro

    As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 181,369 milhões em outubro (5 dias úteis), com média diária de US$ 36,273 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 102,085 mil toneladas, com média diária de 20,147 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.776,60. Em relação a outubro de 2022, houve queda de 8,2% no valor médio diário, avanço de 6,9% na quantidade média diária e recuo de 14,1% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    MILHO: Exportações somam 2,347 milhões de toneladas em outubro

    As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 530,023 bilhões em outubro (5 dias úteis), com média diária de US$ 106,004 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 2,347 milhões de toneladas, com média de 469,588 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 225,70. Em relação a outubro de 2022, houve alta de 5,5% no valor médio diário da exportação, aumento de 31,5% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 19,8% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     

    SOJA: Área da safra 2023/24 em Uberlândia (MG) pode crescer até 3%

    As expectativas em torno do plantio da safra 2023/24 de soja em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, apontam que a área pode crescer de 2% até 3% frente aos 60 mil hectares cultivados na temporada 2022/23. Quem informa é a Emater local. De acordo com o engenheiro-agrônomo Carlos Miguel Rodrigues Couto, apesar da queda nas cotações da soja, houve um declínio também nos preços dos insumos, o que poderia motivar algum avanço ainda na área cultivada na próxima safra. O plantio já está liberado desde o começo de outubro, mas até agora as chuvas foram consideradas insuficientes pelos produtores para o início dos trabalhos envolvendo a soja. O período de cultivo considerado ideal para a região vai de 10 de outubro até 15 de novembro. A expectativa é de que o rendimento médio das lavouras, em condições normais de clima, possa alcançar os 4.300 quilos por hectare.

     

    AÇÚCAR: Comissão Europeia eleva estimativa de produção 2023/24 da União Europeia

    A Comissão Europeia elevou sua estimativa de produção de açúcar branco na safra 2023/24 para 15,6 milhões de toneladas, ante as 15,5 milhões projetadas anteriormente. Se confirmado, o volume de produção de açúcar refinado do bloco vai aumentar 7% em relação ao volume produzido na temporada 2022/23 A Comissão Europeia também elevou a sua previsão para as exportações de açúcar da União Europeia nesta temporada, para 750.000 toneladas, contra as 700.000 toneladas estimadas anteriormente, mas manteve a projeção de importação inalterada, 1,9 milhão, uma queda de mais de 20% em relação ao volume importado pelo bloco de países em 2022/23.

     

    MILHO: USDA deve indicar redução na safra e nos estoques dos EUA em 2023/24

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vai divulgar na quinta-feira (12), o relatório de oferta e demanda de setembro, trazendo estimativas de oferta e demanda de milho norte-americano e mundial para a temporada 2023/24. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em uma produção de 15,1 bilhões de bushels de milho em 2023/24, ficando abaixo dos 15,134 bilhões de bushels indicados em setembro, mas acima dos 13,730 bilhões de bushels colhidos na temporada 2022/23. A produtividade média deve ficar em 173,5 bushels por acre, aquém dos 173,8 bushels por acre indicados em setembro, mas acima dos 173,3 bushels por acre colhidos na safra 2022/23.

     

    AÇÚCAR: Indicador de preços da FAO dispara e atinge patamar mais alto em 13 anos

    O indicador de preços globais do açúcar da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) somou 162,7 pontos em setembro, alta de 9,8% (14,5 pontos) contra agosto, subindo pelo segundo mês consecutivo e atingindo o patamar mais elevado desde novembro de 2010. Conforme a FAO, a disparada nos preços do açúcar esteve ligada principalmente a preocupações mais agudas sobre um aperto na oferta na temporada 2023/24 em termos globais. Isso reflete preponderantemente projeções preliminares de declínio na produção de importantes origens, como a India e a Tailândia, por conta de um clima mais seco que o normal, condição associada com o fenômeno El Niño. Cotações internacionais do petróleo mais elevadas também contribuíram para a disparada do açúcar em setembro. No entanto, a grande safra brasileira em 2023, em meio a um clima favorável em grande parte do cinturão produtor de cana-de-açúcar, combinada com o enfraquecimento do real ante o dólar, limitou o ganho do indicador da FAO para o preço da commodity.

     

    AGRICULTURA: Indice de preços dos alimentos da FAO fica estável em setembro

    O indicador de preços globais dos alimentos (FFPI, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) somou 121,5 pontos em setembro, praticamente estável na comparação com agosto, uma vez que declínios nos preços dos óleos vegetais, lácteos e carnes compensaram altas nos indicadores do açúcar e cereais. Ficando nesse nível, o FFPI permaneceu 14,6 pontos (ou 10,7%) abaixo do nível registrado exatamente um ano atrás, e 38,3% (ou 24%) inferior ao recorde absoluto registrado em março de 2022. O FFPI mede os preços das commodities alimentares mais comercializadas globalmente.

     

    TRIGO: Confederação argentina aponta situação dramática na região de Santa Fé

    A Confederação Rural Argentinas (CRA) alerta que a seca está causando estragos na província de Santa Fé. A entidade pontuou que a situação é dramática na localidade de Felicia. Em publicação em uma rede social, a CRA disse que a colheita, que se aproxima, deve ser "magra". A maior preocupação é a recuperação dos investimentos na cultura. A entidade também deve auxiliar os produtores nos pedidos de situação de emergência.