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    Rafael De Marco
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    Agronegócio

    MILHO: USDA indica safra mundial 2023/24 de 1,220 bilhão de toneladas

    O relatório de novembro de oferta e demanda mundial de milho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) trouxe dados relativos à temporada 2023/24 e atualizações referentes à temporada 2022/23. A safra global 2023/24 foi projetada em 1.220,79 milhão de toneladas, acima das 1.214,47 milhão de toneladas indicadas em outubro. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2023/24 em 314,99 milhões de toneladas, acima das 312,40 milhões de toneladas indicadas no mês passado e das 312 milhões de toneladas previstas pelo mercado. A safra dos Estados Unidos em 2023/24 foi indicada em 386,97 milhões de toneladas, contra 382,65 milhões de toneladas previstas em outubro. A estimativa de safra brasileira é de 129 milhões de toneladas em 2023/24, sem alterações. A produção da Argentina deve atingir 55 milhões de toneladas, também sem alterações. A Ucrânia teve sua projeção de safra elevada para 29,5 milhões de toneladas na temporada 2023/24, ante as 28 milhões de toneladas do relatório do mês passado. A África do Sul teve a safra indicada em 16,8 milhões de toneladas, sem mudanças. A China, por sua vez, teve a estimativa de produção para 2023/24 mantida em 277 milhões de toneladas. A safra global 2022/23 foi projetada em 1.157,08 milhão de toneladas, contra as 1.154,99 milhão de toneladas indicadas em outubro. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2022/23 em 299,22 milhões de toneladas, acima das 297,80 milhões de toneladas previstas pelo mercado e das 298,13 milhões de toneladas indicadas no mês passado.

     

    TRIGO: USDA eleva estoques globais em 2023/24; mercado esperava corte

    O relatório de oferta e demanda de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe novos números para as safras 2022/23 e 23/24 de trigo global. A produção mundial de trigo em 2023/24 é estimada em 781,98 milhões de toneladas, abaixo das 783,43 milhões estimadas em outubro. Para 2022/23, a estimativa ficou em 792,36 milhões de toneladas. Os estoques finais globais em 2023/24 foram estimados em 258,69 milhões de toneladas, contra 258,13 milhões em outubro. O mercado esperava 257,9 milhões de toneladas. Para 2022/23, as reservas finais foram estimadas em 269,55 milhões de toneladas, enquanto a expectativa era de 267,6 milhões. O consumo global em 2023/24 está estimado em 792,84 milhões de toneladas, contra 792,86 milhões em outubro. Em 2022/23, o consumo global foi estimado em 792,36 milhões de toneladas. Para 2023/24, a produção de trigo no Brasil está estimada em 9,4 milhões de toneladas, contra 9,8 milhões em outubro. As importações em 2023/24 estão apontadas em 5,6 milhões de toneladas. As exportações são previstas em 3 milhões de toneladas. Os estoques finais são projetados em 1,52 milhão de toneladas. A Rússia deve produzir 90 milhões de toneladas e exportar 50 milhões. Em outubro, a produção russa era prevista em 85 milhões de toneladas. A Ucrânia deve produzir 22,5 milhões e exportar 12 milhões de toneladas. No mês passado, o USDA esperava as exportações em 11 milhões de toneladas. A safra 2023/24 do cereal na Argentina foi projetada em 15 milhões de toneladas, contra 16,5 milhões em outubro. As exportações do país foram previstas em 10 milhões de toneladas, abaixo das 11,5 milhões do mês passado. No Canadá, a projeção da safra 2023/24 foi mantida em 31 milhões de toneladas. A projeção da safra australiana do cereal foi de 24,5 milhões de toneladas. Na União Europeia e no Reino Unido, a safra 22/23 está projetada em 134,3 milhões de toneladas, levemente acima do mês passado. A China tem projeção de safra 2023/24 em 137 milhões de toneladas. O país deve importar 12 milhões de toneladas na temporada. Os estoques finais chineses estão estimados em 133,92 milhões de toneladas. Os Estados Unidos deverão colher 49,31 milhões de toneladas em 23/24. As exportações do país estão projetadas em 19,05 milhões de toneladas.

     

    SOJA: USDA projeta safra mundial em 2023/24 de 400,4 milhões de toneladas

    O relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projetou safra mundial de soja em 2023/24 de 400,4 milhões de toneladas. Em outubro, a previsão era de 399,5 milhões. Os estoques finais estão foram reduzidos de 115,62 milhões para 114,5 milhões de toneladas. O mercado esperava um número de 115,6 milhões de toneladas. A projeção do USDA aposta em safra americana ficou em 112,4 milhões de toneladas. A safra brasileira foi projetada em 163 milhões de toneladas. Para a Argentina, a previsão é de produção de 48 milhões de toneladas. Não houve alterações nas estimativas. A China deverá importar 100 milhões de toneladas, também inalterada. Os estoques globais em 2022/23 estão estimados em 100,31 milhões de toneladas, enquanto o mercado apostava em 102 milhões de toneladas.

     

    ALGODÃO: USDA estima produção mundial em 2023/24 em 113,46 milhões de fardos

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem relatório de novembro de oferta e demanda mundial de algodão para a safra 2023/24. O USDA estimou a produção global de algodão em 113,46 milhões de fardos, ante 112,6 milhões de fardos no mês passado. Em 2022/23 ficou em 116,65 milhões de fardos. As exportações mundiais de algodão foram estimadas em 43,31 milhões de fardos para 2023/24, contra 43,24 milhões de fardos no mês anterior. A estimativa para o consumo mundial é de 115,3 milhões de fardos, ante 115,79 milhões de fardos no mês de outubro. Os estoques finais foram projetados em 81,5 milhões de fardos, ante 79,92 milhões de fardos no relatório anterior. Na safra 2022/23, eram esperados 83,04 milhões de fardos. A expectativa é que a China colha 27 milhões de fardos na temporada 2023/24, mesmo patamar estimado no mês passado. A produção do Paquistão para 2023/24 foi prevista em 6,5 milhões de fardos, mesmo valor estimado no mês anterior. O Brasil tem a safra 2023/24 estimada em 14,56 milhões de fardos, mesmo valor estimado no mês de outubro. Já produção indiana de algodão deve chegar a 25 milhões de fardos em 2023/24, mesmo valor estimado no mês anterior. Por fim, os Estados Unidos deverão colher 13,09 milhões de fardos em 2023/24, contra 12,82 milhões de fardos estimados no mês de outubro.

     

    SOJA: USDA estima safra e estoques 2023/24 dos EUA acima do esperado

    O relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,129 bilhões de bushels em 2023/24, o equivalente a 112,37 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 49,9 bushels por acre. O número ficou acima da previsão do mercado, que era de 4,098 bilhões de bushels, ou 111,53 milhões de toneladas. No relatório anterior, a previsão era de 4,104 bilhões ou 111,69 milhões de toneladas. Os estoques finais estão projetados em 245 milhões de bushels ou 6,67 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 221 milhões ou 6,01 milhões de toneladas. Em outubro, a previsão era de 220 milhões de bushels ou 5,99 milhões de toneladas. O USDA manteve a estimativa para o esmagamento em 2,3 bilhões de bushels. A exportação teve sua estimativa mantida em 1,755 bilhão de bushels.

     

    MILHO: USDA eleva safra dos EUA em 2023/24 para 15,234 bi de bushels

    O relatório de novembro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado hoje, trouxe números para a temporada 2023/24 de milho dos Estados Unidos. Os Estados Unidos deverão colher 15,234 bilhões de bushels na temporada 2023/24, acima dos 15,064 bilhões indicados em outubro. O mercado trabalhava com uma estimativa de produção de 15,076 bilhões de bushels. A produtividade média em 2023/24 deve atingir 174,9 bushels por acres, acima dos 173 bushels por acres apontados no mês passado e dos 173,2 bushels por acre esperados pelo mercado. A área a ser plantada deve ficar em 94,9 milhões de acres, sem alterações frente ao relatório anterior. A área a ser colhida foi prevista em 87,1 milhões de acres, sem mudanças frente ao mês passado. Os estoques finais de passagem da safra 2023/24 foram estimados em 2,156 bilhões de bushels, superior em relação aos 2,111 bilhões de bushels previstos no mês passado e aos 2,129 bilhões de bushels esperados pelo mercado. As exportações em 2023/24 foram indicadas em 2,075 bilhões de bushels, contra os 2,025 bilhões de bushels previstos em outubro. O uso de milho para a produção de etanol foi indicado em 5,325 bilhões de bushels, acima dos 5,300 bilhões de bushels indicados no mês passado.

     

    ARROZ: USDA prevê safra mundial 2023/24 em 517,80 milhões de toneladas de beneficiado

    O relatório de novembro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta quinta-feira (12), estimou a produção mundial de arroz beneficiado em 517,80 milhões de toneladas para 2023/24, ante 518,14 milhões no mês anterior. Para 2022/23, foi estimada safra de 513,36 milhões de toneladas. As exportações mundiais de arroz beneficiado foram estimadas em 52,68 milhões de toneladas para 2023/24, ante 52,33 milhões no mês passado. A estimativa para o consumo é de 522,16 milhões de toneladas de beneficiado para 2023/24, ante 523,53 milhões de toneladas indicadas no mês anterior. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais mundiais de arroz beneficiado na temporada 2023/24 foram previstos em 167,42 milhões de toneladas, ante 167,47 milhões de toneladas no relatório passado. Para 2022/23, foram estimados estoques de 174,78 milhões de toneladas. A India deverá produzir 132 milhões de toneladas beneficiadas em 2023/24; a Tailândia, 19,5 milhões; e o Vietnã, 27 milhões. A safra brasileira está estimada em 7,48 milhões de toneladas de beneficiado. A safra da Indonésia está projetada em 33,50 milhões de toneladas. A produção chinesa está estimada em 149 milhões de toneladas.

     

    AGRICULTURA: Capacidade de armazenagem cresce 4,8% e chega a 201,4 milhões de toneladas no 1o semestre de 2023

    No 1o semestre de 2023, a capacidade disponível para armazenamento no Brasil foi de 201,4 milhões toneladas, 4,8% superior ao semestre anterior. O número de estabelecimentos subiu 3,0% em relação ao último semestre de 2022. O Rio Grande do Sul tem o maior número de estabelecimentos de armazenagem (2.214) e o Mato Grosso tem a maior capacidade: 51,7 milhões de toneladas. O estoque de produtos agrícolas totalizou 76,1 milhões de toneladas, um aumento de 16,2% frente aos 65,5 milhões de toneladas do primeiro semestre de 2022. Neste primeiro semestre de 2023, todas as grandes regiões do país tiveram aumentos no número de estabelecimentos: Norte (24,7%), Centro-Oeste (3,6%), Sudeste (1,7%), Sul (1,5%) e Nordeste (0,2%). Em relação aos cinco principais produtos agrícolas existentes nas unidades armazenadoras, os estoques de soja representaram o maior volume (46,9 milhões de toneladas), seguidos pelos estoques de milho (17,1 milhões), arroz (4,8 milhões), trigo (3,3 milhões) e café (0,8 milhão). Esses produtos constituem 95,9% do total estocado entre os produtos monitorados por esta pesquisa. Capacidade dos silos atinge 105,2 milhões de toneladas, com alta de 6,0% Em termos de capacidade útil armazenável, os silos predominam no país, tendo alcançado 105,2 milhões de toneladas, o que representou 52,2% da capacidade útil total. Em relação ao segundo semestre de 2022, os silos apresentaram um acréscimo de 6,0% na capacidade.

     

    CARNES: Terceiro trimestre de 2023 tem crescimento no abate de bovinos, frangos e suínos

    O abate de bovinos subiu 11,1% e o de frangos teve alta de 3,1% no 3º trimestre de 2023, na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com os resultados preliminares da Estatística da Produção Pecuária, divulgados hoje (9) pelo IBGE. O abate de suínos subiu 0,5%. Em relação ao 2º trimestre deste ano, o abate de bovinos cresceu 5,8%, enquanto o de frangos e de suínos aumentaram 1,4% e 3,7%, respectivamente. Os resultados completos e os dados para unidades da federação serão divulgados em 7 de dezembro. Os primeiros resultados mostram que o total de cabeças de bovinos abatidas no 3º trimestre deste ano foi de 8,85 milhões. Já o abate de frangos registrou 1,58 bilhão de cabeças e o de suínos 14,60 milhões. Do total de bovinos abatidos, o resultado preliminar aponta uma produção de 2,36 milhões de toneladas de carcaças, aumentos de 8,9% em relação ao mesmo período de 2022 e de 8,6% frente ao 2º trimestre de 2023. Em relação aos suínos, o peso acumulado das carcaças atingiu 1,37 milhão de toneladas, crescimento de 2,4% na comparação com o 3º trimestre de 2022 e alta de 3,9% ante o 2º trimestre de 2023. O peso acumulado das carcaças de frangos foi de 3,31 milhões de toneladas no 3º trimestre deste ano, acréscimo de 3,4% em relação ao 3º trimestre de 2022 e queda de 1,3% frente ao trimestre imediatamente anterior. A aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob inspeção sanitária municipal, estadual ou federal foi de 6,20 bilhões de litros. Houve aumentos de 0,8% em comparação ao mesmo período do ano passado e de 8,4% em relação ao 2º trimestre de 2023. A produção de ovos de galinha alcançou 1,06 bilhão de dúzias no 3º trimestre de 2023. O resultado corresponde a acréscimos de 1,9% frente ao mesmo período do ano anterior e de 1,0% em relação ao 2º trimestre de 2023. A pesquisa mostrou ainda que os curtumes que efetuam curtimento de, pelo menos, cinco mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano declararam ter recebido 8,63 milhões de peças inteiras de couro cru no 3º trimestre de 2023. Essa quantidade representa alta de 6,6% em comparação à registrada no 3º trimestre de 2022 e aumento de 3,0% em relação ao trimestre imediatamente anterior. As informações são do IBGE.

     

    CARNES: ACCS aposta em recuperação da suinocultura em 2024

    O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio de Lorenzi, disse que o setor aposta numa recuperação em 2024 após as dificuldades enfrentadas ao longo desse ano. “Tivemos um ano desafiador, principalmente para o mercado independente. Todos os produtores sofreram, pois as empresas também dependem do mercado internacional. Por mais que esteja exportando, as empresas não conseguem barganhar um preço melhor internacionalmente, pois há sempre uma cobrança, dizendo que o Brasil desmata, que produz em cima de áreas da Amazônia, o que traz uma penalidade muito grande em preços”, avalia. De Lorenzi afirma que o desafio foi muito grande também no mercado interno. “Tivemos um primeiro trimestre de grande dificuldade. Depois tivemos uma redução no custo de produção, com o milho chegando a R$ 60,00 a saca e o farelo de soja também reduzindo bastante, Mas conseguimos passar pelo pior momento”, analisa. Segundo o presidente da ACCS, o valor de venda do suíno sobre o custo de produção atual já está trazendo uma pequena margem ao produtor. “Ela não é suficiente para tapar o buraco da crise ao longo dos últimos anos que a gente vivenciou, mas o setor já vê um horizonte mais promissor nos próximos dois meses, onde também intensificam as compras para final de ano e com a melhora nas exportações. Então acreditamos que teremos uma melhora de preço ainda neste ano”, pontua. De Lorenzi sinaliza que o custo de produção em Santa Catarina gira entre R$ 6,00 e R$ 6,10 para o quilo vivo do suíno ao produtor independente, sendo um pouco menor na indústria, enquanto o preço de venda está ao redor de R$ 6,15 o quilo vivo.

     

    TRIGO: Conab projeta safra de 9,633 milhões de toneladas em 2024

    A produção brasileira de trigo em 2024 deverá ficar em 9,633 milhões de toneladas, segundo o 2o levantamento para a safra brasileira de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mês anterior, a previsão era de 10,459 milhões. O número repete a safra anterior. A Conab indica uma área plantada de 3,46 milhões de hectares, sem alterações. A produtividade indicada pela Conab é de 2.784 quilos por hectare, contra 3.023 do mês anterior.

     

    ALGODÃO: Safra 2023/24 de pluma deve ficar em 3,039 mi de toneladas

    A safra brasileira de algodão em pluma na temporada 2023/24 está estimada em 3,039 milhões de toneladas, queda de 4,1% na comparação com as 3,169 milhões de toneladas indicadas na safra 2022/23. Os números fazem parte do 2o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra 2023/24, divulgado hoje. A produtividade das lavouras está estimada em 1.754 quilos de algodão em pluma por hectare, ante 1.905 quilos por hectare na temporada 2022/23. A área plantada com algodão na temporada 2023/24 está estimada em 1,733 milhão de hectares, elevação de 4,2% na comparação com os 1,663 milhão de hectares da safra passada. O Mato Grosso, principal Estado produtor, deverá colher uma safra de algodão em pluma de 2,113 milhões de toneladas, número que representa um recuo de 6,1% ante 2022/23, quando foram produzidas 2,251 milhões de toneladas. A Bahia, segundo maior produtor de algodão, deve colher 630,4 mil toneladas de algodão em pluma, elevação de 0,7% sobre 2022/23 (626,2 mil toneladas). Goiás deverá ter uma safra 2023/24 de 54,4 mil toneladas, um avanço de 4,6% sobre 2022/23 (52 mil toneladas).

     

    AGRONEGÓCIO: Fávaro destaca comprometimento dos produtores brasileiros com a sustentabilidade

    No segundo dia do Fórum Brasil de Investimento, nesta quarta-feira (8), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro participou do painel Agrorevolução: produtividade com sustentabilidade, no Palácio Itamaraty, em Brasília - DF. Em sua fala, Fávaro reafirmou que o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está comprometido com a produção sustentável e que o grande desafio do Mapa é reconectar o mundo e dar a conhecer as boas práticas da maioria dos produtores brasileiros. “O Brasil reconhece seu compromisso com o mundo, reconhece seu potencial de produzir alimentos com qualidade e sustentabilidade e isso certamente é uma oportunidade para o mercado e para nossos países amigos. Juntos, podemos produzir cada vez mais alimentos acessíveis e ajudar a concretizar o legado do presidente Lula, que sonha com um mundo sem fome. O Brasil pode contribuir para esse legado, mas sempre com respeito ao meio ambiente”, disse. Fávaro ainda destacou as ferramentas de avanço que levaram a agricultura ao nível em que está, com mais tecnologias implementadas para o desenvolvimento do agro. “Eu poderia dizer também que um dos maiores ativos é a adoção de tecnologias de ponta, e a Embrapa tem papel fundamental, mas também a iniciativa privada, que faz um grande trabalho no desenvolvimento de tecnologias para a produção brasileira. Os equipamentos e as máquinas utilizadas na agropecuária altamente tecnificada também são um grande ativo brasileiro.” Presente no painel, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou que o forte do Brasil é a agricultura, e, por meio da Empresa, foram investidos recursos para ciência e tecnologia a fim de fortalecer o agronegócio. Além disso, ela disse que o país desenvolveu tecnologias sustentáveis que são referências internacionalmente. Para ela as tecnologias para a agricultura podem fazer uma transformação para trazer números positivos e garantir responsabilidade e a transparência nos processos de produção.

     

    CLIMA: Inmet emite alerta para onda de calor nos próximos dias

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta, nesta quarta-feira (8), para a atuação de uma onda de calor no decorrer dos próximos dias. De acordo com o Instituto, a principal atuação do fenômeno se dará pelo interior do Brasil. O aviso meteorológico especial de nível amarelo (perigo potencial) de onda de calor abrange áreas do Centro-Oeste e Sudeste do País e é válido até, pelo menos, a próxima sexta-feira (10). Segundo o Inmet, o aviso de onda de calor de nível amarelo é emitido quando a previsão indica que as temperaturas (neste caso, especialmente as máximas) devem ficar 5 graus Celsius acima da média pelo período de dois a três dias consecutivos. Ainda de acordo com a previsão, o forte calor deverá continuar, pelo menos, até meados da próxima semana, contudo, a área de abrangência do fenômeno deve sofrer alterações. O Inmet reforça que segue monitorando a situação. A partir do sábado (11), se a situação persistir, o aviso de onda calor será atualizado e poderá se expandir ou até mesmo ter o seu nível de severidade alterado. Em alguns municípios, principalmente dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, as temperaturas máximas devem superar os 42 graus Celsius nos próximos dias. De acordo com Instituto, a intensidade do aviso está relacionada com a persistência do fenômeno (número de dias consecutivos) e não aos desvios de temperatura absolutos em si. As informações partem do Ministério da Agricultura e Pecuária.